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Homem preso suspeito de matar três pessoas em acidente no PI pintou o cabelo para fugir, estava embriagado e não se feriu, diz polícia

Delegado Matheus Zanatta com Raimundo Nonato, preso suspeito do crime de trânsito que deixou três mortos em Teresina — Foto: SSP / PI

O suspeito de causar o acidente que resultou na morte de três pessoas na Zona Sul de Teresina foi preso pela Polícia Civil do Piauí nesta segunda-feira (4). De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Piauí, Raimundo Nonato da Conceição Morais, de 40 anos, foi localizado em Caxias, no Maranhão, onde estava escondido na casa de parentes. Ele pintou o cabelo para se disfarçar e fugir.

O delegado Matheus Zanatta informou que o carro envolvido no acidente pertencia a Raimundo Nonato e foi adquirido em São Paulo, onde trabalhava há cerca de 13 anos, como mestre de obras.

“Ele tem ligação em Teresina, Caxias e São João do Sóter. Construía casas de alto padrão, ganhava de 15 a 20 mil em São Paulo. Pegou esse carro em conta por uma casa que fez”, disse.

O delegado contou que o suspeito não tinha intenção de se entregar e não possuía registros anteriores de passagens pela polícia. O homem não sofreu ferimentos durante o acidente graças ao airbag.

Ainda segundo o delegado, testemunhas afirmaram que o homem estava ingerindo bebidas alcoólicas em um bar no bairro Três Andares, próximo ao local do acidente. Raimundo teria consumido um litro de uísque e meio litro de cachaça.

Ainda conforme o delegado, Raimundo pintou o cabelo no domingo (4), após o acidente, para fugir. Durante o depoimento, o suspeito disse que usou o disfarce por medo dos familiares das vítimas. Ele relatou, segundo o delegado, estar arrependido.

O homem deve ser indiciado por homicídio doloso e tentativa de homicídio, já que uma criança de 8 anos e uma adolescente de 16 anos, feridas no acidente, seguem em estado grave.

“Ele assumiu o risco em virtude de ter bebido muito antes do acidente, de ter furado a preferencial e estar em alta velocidade, fato que vai depender da perícia”, afirmou.

 

O suspeito relatou à polícia que pegou uma carona para Caxias, onde ficou escondido até o momento da prisão. De acordo com o delegado, essa informação ainda está sendo confirmada.

Crime de trânsito deixou três mortos

 

A colisão ocorreu na noite da última sexta-feira (1º), no cruzamento das avenidas Gil Martins e Barão de Castelo Branco, no bairro Três Andares, zona Sul de Teresina. O veículo conduzido por Raimundo Nonato atingiu em cheio outro carro, que tinha seis pessoas. Três morreram. As vítimas que morreram no local estavam no mesmo carro. Elas foram identificadas como:

  • Jardyel de Abreu Pessoa, de 40 anos, suplente de vereador de Monsenhor Gil pelo PT;
  • Wesley Moura, de 27 anos, assessor de comunicação da vereadora de Teresina Ana Fidelis (Republicanos);
  • Débora Mavy de Abreu Ramos, sem idade divulgada, sobrinha de Jardyel.

 

O acidente deixou outros três feridos: a esposa de Jardyel Pessoa, a advogada Diana Abreu, uma adolescente de 16 anos, filha do casal, e uma criança de 8 anos, sobrinha do casal. Diana sofreu escoriações e foi liberada após atendimento. Já os menores, seguem hospitalizados no Hospital de Urgência de Teresina.Fonte: G1-PI

Suspeito de importunação sexual em consultório odontológico em João Pessoa é preso

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Norte), localizada no Centro de João Pessoa — Foto: Pedro Hugo/TV Cabo Branco

Um homem suspeito de cometer importunação sexual contra duas dentistas durante atendimento odontológico em João Pessoa foi preso na tarde desta segunda-feira (4). A informação foi confirmada pela Polícia Civil.

Em coletiva de imprensa concedida na tarde desta segunda (4), a Polícia Civil divulgou detalhes da investigação e prisão do suspeito de 38 anos, identificado como Manoel Antônio. O homem teria sido preso no bairro de Gramame, na zona sul de João Pessoa.

O caso ocorreu na última quinta-feira (31), dentro de um consultório e foi registrado por câmeras de segurança do local. No dia seguinte, na sexta-feira (1°), a vítima compareceu à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher da Zona Norte (Deam Norte) e prestou depoimento sobre o ocorrido.

