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Condutor de carro-lotação é preso após ser flagrado transportando drogas na MA-349, zona rural de Caxias

O condutor de um carro-lotação foi preso pela Polícia Militar do Maranhão (PM-MA), após ser flagrado transportante drogas na MA-349, na zona rural de Caxias. A polícia chegou ao suspeito após receber denúncia anônima de que havia entorpecentes dentro do veículo.

Segundo a PM, o denunciante informou que um carro vermelho estava saindo de Caxias com destino à cidade de Aldeias Altas levando passageiros e, também, drogas. De posse das informações, os policiais montaram barreira na rodovia estadual, para conseguir interceptar o veículo.

Um carro-lotação é um tipo de transporte coletivo informal ou complementar, feito geralmente por carros de passeio que levam vários passageiros na mesma rota, cobrando uma tarifa individual de cada um.

Ao avistarem o veículo, os PMs fizeram a abordagem ao condutor que ficou nervoso. Durante a vistoria no carro, os policiais encontraram uma sacola com várias porções de droga dentro do porta-malas.

Foram apreendidas cerca de 2.200 pedras de crack, mais de 300 porções de maconha e dois pacotes da mesma droga. A PM apreendeu, ainda, um punhal, um celular, R$ 614 em espécie e o veículo usado no crime.

Condutor de carro-lotação é preso após ser flagrado transportando drogas na MA-349, zona rural de Caxias — Foto: Reprodução/TV Mirante

Condutor de carro-lotação é preso após ser flagrado transportando drogas na MA-349, zona rural de Caxias — Foto: Reprodução/TV Mirante

O condutor foi conduzido ao plantão central da Delegacia de Caxias, onde foi autuado por associação ao tráfico de drogas.

Não há informações sobre a origem e destino da droga. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.Fonte: G1-MA

PF mira esquema de caixa dois que teria financiado campanhas de 2024 em Caxias e beneficiado candidatos eleitos

Polícia Federal realizou, nesta quinta-feira (5), uma ação para apurar um esquema de caixa dois e corrupção eleitoral em Caxias, no interior do Maranhão. Segundo a PF, dinheiro não declarado teria sido usado para bancar gastos paralelos de campanha e oferecer vantagens ilícitas durante as eleições de 2024.

A ação faz parte da Operação Farândola, que cumpriu seis mandados de busca e apreensão em Caxias e em São Luís, expedidos pela 19ª Zona Eleitoral. A investigação aponta que um operador financeiro seria responsável por receber e repassar valores ocultos a mando de candidatos eleitos para a Câmara Municipal.

Os policiais buscam celulares, computadores, documentos, registros contábeis informais e dinheiro em espécie que ajudem a detalhar a origem e o destino dos recursos.

Os investigados podem responder pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral (caixa dois) e corrupção eleitoral.

Outra operação da PF investigou compra de renúncia de candidatos em Caxias

A Polícia Federal também realizou, nesta semana, outra operação ligada às eleições no município de Caxias. Na terça-feira (3), foi deflagrada a Operação “Tá na Conta”, que investiga um suposto esquema de compra de renúncia de candidatos durante o pleito eleitoral. A PF, no entanto, não informou se há relação entre as duas operações.

A ação ocorreu em Caxias e em Teresina e busca apurar suspeitas de corrupção eleitoral e violência política contra a mulher.

Segundo a PF, a investigação é um desdobramento da análise de materiais apreendidos em uma fase anterior, que indicariam que lideranças políticas do município teriam oferecido vantagens ilegais para que candidatos adversários desistissem da disputa.

Ao todo, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, expedidos pela 19ª Zona Eleitoral. As ordens judiciais foram cumpridas em endereços residenciais e órgãos públicos. Entre os investigados estão dois agentes públicos, que não tiveram a identidade divulgada.Fonte: G1-MA

Área ocupada por favelas quase triplicou em 40 anos no Brasil

As favelas brasileiras cresceram e ocuparam uma área de 92,3 mil hectares nos últimos 40 anos, aponta o Mapeamento Anual das Áreas Urbanizadas no Brasil, do Mapbiomas, divulgado nesta quarta-feira (4).

De acordo com o estudo, as favelas quase triplicaram de tamanho em quatro décadas, e se tornaram 2,75 vezes maiores, enquanto as cidades, de forma geral, cresceram 2,5 vezes.

