Blog do Walison - Em Tempo Real

Colisão em ponte deixa fisioterapeuta ferida e provoca congestionamento em Teresina

Uma colisão envolvendo uma carreta, um caminhão e um carro na Ponte Presidente Médici, conhecida como Ponte do Tancredo Neves, deixou uma fisioterapeuta de 32 anos ferida e provocou congestionamento na tarde desta quarta-feira (12). Os dois lados da via, que liga as Zonas Sul e Sudeste de Teresina, ficou parcialmente interditado.

De acordo com testemunhas, a motorista tentava fazer uma ultrapassagem quando atingiu um caminhão. Com a batida, ela perdeu o controle do carro e atingiu a carreta.

O inspetor Hélio Cipriano, da PRF, estava no local e disse que, após os levantamentos, será possível saber com precisão causou o acidente. “O que se sabe é que houve uma colisão envolvendo três veículos, dois de grande porte e um automóvel. A condutora do automóvel teve algumas lesões e foi conduzida para o atendimento médico”, citou ao g1.

O pai da vítima, Edivan Barbosa, chegou ao local alguns instantes após o acidente. Ele disse ela estava a caminho do trabalho, no bairro Dirceu Arcoverde. Ela teve um corte na testa e foi atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

“Eu sei que ela se feriu sem muita gravidade, e foi socorrida com a viatura do Samu para o hospital. O companheiro dela chegou para prestar socorro depois, ela estava sozinha”, falou ao g1.

 

O Corpo de Bombeiros e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) também atenderam a ocorrência. Por volta das 16h, a via foi parcialmente liberada.

Fonte: G1-PI

Derrite quer mudança na condução de audiências de custódia

Relator do chamado Projeto Antifacção, o deputado federal Guilherme Derrite (PL-SP) defendeu mudanças na forma como são conduzidas as audiências de custódia – ato processual que garante que toda pessoa presa em flagrante ou por força de um mandado judicial seja ouvida por um juiz em, no máximo, 24 horas.

No passado, o ex-secretário de Segurança já dizia ser favorável a restringir os casos em que o detento tem direito a passar por audiência de custódia, mas não de extingui-la.

“Recebi uma sugestão que, provavelmente, vai se tornar uma emenda, para alterar a questão da audiência de custódia.”

O relator participou, na manhã desta quarta-feira (12), de sessão solene no Congresso Nacional, em Brasília, que homenageou os quatro policiais mortos durante a Operação Contenção, deflagrada no último dia 28, nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.

Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 

Policial militar desde 2003, Derrite já criticou as audiências de custódia em diversas ocasiões, inclusive quando respondia pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo – função que deixou na semana passada a fim de reassumir, temporariamente, o mandato parlamentar e, assim, assumir a relatoria de outro projeto de lei que já tramitava na Câmara dos Deputados e que, entre outras coisas, propunha equiparar facções criminosas a organizações terroristas.

“Eu tinha sido designado para voltar para a Câmara para relatar um projeto antiterrorismo do deputado federal Danilo Forte (União-CE), mas após a Operação Contenção, o governo federal encaminhou outro projeto, às pressas, e o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, me designou para ser o relator e juntar o que havia de bom em cada um dos dois projetos.”

Em apenas cinco dias, Derrite apresentou três textos alternativos ao projeto que o governo federal encaminhou ao Congresso Nacional e que, agora, está sendo chamado de “marco legal do combate ao crime organizado”.

A última mudança foi anunciada na noite de terça-feira (10), mantendo as atribuições e autonomia da Polícia Federal (PF) e não equiparando facções criminosas como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) a grupos terroristas.

“Também estamos entregando penas mais duras, de no mínimo 20 anos, que podem chegar a 40 anos, com aumento de 2/3 se os crimes forem cometidos contra agentes de segurança pública. E mais do que imputar uma pena que pode chegar a 60 anos de prisão, condenados terão que cumprir 85% da pena em regime fechado. Este é o paradigma que muda a segurança pública no país.”Fonte: Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

Governadores de oposição pedem mais 1 mês para discutir PL Antifacção

Os governadores Claudio Castro (Rio de Janeiro), Jorginho Mello (Santa Catarina), Ronaldo Caiado (Goiás) e a vice-governadora Celina Leão (Distrito Federal), que fazem oposição ao Executivo Federal, pediram, nesta quarta (12), ao presidente da Câmara, Hugo Motta, pelo menos mais um mês de discussões do Projeto de Lei Antifacção. 

