Vítima foi identificada como Josemar Resplandes Nunes Filho, de 32 anos.
Uma pessoa morreu e quatro ficaram feridas após um tiroteio em uma padaria de Imperatriz. O crime aconteceu na manhã deste domingo (3) em um estabelecimento do bairro Santa Rita e, segundo a polícia, tem características de execução, mas ainda não se sabe a motivação.
Os disparos de pistola 9 mm foram feitos em direção à vítima, que morreu no local, mas acabaram atingindo também outras quatro pessoas que foram levadas ao hospital e não correm risco de morte. Josemar Resplandes Nunes Filho, de 32 anos, trabalhava como motoqueiro vigilante e estava comprando pão quando foi assassinado.
Josemar Resplandes Nunes Filho morreu no tiroteio. (Foto: Divulgação)
“A ação demonstra a participação de mais de uma pessoa. Um homem foi preso nas imediações com uma arma calibre 38 mas não se tem, até o momento, nenhum indicativo da participação dele nesse crime da padaria”, informou o titular da Delegacia de Homicídios, que conduz a investigação.
Uma das vítimas baleadas é funcionária da padaria e outros seriam clientes. O homem assassinado morreu com um tiro na cabeça. “Os investigadores estão em campo, fazendo levantamento, procurando imagens, mas até o momento não se tem motivação específica. Nesse primeiro momento a gente já descarta assalto e latrocínio,” finalizou James dos Anjos.Por: Imirante
O estado de Roraima registrou em fevereiro deste ano 2.057 focos de queimadas, segundo dados do Programa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O número corresponde a 45% de todos os focos detectados no país no mês passado (4.568).
Desde o início do ano, são 2.661 focos de queimadas detectados em Roraima. O número é maior do que todos os focos registrados em 2023 no estado: 2.659. Em fevereiro do ano passado, foram registrados 168 focos em Roraima.
O governo do estado decretou situação de emergência em nove municípios de Roraima devido aos efeitos da estiagem na região: Amajari, Alto Alegre, Cantá, Caracaraí, Iracema, Mucajaí, Pacaraima, Normandia e Uiramutã.
Os municípios com mais focos de queimadas em fevereiro são Mucajaí (401), Caracaraí (335), Amajari (235) e Rorainópolis (218).
Estiagem
O estado passa por um período de forte estiagem, agravado pela influência do fenômeno do El Niño. O Rio Branco, o principal do estado, atingiu o nível de – 0,13 metro, segundo a Companhia de Águas e Esgotos de Roraima (Caer).
A produção de água potável nos poços artesianos do estado foi reduzida em 20%, o que, segundo a Caer, acaba ocasionando baixa pressão na rede de distribuição de água dos bairros mais afastados. O governo do estado instalou pontos de coleta de água potável gratuita nas sedes dos municípios e também disponibiliza abastecimento na matriz da Caer.
O Corpo de Bombeiros de Roraima aponta a prática local de atear fogo para “limpar” a terra como uma dos fatores que agravam a situação, uma vez que o fogo pode sair de controle.
Governo do estado
A Secretaria de Comunicação Social de Roraima informou, em nota, que o cenário da estiagem preocupa. “Mas não é possível mensurar em comparações temporais, uma vez que a situação depende do comportamento climático dos próximos meses. Houve períodos anteriores de seca e queimadas no Estados, com destaque para os anos de 1998, 2010 e 2016.”
Entre as medidas de combate às queimadas adotadas pelo governo do estado está a convocação dos prefeitos de todos os municípios para elaborar planejamento das ações de enfrentamento às queimadas. O governo do estado também solicitou reforço do governo federal para atuar de forma integrada e responder à situação.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se nesta sexta-feira (1º) com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. O encontro ocorreu à margem da 8ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), em Kingstown, capital de São Vicente e Granadinas.
De acordo com nota divulgada pelo Palácio do Planalto, Lula e Maduro trataram de temas que envolvem os dois países.
O presidente venezuelano garantiu que eleições presidenciais serão realizadas em seu país no segundo semestre deste ano. Maduro disse a Lula que articulou um acordo com partidos da oposição e que observadores internacionais irão acompanhar e auditar a realização do pleito, conforme a nota.
Outro tema da conversa foi a atuação para o combate ao garimpo ilegal nas terras do povo yanomami, que abrangem os territórios brasileiro e venezuelano.
