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Diretor diz que PRF apura todos os casos de excessos na corporação

Brasília - 25/05/2023 - PRF - A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apresenta o Projeto Estratégico Bodycams, que trata do conjunto de estudos do órgão, sob orientação do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), para implementar o uso de câmeras corporais nos uniformes dos policiais. Na foto o diretor geral da PRF, Antônio Fernando Souza Oliveira. Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

O diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Antônio Fernando Souza Oliveira, disse nesta quinta-feira (26) que a corporação apura todos os casos de excessos durante abordagens policiais feitas pelos seus agentes.

Em entrevista ao Repórter Brasil, da TV Brasil, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o diretor comentou a atuação dos três policiais afastados temporariamente após serem acusados de atirar contra o carro de uma família na noite de Natal, em Duque de Caxias (RJ). Uma mulher de 26 anos atingida pelos tiros está internada em estado grave.

De acordo com Oliveira, todos os casos de suspeitas de ilegalidades durante as abordagens são investigados pela PRF.

“Estaremos apurando todo e qualquer caso de excesso, dando a possibilidade de defesa dos nossos agentes, respeitando o processo legal para que a gente chegue à verdade real dos fatos “, afirmou.

Durante a entrevista, o diretor também disse que a corporação toma medidas para combater a letalidade policial, como o treinamento contínuo dos agentes para reforçar que a corporação deve atuar dentro do limite da lei e a criação de uma comissão de acompanhamento de casos de letalidade.

“Hoje, eu posso afirmar que a PRF é a polícia ostensiva preventiva com a menor letalidade policial”, garantiu.

Fernando Oliveira afirmou que defende o uso de câmeras corporais pelos policiais. Desde o ano passado, uma comissão interna da PRF trabalha para implantar o equipamento, que já é usado pelos agentes em todas as unidades do país.

“A câmera corporal é um elemento de proteção da atividade policial. Eu sou um defensor ferrenho da utilização de câmera corporal. A PRF vai utilizar câmera corporal em toda sua corporação, todo policial vai usar”, completou.

Vítima

Juliana Leite Rangel, de 26 anos, foi atingida com um tiro na cabeça, durante uma ação da PRF na Rodovia Washington Luís (BR-040), na noite de terça-feira (24).

A vítima estava indo com a família, de cinco pessoas, passar o Natal na casa de parentes em Itaipu, Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, quando o carro foi atingido por vários disparos feitos pelos agentes da PRF, na altura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Os tiros ocorreram por volta das 21h. A jovem foi encaminhada ao Hospital Municipal Adão Pereira Nunes, em Caxias, e precisou ser entubada, passou por cirurgia e o quadro de saúde é considerado gravíssimo.

Após o episódio, os policiais envolvidos na ocorrência foram afastados. Fonte: Agência Brasil

Decreto sobre polícias reafirma tratados internacionais, diz fórum

A Polícia Militar do Distrito Federal intensifica a fiscalização nas faixas de pedestres na  Rodoviária do Plano Piloto

Em meio à repercussão do decreto presidencial que regulamenta o uso gradativo da força durante operações policiais, publicado esta semana, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), entidade da sociedade civil que colaborou na formulação da norma, destaca que a medida reproduz diretrizes de tratados internacionais assinados pelo Brasil há décadas e já constava em outros textos legais em vigor no país.

É o caso, por exemplo, do Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei, adotado pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) desde 1979, da Convenção Contra a Tortura e outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanas ou Degradantes da ONU (1984) e dos Princípios Básicos sobre o Uso da Força e Armas de Fogo pelos Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei (1990), também da ONU.

Em 2010, seguindo esses preceitos, o governo brasileiro editou a Portaria Interministerial 4.226/2010, que estabelece diretrizes sobre o uso da força pelos agentes de segurança pública. Já em 2014, com a Lei 13.060, o Estado brasileiro passou a disciplinar o uso dos instrumentos de menor potencial ofensivo pelos agentes de segurança em todo o território nacional.