O aumento foi observado entre os anos de 1985 e 2024, quando a área urbana de favelas saltou de 53,7 mil hectares para 146 mil hectares.

Manaus foi a cidade brasileira em que as favelas mais cresceram em extensão se comparadas aos outros territórios urbanos nesse período. A área ocupada pelas favelas da capital amazonense aumentou 2,6 vezes.

O estudo revelou ainda que a dinâmica de crescimento das favelas foi mais intensa nas regiões metropolitanas do país, que em 2024, abrigavam 82% das áreas urbanizadas em favelas.

O geógrafo e coordenador do Mapiomas, Júlio Pedrassoli, considera que o crescimento mais acelerado das áreas de favelas em comparação com a média nacional e sua forte concentração em regiões metropolitanas sugerem uma tendência conhecida e preocupante.

“As metrópoles concentram muita riqueza, mas também intensificam problemas estruturais. Frente às mudanças climáticas em curso, se acende um sinal de alerta”, reforça Pedrassoli.

As regiões metropolitanas que abrigam as maiores áreas urbanizadas em favelas são as de São Paulo (SP), Manaus (AM) e Belém (PA), com territórios de 11,8 mil hectares, 11,4 mil hectares e 11,3 mil hectares, respectivamente.

No recorte por favela, o Distrito Federal abriga as que mais cresceram no período entre 1985 e 2024. Esse crescimento posicionou as favelas Sol Nascente e 26 de Setembro em primeiro e segundo lugares das maiores favelas do Brasil, com 599 hectares e 577 hectares.

 

Rio de Janeiro (RJ), 22/02/2023 - Aglomerado de casas das favelas do Complexo do Alemão, zona norte da cidade.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Aglomerado de casas das favelas do Complexo do Alemão, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Segurança hídrica

As cidades brasileiras também ocuparam mais áreas ameaçadas pela disponibilidade de água para abastecimento das populações nos últimos.

De acordo com os pesquisadores, 25% das áreas naturais que foram urbanizadas estão localizadas onde a capacidade de abastecimento hídrico é crítica. Essas áreas somam cerca de 167,5 mil hectares.

Ao todo, esse montante inclui territórios em 1.325 municípios brasileiros, sendo que a cidade do Rio de Janeiro é a que concentra a maior área urbanizada em condições mínimas de segurança hídrica.

Na capital fluminense 7,6 mil hectares a mais foram urbanizados em áreas nessas condições ao longo de 40 anos.

“Existe um descompasso entre o crescimento das cidades e a disponibilidade de água. O fato de 1.325 municípios terem ampliado sua mancha urbana nessas condições revela que o problema é estrutural e nacional. Não é apenas uma questão de risco”, conclui Pedrassoli.Fonte: Agência Brasil

Câmara Legislativa aprova uso de imóveis públicos para socorrer BRB

Por 14 votos favoráveis e 10 contrários, a Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou nesta terça-feira (3) o projeto que autoriza o Governo do Distrito Federal (GDF) a fazer um aporte no Banco de Brasília (BRB) para cobrir prejuízos relacionados às operações com o Banco Master. 

Encaminhado pelo governador Ibaneis Rocha, o texto autoriza o DF a capitalizar o banco e a contratar empréstimo de até R$ 6,6 bilhões com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) ou com outras instituições financeiras.

Além disso, o projeto permite oferecer nove imóveis públicos para venda, transferência ao banco ou estruturação em fundo imobiliário.  Os imóveis podem ainda servir como garantia nas operações de crédito, cobrindo eventuais inadimplências do BRB.

Pressão e negociação

A votação foi precedida de intensa articulação política. Na véspera, o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, reuniu-se por quase 12 horas com deputados distritais.

Em discurso, afirmou que, sem a aprovação do projeto, o banco poderia “deixar de existir” e interromper operações como pagamento de servidores, programas sociais, transporte público e linhas de crédito.

O tema dividiu a Casa. Deputados da base governista defenderam a proposta como única alternativa para preservar o controle do banco pelo DF. “Não vamos deixar o BRB ir para o fundo do poço”, afirmou o líder do governo, Hermeto (MDB).

Parlamentares de oposição classificaram o texto como um “cheque em branco”. A deputada Paula Belmonte (PSDB) exibiu uma réplica simbólica de um cheque durante a sessão, criticando a falta de laudos detalhados de avaliação dos imóveis.