Na reunião presencial, o presidente da Câmara disse, segundo os governadores em entrevista à imprensa, que levaria a proposta de adiamento de votação aos líderes das bancadas.

A proposta que nasceu no governo federal, e que está com relatoria do deputado Guilherme Derrite (secretário de segurança pública licenciado de São Paulo), tinha previsão de ser votada ainda hoje no Plenário da Casa.

O governo, apesar de se dizer pronto para discutir a matéria no Congresso, concorda com o pedido de mais prazo para votação.

Sensibilizado

Segundo Cláudio Castro, na reunião com Hugo Motta não foi discutido mérito de texto, mas a necessidade de mais tempo de discussões, em pelo menos 30 dias antes de ser votado. “O presidente Hugo Motta se sensibilizou com o nosso pleito e ficou de conversar com o relator e também com o colégio (de líderes)”.

Ainda segundo Castro, o prazo maior seria válido para ouvir as ideias de governadores, secretários de segurança, operadores de segurança pública e também os senadores, para agilizar uma futura tramitação

O governador Jorginho Mello defendeu que seria necessário chamar representantes de todos os poderes para conversar em função da preocupação com o tema. A vice-governadora Celina Leão afirmou que o presidente da Câmara teve uma escuta ativa à demanda dos Executivos estaduais e que a discussão necessita de mais tempo, inclusive para tratar sobre questões da segurança das mulheres.

“Cada um dos governadores colocou algum ponto que a gente precisa abordar. Nós temos a grande oportunidade de trazer uma legislação moderna”, afirmou Celina Leão.

Ronaldo Caiado, de Goiás, defendeu que o programa social mais importante para o Brasil é o combate duro e forte às organizações criminosas.

Os governadores estimam que a votação poderia ficar para o período entre 10 e 15 de dezembro de forma a não “contaminar” as votações sobre orçamento e também evitar que fique para o ano que vem, que é de eleições gerais no país. 

Divergências

O projeto em discussão na Câmara tem sido alvo de divergências nos últimos dias. Em pareceres que tratam a matéria como “Marco Legal de Combate ao Crime Organizado”, o relator chegou a cogitar a ideia de que as operações da Polícia Federal precisassem de autorização de governadores estaduais. Mas nesta quarta-feira Derrite recuou e disse que competências da PF serão mantidas no projeto.

Autoridades do governo federal e da Polícia Federal chamaram atenção que essa medida seria inconstitucional. Outro temor seria que as facções fossem equiparadas a terrorismo, que poderia gerar risco à soberania do País. Hugo Motta e Derrite afastaram essa possibilidade de equiparação entre os crimes. Nesta quarta, os governadores de oposição também disseram que não trataram desse tema.Fonte: Luiz Cláudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil

Relatório de PL Antifacção pode instaurar caos jurídico, diz governo

O Ministério da Justiça e Segurança Pública criticou, em nota divulgada na noite desta quarta-feira (12), o terceiro relatório apresentado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP) para o Projeto de Lei Antifacção, que é discutido na Câmara dos Deputados.   

“O último relatório tem o potencial de instaurar um verdadeiro caos jurídico ao propor inovações para alterar, de forma assistemática e pouco técnica, institutos de longa data testados pela jurisprudência dos tribunais”, afirma a nota.

Para o governo, o “tumulto normativo” pode beneficiar criminosos investigados em procedimentos já instaurados contra eles.

“Retrocessos inaceitáveis”

Segundo a nota do governo, no parecer protocolado na Câmara, na terça-feira (11), há “pontos que representam retrocessos jurídicos e institucionais inaceitáveis”. O governo avalia que há uma insistência em “debilitar financeiramente a Polícia Federal” e as demais forças de segurança da União.

Isso porque haveria, conforme o governo, intenção de desvio de recursos às forças de segurança para fundos estaduais “ao invés de criar instrumentos para descapitalizar o crime organizado, como constava do projeto originalmente enviado pelo Governo à Câmara”.

