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Município de Paraibano é Contemplado Pelo Governo do Estado com a 10° Edição da AGRITEC

O evento qualificou 1.987 agricultores familiares da região. Fotos: Gilson Teixeira

O evento qualificou 1.987 agricultores familiares da região. Fotos: Gilson Teixeira

O Governo do Estado por meio do Sistema SAF (AGERP, ITERMA, SAF), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MA), prefeitura de Paraibano e os movimentos sociais (MIQCB, FETRAF-MA, FETAEMA, ACONERUQ, MST), lança nesta sexta-feira (10), a primeira Feira de Agricultura Familiar e Agrotecnologia do Maranhão (Agritec), Território Sertão Maranhense, no município de Paraibano.

A Agritec integra um conjunto de ações para o desenvolvimento do setor rural em todo o estado e tem o objetivo de levar conhecimento e acesso às novas tecnologias fáceis e de baixo custo aos agricultores familiares do Maranhão. Esta será a 10ª edição da feira, que em dois anos com a realização de nove Agritecs capacitaram 12.543 agricultores familiares e movimentou mais de 13 milhões de reais em comercialização e contratos com instituições financeiras.

Este ano, serão realizadas cinco Agritecs nos municípios de Paraibano (território Sertão Maranhense), Barra do Corda (território Centro do Maranhão), Santa Luzia (território vale do Pindaré), Itapecuru Mirim (território Vale do Itapecuru) e Cururupu (território Baixada Ocidental)

A agritec será realizada nos dias 06 a 08 de abril, no Parque de Vaquejada Antônio Pedro, em Paraibano

Ascom: Governo do Maranhão

No Brasil 500 Mulheres são Vítimas de Agressão Física Por Hora, Segundo Pesquisa Datafolha.

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Dados de violência contra a mulher (Foto: Arte/G1)
Pesquisa Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e divulgada nesta quarta (8), Dia Internacional da Mulher, mostra que, no ano passado, 503 mulheres foram vítimas de agressão física a cada hora no país. Isso representa 4,4 milhões de brasileiras (9% do total das maiores de 16 anos). Se forem contabilizadas as agressões verbais, o índice de mulheres que se dizem vítimas de algum tipo de agressão em 2016 sobe para 29%.

A pesquisa mostra que 9% das entrevistadas relatam ter levado chutes, empurrões ou batidas; 10% dizem ter sofrido ameaças de apanhar.

Além disso, 22% afirmam ter recebido insultos e xingamentos ou terem sido alvo de humilhações (12 milhões) e 10% (5 milhões) ter sofrido ameaça de violência física. Há ainda casos relatados mais graves, como ameaças com facas ou armas de fogo (4%), lesão por algum objetivo atirado (4%) e espancamento ou tentativa de estrangulamento (3%).

Em novembro de 2016, uma dona de casa de 53 anos morreu na Santa Casa de Araçatuba, interior de São Paulo, após ter sido espancada pelo marido, segundo a polícia.

Roseli Lopes vivia havia quatro anos com o suspeito e, segundo informações de familiares à polícia, ela sempre apanhava dele. Segundo os familiares, Roseli tinha medo de denunciar e, por isso, inventava desculpas toda vez que era agredida. O cunhado da vítima, Antônio Aparecido dos Santos, diz que ele sempre foi agressivo. “Eles sempre brigavam, várias vezes ela aparecia riscada de faca, apanhava de facão, porque ela contava para a gente.”

Para a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, a violência é um “mecanismo de resolução de conflitos” no país.

“Somos uma sociedade em que a violência muitas vezes regula as relações íntimas, que aposta na violência como um mecanismo de resolução de conflitos. Por isso números tão altos de mulheres que sofrem violência física, porque isso faz parte do cotidiano e desde muito cedo” (Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública)

Roseli Lopes, morta após agressões do marido (Foto: Reprodução/TV TEM)
Assédio na rua e no transporte público

Segundo o Datafolha, 40% das mulheres com mais de 16 anos sofreram assédio dos mais variados tipos em 2016: 20,4 milhões (36%) receberam comentários desrespeitosos ao andar na rua; 5,2 milhões de mulheres foram assediadas fisicamente em transporte público (10,4%) e 2,2 milhões foram agarradas ou beijadas sem o seu consentimento (5%). Adolescentes e jovens de 16 a 24 anos e mulheres negras são as principais vítimas.