Essequibo
A Presidência da República informou que Lula e Maduro não trataram da disputa territorial de Essequibo. Assim, como o tema não foi abordado em encontro bilateral de Lula com Irfaan Ali, presidente da Guiana, na quinta-feira (29).
A medida foi adotada após a Venezuela realizar consulta popular que aprovou a incorporação de Essequibo, região disputada pelos dois países há mais de um século, que perfaz quase 75% do território da Guiana. O governo venezuelano também autorizou a exploração de recursos naturais na região e nomeou um governador militar para área. Foi o estopim para que as tensões entre os dois países aumentassem desde então.
O governo brasileiro chegou a reforçar a presença de tropas militares em Roraima, que faz fronteira com os dois países, e defendeu a resolução da controvérsia entre as duas nações por meio de um diálogo mediado. O Brasil é o único país que faz fronteira simultânea com Guiana e Venezuela, e um eventual conflito militar poderia ameaçar parte do território brasileiro em Roraima.
A nota diz que na saída da reunião, Maduro disse aos jornalistas que a conversa com Lula foi “muito boa” e serviu para “fortalecer a cooperação” entre as duas nações. Maduro fez uma visita oficial ao Brasil em 2023, onde foi recebido por Lula no Palácio do Planalto.
Bolívia
O presidente Lula reuniu-se ainda com o presidente da Bolívia, Luis Arce, em Kingstown. Os dois mandatários trataram de ampliação do comércio e investimento em infraestrutura e prospecção de gás natural em território boliviano.
O número de casos de dengue em gestantes aumentou 345,2% nas seis primeiras semanas deste ano, na comparação com o mesmo período de 2023, segundo dados epidemiológicos do Ministério da Saúde divulgados nesta sexta-feira (1º).
“Este aumento representa um quadro preocupante de saúde pública, considerando o risco elevado de complicações graves, tanto para elas quanto para os bebês. Formas graves da doença, como choque, hemorragias e óbito representam riscos para as gestantes, enquanto as complicações perinatais incluem prematuridade, restrição de crescimento intrauterino e morte fetal”, informou a pasta.
Segundo o ministério, em 2023 foram registrados 1.530.940 casos prováveis no país, com um coeficiente de incidência de 753,9 casos por 100 mil habitantes, o que representa um aumento de 16,5% em comparação com o ano anterior.
Desde o início do ano, o Brasil registrou 1.038.475 casos prováveis de dengue e 258 mortes confirmadas pela doença. Outros 651 óbitos estão em investigação. O coeficiente de incidência da dengue no país neste momento é de 511,4 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, segundo o Painel de Monitoramento das Arboviroses.
O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta sexta-feira (1°) mais 15 acusados de participação nos atos golpistas de 8 de janeiro do ano passado.
Por maioria de votos, os ministros aplicaram penas que variam entre 14 e 17 anos de prisão aos acusados, que respondem pelos crimes de associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
Todos são acusados de participação nos crimes de associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
O julgamento foi realizado na modalidade virtual, na qual não há deliberação presencial, e os ministros inserem os votos no sistema eletrônico do Supremo até o fim do julgamento.
Desde o início dos julgamentos dos envolvidos no 8 de janeiro, o Supremo condenou cerca de 100 investigados.
“Fiquei absolutamente chocado com a notícia do ataque contra civis palestinos na Faixa de Gaza, perpetrado por forças militares israelenses, que vitimou dezenas de pessoas e feriu outras centenas. Obstar o acesso de indivíduos à ajuda humanitária é inconcebível sob qualquer perspectiva, e abrir fogo contra civis viola os preceitos mais básicos de humanidade”, escreveu em postagem nas redes sociais. Fazendo coro ao presidente Luiz Inácio Lula da Siva, Alckmin ainda fez um apelo à comunidade internacional por um cessar-fogo imediato.
“Lutar pela paz, como defende o presidente Lula, não é mais uma opção, mas um imperativo ético que deve orientar todos os esforços da comunidade internacional neste momento. É preciso dar o primeiro passo no caminho da paz: cessar-fogo imediato, libertação dos reféns e entrada de assistência humanitária”.
