Pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) obtiveram, no último dia 29, a concessão da patente de um processo na área de biotecnologia que promete transformar a matéria da casca de cocos verdes em etanol.
Concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), a patente confere ao desenvolvedor de novos produtos e processos a garantia de que, por um determinado período, ninguém mais produzirá ou comercializará tal inovação sem a autorização de quem a patenteou.
A pesquisa com resíduos agroindustriais, dentre eles o coco verde, foi desenvolvida por uma aluna do curso de doutorado, Érica Albuquerque, e dois professores do programa de pós-graduação em Biotecnologia da universidade pública, Antônio Alberto Fernandes e Patrícia Fernandes.
Em nota, a Ufes classificou o processo como “inovador” e “altamente sustentável”, destacando que esta é a sétima patente que o Inpi confere à instituição federal de ensino. Ainda segundo a universidade, o método de produção de bioetanol celulósico a partir do uso de enzimas capazes de “acelerar” reações químicas e, assim, degradar a celulose presente nas células vegetais pode vir a ser utilizado industrialmente.
“O processo é uma alternativa economicamente viável na busca por fontes alternativas de etanol. Além disso, proporciona o aproveitamento e a eliminação de resíduos gerados pela atividade agroindustrial”, indica a universidade, na nota.Por Agência Brasil
Jéssica Melo, Ananda Araújo e Ingrid Azevedo se tornaram mães durante o primeiro ano da pandemia no Maranhão. — Foto: Arquivo pessoal/July e Ruy Fotografia/Montagem G1 MA
Desde a confirmação do primeiro caso de Covid-19 no Maranhão, há pouco mais de um ano, a pandemia tem transformado as formas de interação social. Experiências, momentos de lazer e até datas comemorativas, precisaram passar por modificações para se adaptar à nova realidade.
A Covid-19 também transformou a experiência da gestação e da maternidade. Vulneráveis devido a incerteza dos efeitos colaterais do novo coronavírus e sem uma rede de apoio por conta do isolamento social, essas mulheres precisaram se reinventar para preparar a chegada dos seus bebês.
E mesmo com tantas dificuldades, muitas destas mulheres ainda têm motivos para celebrar este Dia das Mães na pandemia. Ao G1, três maranhenses que se tornaram mães no último ano, relataram como lidaram com o medo, a ansiedade e os desafios de viver um dos momentos mais felizes de suas vidas em meio ao desconhecido.
‘O esperado que me surpreendeu’
Ser mãe sempre esteve nos planos da jornalista Jéssica Melo Aranha, de 30 anos. Após um período bem curto de espera, em fevereiro de 2020, ela foi surpreendida com a notícia de que estava grávida do seu primeiro filho. A alegria e a expectativa por essa jornada, até então desconhecida, logo deram lugar ao receio pelo que iria acontecer nos próximos meses com a chegada da pandemia de Covid-19.
Ao G1, Jéssica Melo conta que os nove meses de gravidez foram difíceis e conturbados devido ao medo constante que sentia em contrair o novo coronavírus. Durante este período, ela teve ainda que lidar com a perda de dois colegas de trabalho muito queridos para a Covid-19, dentre eles, o jornalista Roberto Fernandes e, com a resistência de alguns familiares em se proteger contra a doença.
“Foi muito difícil. Costumo dizer que não consegui curtir tanto a minha gravidez como tantas outras mulheres que tiveram a oportunidade de viver de fato esse momento. Tive duas perdas de amigos que trabalharam comigo e isso mexeu muito. Foram nove meses de muito medo, tanto de eu contrair a doença, quanto dos meus familiares contraírem a doença. Também sofri muito com a resistência das pessoas ao meu redor que no começo não queriam se cuidar”, disse.
Jéssica Melo e o pequeno João Lucca, meses após sua chegada ao mundo. — Foto: Jéssica Melo/Arquivo pessoal
Durante a gravidez, a jornalista, que é filha única, chegou a ficar um tempo sem o apoio e a presença dos pais que foram infectados pelo novo coronavírus e precisou encarar o desafio de continuar trabalhando na pandemia. Ela conta que sofreu com as cobranças por parte de amigos e conhecidos por conta dessa decisão.
“As pessoas me cobravam e diziam ‘Nossa, como você está indo trabalhar se você tem um bebê?’. E eu não sabia o que dizer a elas, porque nós somos uma pessoa mas assumimos várias funções sociais. Eu sou a Jéssica filha, esposa, jornalista e naquele momento eu era mãe. E apesar que ser mãe era uma prioridade na minha vida, eu não poderia deixar as outras coisas de lado. Então eu tive que encarar isso com medo, mas seguindo todos os cuidados”, conta.