Em depoimento, o suspeito afirmou que o órgão genital dele saiu da roupa sem ele perceber, e que a ligação de vídeo à noite, feita para o telefone da clínica, havia ocorrido de forma acidental, pois, segundo o suspeito, queria ligar para outra pessoa. Segundo a delegada, na chamada de vídeo que aconteceu por volta das 20h, ele estava se masturbando. A dentista que atendeu a chamada de vídeo do suspeito à noite é a proprietária da clínica.

Segundo a delegada Alessandra Kelly, que investiga o caso, no dia da consulta, o suspeito havia ido ao consultório apenas para uma avaliação periódica, e por isso não foi feita ficha. Na hora do atendimento, ele decidiu fazer um procedimento de clareamento dentário.

Além disso, segundo a Polícia Civil, o suspeito deu um nome falso no consultório, o que dificultou a identificação.

A prisão foi decretada como preventiva e o suspeito foi levado para audiência de custódia para analisar a legalidade da prisão. Ainda de acordo com a Polícia Civil, o suspeito já tinha histórico criminal pela prática de crime patrimonial.

Como aconteceu a importunação?

 

De acordo com a delegada Alessandra Kelly, que acompanha o caso, o homem procurou o consultório para realizar um procedimento estético de clareamento dental. De acordo com a delegada, não foi preenchida nenhuma ficha de atendimento com os dados do paciente. No momento do procedimento, estavam apenas a dentista e o homem na sala.

A importunação teria ocorrido ao final do atendimento. Ainda conforme o relato feito à delegada, o homem foi visto com o órgão genital para fora da roupa durante o procedimento por outra dentista, que pediu que ele parasse com o ato.

Paciente é flagrado por câmeras em ato de importunação, em João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco

Na mesma noite, o suspeito fez uma chamada de vídeo para o telefone da clínica. Durante a ligação, ele expôs o órgão sexual novamente. Segundo o relato, a dentista que recebeu a chamada não era a mesma que estava com ele durante o atendimento, mas foi quem registrou o boletim de ocorrência inicial.

A vítima que aparece nas imagens de segurança foi à delegacia apenas no dia seguinte. Ela prestou esclarecimentos sobre o que viu e viveu no consultório.Fonte: G1-PB

Minerais críticos e terras raras podem entrar em negociações com EUA

Brasília (DF), 11/06/2025  - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante audiência pública conjunta,  promovida pelas comissões de Finanças e Tributação e de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados. Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Os minerais críticos e as terras raras podem entrar nas negociações tarifárias com os Estados Unidos, disse nesta segunda-feira (4) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, um acordo sobre os dois temas pode ser assinado com o governo estadunidense.

“Temos minerais críticos e terras raras. Os Estados Unidos não são ricos nesses minerais. Podemos fazer acordos de cooperação para produzir baterias mais eficientes”, disse Haddad em entrevista à BandNews nesta tarde.

Atualmente, os minerais críticos, como lítio e nióbio, são usados para a produção de baterias elétricas e em processadores de inteligência artificial (IA). Desde maio, o governo discute um novo marco regulatório para a IA e datacenters (centros de processamento de dados).

Plano de contingência

Em relação ao plano de contingência para ajudar setores afetados pelo tarifaço do governo Trump, Haddad afirmou que as medidas estão prontas e devem ser anunciadas até quarta-feira (6), data marcada para as tarifas entrarem em vigor. Nesta segunda, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que o plano está concluído e, entre outras medidas, inclui linhas especiais de crédito e ajuda para compras governamentais.

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Novas exceções

Haddad não descartou a possibilidade de outros produtos serem incluídos na lista de exceções dos Estados Unidos até quarta-feira (6). O ministro reiterou que o Brasil continuará negociando e que os termos atuais impostos pelo governo estadunidense são inaceitáveis, mas podem melhorar.

“Creio que alguma coisa [ampliação da lista de exceções] ainda pode acontecer até o dia 6. Pode acontecer, mas estou dizendo que não trabalhamos com data fatídica. Não vamos sair da mesa de negociação até que possamos vislumbrar um acordo, que precisa de interesses em comum. Nesses termos, o Brasil, evidentemente, não vai fazer um acordo, porque não tem o menor sentido na taxação que está sendo imposta ao país”, declarou Haddad.