“A tragédia humanitária em Gaza requer de todos nós a capacidade de dizer um basta para a punição coletiva que o governo de Israel impõe ao povo palestino. As pessoas estão morrendo na fila para obter comida. A indiferença da comunidade internacional é chocante”, disse Lula.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta sexta-feira planos para um lançamento aéreo militar de alimentos e suprimentos em Gaza, um dia depois que as mortes de palestinos que faziam fila para receber ajuda chamaram a atenção para uma catástrofe humanitária que se desenrola no enclave costeiro.
Antônio Ais e Fabrícia Ais foram presos nesta quinta-feira (29), em Escobar, na Argentina, a partir de uma colaboração entre a Polícia Federal e representantes da Interpol na Argentina.
Antônio Inácio da Silva Neto, mais conhecido como Antônio Ais, e a esposa, Fabrícia Farias, sócios da empresa de criptoativos Braiscompany, estavam usando criptomoedas para se manterem na Argentina durante o ano que estiveram foragidos, de acordo com informações repassadas pela Polícia Federal.
Os advogados Nelson Wilians e Santiago Andre Schunck, representantes legais de Antônio Inácio da Silva Neto e sua esposa, Fabrícia Farias, esclarecem que até o presente momento não tiveram acesso aos detalhes relativos à prisão. “Enfatizamos nossa confiança no sistema judicial e acreditamos que, no curso do processo, todos os aspectos relacionados ao caso serão esclarecidos, com serenidade”.
De acordo com o delegado Guilherme Torres, Antônio e Fabrícia fugiram por fronteira terrestre, diretamente para Argentina. Para isso, usaram uma identidade falsa, a partir de documentos de parentes, que consentiram o uso da documentação pelo casal.
Na Argentina, Antônio Ais estava vivendo em uma casa, com a esposa Fabrícia Ais, e fazia uso, inclusive, de uma academia de ginástica.
Segundo a sentença que condenou o grupo, estima-se que, até o momento, 16% do R$ 1,1 bilhão movimentado pelo esquema (R$ 176 milhões) foram desviados diretamente em favor do casal.
Entenda o caso
A Braiscompany é uma empresa fundada e sediada em Campina Grande, no Agreste da Paraíba. A empresa, idealizada pelo casal Antônio Ais e Fabrícia Ais, era especializada em gestão de ativos digitais e soluções em tecnologia blockchain. Os investidores convertiam seu dinheiro em ativos digitais, que eram “alugados” para a companhia e ficavam sob a gestão dela pelo período de um ano. Os rendimentos dos clientes representavam o pagamento pela locação dessas criptomoedas.
Sede da Braiscompany, em Campina Grande — Foto: Ewerton Correia/TV Paraíba
A Braiscompany prometia um retorno financeiro ao redor de 8% ao mês, uma taxa considerada irreal pelos padrões usuais do mercado, segundo o Ministério Público. Milhares de moradores de Campina Grande investiram suas economias pessoais na empresa, motivados pelo boca a boca entre parentes, amigos e conhecidos. Antônio Neto Ais, o fundador da companhia, disse em uma live que gerenciava R$ 600 milhões de 10 mil pessoas.
Início das denúncias
No final de dezembro de 2022, o ator paraibano Lucas Veloso denunciou a empresa nas redes sociais. O artista disse que sofreu um prejuízo por não ter o retorno financeiro prometido pela empresa. O valor seria investido em forma de patrocínio para o filme de Lucas.
Antônio Ais negou a informação, mas depois de Lucas, outros clientes começaram a relatar atrasos nos pagamentos dos investimentos.
De acordo com a Braiscompany, os primeiros atrasos foram causados por um aplicativo que estava em fase de testes e deixou os pagamentos lentos. Em seguida, a empresa culpou a corretora de criptoativos, Binance, passou a travar as operações e limitar a capacidade de pagamento.
O lutador Popó também esteve entre as vítimas do golpe. Popó teve uma perda financeira de R$ 1,2 milhão. “A forma que o cara olhava, as lives que ele fazia todo dia, o poder de convencimento que esse cara tinha, que a coisa era real”, conta Acelino Popó, campeão mundial de boxe.
E enquanto vítimas começaram a aparecer, o dono da Braiscompany, Antônio Neto e a esposa, Fabrícia Campos, sumiram.
