Tão logo saiu a decisão do ministro Edson Fachin, que tornou o ex-presidente Lula elegível para 2022, Flávio Dino comemorou em dose dupla: sabe que o petista é o único com força para vencer Jair Bolsonaro, e tem convite para ser o vice na chapa de Lula.
Com a certeza de que vence a disputa para o Senado Federal no Maranhão agora em 2022, o então Governador Flávio Dino sonha com voos mais altos. E sabe que essa chance passa agora em ser o vice de Lula, uma chance que o levaria a uma espécie de topo da carreira política, diante de tudo o que foi feito pelo Governador Flávio Dino em DEFESA DE LULA durante todo o sofrimento enfrentado por LULA quando esteve preso e também fora da prisão, chega-se a conclusão de que o nome de Flávio Dino para Vice passa a ser unanimidade para todos aqueles que querem a vitória de Lula e do Brasil.
O petista planeja em ter como companheiro na vice um nome do campo da esquerda e o do governador do Maranhão é o que melhor se encaixa entre as legendas.
O PCdoB aceita o convite, mas só deve tornar público a futura aliança a partir do momento em que a dupla começar a caminhar pelo Brasil, no segundo semestre deste ano.
Os trópicos podem tornar-se inabitáveis para o ser humano se não conseguirmos limitar o aquecimento global a 1,5 grau centígrado, alertam os cientistas. Cumprir as metas climáticas mundiais pode evitar que as populações das regiões tropicais enfrentem episódios de “calor insuportável”.
“O calor extremo, em consequência do aquecimento global, é uma questão preocupante para a crescente população tropical”, diz novo estudo publicado nessa segunda-feira (8), na revista científica Nature Geoscience.
As regiões tropicais do planeta podem atingir ou mesmo exceder os limites suportados pela vida humana, devido às alterações climáticas. O aumento do calor e da umidade ameaçam, assim, submeter grande parte da população mundial a condições potencialmente letais.
Se não conseguirmos limitar o aquecimento global a 1,5 grau centígrado , as faixas tropicais que se estendem em ambos os lados do Equador correm o risco de se transformar num novo ambiente que atingirá “os limite da habitabilidade humana”, adverte a pesquisa.
Desenvolvido pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, o estudo lembra que a capacidade de o ser humano “arrefecer” o seu corpo depende de certas condições de temperatura e umidade do ar.
Como explicam os cientistas, há um limite de sobrevivência além do qual uma pessoa já não consegue regular a sua temperatura corporal com eficácia. Esse limite é excedido quando o denominado termômetro de bulbo úmido (WBGT, a temperatura mais baixa que pode ser alcançada apenas pela evaporação da água). indica que a temperatura e a umidade do ar ultrapassam os 35 graus centígrados.
Isto é, temos uma temperatura corporal que permanece relativamente estável em 37 graus, enquanto a nossa pele é mais fria para permitir que o calor flua.
Mas se a temperatura do bulbo úmido exceder os 35 graus, o corpo torna-se incapaz de se resfriar. “Se estiver demasiadamente úmido, o nosso corpo não consegue arrefecer evaporando o suor – é por isso que a umidade é importante quando consideramos a habitabilidade em um local quente”, disse ao Guardian Yi Zhang, investigador da Universidade de Princeton que conduziu o novo estudo.
“As altas temperaturas são perigosas ou mesmo letais”, acrescentou.
Nesse sentido, os especialistas concluíram que o aumento da temperatura tem de ser limitado a 1,5 grau para evitar que as regiões dos trópicos ultrapassem os 35 graus na temperatura do bulbo úmido.
Considerando o atual contexto de aquecimento global, os autores alertam que essas regiões podem experimentar “eventos de calor extremo” nos próximos anos, que podem exceder o “limite de segurança”.
Cumprir metas climáticas é solução
As condições perigosas e “intoleráveis” nos trópicos podem ocorrer ainda antes do limiar de 1,5 grau.
De fato, o mundo já aqueceu, em média, cerca de 1,1 grau centígrado nos últimos anos, e embora os governos tenham prometido, no acordo climático de Paris, manter as temperaturas a 1,5 grau, os cientistas têm alertado que esse limite pode ser ultrapassado dentro de uma década.
Isso tem implicações potencialmente negativas para milhões de pessoas – cerca de 40% da população mundial vivem, atualmente, em países tropicais, sendo que essa proporção deverá aumentar para metade da população mundial até 2050.
“Pode-se pensar neste termômetro do bulbo úmido como uma imitação do processo de arrefecimento da pele humana por meio da evaporação do suor – é por isso que é relevante para o stress térmico dos nossos corpos”, explicou Zhang.
“Quanto mais seco for o ambiente, mais eficaz é a evaporação e menor a temperatura do bulbo úmido”, acrescentou.
