Blog do Walison - Em Tempo Real

São Luis Está Entre as 57 Cidades Brasileiras que Terão 2° Turno Nesse Domindo

No próximo domingo (30), os eleitores de São Luís escolherão entre os candidatos Eduardo Braide e Edivaldo Holanda Júnior quem será o prefeito de São Luís a partir do dia 1º de janeiro. A votação ocorrerá das 8h às 17h em 1.968 seções eleitorais de 260 locais de votação da cidade.

No dia anterior (29), a partir das 7h, as 1.968 urnas eletrônicas serão distribuídas com escolta policial, igual como ocorreu no 1º turno. O ponto de partida é o Fórum Eleitoral, localizado na Madre Deus, ao lado do Anel Viário.

Já às 9h também do dia 29, no 5º andar da sede do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (Areinha), ocorre o sorteio de 2 urnas eletrônicas que passarão por auditoria através da votação paralela. O sorteio é aberto aos partidos políticos, imprensa e público interessado.

Às 11h30 do sábado, no auditório Ernani Santos (sede do TRE), o desembargador Lourival Serejo (presidente) oficializará o sistema de gerenciamento das Eleições 2016 referente ao 2º turno.

Para saber ou confirmar onde vota, o eleitor pode baixar o aplicativo “onde votar” nas lojas online disponíveis para os sistemas Android e IOS; consultar no endereço eletrônico www.tre-ma.jus.br; ou ainda ligar para o número 0800 098 5000, entre as 8h e 18h.

Denúncias de propaganda irregular, compra de voto, prática de crimes eleitorais, entre outras, podem ser feitas pelo aplicativo “Pardal”, também disponível nas lojas online. Por meio desse aplicativo, qualquer cidadão do país pode denunciar irregularidades praticadas por candidatos e partidos enviando fotos, áudios ou vídeos que comprovem indícios de crime que serão encaminhados ao Ministério Público Eleitoral (MPE), que avaliará a consistência das informações recebidas e formalizará eventuais denúncias aos juízes eleitorais de cada localidade.

Fonte: TRE MA

Crise Econômica Leva o Brasil a Casa dos 12 Milhões de Desempregados

A taxa de desocupação cresceu 0,5 ponto percentual ao passar de 11,3% para 11,8%, entre o trimestre encerrado em junho (abril, maio e junho) e o encerrado em setembro (julho, agosto e setembro) deste ano. Com o resultado, a população desempregada atingiu em setembro 12 milhões de pessoas, um crescimento de 3,8% em relação ao trimestre encerrado em junho – o equivalente a mais 437 mil pessoas desocupadas.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números do trimestre encerrado em setembro indicam, em contrapartida, uma ligeira melhora no salário real pago ao trabalhador, embora ele ainda esteja abaixo do valor pago em igual trimestre de 2015.

Rendimentos subiram 0,9%

Pela pesquisa, o rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos fechou setembro em R$ 2.015,00, uma alta de 0,9% frente aos R$ 1.997,00 pagos no trimestre de abril a junho de 2016.

Comparativamente ao mesmo trimestre do ano passado,  quando o salário médio real habitualmente recebido era R$ 2.059, houve queda de 2,1%.

Já a massa de rendimento real habitualmente recebida pelas pessoas ocupadas em todos os trabalhos não apresentou variação significativa em relação ao trimestre de abril a junho de 2016, ao fechar setembro em R$ R$ 176,8 bilhões. Já frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve queda de 3,8%.

Fonte: Agência Brasil

Deputado Federal Emite Nota de Repúdio Contra Declaração da Atriz Alexia Dechamps

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É com imensa tristeza que manifesto o meu mais veemente repúdio ao ato de intolerância e de preconceito contra os nordestinos, principalmente os beneficiários do programa social do governo federal, o “Bolsa Família”, perpetrado pela atriz Alexia Dechamps, na tarde de ontem, 25 de outubro de 2016, na Câmara dos Deputados, em Brasília, durante a audiência pública que discutia a proposta de regulamentação das vaquejadas no Brasil.