Com as lojas fechadas devido à pandemia e o ‘lockdown’ na Grande Ilha de São Luís, Jéssica Melo relembra da frustração de não poder escolher pessoalmente o enxoval do seu bebê. A tecnologia virou sua principal aliado neste período e foi fundamental para que ela pudesse preparar a chegada do seu filho. Até o quartinho do pequeno João Lucca foi projetado durante uma videoconferência.
O medo de contrair a doença também esteve presente nos momentos mais especiais da gravidez, como as visitas ao obstetra e as ultra sonografias. A jornalista conta que ao mesmo tempo que ficava feliz com a oportunidade de ver o seu bebê, tinha medo de estar no hospital por conta da alta exposição ao vírus.
“Eu adorava o ultrassom porque eu podia ver ele, mas ao mesmo tempo eu tinha medo de estar naquele lugar. Apesar de que eu tinha esperança dentro de mim, aquilo me confortava de alguma forma e me dizia ‘lute por aquilo ali, lute por sua vida e pela vida dessa criança’”, afirma.
‘O esperado que me surpreendeu’, disse Jéssica Melo em relação a gravidez do pequeno João Lucca, de seis meses. — Foto: Jéssica Melo/Arquivo pessoal
A proximidade do nascimento do filho despertou mais receio na mãe de primeira viagem. Com as restrições por conta da doença e ansidade provocada pelo longo isolamento social, a jornalista afirma que chegou a ficar por dias trancada em um quarto na sua casa com medo do que poderia acontecer no nascimento do filho.
Além disso, Jéssica Melo explica, a restrição imposta pelo hospital em relação à presença do marido, Pedro Moura, durante o parto foi algo complicado para lidar naquele momento. Com ajuda espiritual e da família, ela conseguiu superar esse momento. Logo em seguida, a presença do marido foi liberada pela equipe médica e em poucas semanas depois, João Lucca veio ao mundo. Eu fiquei um tempo muito triste. Fiquei uns três dias trancada em um quarto com medo do que poderia acontecer. Já estava perto de João Lucca nascer e tudo poderia acontecer, inclusive nada. Eu lidava com esse desafio diário de pensar se o meu filho iria nascer com saúde em meio a tudo isso. Mas graças a ajuda da minha família e com muita oração, consegui sair desse buraco que estava me enfiando.— Jéssica Melo, jornalista
O pequeno João Lucca nasceu em outubro de 2020. Na foto, Jéssica Melo e o marido, Pedro Moura. — Foto: Jéssica Melo/Arquivo pessoal
Hoje, seis meses após o nascimento de João Lucca, este será o seu primeiro Dia das Mães com o pequeno no colo. Para Jéssica, ter se tornado mãe na pandemia proporcionou um novo olhar sobre o mundo e a família, principalmente com sua mãe, no qual tem uma relação de gratidão e a vê como inspiração para a sua jornada na maternidade.
“Não há presente maior pra mim do que ter saúde e o meu filho estar com saúde. Esse é meu presente do Dia das Mães. Talvez a Jéssica de fevereiro do ano passado estaria doida pra ser presenteada e viver este momento, mas hoje isso é pequeno perto do que a gente tem de fato. E eu tenho valorizado cada vez mais esse momentos com a minha família. Meu olhar pra minha mãe é de extrema gratidão e hoje, isso é reflexo do que eu vivo com o meu filho. Eu me inspiro nela para criar ele, mesmo nem chegando aos pés dela”, concluiu.
‘Mistura de medo e dúvidas’
A experiência da maternidade em meio à pandemia também foi um desafio para a enfermeira Ananda Araújo, de 24 anos. Ela descobriu a gravidez, que não foi planejada, ainda em 2019, mas o parto do bebê estava previsto para o mês de junho, o que pouco tempo depois, seria considerado um dos mais críticos desde a confirmação do primeiro caso de Covid-19 no Maranhão.
Não muito diferente das chamadas ‘Mães da Pandemia’, Ananda teve que lidar com o receio em ter o seu filho em meio aos riscos que a doença, até então desconhecida, poderia provocar na criança. Ao G1, ela conta que prrecisou enfrentar o isolamento social sem uma rede de apoio durante os nove meses de gestação, principalmente por morar em uma cidade diferente da sua mãe.Nunca imaginei ter meu filho durante a pandemia. Era uma mistura de medo e dúvidas, porque a gente quase não conhecia o vírus e não sabíamos os riscos aos quais estávamos expostos. Não pude contar com a ajuda da minha mãe, já que ela não mora perto de mim. Foi muito difícil ter que encarar tudo isso praticamente sozinha.— Ananda Araújo, enfermeira
Ananda Araújo e seu primeiro e único filho, Pedro Henrique. — Foto: Ananda Araújo/Arquivo pessoal
O medo aumentou quando nos primeiros meses da gravidez, Ananda perdeu o olfato e o paladar. Na época, logo no começo da pandemia, a estudante não sabia muito sobre os sintomas da Covid-19 e não chegou a realizar um teste para confirmar o diagnóstico. Com receios, ela optou pelo isolamento.