A investigação de Princeton centrou-se em regiões tropicais, em latitudes entre 20 graus a norte do Equador, uma linha que corta o México, a Líbia e Índia, até 20 graus ao sul, que passa pelo Brasil, Madagascar e o norte da Austrália.
* Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal
Essa é indiscutivelmente uma triste realidade onde nem mesmo no dia internacional das mulheres esseas aguerridas codoenses tiveram a oportunidade de desfrutar de um bom sono em suas residências por estarem a dias enfrentando filas nas madrugadas sombrias de Codó em busca de um simples atendimento do Programa Bolsa Família.
De acordo com os relatos de algumas dessas mulheres, algumas já estão enfrentando as tristes filas nas madrugadas sombrias pela segunda e até terceira vez seguida e acreditem ou não, ao amanhecer não conseguem êxito no atendimento, tendo que encarar novas filas nas madrugadas seguintes.
O que estaria causando essa PARALISIA NO BOLSA FAMÍLIA DE CODÓ, isso é uma VERGONHA, isso é uma HUMILHAÇÃO.
Alguma coisa precisa ser feita pela SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL AFIM DE QUE ESSAS MULHERES PASSEM EVENTUALMENTE A SER TRATADAS COM RESPEITO.
Chegou até a redação no www.blogdowalison.com.br a denúncia de que a atual gestão municipal e a Secretaria de Assistencia Social não estariam repassando o leite normalmente com era repassado até o ano passado para muitas ASSOCIAÇÕES da cidade de Codó, o fato é que em tempos de pandemia a gestão passada estava levando o leite até essas devidas associações que ficavam distantes do local de entrega fixo do leite, a medida de levar o leite até as ASSOCIAÇÕES teve o caráter de encurtar a distância entre SOCIEDADE CIVIL e a SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, evitando que essas pessoas saissem de casa coibindo assim a onda de infecção da COVID-19.
É de fundamental importância que essas ASSOCIAÇÕES continuem sendo beneficiadas com o recebimento do leite que é um DIREITO DE TODOS, o que de fato está acontecendo, o ponto de entrega do LEITE na atual gestão está sendo na AVENIDA AUGUSTO TEIXEIRA e isso de certa forma dificulta as vidas das pessoas que moram em bairros distantes e não tem como pagar um meio de transporte para poderem receber o leite, seria interessante a ATUAL GESTÃO MUNICIPAL e a SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL espalhar POSTOS DE ENTREGA DO LEITE PELA CIDADE para facilitar a vida das pessoas e garantir que o leite seja entregue a todos
O que estaria faltando por parte da Secretaria de Assistência Social de Codó para que algumas dessas associações não estivessem recebendo o leite, será que é falta de cadastramento das associações, falta de documentação em dia ou coisa do tipo, caso seja isso, fica claro e notório que é algo muito fácil de ser resolvido pela Secretaria de Assistência Social de Codó, o que não pode mesmo é a população não está sendo beneficiada com o recebimento do leite que é tão crucial e importante para a alimentação dessas famílias.
O www.blogdowalison.com.br está a disposição da ASSISTÊNCIA SOCIAL para a obtenção de uma justificativa a respeito do problema.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (8) que o valor médio do novo auxílio emergencial deve ser de R$ 250 por pessoa. A declaração foi dada em entrevista à imprensa no Palácio do Planalto, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro para tratar da compra da vacinas contra covid-19. “É vacina, e justamente manter a economia em movimento, esta é a prioridade do governo”, disse.
A expectativa é que o valor comece a ser pago ainda neste mês, com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 186/2019, a chamada PEC Emergencial. O texto possibilita o pagamento do auxílio com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos.
De acordo com Guedes, a decisão sobre a amplitude do auxílio emergencial é do Ministério da Cidadania. “Nós [Ministério da Economia] só fornecemos os parâmetros básicos”, disse o ministro. Segundo ele, o valor para mulher chefe de família monoparental deve ser de R$ 375 e, no caso de homem, de R$ 175. “Se for casal, já são R$ 250”, informou.
O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.
Tiveram direito aos repasses, obedecendo a uma série de critérios econômicos e sociais, integrantes do Bolsa Família, cidadãos incluídos no Cadastro Único (CadÚnico), além de trabalhadores informais, contribuintes individuais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e microempreendedores individuais que solicitaram o benefício por meio de plataformas digitais ou aplicativo da Caixa Econômica Federal.
“A justiça foi feita ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Digo sempre que a verdade às vezes demora, mas sempre vence! O fato é que, além de um julgamento ilegal, não havia provas. Teve manipulação de todo jeito.
Primeiro fizeram a condenação e depois foram atrás das provas: o sítio de Atibaia não era dele, o dono que tem documentos não foi ouvido e o apartamento não era dele e nem de Dona Marisa (que mataram de desgosto).
Uma vergonha o que fizeram com o líder mais popular da história do Brasil, aquele que fez pelos mais pobres. É uma decisão que lava a alma não só do Lula, mas de todos que desejam que prevaleça a constituição”.