Intolerância e preconceito contra os Nordestinos, em pleno século XXI, é inaceitável e deve ser firmemente combatido em nosso país.
É inadmissível que a atriz, nascida em Buenos Aires, descendente de russos, belgas e alemães, que veio para o Brasil ainda pequena, assumindo posteriormente também a nacionalidade brasileira, tenha tido essa postura em relação ao nosso sofrido povo nordestino.
Pelo que parece a senhora Alexia não tem conhecimento da história do nosso país e da importância do povo nordestino para o engrandecimento de nossa nação.
Senhora Alexia talvez não saiba, mas a cidade de São Paulo só é hoje a metrópole que é graças aos milhares de paraibanos, maranhenses, piauienses, cearenses, alagoanos, sergipanos, baianos, potiguares e pernambucanos, que tiveram que sair da sua região, por conta  de uma agricultura atrasada e pouco diversificada, grandes latifundiários, concentração de renda e uma indústria pouco diversificada e de baixa produtividade, além das fortes secas que sempre assolaram o sertão nordestino; para se sujeitarem a trabalhar em subempregos no Sul e Sudeste, muitas vezes em condições análogas à escravidão.
A atriz ao declarar ao público presente, principalmente aos vaqueiros e a todo o setor produtivo, envolvido nessa manifestação cultural, em alto e bom som: “Calem a boca, que eu já pago Bolsa Família para o Nordeste”, cometeu uma das maiores ofensas ao nosso povo, uma vez que esse importante programa social, do governo federal, não se trata de esmola, mas uma reparação social aos séculos e séculos de exploração econômica e de falta de investimentos na região. Principalmente na República Velha, onde se praticava a política do café com leite.
É notório que apenas nas duas últimas décadas o governo federal tem levado, com mais ênfase, investimentos para a região e buscado por meio de programas sociais, como Bolsa Família, Luz para Todos e outros, diminuir as diferenças regionais.
O Bolsa família em 2016, até o mês de outubro, transferiu R$ 10.940.619.246,00 para todos os beneficiários do programa nos estados nordestinos, mas transferiu também R$ 6.154.290.833,00, para as regiões Sul e Sudeste; R$ 2.947.518.581,00 para a região Norte; e R$ 976.966.279,00 para a região Centro-Oeste. Sendo os estados de São Paulo (R$ 1.965.248.243,00), Minas Gerais (R$ 1.538.212.420,00) e Rio de Janeiro (R$ 1.167.953.890,00), segundo, sexto e oitavo estado, respectivamente, em transferência de recursos.
O Nordeste tem a segunda maior população, o terceiro maior território, o segundo maior colégio eleitoral, o menor IDH e o terceiro maior PIB entre as regiões.
A literatura nordestina tem dado grandes contribuições para o cenário literário brasileiro, onde aqui destaco nomes como Jorge Amado, Nelson Rodrigues, José de Alencar, João Cabral de Melo Neto, Rachel de Queiroz, Gregório de Matos, Clarice Lispector, Graciliano Ramos, Gonçalves Dias, Aluísio Azevedo, Manuel Bandeira, Joaquim Nabuco, Tobias Barreto, Arthur Azevedo, Castro Alves, Coelho Neto, Álvaro Lins, Jorge de Lima, Ariano Suassuna, Viriato Correia, Ferreira Gullar, José Lins do Rego, João Ubaldo Ribeiro, Dias Gomes, Raimundo Correia, Josué Montello, Gilberto Freyre (autor do livro Casa-Grande & Senzala). Além da conhecida e apreciada Literatura Cordel e numerosas manifestações artísticas de cunho popular como os cantadores de repentes e de embolada.
O Frevo, típico de Pernambuco, é um dos gêneros mais influentes do país, e revelou grandes músicos da MPB.
Na música erudita, destacaram-se como compositores Alberto Nepomuceno e Paurillo Barroso, Liduíno Pitombeira, e Eleazar de Carvalho como maestro, entre outros
Na música popular, destacam-se ritmos tais como coco, xaxado, martelo agalopado, samba de roda, baião, xote, forró, axé e frevo, dentre outros ritmos. O movimento armorial do Recife, inspirado por Ariano Suassuna, fez um trabalho erudito de valorização desta herança rítmica popular nordestina. Um de seus expoentes mais conhecidos são os cantores, Luiz Gonzaga, Sivuca, Antônio Nóbrega, João do Vale, Alcione, Maria Bethânia, Gal Costa, Gilberto Gil, Zeca Baleiro, Daniela Mercury, Cláudia Leite, Ivete Sangalo, Margareth Menezes, Luís Caldas, Reginaldo Rossi, Zé Américo de Almeida, Bartô Galeno, Chico César, Elba Ramalho, Genival Lacerda, Geraldo Vandré, Herbert Vianna, Jackson do Pandeiro, Roberta Miranda, Zé Ramalho, Fubá, Luan Estilizado, Amazan, Capilé, Biliu de Campina, Marinês, e outros mais.
Na dança, destacam-se o maracatu, o bumba-meu-boi, o xaxado, diversas variantes do forró, os tambores de crioula e taboca, o cacuriá, as quadrilhas e outras danças folclóricas.
O artesanato é também uma parte relevante da produção cultural do Nordeste, sendo inclusive o sustento de milhares de pessoas por toda a região. Onde destaco aqui os produtos feitos em argila, madeira e couro, além das rendas, as garrafas com imagens. Assim como, as peças feitas das fibras do buriti e do babaçu.
A nossa culinária é maravilhosa onde destaco o baião-de-dois, a carne-de-sol, o queijo de coalho, o vatapá, o acarajé, a panelada, a buchada, a canjica, o feijão e arroz de coco, o feijão verde e o sururu, o arroz de cuxá, assim como vários doces feitos de mamão, abóbora, laranja, etc. Algumas frutas regionais são a seriguela, o cajá, o buriti, a cajarana, o umbu, a macaúba, juçara, bacuri, cupuaçu, buriti, murici e a pitomba, além de outras.
Por tudo isso só me resta pedir em nome de todo o povo nordestino, não apenas a atriz Alexia Dechamps, mas a todos aqueles que buscam denegrir e menosprezar o povo nordestino e a nossa região respeito. Não somos miseráveis, somos um povo alegre, trabalhador e hospitaleiro, que a pouquíssimo tempo estamos caminhando rumo ao desenvolvimento. Ao mesmo tempo que somos ricos em recursos e belezas naturais, na cultura e no turismo.Para o fortalecimento de nossa unidade federativa, ao contrário do que vem sendo pregado por alguns que tem apresentado esse comportamento preconceituoso e descriminatório, precisamos conhecer mais, respeitar e amar o Nordeste, sua gente e suas manifestações culturais! Somos um só povo, formando uma só nação.