“Preocupação”

Na nota, o Ministério da Justiça pondera que acompanha “com preocupação” a sequência de relatórios apresentados à Câmara dos Deputados pelo relator, que é secretário licenciado de segurança pública do governo de São Paulo.

O outro ponto criticado pelo governo é que Derrite teria ignorado a proposta governamental de criar um novo tipo penal, o da “facção criminosa”.

O ministério afirma que o debate é urgente, mas não pode ser feito de forma “açodada”, a fim de não “fragilizar o enfrentamento ao crime organizado”.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública acrescenta que trabalha para preservar as competências da Polícia Federal, especialmente quanto à sua autonomia funcional e sustentabilidade financeira, “bem como para assegurar aos brasileiros uma legislação penal moderna que os proteja adequadamente contra a atuação das facções criminosas”.

Adiamento

Mais cedo, os governadores do Rio de Janeiro, Santa Catarina, Goiás e a vice-governadora do Distrito Federal pediram ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pelo menos mais um mês de discussões do Projeto de Lei Antifacção.

Na reunião presencial, o presidente da Câmara disse, segundo os governadores em entrevista à imprensa, que levaria a proposta de adiamento de votação aos líderes das bancadas.

Pontos inegociáveis

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que alguns trechos do projeto o governo não pretende negociar. São eles: questões sobre tipificação penal, apreensão de bens, descapitalização da Polícia Federal (PF) e a não revogação de trechos da Lei das Organizações Criminosas.

Relator

Em apenas cinco dias, Derrite apresentou três textos alternativos ao projeto que o governo federal encaminhou ao Congresso Nacional e que, agora, está sendo chamado de “marco legal do combate ao crime organizado”.

A última mudança foi anunciada na noite de terça-feira (11), mantendo as atribuições e autonomia da Polícia Federal (PF) e não equiparando facções criminosas como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) a grupos terroristas.

Hoje, Derrite defendeu mudanças na forma como são conduzidas as audiências de custódia – ato processual que garante que toda pessoa presa em flagrante ou por força de um mandado judicial seja ouvida por um juiz em, no máximo, 24 horas.Fonte: Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil

Motta adia votação de PL Antifacção para terça-feira (18)

Em meio a um cenário de divergências, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu adiar para a próxima terça-feira (18), como pauta única, a discussão e votação do substitutivo ao projeto de Lei Antifacção (PL 5582/2025)

Ele atendeu a uma solicitação do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), relator do texto que recebeu, na Câmara, o nome de Marco Legal de Combate ao Crime Organizado. Segundo ele, o adiamento teria como finalidade realizar “ajustes finais” e “correções redacionais”.

Derrite garantiu que o projeto de autoria do governo federal traz “boas iniciativas” que “estão sendo aproveitadas” no substitutivo. Ele disse que aderiu a outras sugestões que tem recebido de parlamentares.

“O último parecer já está no sistema com vários ajustes que foram realizados”, explicou.

O deputado argumentou que o texto substitutivo “nunca foi uma linha de chegada, e sim um ponto de partida (…) Agradeço aqui todas as bancadas e todas as demandas apresentadas de todos os partidos políticos e vários aspectos ideológicos”.

Trabalho técnico

Hugo Motta afirmou que Derrite tem feito um “trabalho eminentemente técnico”.

“Ninguém tem interesse de conduzir a pauta da segurança pública, de maneira açodada. Nós não queremos correr com essa pauta”, afirmou o presidente da Câmara.

Motta ponderou que Derrite manteve os “muitos pontos positivos que vieram do governo”, e que está agregando uma série de outras mudanças para o “novo marco legal de enfrentamento ao crime organizado”.

Críticas do governo

A decisão de Motta pelo adiamento ocorre depois de crítica do governo federal ao terceiro parecer de Guilherme Derrite. O Ministério da Justiça publicou nota afirmando que o último relatório apresentado teria o potencial de instaurar “um verdadeiro caos jurídico”.

O governo ainda apontou que o “tumulto normativo” poderia beneficiar criminosos investigados em procedimentos já instaurados. Segundo a nota do governo, no parecer protocolado na Câmara, na terça-feira (11), há “pontos que representam retrocessos jurídicos e institucionais inaceitáveis”.

O governo avalia que há uma insistência em “debilitar financeiramente a Polícia Federal” e as demais forças de segurança da União.