Músicos e demais artistas codoenses pedem encarecidamente que o atual prefeito constitucional Zé Francisco crie uma espécie de auxílio emergencial que venha a contribuir com a manutenção de seus deveres uma vez que se encontram a dois meses sem realizar suas atividades nos entornos da cidade de Codó.
Medidas emergenciais como essa solicitada pelos músicos locais já foram criadas recentemente por cidades vizinhas tendo em vista a situação delicada enfrentada por esses pais e mães de família que são profissionais no que fazem mais em virtude da segunda onda da COVID-19 encontran-se impossibilitados de exercer suas respectivas funções.
Se o senhor prefeito constitucional Zé Francisco vai criar esse auxílio emergencial para os músicos locais isso não se sabe, mais o pedido foi feito, essas pessoas necessitam ser vistas pelo poder público municipal.
O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), nesta segunda-feira (08), mostrou que o Maranhão já totaliza 223.822 casos confirmados e 5.309 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h foram registrados 333 novos casos e 34 mortes pela doença.
De acordo com o boletim, o interior do estado está com 147, São Luís registrou 108 e Imperatriz 78 novos casos.
Dos mais de 223 mil casos, 10.938 estão ativos. Desses, 9.656 estão em isolamento social, 808 internados em enfermaria e 474 em leitos de UTI.
O estado já registra 207.575 pessoas recuperadas da doença. Mais de 548 mil testes foram realizados, 422.542 casos foram descartados e hoje (08), o número de casos suspeitos é 1.513.
Segundo informações da SES, o estado tem 405 leitos de UTI e 909 leitos clínicos. Desse total, 316 dos leitos de UTI estão ocupados e 672 dos clínicos também.
Também de acordo com o boletim, os 34 novos óbitos notificados, aconteceram nas seguintes cidades: Poção de Pedras (1), Carutapera (1), Pirapemas (1), Governador Edson Lobão (2), Codó (2), Açailândia (2), Paço do Lumiar (2), Balsas (2), São José de Ribamar (3), São Luís (8) e Imperatriz (10).
Dos novos óbitos registrados no estado, nove deles aconteceram nas últimas 24h. Todas as outras são de dias e/ou semanas anteriores e aguardavam o resultado do exame laboratorial para Covid-19.
Toda essa dinheirama que chega praticamente na casa dos R$700 Mil foi sacramentada e oficializada em um contrato que terá a duração de apenas onze meses, dinheiro com força, dinheiro suficiente para solucionar centenas de problemas existentes atualmente na cidade de Codó, em especial na pasta da Saúde que atrês meses seguidos vem se arrastando sem insumos, sem EPIs, sem medicamentos, pagamentos atrasados de médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, técnicos em gesso, zeladores, porteiros, maqueiros e demais colaboradores que infelizmente convivem com o triste atraso salarial.
Depois de dúvidas de trabalhadores beneficiados pelo Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm), a Receita Federal esclareceu como declarar a redução de jornada ou a suspensão do contrato de trabalho no Imposto de Renda. O programa ajudou a preservar o emprego em empresas impactadas pela pandemia de covid-19 no ano passado.
Equivalente a um percentual do seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito se fosse demitido, o BEm deve ser declarado como tal na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”. Na fonte pagadora, o contribuinte colocará o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) da Receita Federal, com o número 00.394.460/0572-59.
A ajuda compensatória mensal, que equivale à parcela do salário paga pelo empregador, deve ser informada na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. O declarante deve incluir o dinheiro no item 26, “Outros com o CNPJ da Fonte Pagadora (Empregadora)”. A descrição deve conter a expressão “Ajuda Compensatória”, para identificar a natureza dos valores.
Para saber quais valores foram pagos como benefício emergencial ou ajuda compensatória, o contribuinte deve acessar o aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou consultar o empregador.
Emprego
Em vigor de abril a dezembro do ano passado, o programa de suspensão de contratos e de redução de jornada (com redução proporcional de salários) preservou 20,1 milhões de empregos com carteira assinada durante a pandemia do novo coronavírus. Por meio do programa, o trabalhador tinha o salário reduzido ou o contrato suspenso, recebendo uma parcela do seguro-desemprego para complementar a renda e tendo o emprego preservado pelo período equivalente ao que recebeu ajuda, após o restabelecimento da jornada.
As duas modalidades, suspensão de contrato e redução de jornada, dependeu de acordo individual ou coletivo entre trabalhadores e patrões. O empregado com o contrato suspenso recebeu 100% do seguro-desemprego no lugar do salário ou 70% do seguro-desemprego e 30% do salário.
Na redução de jornada com redução proporcional dos salários, o empregado podia ter o salário e a carga de trabalho reduzidos em 25%, 50% ou 70%, recebendo o seguro-desemprego em percentuais equivalentes à diminuição do salário.Por Agência Brasil