O agente penitenciário Glauber Sousa foi baleado nessa quarta (28) na cidade de Lago da Pedra após passar por uma barreira da polícia para prender membros da quadrilha que assaltou o Banco do Brasil de Bacabal, no domingo (25).
Os policiais perseguiram o carro dele por mais de um quilômetro, suspeitando que era um bandido que dirigia. Os policiais atiraram no veículo até chegar em um povoado da cidade.

“Muito assustadas e chorando”, disse o professor.
Glauber acabou baleado na barriga e foi levado para um hospital. Na delegacia, ele disse que foi abordado por uma viatura descaracterizada e que não parou porque achou que eram bandidos.
“Imaginei que fossem bandidos e zelei pela minha vida. pela integridade física. Adentrei a estrada vicinal tentando me evadir. Houve alguns disparos, ao qual me pegou de raspão, mas a situação foi resolvida lá no hospital”, contou o agente penitenciário.

Barreiras ao redor de Bacabal
A polícia segue com barreiras pelas rodovias da região. Em Bacabal, moradores que saquearam a central de distribuição do Banco do Brasil estão devolvendo na delegacia o dinheiro que os assaltantes deixaram cair durante a fuga.
Até o momento, a polícia já recuperou quase R$ 4 milhões das mãos dos moradores. Os investigadores acreditam que os bandidos podem ter levado mais de R$ 100 milhões no assalto.

A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão afirma que o líder do grupo que assaltou o BB de Bacabal é o assaltante baiano Zé de Lessa, que teria comandado o assalto do Uruguai. Durante o confronto entre policiais e assaltantes na noite do crime, um morador da cidade e três criminosos morreram.

A polícia também investiga o desaparecimento de um caminhoneiro de pernambuco chamado Obadias Pereira da Silva. Segundo a polícia, o caminhão dele foi usado pelos ladrões para fugir com o dinheiro roubado. O veículo foi encontrado queimado a 60 km de Bacabal.