A chegada do pequeno Pedro Henrique trouxe também momentos de tensão para a mãe de primeira viagem. Aos oito meses de gestação, Ananda Araújo precisou ser submetida a uma cesárea de urgência. Segundo a enfermeira, o que seria um dos momentos mais importantes da sua vida, se tornou muito conturbado devido à longa permanência dos dois no hospital.
Ainda grávida de Pedro Henrique, Ananda Araújo chegou a perder o olfato e o paladar.Foto: Ananda Araújo/Arquivo pessoal
Pedro Henrique chegou a ficar alguns dias internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por conta do nascimento prematuro. Ananda conta que os dias se tornaram uma eternidade, já que ela tinha muito medo do pequeno ser contaminado com o novo coronavírus ainda na unidade hospitalar.
“Em maio, eu estava com oito meses e meu filho nasceu. Ele teve que ir pra UTI e os cuidados foram redobrados. Mas mesmo assim, eu tive muito medo na maternidade. Estar lá foi um dos meus maiores medos, porque a gente não sabia se crianças pequenas podiam contrair o vírus e na época, também tinham algumas mães internadas com Covid lá”, relembra.
Pedro Henrique nasceu prematuro e precisou passar um tempo internado em um hospital de São Luís (MA)Foto: Ananda Araújo/Arquivo pessoal
Para a enfermeira, a ajuda espiritual foi fundamental para que ela pudesse conseguir superar os momentos difíceis após o nascimento do filho. Hoje, praticamente um ano após a chegada de Pedro Henrique, a maior preocupação de Ananda são com os efeitos que o longo isolamento social podem provocar na chamada primeira infância do pequeno.
“Desde quando começou a pandemia, eu quase não saí pra lugar nenhum, só ia para consultas. E com o Pedro não é diferente, a gente só sai para consultas ou para vacinar. Ele está naquela fase de descobrir as pessoas e as coisas ao redor dele. É essencial que uma criança tenha contato com outras, só que infelizmente ele não está tendo. Então eu estou tendo que me desdobrar para suprir um pouco isso e dando o máximo de atenção”, revela.
‘Isolamento começou antes da pandemia’
Diferente de muitas ‘mães da pandemia’, a jornalista Ingrid Azevedo, de 27 anos, começou a se preparar para o que poderia vir bem antes da confirmação do primeiro caso de Covid-19 no país. Em janeiro, após descobrir que estava grávida, ela foi alertada pelo seu médico sobre a possibilidade da chegada do novo coronavírus e ficou em isolamento.
“Descobri minha gestação pouco antes do boom da pandemia. Meu susto inicial foi quando fui ao médico e ele já me deixou em isolamento. Ele me avisou sobre o coronavírus e achou mais prudente eu aguardar em casa para ver como ficaria a situação. Dois meses depois, a situação começou a se alarmar no país”, relembra.
Com a mudança de comportamento social, devido à pandemia, Ingrid que também é mãe de primeira viagem, precisou abrir mão de muitos momentos especiais da gestação. O pré-natal chegou a ser feito pela internet, a telemedicina virou aliada e os cuidados com a saúde precisaram ser redobrados por conta da gravidez.
Ao G1, a jornalista afirma que a solidão foi o maior desafio durante o período de gestação. Com um grupo de amigos grande e uma família bem próxima, ela explica que a falta da rede de apoio presencial tornou a a gravidez mais complicada. Mesmo com esse déficit, Ingrid Azevedo buscou alternativas para aproximar as pessoas mais próximas do seu convívio nesse momento especial.
“Senti muita solidão. Quando eu descobri que estava grávida, eu queria ir até os meus amigos e contar pessoalmente, ir até minha avó e contar também, mas não pude porque já estava em isolamento. E aí, tive que comunicar tudo virtualmente. O que eu tentei fazer foi com que esse momento, mesmo que virtual, deixasse próximo de todo mundo que de certa forma estava comigo”, afirmou.
