Blog do Walison - Em Tempo Real

Secretário da Juventude de Codó Pastor Carlos Parabeniza Codó pelos seus 120 Anos.

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Quero nesse momento, externar minha alegria, minha gratidão a Deus e minha satisfação por mais um ano em que completa a minha querida cidade de Codó. Como representante da Igreja Batista Shsl, na condição de Pastor constituído por Deus e pelo povo, sinto-me honrado em fazer parte dessa história. História de Lutas, conquistas e Vitórias.

Quero dizer a todos os moradores dessa terra amada, que todos nós, também fazem parte das lutas, conquistas e vitórias até aqui alcançadas. Saibam que sem a participação da sociedade, e sem as bênçãos de nosso Deus, nada teríamos feito.
Portanto, quero parabenizá-los também, pela participação em toda história da cidade. Das crianças aos idosos, sem exceção.Parabéns a minha belíssima cidade de acodó pelo seu 120° aniversário. Parabéns a todas as famílias Codoenses que fazem desta cidade, destaque no cenário regional.Que o Senhor Jesus, possa continuar abençoando a ti e aos teus amados habitantes.

PARABÉNS, QUERIDA CODÓ!

Sessão de Votação do Impeachment não Deve ser Alterada pelo Supremo Tribunal Federal Fed

Com os partidos abandonando a base aliada e a pressão cada vez maior pelo impeachment, o governo decidiu recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) para barrar o avanço do processo na Câmara, mas acabou derrotado na tentativa de adiar a sessão e alterar o rito de votação.

Por 8 votos, o STF rejeitou o pedido da AGU (Advocacia-Geral da União) e de deputados do PT para suspender a votação do processo, marcada para domingo (17).

O governo alegava que a sessão não deveria ser realizada porque o relatório da comissão especial da Câmara que discutiu o afastamento da petista e recomenda o recebimento da denúncia por crime de responsabilidade teria ultrapassada o teor das acusações, citando questões estranhas, como delação da Lava Jato, e, portanto, ferindo o amplo direito de defesa.

Os ministros entenderam, no entanto, que cabe plenário da Câmara analisar a denúncia original e não o relatório da comissão. Portanto, os deputados devem avaliar suspeitas de crime de responsabilidade, relacionados às chamadas pedaladas fiscais e aos decretos que ampliaram os gastos federais em R$ 3 bilhões, sem considerar Lava Jato.

Outro argumento é que o Supremo conferiu maior poder ao Senado, que decidirá se abre ou não o processo e se a presidente será afastada, quando poderá ser feita a ampla defesa de Dilma.

Para os ministros, não houve irregularidade na fase inicial do processo. Votaram para negar a liminar (decisão provisória) para cancelar a sessão: os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

Relator do caso, Fachin defendeu que a denúncia original é que vai ser analisada pelo plenário da Câmara e não exatamente o relatório da comissão especial, que é questionado pelo Supremo.

“No que diz respeito a imputações do teor da denúncia como originalmente chegou é o mesmo teor inicial. Não se sustenta inviabilização da defesa inadequada. Tendo como baliza o voto majoritário [na fixação do rito do impeachment em dezembro], não constato vícios alegados e não há que se falar em nulidade do parecer”,

“Para não se transformar alegações de nulidade em fetichismo, que se demonstre o efetivo prejuízo no cerceamento de defesa. Não vi demonstração de prejuízo efeitvo por eventuais inconsistências”, afirmou Teori Zavascki.

Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo, divergiram da maioria. Marco Aurélio propôs a concessão de uma liminar para estabelecer que a Câmara só possa analisar a denúncia original sobre as questões fiscais.

O presidente do STF afirmou que houve claro cerceamento de defesa e votou por uma liminar para retirar do parecer temas estranhos à denúncia original.

ORDEM DA VOTAÇÃO

Numa sessão longa de mais de seis horas e marcada às pressas, o STF também validou uma norma do regimento interno da Câmara utilizada por Cunha que prevê a votação do processo de impeachment de Dilma começando por deputados do Norte para o Sul, de forma intercalada.

Ficou estabelecido ainda que a chamada dos parlamentares será feita pela bancada de cada Estado, alternando uma do Norte e uma do Sul.

A metodologia de votação que foi decidida por Cunha num primeiro momento acabou alterada, após a questão chegar ao Supremo.

A ordem da votação importa porque o placar parcial no domingo pode representar uma pressão de última hora sobre os ainda indecisos.