Um dos possíveis setores beneficiados pode ser o café. Após reunião com Alckmin nesta segunda-feira, o presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Marcio Ferreira, disse haver 50% de chances de o setor ser excluído da tarifa de 50%.Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Escola em tempo integral deve ter jornada mínima de 35 horas semanais

Salvador - 18/07/2025 - colégio estadual Pedro Paulo marques e Marques, em Salvador. Foto: Instituto Natura

Nova resolução do Conselho Nacional de Educação define que a jornada escolar mínima da educação integral deve ser 7 horas diárias ou 35 horas semanais, e deve ser implementada com base nos princípios de equidade, inclusão, diversidade, justiça curricular e gestão democrática.

A norma foi publicada nesta segunda-feira (4), no Diário Oficial da União, na resolução (7/2025) que estabelece as diretrizes para educação em tempo integral na educação básica, composta pelas etapas da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio.

O documento orienta as secretarias de educação de estados e municípios e as escolas públicas e privadas na implantação, no acompanhamento e na avaliação da oferta de jornada escolar em tempo integral.

O Programa Escola em Tempo Integral (ETI) é uma estratégia elaborada para induzir a criação de matrículas em tempo integral em todas as etapas e as modalidades da educação básica.

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A jornada em tempo integral deve priorizar territórios de maior vulnerabilidade socioeconômica e com histórico de exclusão escolar.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o texto aborda aspectos de acesso; permanência; participação e condições de aprendizagem; desenvolvimento integral; diversidade étnico-racial e sociocultural; gestão dos sistemas de ensino e das instituições de ensino.

Trata, ainda, da organização curricular, de práticas pedagógicas, gestão democrática e formação de profissionais da educação na perspectiva da educação integral.

Normas

Além da determinação do número de horas que o estudante vai estar no colégio, a resolução também estabelece que o tempo dedicado à alimentação, higiene e socialização integra o processo educativo e deve ser acompanhado por profissionais qualificados.

E igualmente, os tempos de descanso dos estudantes, deslocamento interno, acolhimento e transição entre atividades devem ser planejados como parte da rotina escolar, respeitando os direitos de aprendizagem e desenvolvimento dos estudantes, especialmente dos bebês e das crianças pequenas.

Escolas

As escolas do sistema de ensino poderão ser exclusivas de tempo integral, onde todas as turmas e matrículas têm jornada ampliada; ou as escolas podem ser mistas, com parte das turmas com jornada ampliada e a outra tem jornada parcial.

Para assegurar a implementação da educação em tempo integral, as secretarias de educação e as escolas deverão observar as orientações específicas desta resolução considerando seis estratégicas:

  • acesso e permanência com equidade: sistemas de ensino e escolas devem garantir o acesso e a permanência de todos os estudantes com respeito à diversidade, especialmente dos mais vulneráveis, por meio de ações de busca ativa, prevenção ao combate ao abandono e evasão escolar;
  • gestão da política de educação integral em tempo integral: a gestão deve ser democrática e participativa. As redes de educação precisam garantir escuta qualificada da comunidade escolar para identificar demandas, avaliar e fortalecer a participação no planejamento da política.
  • articulação intersetorial e integração com os territórios e as comunidades:  devem ser coordenadas ações para a busca ativa e atendimento integrado das políticas sociais, aos estudantes de sua unidade; e implementar parcerias com organizações da sociedade civil e coletivos comunitários que atuem no território escolar,
  • currículo, práticas pedagógicas e avaliação da aprendizagem e do desenvolvimento: o currículo deve ser integrado, superando a lógica de turno e contraturno. A escola deve também acompanhar a frequência escolar e assegurar a participação efetiva dos estudantes em todas as atividades ofertadas na educação integral em tempo integral dos estudantes.
  • valorização e desenvolvimento de educadores:  as redes de ensino devem assegurar a quantidade, a destinação e a jornada de trabalho adequadas dos profissionais de educação, compatíveis com os objetivos da educação integral. As escolas devem coordenar processos de formação continuada dos professores.
  • monitoramento e avaliação: sistemas de ensino e escolas devem monitorar e avaliar a política continuamente, assegurar a participação dos profissionais de educação e das comunidades escolares em todas as suas etapas e, por fim, disponibilizar os resultados da avaliação às unidades escolares da rede de ensino, de forma sistematizada.

O prazo para que as secretarias de educação de estados e municípios atualizem ou criem suas próprias regras, por meio de legislação local, voltada à educação integral em tempo integral é de até 180 dias.Fonte: Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

Governo Trump condena prisão domiciliar de Bolsonaro e faz críticas a Alexandre de Moraes

Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado dos Estados Unidos criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por determinar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira (4).