Na nota, o Ministério da Justiça pondera que acompanha “com preocupação” a sequência de relatórios apresentados à Câmara dos Deputados pelo relator, que é secretário licenciado de segurança pública do governo de São Paulo. O governo pediu que a decisão não fosse “açodada”, mesma palavra que Hugo Motta usaria depois para justificar o adiamento.

Por outro lado, mais cedo, quatro governadores de oposição ao Executivo federal pediram mais um mês para discussões do projeto. Fonte: Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil

Homenagem do Vereador Marcelo Pires a todos os Diretores de Escolas de Timbiras

“Celebrar o Dia do Diretor Escolar é reconhecer a importância de quem conduz com sabedoria, responsabilidade e compromisso o coração de nossas escolas.”

Hoje, dia 12 de novembro, rendemos nossa mais sincera homenagem a todos os diretores e diretoras escolares de nossa amada Timbiras, profissionais que desempenham um papel essencial na formação de nossas crianças e jovens.
O diretor é muito mais do que um gestor — é um líder educacional, um exemplo de dedicação e um elo fundamental entre professores, alunos, famílias e comunidade.

Seu trabalho diário garante que a escola seja um espaço de aprendizado, cidadania e oportunidades para todos.
Com visão, sensibilidade e firmeza e muito amor no coração o diretor escolar transforma desafios em conquistas e faz da educação o caminho para um futuro melhor.

Quero expressar minha  gratidão e reconhecimento a todos os diretores e diretoras do município de Timbiras pelo compromisso com a educação pública e de qualidade.
Que este dia seja de celebração e orgulho por todo o bem que vocês realizam!

Parabéns a todos os Diretores Escolares!

Vereador Marcelo Pires

Preso suspeito de furtar casas de luxo em São Luís; prejuízo chega a R$ 300 mil

Na tarde de terça-feira (11), a Polícia Civil do Maranhão prendeu preventivamente um homem de 41 anos, suspeito de furtar joias e outros bens em casas de alto padrão em São Luís. A operação foi realizada pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), ligada à Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC).

Segundo as investigações, ele é apontado como autor de pelo menos quatro furtos cometidos nos últimos dois meses. O prejuízo total às vítimas é estimado em cerca de R$ 300 mil. O suspeito agia de forma planejada, com foco em joias.

No último crime, ocorrido em 9 de novembro, no bairro Cohajap, o homem teria levado joias, uma pistola calibre 9mm e cerca de 100 munições.

Tentativa de despistar a polícia

 

Preso suspeito de furtar casas de luxo em São Luís — Foto: Divulgação/Polícia Civil do Maranhão

Preso suspeito de furtar casas de luxo em São Luís — Foto: Divulgação/Polícia Civil do Maranhão

Após esse furto, o suspeito tentou evitar o flagrante. Ele esperou 48 horas e se apresentou na Delegacia da Cidade Operária, onde devolveu a arma furtada. A estratégia não funcionou.

Ele foi levado à sede da DRF, prestou depoimento e foi informado sobre o mandado de prisão pelos outros crimes. Depois, foi encaminhado à Central de Triagem da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), onde ficará à disposição da Justiça.

Histórico criminal

 

A Polícia Civil informou que o homem já tem várias passagens por crimes patrimoniais e é considerado um infrator contumaz.Fonte: G1-MA

Casal é preso suspeito de liderar grupo que aplicava golpes bancários no Maranhão

Um casal foi preso na manhã desta quarta-feira (12) na cidade de Buriti Bravo, a cerca de 500 km de São Luís, suspeito de liderar uma associação criminosa especializada em fraudes bancárias.

Segundo as investigações, o casal usava documentos de terceiros para abrir contas bancárias e pedir cartões de crédito. Depois, realizava transações falsas com empresas ligadas ao próprio grupo, movimentando dinheiro de forma fraudulenta.

Após o repasse dos valores, as faturas dos cartões não eram pagas, o que causava prejuízos às instituições financeiras e enriquecimento ilícito dos suspeitos, de acordo com a polícia.

A ação foi realizada pela Polícia Civil do Maranhão, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC) e do Departamento de Combate a Crimes Tecnológicos (DCCT), com apoio da Delegacia Regional de São João dos Patos.