“Assim, a publicação do Decreto 12.341/2024, editado pelo governo federal, regulamenta normas já existentes há uma década e coloca o Brasil em conformidade com os instrumentos legais internacionais dos quais o Brasil é parte e signatário”, diz o FBSP, em nota pública divulgada nesta quinta-feira (26).

De acordo com o decreto, o uso de arma de fogo deve ser feito como medida de último recurso, de forma a prevenir situações de violência policial e abusos de conduta por parte dos agentes de segurança pública. Segundo a norma, armas só poderão ser usadas quando outros recursos de “menor intensidade não forem suficientes para atingir os objetivos legais pretendidos”.

Um dos pontos da norma trata, por exemplo, do não uso de armas contra pessoas desarmadas em fuga, inclusive em veículos que desrespeitem bloqueios, desde que não ofereça risco aos agentes de segurança e terceiros.

Violência policial

No mesmo dia em que o decreto foi editado, a jovem Juliana Leite Rangel, 26 anos de idade, foi atingida com um tiro na cabeça disparado por policiais rodoviários federais, durante uma ação na Rodovia Washington Luís (BR-040), na Baixada Fluminense. A vítima estava indo com a família, de cinco pessoas, passar o Natal na casa de parentes em Itaipu, Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, quando o carro foi atingido por vários disparos feitos pelos agentes, na altura de Duque de Caxias, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

O pai da jovem, Alexandre Silva Rangel, afirmou à imprensa que não recebeu ordem prévia de parada e que estacionou o carro quando ouviu a sirene da viatura, mas os policiais já teriam descido atirando, atingindo a filha na cabeça. Rangel dirigia o veículo e chegou a ser atingido de raspão na mão por uma bala. Juliana segue internada em estado grave em um hospital da região de Caxias.

Em outro caso, policiais militares estavam desobstruindo uma rua, na cidade de São Paulo, quando aconteceu uma confusão com os moradores. Um jovem de 24 anos começou a filmar o incidente, se desentendeu com um dos agentes da polícia e acabou levando um tiro à queima-roupa. Em ambos os casos, tanto no Rio quanto em São Paulo, os agentes envolvidos foram afastados e foram abertos inquéritos para apurar responsabilidade.

“Os episódios recentes envolvendo a Polícia Rodoviária Federal, cujos agentes, munidos de dois fuzis e uma pistola automática, atiraram contra o carro de uma família em deslocamento na BR-040 na noite de 24 de dezembro, atingindo na cabeça a jovem Juliana Leite, internada em estado grave, e o caso do jovem de 24 anos baleado à queima roupa por um Policial Militar enquanto filmava uma abordagem truculenta em Osasco, na madrugada de 25 de dezembro, são exemplos fáticos da necessidade de se estabelecer diretrizes e procedimentos nacionais que regulem o uso da força em território nacional”, diz a nota do FBSP.

Condenação internacional

Ainda segundo a entidade, o próprio o Estado brasileiro já foi condenado na Corte Interamericana de Direitos Humanos por uso abusivo da força por parte das polícias do Rio de Janeiro e de São Paulo, em períodos recentes, cabendo justamente ao governo federal a responsabilidade de evitar que esse tipo de ocorrência se repita.

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública ainda criticou declarações de alguns governadores, como Ronaldo Caiado, de Goiás, e Claudio Castro, do Rio de Janeiro, que se manifestaram contra o decreto presidencial, inclusive sugerindo a possibilidade de recorrer contra o instrumento.