Em uma publicação na rede social X, o órgão do governo do presidente Donald Trump afirmou que Moraes é um “violador de direitos humanos” que usa as instituições brasileiras para “silenciar a oposição e ameaçar a democracia”.

“Impor ainda mais restrições à capacidade de Jair Bolsonaro de se defender publicamente não é um serviço público. Deixem Bolsonaro falar!”, diz o post.

A publicação também traz uma ameaça a outras autoridades que se envolverem e apoiarem a decisão.

“Os Estados Unidos condenam a ordem de Moraes que impôs prisão domiciliar a Bolsonaro e responsabilizarão todos aqueles que colaborarem ou facilitarem condutas sancionadas.”
O post foi feito em duas versões: uma em inglês e outra em português. A Embaixada dos EUA no Brasil republicou o texto.

As críticas do governo dos Estados Unidos a Moraes ocorrem após o ministro ter sido incluído na lista de sanções da Lei Magnitsky. A legislação americana permite punir estrangeiros acusados de violações graves de direitos humanos ou corrupção em larga escala.

A medida determinou que Moraes tenha bens bloqueados nos EUA, fique proibido de entrar no país e seja a ser alvo de restrições. Empresas e cidadãos americanos também estão impedidos de fazer transações com ele.

Segundo especialistas, a Magnitsky é considerada uma espécie de “pena de morte financeira”. Quem descumprir as sanções — inclusive empresas ou indivíduos nos EUA — também pode ser punido.

Prisão domiciliar

Nesta segunda-feira, Moraes determinou a prisão domiciliar de Bolsonaro, proibiu visitas e mandou apreender celulares na casa do ex-presidente. A Polícia Federal fez buscas na residência e recolheu um aparelho.

Moraes tinha determinado medidas cautelares a Bolsonaro no dia 18 de julho, por indícios de que o ex-presidente estava obstruindo o processo no qual é réu por tentativa de golpe de Estado.

Dentre essas medidas estavam, por exemplo, o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de sair de casa à noite e nos fins de semana. Ele também estava proibido de veicular conteúdo nas redes e de usar redes de terceiros para esse fim.

Na decisão, Moraes afirma que Bolsonaro utilizou redes sociais de aliados – incluindo seus três filhos parlamentares – para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”.

Uma dessas postagens foi feita no domingo (3) na conta do filho e senador, Flávio Bolsonaro, para repercutir atos a favor de Bolsonaro em cidades do país.

“O flagrante desrespeito às medidas cautelares foi tão óbvio que, repita-se, o próprio filho do réu, o senador Flávio Nantes Bolsonaro, decidiu remover a postagem realizada em seu perfil, na rede social Instagram, com a finalidade de omitir a transgressão legal”, escreveu Moraes.

Segundo o ministro, as medidas cautelares em vigor foram desrespeitadas “mesmo com a imposição anterior de restrições menos severas”, como a proibição de uso das redes sociais e de contato com outros investigados.

A defesa de Bolsonaro contesta o argumento do ministro e diz que o ex-presidente obedeceu todas as determinações do ministro.

“A defesa foi surpreendida com a decretação de prisão domiciliar, tendo em vista que o ex-presidente Jair Bolsonaro não descumpriu qualquer medida”, escreveram os advogados.

Fonte: G1

PT defende reforma política com voto em lista, diz Edinho Silva

O novo presidente do PT (Partido dos Trbaalhadores), Edinho Silva, disse, neste domingo (3.ago.2025), que a sigla defende o voto em lista no Brasil. Em seu discurso de posse, durante o encontro nacional do PT, declarou ser preciso reparar o esvaziamento do presidencialismo. “Nós queremos reestabelecer os poderes constitucionais do presidencialismo. O Congresso não pode executar R$ 52 bi e nós acharmos que isso é normal. O Congresso não pode se apropriar de atribuições do Executivo. Nós temos que fazer uma reforma política eleitoral”, afirmou.

Claro! Aqui estão os textos copiados conforme solicitado:

Segundo ele, é preciso enfrentar o debate da reforma política-eleitoral. Edinho afirmou ainda que o esvaziamento do presidencialismo começou com Michel Temer e Jair Bolsonaro. Por isso, para ele, a solução seria o voto em lista.

“O PT tem que voltar a defender o voto em lista. Porque é mais fácil debater um projeto de país com 4, 5 ou 6 partidos do que permitir que uma agenda nacional seja sucumbida diante do varejo e dos interesses pessoais que permeiam o Congresso Nacional”.

Praticamente a totalidade dos países que adotam o sistema proporcional têm a lista fechada. A Alemanha é um desses países. Como são Portugal, Espanha, Itália e tantos outros.