O deputado Chico Vigilante (PT) afirmou que a proposta permite a alienação de bens públicos sem comprovação adequada de interesse público e anunciou que a oposição estuda ingressar na Justiça para tentar barrar a futura lei.

Um estudo técnico da Consultoria da própria CLDF havia recomendado a rejeição do projeto, por riscos jurídicos e fiscais. Entre os problemas, está a possível afronta à Lei de Responsabilidade Fiscal e impactos no orçamento do DF.

A votação foi tensa, com funcionários do BRB ocupando as galerias do plenário e a entrada da Câmara Legislativa. Por diversos momentos, eles bateram boca com deputados da oposição, que acusaram os bancários de serem usados como massa de manobra pelo governador Ibaneis.

Mudanças incluídas

Durante a tramitação, deputados incluíram alterações no texto:

  • Obrigação de relatórios trimestrais do BRB com detalhamento das operações;
  • Previsão de reversão ao DF de valores excedentes ao necessário para recompor o capital do banco;
  • Compensação, com imóveis equivalentes, à Companhia Energética de Brasília (CEB), à Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e à Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap), caso seus terrenos sejam utilizados;
  • Destinação de 20% do valor arrecadado ao Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF), que poderá converter o montante em ações do banco;
  • Criação de um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) em modelo de condomínio fechado, com o DF como cotista inicial e o BRB responsável pela estruturação.

Próximos passos

O BRB pediu aos acionistas autorização para aporte de até R$ 8,86 bilhões, e uma assembleia está marcada para o dia 18 de março. A instituição pretende apresentar solução até 31 de março, quando divulgará o balanço de 2025. A votação em segundo turno deve ocorrer nos próximos dias.Fonte: Agência Brasil

PF deflagra 3ª fase da Operação Compliance Zero

A terceira fase da Operação Compliance Zero foi deflagrada no início da manhã desta quarta-feira (4) pela Polícia Federal (PF). Os policiais investigam “possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa”.

A PF cumpre, desde cedo, quatro mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão. As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos endereços ligados aos investigados nos estados de São Paulo e Minas Gerais. “As investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil”.

O STF determinou também afastamento de cargos públicos de alguns investigados, além de sequestro e bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões.

A medida tem por objetivo interromper “a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas”, informou a PF.Fonte: Agência Brasil

Discussão entre vizinhos deixa dois feridos após tiros, em João Pessoa

Uma discussão entre vizinhos terminou com duas pessoas baleadas na noite de terça-feira (3), no bairro do Castelo Branco, em João Pessoa. Segundo a Polícia Civil, dois irmãos foram atingidos por disparos durante a confusão, que ocorreu em frente à casa da família.

As vítimas foram socorridas e levadas para o Hospital de Emergência e Trauma. De acordo com a unidade de saúde, o estado de saúde deles é estável.

A polícia apontou uma mulher, que é guarda municipal, como responsável pelos disparos. Após o ocorrido, ela se apresentou à Delegacia de Homicídios, onde o caso foi registrado.

A mãe das vítimas, que preferiu não se identificar, falou à TV Cabo Branco sobre o histórico de desentendimentos entre os vizinhos.

“Esse pessoal vem me perseguindo há mais de 32 anos. Hoje, ela botou ‘vende-se’ e pichou o muro da minha casa. Quando ela veio chegando, eu liguei para a minha menina, que estava limpando [o muro]. Ela já foi certa, já estava com a arma. Aí quando eu fui perguntar por que ela fez aquilo no meu muro, ela me chamou de tudo que não presta. Meu filho partiu pra cima dela. Ela atirou no meu filho. Eu quero justiça porque ela baleou meus dois únicos filhos. Uma mulher dessa não pode andar armada”.

 

O g1 entrou em contato com a Guarda Civil Metropolitana de João Pessoa, mas até a última atualização desta matéria não houve posicionamento.Fonte: G1-PB

Ator José Dumont é preso após ser condenado por estupro de vulnerável

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, nesta terça-feira (3), o ator José Dumont, de 75 anos, em cumprimento a um mandado de prisão pelo crime de estupro de vulnerável.

O ator foi preso em sua casa no bairro do Flamengo, na Zona Sul do Rio, e levado para a delegacia por agentes da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter).

Moradores denunciaram a situação à polícia e relataram que a criança teria ido ao imóvel em outras ocasiões.