“Cabe à União cumprir as decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que determinam a edição de regras de uso da força. Por isso, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública entende que, ao contrário de declarações de alguns governadores contra a edição do Decreto 12.341, a atribuição de regulamentação dos tratados internacionais aos quais o Brasil é signatário, fato que só ocorre após a aprovação pelo Congresso Nacional, é atribuição exclusiva da União e não configura usurpação e/ou invasão de competências dos estados e do Distrito Federal em matéria de Segurança Pública”, argumenta a entidade. Fonte: Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil

Decreto quer dar segurança para atuação policial, diz secretário

Brasília (DF) 18/06/2024  O Secretário Nacional de Segurança Pública, SENASP,  Mário Luiz Sarrubbo, participa da abertura do 2º Encontro Nacional de Usuários da RedeMAIS 2024 Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, afirmou que o decreto que o governo federal publicou na última terça-feira (24) para regulamentar o uso da força durante operações policiais não busca dificultar o enfrentamento à criminalidade no Brasil.

“Ninguém aqui está querendo inibir a ação dos policiais. Muito pelo contrário. Queremos dar total segurança para que o policial possa fazer o uso correto da força. E para que, se precisar usar arma de fogo, ele esteja absolutamente tranquilo”, declarou o secretário à Agência Brasil, nesta quinta-feira (26).

Segundo Sarrubbo, o Decreto nº 12.341 é o resultado de um debate que contou com a participação de representantes estaduais e das forças de segurança de todo o país, bem como de organizações da sociedade civil e especialistas em segurança pública, além de atualizar normas já existentes.

“O que fizemos foi atualizar a portaria de 2010, trazendo-a para os dias de hoje, segundo uma outra lógica da criminalidade, uma vez que, hoje enfrentamos o crime organizado e, em muitas cidades, [o uso de] fuzis é uma realidade”, disse Sarrubbo, referindo-se à Portaria Interministerial nº 4.226, de 2010, que estabelece parâmetros para o uso da força por agentes de segurança pública.

De acordo com o secretário, o objetivo do decreto é priorizar o uso escalonado da força. “Nesse escalonamento da força, a arma letal deve ser a última opção. Ela deve ser reservada para situações estritamente necessárias. Agora, lógico que não queremos que o policial corra riscos. Sabemos que, muitas vezes, ele é recepcionado com tiros de fuzis”, acrescentou o secretário.

Ele lembra que há situações em que os policiais vão precisar usar a arma de fogo, mas ele terá que andar também com uma arma não letal, para atuar quando abordar, por exemplo, alguém em surto ou uma pessoa desarmada que tente atacá-lo.

Além de proibir o uso de armas de fogo contra pessoas desarmadas, o decreto presidencial reforça que o nível de força empregada pelos agentes de segurança pública deve ser compatível com a gravidade da situação e que os órgãos e profissionais de segurança pública devem assumir a responsabilidade pelo eventual uso inadequado da força.

De acordo com Sarrubbo, a maioria das forças policiais do país já atua desta forma, respeitando procedimentos operacionais semelhantes. Uma novidade, contudo, é a obrigatoriedade de os policiais receberem, anualmente, capacitação sobre o uso de instrumentos não letais.

“O policial não é obrigado a tomar uma surra, mas pode e deve usar a arma não letal, detendo o criminoso com a mínima consequência física”, argumentou Sarrubbo.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública deverá detalhar os procedimentos previstos no decreto por meio de uma portaria ministerial a ser publicada em até 90 dias, mas, segundo Sarrubbo, a expectativa é que isso ocorra logo nas primeiras semanas de janeiro.

Governadores

O secretário nacional também rebateu as críticas de governadores que acusam o governo federal de interferir na autonomia dos estados, cujos governantes respondem pela ação das polícias civis e militares.

Nesta quarta-feira (25), o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, anunciou que entrará com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o decreto. Para Castro, limitar que policiais em serviço usem suas armas revela um total desconhecimento da realidade enfrentada pelos estados.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, também considera que a norma é uma interferência do governo federal na autonomia dos estados e do DF, e fere a Constituição.

Segundo Sarrubbo, os estados que não quiserem adotar a portaria, não poderão usar os recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

“Ninguém está obrigando os estados a seguirem essas regras, mas o estado que quiser utilizar verbas do Fundo Nacional de Segurança Pública para, por exemplo, comprar armamentos, terá sim que se adaptar”, disse o secretário, ressaltando que o governo está agindo em perfeito acordo com a lei do Sistema Único de Segurança Pública (Susp).