Policiais federais dentro da sede da Braiscompany, em Campina Grande — Foto: Divulgação/PF
Condenação do ‘casal Braiscompany’ e demais acusados
No dia 13 de fevereiro de 2024, o juiz da 4ª Vara Federal em Campina Grande, Vinícius Costa Vidor, publicou sentenças do processo que apura o esquema de fraudes na Braiscompany.
Foram condenados o ‘casal Braiscompany’, Antônio Inácio da Silva Neto (88 anos e 7 meses) e Fabrícia Farias (61 anos e 11 meses), além de outros 9 réus e um montante a ser reparado de R$ 277 milhões em danos patrimoniais e R$ 100 milhões em dano coletivo.
Moradores relataram que a vítima estava bebendo com dois homens quando uma briga se iniciou entre a vítima e os outros dois. Segundo a Polícia Militar, os dois homens foram identificados e estão sendo procurados.
Um homem identificado apenas como Malaquias, de 42 anos, foi morto com uma facada no peito durante briga em um bar na madrugada dessa sexta-feira (1º) no bairro Bela Vista, na cidade de Regeneração.
Segundo a Polícia Militar, moradores relataram que o homem estava bebendo com dois homens quando começou uma discussão entre Malaquias e os outros dois. Um deles então teria atacado a vítima com um golpe no peito.
Os dois homens fugiram do local após o crime e ainda não foram localizados. A Polícia Civil investigará o caso.
Segundo o sargento Rubens, da Polícia Militar de Regeneração, os policiais sabem o nome dos dois homens que participaram da briga. Eles estão sendo procurados, suspeitos pelo crime.
“Os moradores, de início, não nos passaram muitas informações. Apenas que possivelmente seriam dois homens. Após apurarmos o caso chegamos a dois rapazes possíveis suspeitos”, informou o sargento Rubens.
A Polícia Militar acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) que atestou o óbito ainda no local. Fonte: G1-PI.
José Bonifácio Rocha de Jesus é acusado de fraudar uma licitação para a construção de uma estrada vicinal na cidade. Esta é a terceira vez que o gestor é alvo de denúncias.
Desde a última quinta-feira (29), apoiadores do prefeito afastado de Cândido Mendes, a 341 km de São Luís, protestam na rodovia que dá acesso à cidade. José Bonifácio Rocha de Jesus, conhecido como Facinho (PL), foi afastado do cargo por suspeita de fraude licitatória ao iniciar a construção de uma estrada.
Como protesto, os manifestantes queimaram pneus usados e galhos de árvores no meio da rodovia, que é a entrada do município, impedindo o tráfego de veículos no local. Os protestos iniciaram às 10h da manhã de quinta e se estenderam até o início da tarde desta sexta-feira (1º). Toda a movimentação foi acompanhada pela Polícia Militar do Maranhão (PM-MA).
Apoiadores de prefeito afastado por suspeita de fraude fecham rodovia e atacam vereadores no MA
José Bonifácio Rocha de Jesus é acusado de fraudar uma licitação para a construção de uma estrada vicinal na cidade. Esta é a terceira vez que o gestor é alvo de denúncias.
Por g1 MA e TV Mirante — São Luís
01/03/2024 16h50 Atualizado há 12 horas
José Bonifácio Rocha de Jesus, conhecido como Facinho (PL), foi afastado do cargo por suspeita de fraude licitatória ao iniciar a construção de uma estrada. — Foto: Divulgação
Desde a última quinta-feira (29), apoiadores do prefeito afastado de Cândido Mendes, a 341 km de São Luís, protestam na rodovia que dá acesso à cidade. José Bonifácio Rocha de Jesus, conhecido como Facinho (PL), foi afastado do cargo por suspeita de fraude licitatória ao iniciar a construção de uma estrada.
Como protesto, os manifestantes queimaram pneus usados e galhos de árvores no meio da rodovia, que é a entrada do município, impedindo o tráfego de veículos no local. Os protestos iniciaram às 10h da manhã de quinta e se estenderam até o início da tarde desta sexta-feira (1º). Toda a movimentação foi acompanhada pela Polícia Militar do Maranhão (PM-MA).
Afastamento do prefeito
Manifestantes mantêm bloqueio na entrada de Cândido Mendes
Segundo a ação popular movida contra Facinho, a Prefeitura de Cândido Mendes tinha aberto um edital para as empreiteiras que se interessavam em participar da construção da via. A questão é que as obras já tinham sido iniciadas pela empresa que ganhou a disputa antes mesmo do valor geral da obra ser licitado.