Na lista fechada, os partidos é que definem os candidatos que ficarão nas primeiras posições na lista, isto é, os que terão mais chances de serem eleitos.

Quem argumenta contra a lista aberta, modelo vigente no Brasil para eleições proporcionais, como para a Câmara dos Deputados, dizem que o modelo aumenta o número de candidatos tornando a campanha muito cara e colocando pressão nos políticos para que sejam criados muitos cargos comissionados.

Assista ao 3º e última dia do encontro do PT:

Fonte: Poder360

Moraes diz que Justiça é cega, mas não é tola

O presidente do TSE, Alexandre de Moraes, durante cerimônia de posse do diretor-geral da PF, na sede da corporação, em Brasília.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reafirmou nesta segunda-feira (4) que a “Justiça é cega, mas não é tola”.

A frase foi usada pelo ministro para fundamentar a decisão que decretou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Conforme tenho afirmado reiteradamente, a Justiça é cega, mas não é tola. A Justiça não permitirá que um réu a faça de tola, achando que ficará impune por ter poder político e econômico”, afirmou.

Moraes também reforçou que Bolsonaro descumpriu a medida cautelar que o impedia de usar redes sociais. 

“A Justiça é igual para todos. O réu que descumpre deliberadamente as medidas cautelares – pela segunda vez-  deve sofrer as consequências legais”, completou.

No mês passado, Moraes determinou diversas medidas cautelares contra Bolsonaro, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica e restrição ao uso de redes sociais, incluindo perfis de terceiros.

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Na decisão proferida hoje, o ministro destacou que Flávio Bolsonaro e outros dois filhos do ex-presidente, Carlos e Eduardo, publicaram em suas redes sociais postagens de agradecimento de Bolsonaro aos apoiadores que compareceram aos atos realizados ontem (3). Dessa forma, segundo Moraes, houve descumprimento das restrições determinadas anteriormente.

As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, é investigado pela sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo. Em março deste ano, Eduardo pediu licença do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos, sob a alegação de perseguição política.

Nesse processo, o ex-presidente é investigado por mandar recursos, via Pix, para bancar a estadia de seu filho no exterior. Bolsonaro também é réu na ação penal da trama golpista no Supremo. O julgamento deve ocorrer em setembro.Fonte: André Richter – Repórter da Agência Brasil

Moraes diz que Bolsonaro ignora e desrespeita o Supremo

Brasília (DF), 26/03/2025  - Ex-presidente Jair Bolsonaro durante declaração a imprensa após virar Réu no STF. Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta segunda-feira (4) que o ex-presidente Jair Bolsonaro continua “ignorando e desrespeitando” a Suprema Corte.

A conclusão do ministro está na decisão (acesse aqui a íntegra do documento) na qual determinou a prisão domiciliar de Bolsonaro pelo descumprimento da medida cautelar que o impede de usar as redes sociais, inclusive, por intermédio de terceiros, durante os atos de apoio realizados neste domingo (3) em todo o país.

“Ignorando e desrespeitando o Supremo Tribunal Federal (STF), o réu reiterou sua conduta delitiva, diversas vezes, tanto na produção de imagens, quanto nas ligações de áudio e vídeo, como também na divulgação maciça de seu apoio, via divulgação de suas imagens nas redes sociais, em relação às medidas coercitivas, com o claro intuito de obstrução de Justiça”, afirmou.

Para o ministro, o descumprimento da cautelar justifica a decretação de prisão domiciliar.

“As condutas de Jair Messias Bolsonaro desrespeitando, deliberadamente, as decisões proferidas por esta Suprema Corte, demonstram a necessidade e adequação de medidas mais gravosas de modo a evitar a contínua reiteração delitiva do réu, mesmo com a imposição de medidas cautelares diversas de prisão”, completou.

Entenda

No mês passado, Moraes determinou diversas medidas cautelares contra Bolsonaro, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica e restrição ao uso de redes sociais, incluindo perfis de terceiros.

Na decisão proferida hoje, o ministro destacou que Flávio Bolsonaro e outros dois filhos do ex-presidente, Carlos e Eduardo, publicaram em suas redes sociais postagens de agradecimento de Bolsonaro aos apoiadores que compareceram aos atos realizados ontem (3). Dessa forma, segundo Moraes, houve descumprimento das restrições determinadas anteriormente.

As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PL de São Paulo, é investigado pela sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo. Em março deste ano, Eduardo pediu licença do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos, sob a alegação de perseguição política.