André Amaral
Deputado Federal

Fórum Econômico Mundial Constata que o Brasil Levará 95 Anos Para Alcançar Igualdade de Gênero

Com uma população feminina mais educada e saudável que a masculina, o Brasil poderia rapidamente reequilibrar a relação de desigualdade entre homens e mulheres se adotasse “políticas concretas”.

Em particular, o país poderia reforçar “uma rede de apoio social que as liberte (as mulheres) para o trabalho”, disse uma especialista em entrevista à BBC Brasil.

A constatação é do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês), que divulgou nesta quarta-feira seu amplo relatório anual examinando as diferenças de oportunidades para homens e mulheres em 144 países.

Segundo o estudo, no ritmo atual seriam necessários 95 anos para que mulheres e homens atingissem situação de plena igualdade no Brasil.

O país ficou na 79ª posição no ranking global de 2016 da igualdade de gêneros. Em 2015, havia ficado na 85ª posição. Mas a pontuação do país subiu apenas marginalmente: 0.687, sendo 1 o desempenho ideal.

As brasileiras têm um desempenho melhor que os brasileiros nos
indicadores de saúde e educação, mas ainda enfrentam acentuada discrepância em representatividade política e paridade econômica, destaca o relatório.

O Índice Global de Desigualdade de Gênero leva em consideração estatísticas de 144 países, que avaliam as condições enfrentadas por mulheres nas áreas de saúde, educação, paridade econômica e participação política.

Em 2016, a estimativa é que a lacuna de desigualdade entre homens e mulheres leve 170 anos para ser preenchida no mundo.

A situação mundial piorou de forma geral, mas houve melhora na região da América Latina e do Caribe.

O Brasil, entretanto, é o pior colocado entre as grandes economias do continente, atrás da Argentina (33º), México (66º) e Chile (70º). Ficou, porém, à frente do Uruguai (91º).

Entre os mais bem posicionados, há apenas um representante latino, a Nicarágua, em 10º lugar.

Mais especificamente, as brasileiras sofrem com falta de representação política e salários baixos. Isso apesar de terem desempenho melhor que os homens em saúde e educação.