O secretário lembrou recentes episódios de excesso do uso da força pelas polícias, como o caso do estudante de medicina que estava em surto psicótico, desarmado, e foi alvejado por um policial militar e da jovem que foi alvejada pela Polícia Rodoviária Federal quando estava estava indo comemorar o Natal com a família.

Ele também citou o caso mais recente, ocorrido na madrugada desta quarta-feira (25), em São Paulo, onde um policial militar disparou à queima-roupa contra um rapaz de 24 anos durante a desobstrução de uma rua. Segundo a secretaria estadual de Segurança Pública, o agente afirmou que atirou quando o jovem tentou apanhar a arma de outro militar. Fonte: Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

Acidente entre dois carros deixa uma pessoa morta, em Santa Rita, PB

Lucas Vinicius de Sousa, de 26 anos, morreu após um acidente de carro — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Um acidente envolvendo dois carros deixou uma pessoa morta e outra ferida, na manhã desta quarta-feira (25), no bairro Heitel Santiago, em Santa Rita, na Grande João Pessoa.

Lucas Vinícius de Sousa, de 26 anos, foi encaminhado para a UPA de Santa Rita, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde. Ele estaria indo deixar a namorada em casa, após as festividades de Natal, mas quando trafegava na rua, foi surpreendido por outro veículo, culminando no acidente.

Carro onde estava a vítima do acidente em Santa Rita — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

A mulher, de 20 anos, foi encaminhada ao Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa e recebeu os primeiros atendimentos. O estado de saúde dela é considerado estável.

O motorista do outro carro foi identificado, mas fugiu do local após o acidente e até as 12h não havia sido localizado. De acordo com informações prévias da polícia à TV Cabo Branco, há uma suspeita de que o carro que atingiu o veículo das vítimas estava em alta velocidade.Fonte: G1-PB

‘O Auto da Compadecida 2’ estreia nos cinemas de João Pessoa e outras cidades; confira

'Auto da Compadecida 2' — Foto: Divulgação

Por g1 PB

 

'Auto da Compadecida 2' — Foto: Divulgação

‘Auto da Compadecida 2’ — Foto: Divulgação

O filme “O Auto da Compadecida 2” chega às telonas de João PessoaCampina Grande e outras cidades da Paraíba nesta quarta-feira (25). O filme é uma continuação do primeiro “O Auto da Compadecida”, originalmente lançado nos anos 2000.

A história de “O Auto da Compadecida 2” se passa 20 anos após a história original, onde acompanhamos a volta de João Grilo dos mortos e seu retorno para a cidade de Taperoá e seu reencontro com Chicó, que carrega adiante a história de que Nossa Senhora operou um milagre e ressuscitou o amigo.

Agora que é considerado uma espécie de santo e seu status de celebridade, João Grilo chama a atenção especial dos dois políticos mais poderosos da região querendo utilizá-lo como cabo eleitoral. Vendo essa oportunidade, João Grilo monta um esquema para ficar rico.

Onde assistir “O Auto da Compadecida 2” em João Pessoa

 

  • Cinépolis Manaíra Shopping – João Pessoa
  • Cinépolis Mangabeira Shopping – João Pessoa
  • Centerplex do Mag Shopping – João Pessoa

 

As sessões de “O Auto da Compadecida 2” no Cinesercla do Shopping Tambiá só estão disponíveis a partir do dia 26 de dezembro. Dia 25 de dezembro o shopping estará fechado.

Onde assistir “O Auto da Compadecida 2” em Campina Grande

 

Cinesercla do Partage Shopping – Campina Grande

Assim como o Cinesercla do Shopping Tambiá, as sessões para o ‘O Auto da Compadecida 2’ em Campina Grande só estão disponíveis a partir do dia 26 de dezembro.