O pequeno Júlio nasceu em setembro de 2020. — Foto: July e Ruy Fotografia/Arquivo pessoal
A rede de apoio, tão importante para a jornalista, ganhou um aliado muito usado durante a pandemia, a internet ese transformou na sua principal ferramenta de aproximação durante a gestação. “Foi uma fase solitária, mas eu tive que me reinventar. Não tinha pessoas próximas de mim, mas eu me apeguei totalmente à tecnologia pra fazer dar certo”, relembra.
Mesmo com a ajuda extra, Ingrid Azevedo também precisou buscar outras alternativas para tentar diminuir os efeitos causados pela pandemia na gestação e na sua saúde mental. Ela retomou a terapia e praticou atividades físicas, como yoga e pilates, para tentar ajudar a aliviar a tensão e o medo.
“Eu retomei a terapia. Já estava tudo misturado, hormônios com pandemia, com o medo do parto por ser meu primeiro filho. Nunca foi dispensada essa questão de suporte psicológico e eu realmente precisava. Cheguei a fazer pilates e yoga online e não saía de casa para nada. Só que depois de um tempo, começou a pesar e eu senti muita falta do contato físico, eu senti muita falta das pessoas”, disse.
A jornalista Ingrid Azevedo revelou que precisou retomar a terapia durante a gravidez, devido aos impactos causados pela pandemia e o isolamento social. — Foto: July e Ruy Fotografia/Arquivo pessoal
A chegada do pequeno Júlio trouxe alegria e realizações, mas momentos de muita tensão e dificuldades pós-parto. Após uma queda, Ingrid Azevedo precisou fazer uma cesárea de emergência e permanecer uns dias no hospital, diferente do que havia planejado. Mesmo com medo do novo coronavírus, ela precisou ficar uns dias no hospital.
Um mês após o nascimento do bebê, a jornalista enfrentou um processo de separação do pai do seu filho. Ainda em recuperação física, devido à cirurgia, repleta de medos em relação ao seu futuro e saúde da criança, Ingrid afirma que viveu momentos muito difíceis, mas encontrou no pequeno Júlio a força para superar as adversidades.O Júlio foi o meu renascimento. Talvez se ele não existisse hoje, no meio dessa loucura que está a pandemia, talvez eu não estivesse tão lúcida quanto hoje. É o sentimento que talvez eu sobreviveria, mas hoje eu tenho certeza que sou uma sobrevivente e uma das melhores.— Ingrid Azevedo, jornalista
Ingrid Azevedo precisou abrir mão de muitos momentos especiais da gestação. — Foto: July e Ruy Fotografia/Arquivo pessoal
Em meio a tantos desejos para o futuro, Ingrid Azevedo diz que tem apenas um único pedido para o Dia das Mães.
“É um sentimento inexplicável viver em um momento tão difícil. E eu só peço tempo. Tempo para conseguir criar meu filho, ver ele com muita saúde, tempo pra ele criar memórias suficientes para ele entender o que é o amor, o que caráter, aprender a ser honesto em um mundo que a gente acha que não existe mais”, finalizou.Por G1-MA
Vacinação de gestantes e puérparas com comorbidades (Foto: Rogério Sousa)
“É esperança de futuro para mim e minha família, assim como para esta geração que está vindo. Um dia de festa, dia para se comemorar”. Foi o que disse a gestante Izabela Araújo ao descrever o misto de sentimentos depois de receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Ela e outras gestantes e puérperas com comorbidades foram vacinadas, nesse sábado (8), no ponto de imunização montado pelo Governo do Estado no Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), no Anil, em São Luís (Cintra/IEMA). A vacinação das gestantes e puérperas com comorbidades continua neste domingo (9), das 8h às 12h.
Grávida de seis meses do segundo filho, batizado de Carlos José, em homenagem ao sogro que faleceu em decorrência do coronavírus em dezembro do ano passado, Izabela não conteve as lágrimas ao manifestar a alegria por ter sido vacinada. “Hoje mesmo a minha primeira filha, de 7 anos, disse que eu era a primeira da família a ser vacinada. Esse é um momento único e especial na vida da gente”, contou.
A secretária adjunta de Políticas de Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SAPAPVS-SES), Waldeise Pereira, acompanhou a vacinação.
“Nós abrimos este ponto para apoiar o município de São Luís, além de já parabenizar as mães e futuras mamães em alusão à data que se comemora neste domingo. Estamos muito felizes de, mais uma vez, investir na saúde materno-infantil, garantindo a proteção das mamães contra a Covid-19 e reduzindo a possiblidade de que a doença possa complicar o parto dessas mulheres que já apresentam comorbidades”, enfatizou Waldeise.