Em defesa, Facinho alega ser alvo de investigação e perseguição política de opositores e diz que está recorrendo da decisão na Justiça para reverter o afastamento.
Com o impedimento de continuar no cargo, a vice-prefeita da cidade Alexandra Viana, conhecida como “Alê do Povo”, assumiu o cargo de gestora de Cândido Mendes.
Oposição atacada
Os vereadores de oposição à gestão de José Bonifácio tiveram que ser escoltados pela PM, na quinta (29), após sair de uma sessão na Câmara Municipal de Cândido Mendes. Os apoiadores do prefeito, agora afastado, atacaram os parlamentares com ovos e xingamentos
Manifestantes tentam agredir vereadores em Cândido Mendes
Mesmo com os políticos dentro da viatura, os manifestantes batiam no carro e gritavam com os policiais.
Histórico manchado
Esta não foi a primeira vez que Facinho se envolve em um caso de suspeita de corrupção. Em agosto do ano passado, a Câmara Municipal de Cândido Mendes, havia cassado seu mandato por quebra de decoro, quando fez um discurso afirmando que um vereador da oposição tinha mais de 90 empregos na Prefeitura de Cândido Mendes e uma gratificação de quase R$ 20 mil por mês (veja o discurso no vídeo acima).
No mesmo mês, ele foi alvo de uma denúncia de uma tentativa de suborno, após o vereador Sababá Filho apresentar uma mochila com, supostamente, R$ 300 mil reais à Câmara Municipal que teria sido dada a Sababá em troca da renúncia do mandato do parlamentar.
De acordo com o ato conjunto do Tribunal de Justiça, assinado na quarta-feira (28), os internos que já se encontram na Penitenciária Psiquiátrica Forense, localizada na Avenida Dom Pedro II, devem ter situação jurídica reavaliada no prazo de 120 dias.
Penitenciária está parcialmente interditada após determinação em ato do Tribunal de Justiça da Paraíba — Foto: Tribunal de Justiça da Paraíba/Arquivo
Um ato conjunto do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) determinou a interdição parcial da Penitenciária de Psiquiatria Forense, localizada na Avenida Dom Pedro II, em João Pessoa. Com isso, fica proibida a entrada de novos internos na penitenciária desde a quarta-feira (28).
O ato foi assinado pelo corregedor-geral de Justiça, Carlos Beltrão, e também o supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo, Joás de Brito.
O ato estabelece também que os pacientes já internados na Penitenciária de Psiquiatria devem ter situação jurídica reavaliada no prazo máximo de 120 dias.
De acordo com o secretário de Estado de Administração Penitenciária (Seap), João Alves, atualmente 102 pessoas estão internadas no local, sendo 5 pessoas do sexo feminino e 97 do sexo masculino.
Além disso, o secretário João Alves disse também que concorda com a decisão conjunta do Tribunal de Justiça da Paraíba, considerando “uma decisão acertadíssima, com os órgãos de saúde sendo responsáveis por cuidar dessas pessoas”.
De acordo com o Antônio Minervino, presidente da Associação Paraibana de Psiquiatria, órgãos como Conselho Regional de Medicina (CRM-PB), Conselho Federal de Medicina (CFM), além do Ministério Público foram acionados pela entidade para tentar derrubar a decisão.
Também foi descrito na decisão que as Varas de Execuções Penais promovam movimentações de todos os processos de execuções de medidas de segurança que estão em trâmite na Justiça para análise e julgamento de cada caso dos internos da penitenciária.
A decisão acompanha o entendimento da resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre as diretrizes nacionais para a atenção de internos judiciários. A resolução do CNJ aconteceu em 2010 e previa a substituição do modelo manicomial para cumprimento das medidas restritivas para o modelo antimanicomial, no prazo de 10 anos. Esse prazo foi prorrogado, já que venceu em 2020, e todos os estados brasileiros têm que atender ao que foi estabelecido até agosto deste ano.
A Secretaria de Estado de Saúde da Paraíba foi citada na determinação como órgão que passaria a ser responsável pela internação dos pacientes em situações de problemas psicológicos constatados.
O g1 entrou em contato com a assessoria da Secretaria de Estado de Saúde (SES), que informou que vai emitir um posicionamento oficial até a sexta-feira (1º). Fonte: G1-PB.