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Navio Stellar Banner está encalhado há duas semanas na costa do Maranhão — Foto: Divulgação/Marinha do Brasil
O óleo foi transferido para os navios ALP Defender, de bandeira dos Países Baixos e HOS Brass Ring, que foram contratados pela Polaris Shipping para ajudar na operação de retirada do combustível. De acordo com a Marinha, não há vestígios de óleo no mar e o navio segue sendo monitorado por aeronaves, drones e embarcações.
A próxima etapa será a retirada de mais de 300 mil toneladas de ferro que o Stellar Banner transportava e colocar a embarcação em condições de navegação para o desencalhe. O plano de salvatagem foi entregue para a Marinha na terça-feira (24) e será analisado pelas autoridades ambientais.
Operação
Desde o início do resgate do Stellar Banner, cerca de 255 militares da Marinha atuam diretamente na operação. O órgão trabalha no local com um navio de apoio oceânico ‘Iguatemi’, um navio hidroceanográfico ‘Garnier Sampaio’, um helicóptero UH-15 e quatro embarcações da Capitania dos Portos do Maranhão.
O navio com bandeira dos Países Baixos ‘Defender’ foi contratado para retirar parte das 3,5 mil toneladas de óleo do Stellar Banner. A embarcação partiu do Gabão, país na África Central e é do tipo AHTS (Anchor Handling Tug Supply), barco utilizado para reboque, ancoragem de unidades flutuantes de petróleo e transporte de cargas. A capacidade da embarcação é de mais de 3 mil metros cúbicos.
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Navio ALP Defender posicionado na operação de retirada de óleo do navio Stellar Banner — Foto: Divulgação/Marinha
Área afetada
A área afetada no casco do navio é de cerca de 25 metros, segundo o chefe de Estado-Maior do Comando do 4º Distrito Naval, Robson Neves Fernandes. Atualmente, não há registro de vazamentos.
No dia 28 de fevereiro, o Ibama havia verificado o vazamento de 333 litros de óleo no mar e o poluente havia se espalhado por uma área de 0,79 km². Um dia depois, o instituto afirmou que não visualizou mais as manchas de óleo encontradas anteriormente.Fonte G1