Durante a operação, os policiais apreenderam celulares, documentos e três veículos, além de cumprir bloqueio judicial de R$ 182 mil para tentar ressarcir as vítimas e aprofundar as investigações.

Além do casal, foram cumpridos mandados de busca domiciliar contra outros investigados por envolvimento no esquema, sendo dois em Buriti Bravo e dois no estado de São Paulo.

A Polícia Civil informou que a operação reforça o combate a crimes patrimoniais e tecnológicos e o compromisso da instituição com a proteção da sociedade maranhense.Fonte: G1-MA

Justiça manda demolir depósito de lixo construído ao lado de casa em São Luís; moradora será indenizada

As empresas SPE Villa Park Empreendimentos Imobiliários e Engeplan Engenharia terão 180 dias para demolir e remover um depósito de lixo construído ao lado da casa de uma moradora do bairro Cidade Operária, em São Luís. O local deverá ser reconstruído em outro ponto, de acordo com as normas técnicas e ambientais e respeitando o direito de vizinhança.

A decisão é do juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, e atende em parte a um pedido feito pela moradora, que também mantém um pequeno comércio no imóvel.

De acordo com a decisão, a nova obra não poderá causar riscos à segurança, ao sossego ou à saúde dos moradores.

Caso as determinações não sejam cumpridas, as empresas deverão pagar multa diária de R$ 1 mil.

Além disso, a Prefeitura de São Luís e as duas empresas foram condenadas a indenizar a moradora em R$ 20 mil por danos morais.

Reclamações e impactos

 

A moradora relatou ter sofrido prejuízos financeiros e ambientais por causa da instalação das lixeiras ao lado de sua casa.

Segundo ela, o depósito provocou mau cheiro constante, aumento de insetos e ratos e o acúmulo de lixo em local inadequado, o que chegou a colocá-la em risco e a fazê-la considerar deixar o imóvel.

O juiz considerou que a instalação do depósito violou o direito de vizinhança e afetou a saúde e o bem-estar da moradora.

As provas apresentadas no processo comprovaram condições de insalubridade e desconforto provocadas pela disposição desordenada de lixo, sem tratamento adequado.

Um laudo pericial feito pela Justiça confirmou que o depósito foi construído em local ilegal e oferecia risco à saúde pública.

O documento apontou que o local recebia resíduos de cerca de 1.200 pessoas, o que causava mau cheiro e proliferação de mosquitos, baratas e ratos, além de outros vetores de doenças.

O perito também destacou que o projeto descumpria a norma técnica NBR 11.174, que exige medidas para reduzir riscos à saúde humana e ao meio ambiente.

Limites do direito de construir

 

Na sentença, o juiz Douglas de Melo Martins afirmou que o direito de construir não é absoluto e precisa respeitar os direitos dos vizinhos e as regras administrativas.

Segundo ele, a construção deve seguir o princípio da função social da propriedade e os ditames da boa-fé.

“Conclui-se que as lixeiras foram construídas de forma ilegal, não respeitando o direito de vizinhança previsto no Código Civil”, destacou o magistrado.

O juiz rejeitou apenas os pedidos da moradora referentes a danos materiais e perdas e danos, mantendo a condenação por danos morais e as demais obrigações impostas às empresas e à Prefeitura.Fonte: g1-MA

Polícia Civil investiga morte de bebê de 9 meses com suspeita de abuso sexual no Maranhão

A Polícia Civil está investigando a morte de uma bebê de 9 meses, moradora de Campestre do Maranhão, que morreu na manhã desta quarta-feira (12), após ser levada ao Hospital e Maternidade Aderson Marinho, em Porto FrancoA principal suspeita é de que a criança tenha sido vítima de violência sexual.

Segundo a Polícia Civil, uma equipe esteve na unidade de saúde de Porto Franco, onde o óbito foi confirmado, e intimou os pais e profissionais do hospital para prestar esclarecimentos, após o relatório médico apontar sinais de abuso sexual como possível causa da morte.

Um inquérito policial foi instaurado para apurar as circunstâncias do caso. Ainda de acordo com a PC-MA, exames periciais realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Imperatriz serão fundamentais para confirmar ou descartar a hipótese de violência sexual. As investigações continuam. Fonte: g1-MA