Para os governistas, o modelo adotado por Cunha tem por objetivo criar uma “onda” favorável ao impeachment durante o início da votação, já que, pelo sistema proposto pelo peemedebista, a maioria dos parlamentares que votarão primeiro tendem a ser contrários ao governo. O governo preferia ordem alfabética ou chamada individual, sendo um do Norte e um do Sul.

AÇÕES

A discussão sobre o impeachment chegou ao STF por ações apresentadas pela AGU e deputados governistas, sendo que a principal delas pede a suspensão do processo de impeachment.

Horas após receber os processos, o Supremo cancelou a sessão da tarde, quando os ministros foram para os gabinetes estudar o caso, e decidiu-se realizar uma sessão extra para analisar cinco recursos.

O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, argumenta que a Comissão Especial que aprovou a abertura do processo levou em consideração temas que não têm relação com a denúncia, como delação do senador Delcídio Amaral (ex-PT-MS) na Lava Jato.

“A ampliação do objeto (da denúncia) fere de morte esse processo. De quais os fatos está sendo acusada a presidente? Só os da denúncia? Nós defendemos. Se são outros, está se discutindo fatos para os quais não fui chamado a defender”, explicou Cardozo.

A AGU sustenta que o colegiado formado pelos deputados tinha de se debruçar apenas sobre as suspeitas de crime de responsabilidade, relacionados às chamadas pedaladas fiscais e aos decretos que ampliaram os gastos federais em R$ 3 bilhões. Essa questão não havia sido analisada pelo tribunal até a conclusão desta edição.

Entre os auxiliares da presidente Dilma havia uma dúvida se valeria a pena entrar com as ações antes da votação do impeachment já que uma resposta negativa do STF aos pedidos pode ter influência no domingo.

Ao rejeitar dois mandados de segurança e um pedido de liminar que tratavam da votação do impeachment, parte dos ministros atacou a judicialização e a interferência no Legislativo.

“Não vamos agora ditar regras como deve se comportar o parlamentar. Como deve ser a norma regimental. Isso representa antítese à cláusula pétrea dos Poderes”, disse o ministro Luiz Fux.

Para Gilmar Mendes, “a titular do cargo não tem mais condições de ser presidente. (…) Para jogador ruim, até as pernas atrapalham”.

Outros ministros defenderam que, devido à gravidade do caso, o STF tem que interferir. O presidente do Supremo fez um discurso duro sobre o papel da corte no impeachment. Ele frisou que, apesar de não serem eleitos, os integrantes da STF têm legitimidade para “rever” atos dos outros poderes da República.

Ele acrescentou ainda mesmo atos políticos, como um processo de impeachment, pode ser revisado pelo Judiciário.

“Embora não tenham sido eleitos pelo povo, juízes têm legitimidade nacional. Como juiz da Suprema Corte, tenho legitimidade, sim para rever atos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário”, afirmou o presidente do STF.

Ao longo do julgamento, Lewandowski fez várias interferências nos votos dos colegas e também defendeu espaço para que Cardozo pudesse se manifestar na sessão, o que acabou rejeitado pelo plenário.

MUDANÇA

Cunha definiu que a votação do impeachment seguiria a ordem Norte-Sul, alternada por Estados, mas deixou a região Nordeste, onde Dilma Rousseff tem mais apoio, por último.

Pela nova ordem, o primeiro Estado a votar será Roraima, seguido do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Dentro dos Estados, a ordem de votação dos deputados será a alfabética.

Quando se esgotarem os três Estados do Sul, Cunha pretende seguir alternando os Estados do Norte com os do Centro-Oeste, e depois com os do Sudeste. Os Estados do Nordeste entrariam por último.

Congresso Brasileiro Aprova a Liberação a Pílula do Câncer

A presidente Dilma Rousseff sancionou, sem vetos, a lei que autoriza pacientes com câncer a usarem afosfoetanolamina sintética antes de seu registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (14). A norma originou-se do Projeto de Lei da Câmara 3/2016, que foi aprovado no Senado no final de março.

Pelo texto, o paciente deve apresentar laudo médico que comprove o diagnóstico de câncer e assinar termo de consentimento e responsabilidade. O uso da substância é definido como de relevância pública.

A lei autoriza a produção, importação, prescrição, posse ou uso da substância independentemente de registro sanitário, em caráter excepcional, enquanto estiverem em curso estudos clínicos acerca do produto. Para produzir, importar, prescrever e distribuir a substância, os agentes precisam ser regularmente autorizados e licenciados pela autoridade sanitária competente.