Para a vacinação, devem ser apresentados documentos como RG, Cartão do SUS, Carteira de Vacinação e Cartão Gestante. Observa-se ainda que a vacinação é para as gestantes e puérperas que apresentam comorbidades e tenham a partir de 18 anos. O imunobiológico não interfere na amamentação. O esperado é vacinar, em média, 250 grávidas e puérperas por dia de ação.
Stefany Lima vacinou com 27 semanas de gestação (Foto: Rogério Sousa)
Stefany Lima, de 33 anos, está grávida de 27 semanas do primeiro filho, o Ian, e também foi vacinada. “Eu sempre digo que engravidei no meio do caos da pandemia. Desde o início, eu tive muito medo, mas quando descobri que teria a oportunidade de tomar a vacina, não pensei duas vezes e chegava a dormir ansiosa por esse dia. Sem dúvidas, é uma segurança a mais que temos, não só para nós grávidas, como também para os familiares e amigos. Viva o SUS!”, compartilhou.
Nos demais municípios do Maranhão, as gestantes e puérperas com comorbidades serão imunizadas conforme o cronograma definido pelas prefeituras, tal qual as pessoas com comorbidades e deficiência permanente, que também fazem parte do público-alvo desta etapa da campanha de vacinação contra a Covid-19.Por: Secom/ Governo do Maranhão
Direção Administrativa da UPA-CODÓ faz bela homenagem a todas as colaboradoras mães que prestam relevantes serviços a população codoense, foi oferecido um maravilhoso café da manhã com o sorteio de dezenas de brindes que abrilhantaram ainda mais o dia das mães dessas guerreiras de jaleco.
Na oportunidade esteve presente também o Diretor Geral do Detran-MA Francisco Nagib que parabenizou todas as mães pelo seu dia e em especial por todo o empenho diário em salvar vidas e no combate ao vírus da covid-19.
O vereador Leonel Filho que também marcou presença no evento falou que todas essas guerreiras são a base de suas famílias e dignas de todo o respeito e admiração de toda a população codoense.
A diretora Administrativa da UPA-CODÓ Rossana Araújo agradeceu a garra, força de vontade, dinamismo e afinco de todas em bem servir a população codoense, disse que o trabalho de todas elas é motivo de orgulho para Codó e que a UPA-CODÓ é vista em todo o estado do Maranhão como uma referência no trabalho humanizado.
Os destroços do foguete da China caíram no Oceano Índico, a oeste do arquipélago das Maldivas, informou a mídia estatal chinesa no início da madrugada deste domingo (9). A maior parte dos componentes da nave foi desintegrada na reentrada na atmosfera terrestre.
Partes do Long March 5B, de 18 toneladas, reentraram na atmosfera às 10h24, horário de Pequim, final da noite de sábado (8) no Brasil, e caíram nas coordenadas de 72,47° de longitude leste e 2,65° de latitude norte, informou o Escritório Chinês de Engenharia Espacial em um comunicado.
As coordenadas colocam o ponto de impacto no oceano, a oeste do arquipélago das Maldivas.
O Space-Track, baseado em dados militares dos Estados Unidos, também confirmou a entrada na atmosfera da nave descontrolada e o local da queda.
As autoridades chinesas alegaram que o giro fora de controle do segmento do Long March 5B representou pouco perigo.
Estação Espacial
O país asiático colocou em órbita o primeiro módulo de sua estação espacial em 29 de abril, graças ao foguete Long March 5B – o mais poderoso e imponente lançador chinês. Foi a primeira parte deste foguete que retornou à Terra.
Mais 10 missões semelhantes estão programadas até o fim da construção da estação, em 2022.Por G1-MA
A Pfizer e sua parceira alemã BioNTech solicitaram aprovação completa do governo dos EUA para sua vacina contra covid-19 e têm como meta a produção de 4 bilhões de doses da vacina no próximo ano, principalmente para países de renda média e baixa.
A aprovação total da vacina, que foi autorizada em caráter emergencial, pode ajudar a aliviar a hesitação sobre a aplicação do imunizante nos Estados Unidos e em outros países ricos.
A Pfizer também apontou previsões de fabricação mais altas como evidência de sua capacidade e intenção de atender aos países mais pobres que receberam muito pouco de sua vacina até agora.
Em uma carta enviada aos funcionários da Pfizer e postada publicamente, o presidente-executivo Albert Bourla disse que a empresa já tem acordos ou está em negociações com países para fornecer 2,7 bilhões de doses este ano, das quais 40% devem ir para nações de renda média e baixa.
A balança deve inclinar-se a favor dos países menos ricos durante o segundo semestre deste ano, e a Pfizer espera produzir 3 bilhões de doses em 2021.Por Agência Brasil