Para cada estudante homem do ensino superior brasileiro, elas ocupam 1,3 vaga. É uma situação que se reproduz no mundo, já que elas são a maioria dos estudantes universitários em 95 dos 144 países pesquisados.

Na saúde, as brasileiras também têm melhores indicadores: vivem em média cinco anos a mais que os brasileiros. A expectativa de vida feminina é de 68 anos, frente a 63 anos da masculina.

Liberação

Mas se os indicadores de base são fundamentalmente bons, por que o Brasil não consegue deslanchar na igualdade de gênero?
Saadia Zahidi, chefe para iniciativas de gênero e emprego do Fórum WEF, explica que é necessário adotar estratégias pragmáticas que promovam a inclusão das mulheres no mercado de trabalho bem remunerado e na política.

“Para mudar isso, é necessário uma abordagem consciente, do ponto de vista econômico, para o aproveitamento desses talentos. Já temos mais mulheres se graduando na universidade do que homens, não se trata do futuro, isso já é o presente. Precisamos agora empregar essa força produtivamente”, afirma.

Zahidi explica que a percepção geral é de que as mulheres devem cuidar da família. Nas camadas sociais mais elevadas, há recursos para bancar a ajuda de babás para crianças e enfermeiras para idosos.

No caso das camadas intermediárias e baixas da sociedade, essas responsabilidades recaem sobre as mulheres, o que as impede de trabalhar.

“Também é necessário mudar as percepções. Diversidade precisa ser vista como um motor para crescimento, propiciando investimento maior em infra-estruturas de cuidado. Mulheres de alta renda conseguem pagar para ter ajuda para as crianças e os idosos, mas mulheres de classe média e baixa não conseguem. É necessário oferecer a elas uma rede de apoio social que as liberte para o trabalho”, diz.

Política

O ranking do WEF considera em seu cálculo, entre outros fatores, o tempo que uma mulher liderou o país e a porcentagem de representação feminina nas posições políticas mais altas.

Em maio passado, a organização preparou a pedido da BBC Brasil uma simulação do impacto que o novo gabinete do – então interino – governo Temer teria sobre o índice, uma vez que não havia mulheres entre os ministros convocados.

Na simulação, o Brasil chegou a retroceder da 89ª para 139ª posição no sub-índice Empoderamento Político. No índice geral, que inclui saúde, educação e poder econômico, a queda fora da 85ª para a 107ª posição.

Zahidi destaca que o retrocessos previstos não chegaram a se materializar na edição de 2016, porque os dados utilizados como base de cálculo são repassados pela União Inter-Parlamentar, organização que compila estatísticas e políticas de parlamentos no mundo.

Essas informações são repassadas com defasagem de cerca de um ano ao WEF. Zahidi estima que a próxima edição do ranking deverá ser mais sombria para o Brasil, por conta desta futura atualização negativa.
Ciente da escassez de lideranças femininas nos altos escalões de poder brasileiro, Zahidi avalia o que acredita ser necessário para mudar essa realidade.

“Em uma democracia é necessário haver representatividade. As mulheres são metade da população e deveriam ter representação política semelhante. A presença de mulheres em posição de liderança tem um impacto expressivo sobre o empoderamento, pois estabelece papéis modelo aos quais novas gerações aspiram.”

Esse fenômeno de fomento de inspiração, chamado em inglês de role modelling, serviria para incentivar uma maior atuação engajada de mulheres na política, gerando um ciclo virtuoso na qual o número de lideranças femininas seria multiplicado ao longo das próximas gerações.

“Estudos da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostram que mulheres em posições de liderança política influenciam positivamente a distribuição de recursos públicos. Elas tendem a fazer escolhas mais solidárias, alocando orçamento para partes da sociedade anteriormente negligenciadas, o que resulta em redução de desigualdade de renda”, diz.

“Desperdício de talentos”

No topo do ranking ficaram Islândia (1º), Finlândia (2º), Noruega (3º), Suécia (4º), Ruanda (5º), Irlanda (6º), Filipinas (7º), Eslovênia (8º) e Nova Zelândia (9º).

Os técnicos do Fórum admitem que pode parecer surpreendente que países em desenvolvimento, como Ruanda e Filipinas, figurem entre os primeiros da lista, mas dizem que muito se deve ao peso econômico que as mulheres exercem em suas sociedades.