Utilização

Conhecida como “pílula do câncer”, a fosfoetanolamina é uma substância que imita um composto que existe no organismo, identificando as células doentes e permitindo que o sistema imunológico as reconheça e as remova. Pesquisas sobre o medicamento vêm sendo feitas pelo Instituto de Química de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), há cerca de 20 anos. O órgão fazia sua distribuição de forma gratuita.

Em 2014, a droga parou de ser entregue, depois de uma portaria da USP determinar que substâncias experimentais deveriam ter todos os registros antes de serem liberadas à população. Sem a licença, pacientes passaram a conseguir a liberação na Justiça, por meio de liminares. Em razão da polêmica, os Ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia decidiram financiar estudos para avaliar a segurança e a eficácia do composto.

Fonte: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Senador Roberto Rocha será Presenteado com o Título de Cidadão Codoense

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O senador Roberto Rocha (PSB-MA) receberá neste sábado, às 15h, o título de Cidadão Codoense, concedido pela Câmara Municipal de Codó, pelos trabalhos já realizados em favor do município.

A solenidade, que será realizada na sede da Câmara Municipal de Codó, faz parte das festividades de aniversário de 120 anos da cidade, comemorado em 16 de abril.

Como senador, Roberto Rocha assegurou, por meio de emendas ao Orçamento Geral da União de 2016, R$ 2 milhões para aquisição de equipamentos e ampliação da Maternidade de Codó. Também garantiu, junto ao Ministério da Saúde, R$ 2 milhões para aquisição de equipamentos e ampliação do Hospital Geral.

Como deputado federal, Roberto Rocha destinou para a Universidade Federal do Maranhão, Campus de Codó, recursos no valor de R$ 2 milhões para expansão do ensino superior (campo digital). Ainda na Câmara dos Deputados conseguiu alocar por meio do Orçamento da União, R$ 990 mil para a construção de estradas vicinais e R$ 675 mil para pavimentação de vias urbanas da cidade.

Por Celina Mendes

Ramyria Santiago Faz Balanço Positivo da Reunião com a Deputada Valéria Macedo

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Quem esteve na capital do estado ontem foi a pré – candidata a vereadora Ramyria Santiago, onde na oportunidade participou de uma importante reunião política com a Deputada Estadual Valéria Macedo.

A jovem jornalista Ramyria Santiago classificou o encontro como extremamente positivo uma vez que pôde discutir alguns assuntos pertinentes ao bem estar da sociedade codoense como um todo, durante toda a conversa a jornalista Ramyria Santiago fez questão de enfatizar o seu amor pela população codoense bem como a sua grande vontade de ver Codó ser impulsionada por um crescimento sócio, político e cultural que a eleve a categoria de cidade industrializada em alto nível.

Ainda de acordo com a jornalista codoense Ramyria Santiago a Deputada Valéria Macedo demonstrou interesse em lutar para solucionar alguns problemas existentes em Codó, tendo ratificado seu total apoio a iniciativas que buscam  um maior equilíbrio social como é o caso das ideias apresentadas pela jovem Ramyria Santiago.

Codó será Palco do Campeonato Brasileiro de Handebol Categoria Júnior no Mês de Maio

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A cidade de Codó estará em festa no mês de maio em virtude de está sendo a primeira cidade do interior do Brasil a sediar um campeonato brasileiro de handebol, evento que só ocorre nas capitais de estados e graças a força de vontade e incentivo da Secretaria da Juventude estará sendo realizado em Codó.

O grandioso e inédito campeonato brasileiro de handebol na categoria júnior acontecerá em Codó dos dias 03  à 09  de maio, todos os jogos estarão acontecendo no Ginásio Carlos Fernando.

Com essa competição a cidade de Codó entrará para os anais da história como a primeira cidade do interior do Brasil a trazer um evento de tamanha magnitude e envergadura social, evento realizado apenas  nas principais capitais do país.

Em conversa com o Secretário de Juventude da Cidade de Codó Pastor Carlos, pudemos entender qual a real finalidade de trazer uma competição como essa para a cidade de Codó, Pastor Carlos enfatizou a importância da inserção dos jovens em meio a todas as modalidades esportivas como forma de resgate social e de alternativas de mudar de vida, passando a entender que existem inúmeras outras formas de trilhar um caminho de sucesso na vida, seja ela no esporte, nos meios educativos, desviando a atenção dessa juventude apenas para aquilo que realmente vale a pena.