Onde assistir “O Auto da Compadecida 2” em Patos

 

  • Multicine do Patos Shopping – Patos

 

Também no Multicine do Patos Shoppings as sessões para o filme só estarão disponíveis a partir do dia 26 de dezembro.

Onde assistir “O Auto da Compadecida 2” em Guarabira

 

  • Cinemaxxi do Shopping Cidade Luz – Guarabira

 

Em Guarabira, o Cinemaxxi conta com sessões disponíveis das 14h20 às 21h10, e os ingressos já podem ser comprados.

Onde assistir “O Auto da Compadecida 2′” em Remígio

 

  • Cine RT – Remígio

 

Em Remígio, o “O Auto da Compadecida 2” pode ser assistido no Cine RT, os ingressos já estão disponíveis.Fonte: G1-PB

Homem se afoga durante banho em barragem de Bocaina, no Piauí

Homem desaparece durante banho em barragem de Bocaina, no Piauí — Foto: Antônio Rocha/ TV Clube

Um homem chamado Glesivaldo da Silva Oliveira, de 41 anos, se afogou enquanto tomava banho em uma barragem na cidade de Bocaina no início da tarde de quarta-feira (25). O corpo dele foi localizado e retirado da água poucas horas depois por um dos banhistas, com a ajuda de uma vara de pescar.

Segundo Everton Frutuoso, amigo de Glesivaldo, ele estava bebendo cerveja e se divertindo na água com ele e outros amigos. Em certo momento, Everton decidiu atravessar a barragem a nado, e Glesivaldo o acompanhou. Mas perdeu o fôlego durante a travessia, mergulhou e não foi mais visto.

“Quando olhei para trás, ele estava quase no meio, já se afogando. ‘Corri’ atrás para tentar salvar. Peguei ainda no braço dele, mas não deu tempo. Ele se afogou, e não vi ele mais”, relatou Everton.

Por volta das 17h45, o corpo dele foi encontrado por José Yuri Monteiro, um marceneiro que estava pescando na barragem quando aconteceu o acidente. Yuri usou sua vara de pescar e uma garateia (um anzol múltiplo, com várias pontas) e conseguiu localizá-lo e puxá-lo para fora da água.

“Eu sabia que tinha uma linha resistente, que conseguiria puxar até 90 quilos, e a vara que poderia lançar a 100 metros. É uma situação muito triste, mas a gente faz o que pode”, comentou Yuri.

A Barragem de Bocaina é um ponto turístico da cidade, e havia muitos banhistas na barragem no momento do acidente.

O Corpo de Bombeiros de Picos foi acionado, e uma equipe de mergulhadores viajou de Teresina até Bocaina para participar das buscas que começariam na manhã de quinta-feira (26). Depois que o corpo foi localizado, os bombeiros então ajudaram a removê-lo da água. Fonte: G1-PB

Piloto morre em queda de avião agrícola em Loreto, no Sul do MA

Piloto morre em queda de avião agrícola em Loreto, no Sul do MA — Foto: Divulgação/ Redes Sociais

Um avião agrícola caiu no início da tarde desta terça-feira (24) enquanto realizava a pulverização em uma lavoura de soja em uma fazenda no município de Loreto, localizado no sul do Maranhão. O piloto Pedro Matthaus Cerqueira de Oliveira, natural de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

De acordo com informações preliminares, a aeronave monomotor estava aplicando defensivos agrícolas quando o acidente ocorreu. Testemunhas relataram que o piloto tentou realizar uma manobra para retornar à área de aplicação, mas a aeronave perdeu potência e caiu em uma região de cerrado.

De acordo com informações preliminares, a aeronave monomotor estava aplicando defensivos agrícolas quando o acidente ocorreu. — Foto: Divulgação/ Redes Sociais

A Polícia Militar do Maranhão (PMMA), com sede em Balsas, foi acionada e enviou uma equipe ao local para coletar informações iniciais e acionar o Serviço Regional de Investigação de Acidentes Aeronáuticos (Seripa), que ficará responsável pela apuração das causas do acidente. Fonte: G1-MA