O ator foi condenado a 9 anos e 4 meses de prisão em decisão definitiva, após trânsito em julgado no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ).

Após o cumprimento das formalidades legais, ele será encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.Fonte: G1-PB

PF faz operação que investiga esquema de ‘compra de renúncia’ de candidatos em Caxias, no MA

A Polícia Federal (PF) realizou na manhã desta terça-feira (3) a Operação “Tá na Conta”, que investiga um esquema de “compra de renúncia” de candidatos nas eleições em Caxias, a 360 km de São Luís. A ação foi realizada no município maranhense e, também, em Teresina (PI), com o objetivo de apurar suspeitas de corrupção eleitoral e violência política contra a mulher.

Segundo a PF, a ação é um desdobramento da análise de materiais apreendidos em uma fase anterior da investigação, a qual aponta que lideranças políticas de Caxias teriam oferecido vantagens ilegais para que candidatos adversários desistissem da disputa eleitoral.

Ao todo, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, expedidos pela 19ª Zona Eleitoral. As ordens judiciais foram cumpridas em endereços residenciais e órgãos públicos. Entre os investigados estão dois agentes públicos, que não tiveram a identidade divulgada.

PF faz operação que investiga esquema de 'compra de renúncia' de candidatos em Caxias, no MA — Foto: Divulgação/Polícia Federal

PF faz operação que investiga esquema de ‘compra de renúncia’ de candidatos em Caxias, no MA — Foto: Divulgação/Polícia Federal

Como funcionava o esquema

 

Segundo a Polícia Federal, lideranças políticas locais seriam as responsáveis por articular a oferta de vantagens ilegais para que candidatos adversários desistissem das candidaturas. O objetivo, de acordo com as investigações, era enfraquecer partidos rivais e fraudar a cota de gênero prevista na legislação eleitoral.

A apuração aponta que candidatas mulheres eram pressionadas a renunciar, o que poderia levar à invalidação de chapas inteiras.

Mensagens interceptadas indicam que os investigados teriam oferecido R$ 50 mil e promessa de cargos públicos para que uma candidata deixasse a disputa.

As investigações também revelaram que os supostos chefes do esquema acompanhavam as abordagens em tempo real. Eles recebiam, inclusive, fotos das casas das vítimas durante as tentativas de suborno.

A Justiça autorizou a apreensão de dinheiro em espécie, aparelhos eletrônicos e documentos.

PF faz operação que investiga esquema de 'compra de renúncia' de candidatos em Caxias, no MA — Foto: Divulgação/Polícia Federal

PF faz operação que investiga esquema de ‘compra de renúncia’ de candidatos em Caxias, no MA — Foto: Divulgação/Polícia Federal

Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção eleitoral e assédio eleitoral contra mulheres.Fonte: G1-MA

Duas pessoas são presas e material de uso restrito é apreendido em operação policial em São Luís

A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) prendeu, nesta terça-feira (3), duas pessoas e apreendeu um arsenal de uso restrito durante operação realizada em São Luís. A ação foi conduzida pela Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (SENARC).

Segundo a Polícia Civil, as prisões partiram de uma investigação sobre a atuação de um grupo criminoso envolvido com o tráfico de drogas nos bairros Anjo da Guarda, São Raimundo e Mauro Fecury II, na região Itaqui-Bacanga em São Luís.

Os investigados estavam sendo monitorados e após uma denúncia anônima, eles foram localizados em uma residência na Rua São Raimundo. Segundo a denúncia, eles estariam em posse de armas de fogo e drogas.

Ao chegarem na residência, a polícia encontrou dois homens no interior do imóvel e eles mantinham em um depósito, um arsenal com armas de uso restrito, além de outros materiais.

Além disso, no local, a polícia apreendeu uma carabina Taurus CTT 40, calibre .40, com três carregadores; uma submetralhadora XR9, calibre 9 mm, com um carregador; uma carabina FGC 9 MKII, calibre 9 mm, com um carregador; uma pistola Taurus, modelo 24/7, calibre .40, com quatro carregadores; munições calibres .40 e 9 mm.

Também foram apreendidos dois coletes ou placas balísticas; quatro capas de coletes; dois aparelhos celulares e dois veículos. Após a prisão, os materiais foram recolhidos e os suspeitos encaminhados para o Sistema Penitenciário do Maranhão.Fonte: G1-MA