Nesse processo, o ex-presidente é investigado por mandar recursos, via Pix, para bancar a estadia de seu filho no exterior. Bolsonaro também é réu na ação penal da trama golpista no Supremo. O julgamento deve ocorrer em setembro.Fonte: André Richter – Repórter da Agência Brasil

Defesa de Bolsonaro diz que foi surpreendida com prisão domiciliar

Brasília (DF), 26/03/2025  - Ex-presidente Jair Bolsonaro durante declaração a imprensa após virar Réu no STF. Foto: Lula Marques/Agência Brasil

A defesa de Jair Bolsonaro declarou nesta segunda-feira (4) que foi surpreendida com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que decretou a prisão domiciliar do ex-presidente.

Segundo os advogados, Bolsonaro não descumpriu a medida cautelar que o proíbe de usar as redes sociais, incluindo perfis de terceiros.

“A defesa foi surpreendida com a decretação de prisão domiciliar, tendo em vista que o ex-presidente Jair Bolsonaro não descumpriu qualquer medida”, afirmou a defesa.

Os advogados também disseram que vão recorrer da decisão.

“A frase ‘Boa tarde, Copacabana. Boa tarde meu Brasil. Um abraço a todos. É pela nossa liberdade. Estamos juntos’ não pode ser compreendida como descumprimento de medida cautelar, nem como ato criminoso”, alegam os advogados.

Entenda

No mês passado, Moraes determinou diversas medidas cautelares contra Bolsonaro, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica e restrição ao uso de redes sociais, incluindo perfis de terceiros.

Na decisão proferida hoje, o ministro destacou que Flávio Bolsonaro e outros dois filhos do ex-presidente, Carlos e Eduardo, publicaram em suas redes sociais postagens de agradecimento de Bolsonaro aos apoiadores que compareceram aos atos realizados ontem (3).

Dessa forma, segundo Moraes, houve descumprimento das restrições determinadas anteriormente.

As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, é investigado pela sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo.

Em março deste ano, Eduardo pediu licença do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos, sob a alegação de perseguição política.

Nesse processo, o ex-presidente é investigado por mandar recursos, via pix, para bancar a estadia de seu filho no exterior. Bolsonaro também é réu na ação penal da trama golpista no Supremo.

O julgamento deve ocorrer em setembro.Fonte: André Richter – Repórter da Agência Brasil

Moraes decreta prisão domiciliar de Bolsonaro

Brasília (DF) 01/08/2025 - Ministro Alexandre de Moraes durante sessão de abertura do segundo semestre judiciário no Supremo Tribunal Federal (STF).  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou nesta segunda-feira (4) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Moraes também determinou a realização de busca e apreensão na casa do ex-presidente, em Brasília. O ministro também estabeleceu novas medidas contra Bolsonaro. Dessa forma, o ex-presidente está proibido de receber visitas, exceto dos advogados. Além disso, ele está proibido de usar celulares, inclusive de terceiros.

A medida foi determinada após o descumprimento da medida cautelar que impedia o ex-presidente de usar as redes sociais de terceiros.

Ontem (3), durante os atos de apoio realizados em todo o país, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou um vídeo em suas redes sociais com a manifestação do ex-presidente.

No mês passado, Moraes determinou diversas medidas cautelares contra Bolsonaro, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica e restrição ao uso de redes sociais, incluindo perfis de terceiros.

Em sua decisão (acesse aqui a íntegra do documento), o ministro destacou que Flávio Bolsonaro e outros dois filhos do ex-presidente, Carlos e Eduardo, publicaram em suas redes sociais postagens de agradecimento de Bolsonaro aos apoiadores que compareceram aos atos realizados ontem. Dessa forma, segundo Moraes, houve descumprimento das restrições determinadas anteriormente.

“Não há dúvidas de que houve o descumprimento da medida cautelar imposta a Jair Bolsonaro, pois o réu produziu material para publicação nas redes sociais de seus três filhos e de todos os seus seguidores e apoiadores políticos, com claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e apoio, ostensivo, à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”, afirmou.

As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, é investigado pela sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo. Em março deste ano, Eduardo pediu licença do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos, sob a alegação de perseguição política.

Nesse processo, o ex-presidente é investigado por mandar recursos, via pix, para bancar a estadia de seu filho no exterior. Bolsonaro também é réu na ação penal da trama golpista no Supremo. O julgamento deve ocorrer em setembro.Fonte: André Richter – Repórter da Agência Brasil