No caso das Filipinas, por exemplo, há uma grande massa de trabalhadoras domésticas que vive fora do país e colabora decisivamente para a geração de riqueza, com remessas de dividendos importantes para a economia do país.

Segundo a análise do WEF, o mundo enfrenta um “desperdício agudo de talentos”, ao não propiciar às mulheres oportunidades profissionais equivalentes às dos homens.

Fonte: BBC Brasil

Veja quem São os Oito Deputados Federais Maranhenses que Defendem a Vaquejada

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Apenas oito deputados federais dos 18 que integram a bancada maranhense na Câmara estão mobilizados em favor da vaquejada em Brasília. Pelo menos é o que pôde ser visto durante a reunião na tarde de  terça feira (25), que discutiu a atividade como manifestação popular e cultural que fomenta o desenvolvimento, além de gerar emprego e renda no país e, principalmente, para o Nordeste.

Presentes no ato, os parlamentares Pedro Fernandes (PTB), José Reinaldo (PSB), Hildo Rocha (PMDB), Weverton Rocha (PDT), Rubens Júnior (PCdoB), João Marcelo (PMDB), Juscelino Filho e Alberto Filho (PMDB).

Supõem-se, portanto, que os outros dez deputados que não estiveram no evento, são contra a vaquejada, logo integram o grupo dos que classificam o “esporte” como exploração de animais.

Da reunião, participaram também representantes de várias associações ligadas ao esporte, produtores e vaqueiros. Já existe uma mobilização nacional em favor da vaquejada e, nesta semana, deve ser lançada a Frente Parlamentar em Defesa da Vaquejada.

Proposta 

A Câmara dos Deputados já aprovou um projeto que inclui a vaquejada como patrimônio imaterial do País (PL 1767/15). O texto está em análise no Senado, com parecer favorável. Também tramita na Casa o Projeto de Lei 2452/11, que qualifica a vaquejada como esporte nas modalidades amadora e profissional.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 270/16, classifica rodeios, vaquejadas e suas expressões artístico-culturais como patrimônio cultural imaterial brasileiro. A proposta também assegura a prática dessas atividades como modalidade esportiva.

Os deputados argumentam que, nos últimos anos, houve muita evolução no trato dos animais utilizados nos eventos. Hoje, entre outras normas, há a obrigatoriedade do uso de cauda artificial, a proibição do açoite e do uso de esporas, a imposição de regras para a desclassificação do vaqueiro que maltratar ou utilizar de más técnicas de dominação e exigência de revestimento interno dos brides e de canchas de areia para amortecer a queda durante a imobilização do boi.

Fonte: Domingos Costa

Dr. Antonio Borba Participa de Evento Realizado Para Recepcionar Tucanos Eleitos em Todo o Estado

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O prefeito eleito de Timbiras Dr. Antonio Borba e o Vice Neguinho das Flores estiveram essa semana em São Luis participando de um grande evento feito pelo PSDB para saudar todos os tucanos eleitos nesse último pleito eleitoral.

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O evento contou com as presenças do Governador Flávio Dino, do Vice Governador Carlos Brandão, o Presidente da Assembléia Legislativa Humberto Coutinho e demais lideranças.

Dr. Antonio Borba disse que o evento foi de suma importância pois além de estreitar os laços entre os eleitos em todo o estado, serviu também para que os prefeitos e vices eleitos tivessem a oportunidade de debater assuntos de interesses de suas respectivas cidades com o Governador, Vice Governador e Presidente da Assembléia Legislativa, estamos confiantes e convictos de que vamos fazer a melhor gestão da HISTÓRIA de Timbiras, uma gestão participativa e voltada para o bem estar de todos, queremos governar sem segregar, queremos unir forças por um BEM MAIOR que é a CIDADE que TANTO AMAMOS, a CIDADE de TIMBIRAS.

Deputado Federal João Castelo Recebe Alta do Hospital UDI

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O Deputado Federal João Castelo ( PSDB ) que esteve internado no Hospital UDI em São Luis desde a última sexta feira 21-10-2016, acabou de receber alta hospitalar.

João Castelo tinha sido internado as pressas com suspeita de infarto mais de acordo com uma bateria de exames realizados de sexta feira até hoje foi diagnosticado que o mesmo teve apenas uma queda de pressão arterial, João Castelo que tem 79 anos já se encontra em casa aos cuidados da família e passa bem.