Nossa missão é a de levar conhecimento, saúde e a palavra de Deus para a juventude codoense, fazer com que nossos jovens se sintam valorizados e respeitados, dar oportunidade aos mesmos de decidir caminhos do bem para suas vidas, daqui para frente estaremos desenvolvendo projetos sócio educativos que envolvam não somente a juventude que representa a mossa esperança, mais acima de tudo envolver a sociedade como um todo.

 

Acusado em Assassinato do Jornalista Décio de Sá é Condenado a 18 Anos e Três Meses de Reclusão

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Marcos Bruno Silva de Oliveira foi julgado e condenado a 18 anos e três meses de reclusão nessa quarta-feira (13), no Fórum Desembargador Sarney Costa, em São Luís. Ele é acusado por envolvimento no assassinato do jornalista Décio Sá, ocorrido em abril de 2012 na capital. Marcos Bruno Silva de Oliveira é apontado como o motociclista que deu fuga a Jhonathan de Sousa Silva, assassino confesso do jornalista.

O objetivo do advogado de Marcos Bruno, Pedro Jarbas, no julgamento desta quarta-feira foi continuar sustentando a tese de que ele não participou do assassinato do jornalista Décio Sá. “A prova é débil. A prova é frágil e é exatamente em cima disso que nós estamos sustentando a tese da negativa de autoria que não cabe outra tese. Nós estamos negando que ele participou que ele estava lá, que a testemunhas não o reconheceram”, explicou.

Para o promotor de Justiça Benedito Coroba, esta argumentação da defesa não justificou uma mudança na sentença anterior que no ano de 2014 que condenou a 18 anos e três meses de reclusão Marcos Bruno Silva de Oliveira. “O próprio Marcos Bruno chegou a confessar isso em depoimento seu e nós temos uma prova técnica que foi realmente exibida no júri passado em que demonstra que o Marcos Bruno no dia do crime estava nas imediações do crime”, finalizou.

O jornalista Décio Sá foi assassinado com seis tiros no dia 23 de abril de 2012, em um bar na Avenida Litorânea, em São Luís. Doze pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público do Maranhão, por envolvimento no crime e formação de quadrilha. Entre elas, o assassino Jhonathan de Sousa Silva, que cumpre pena de 27 anos de prisão no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, na capital.

Também está preso em Pedrinhas Gláucio Alencar que foi denunciado como líder da quadrilha. Além dele está ainda o seu pai José de Alencar Miranda que foi denunciado como responsável pelas cobranças no esquema de agiotagem. José de Alencar está recluso em regime domiciliar em virtude de problemas de saúde. G1

Enquanto Lobão Afirma não Ter Nenhum Posicionamento sobre o Impeachment, João Alberto Diz ser a Favor do Governo

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Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que já há 42 senadores favoráveis à abertura de processo por crime de responsabilidade contra a presidente Dilma Rousseff e 17 os que se declararam contrários. Dez parlamentares se disseram indecisos, 8 não quiseram responder e 4 não foram encontrados. Para que o processo seja admitido e aberto no Senado, são necessários 41 votos.
Com a abertura do processo – que será votado se a Câmara aprovar o relatório de Jovair Arantes (PTB-GO) -, Dilma seria afastada até ser julgada pelo Senado e o vice Michel Temer exerceria a Presidência provisoriamente.
Entre os senadores que se declararam indecisos há surpresas como Walter Pinheiro (BA), recém-saído do PT. Há três peemedebistas que disseram não ter posição: o ex-ministro Edison Lobão (MA), que é investigado na Lava Jato, e os paraibanos José Maranhão e Raimundo Lira. Cristóvão Buarque (PPS-DF) e João Capiberibe (PSB-AP) também estão indecisos. Ambos pertencem a partidos pró-impeachment.
Fernando Collor (PTC-AL) e Jader Barbalho (PMDB-PA) não quiseram responder. O peemedebista é pai do ministro Helder Barbalho, que permanece no comando da pasta de Portos. Jader havia se declarado na semana passada contrário ao afastamento.
Delator na Lava Jato e acusado de corrupção, o ex-petista Delcídio Amaral (MS) disse que votará pelo impeachment. Outra ex-petista pró-afastamento é Marta Suplicy (SP). Dois peemedebistas anunciaram voto a favor de Dilma e contra Temer chegar à Presidência: Roberto Requião (PR) e João Alberto (MA).