“Sobre o assédio no transporte público, a lógica é a mesma. Quando existe a tolerância social em relação a alguma prática, não existe constrangimento em exercê-la. Há tolerância em relação ao assédio, o que permite que essa violência seja tão rotineira “, afirma Samira. “E as respostas públicas para isso têm sido muito frágeis. Há segregação da mulher do espaço público, e não existe uma transformação da cultura mostrando ao homem que o corpo da mulher é privado e que ele não tem o direito de tocá-lo”, afirma Samira.

Professora do programa de pós-graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo da UFBA, Maíra Kubik Mano diz que os dados demonstram a desigualdade persistente na sociedade brasileira. “O corpo da mulher continua sendo passível de ser agredido, porque é socialmente considerado público. Faz parte de uma lógica da divisão de tarefas, de trabalho. As mulheres não só vendem a força de trabalho, como fazem trabalho doméstico, cuidam das crianças, dos idosos. Mas isso não é contabilizado como trabalho. É como se essas horas fossem doadas para a comunidade. Isso dá uma sensação de que o corpo não pertence a elas, de que é um corpo público. E se é publico, pode ser apropriado, inclusive por meio da violência. As mulheres ocupam uma posição inferior em termos de hierarquias sociais e a violência é um modo de manter a mulher nessa posição”, diz.

“Há uma sensação de que o corpo não pertence a elas, de que é um corpo público. E se é publico, pode ser apropriado, inclusive por meio da violência. As mulheres ocupam uma posição inferior em termos de hierarquias sociais e a violência é um modo de manter a mulher nessa posição” (Maíra Kubik Mano, professora da UFBA)

Sandra Almeida apanhou do marido e ficou com traumas no rosto (Foto: Reprodução/TV TEM)
Conhecidos

Segundo as entrevistadas, 61% dos agressores são conhecidos. A pesquisa mostra que 19% apontam o próprio cônjuge, companheiro ou namorado e outras 16%, o ex. Parentes como irmãos (9%), amigos (8%), pai ou mãe (8%), vizinhos (4%) e colegas de trabalho (3%) também são citados.

É o caso da vendedora Sandra José de Almeida, de 43 anos, que foi agredida pelo marido, internada e depois voltou a apanhar na Santa Casa de São José do Rio Preto (SP), em junho de 2016. “Essa noite eu vi a morte de perto. Ele entrou no quarto e meu deu um soco nos olhos”, disse a vítima.

A maior parte das agressões ocorre em casa (43%). A rua (39%), o trabalho (5%) e a balada (5%) aparecem em seguida.

“Não à toa a maior parte dos agressores são conhecidos. Em geral começa em casa, com o pai ou o padrasto, depois passa a ser o namorado, o companheiro, o ex-companheiro. E, em meio a este cenário, convivemos com um padrão de dominação masculina que não apenas define o uso dos espaços públicos e privados, mas que define o que é permitido ou não. Quando se trata do uso da violência por parte do homem para regulação das relações, isso é socialmente tolerável. É aquela ideia de que em briga de marido e mulher ninguém mete a colher porque são conflitos que devem ser resolvidos na esfera privada, ainda que seja de forma abusiva”, explica Samira.

Segundo o Datafolha, 52% das mulheres não fizeram nada após a agressão. Entre as que tomaram alguma atitude, 11% denunciaram o agressor em uma Delegacia da Mulher e 10%, em uma delegacia comum. A pesquisa mostra que 3% ligaram para a PM e 1% para o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher).

Boa parte delas, no entanto, ainda recorre a conhecidos na hora de buscar ajuda: 13% procuraram a família e 12%, amigos.

Para Maíra Kubik Mano, da UFBA, é preciso um esforço de todos para mudar essa situação. Ela cita, no entanto, contradições por parte do poder público. “Se a gente teve a aprovação da Lei do Feminicídio por um lado, na mesma época houve a retirada das discussões de gênero e sexualidade do Plano Nacional de Educação. Então há a aprovação de uma lei punitiva, para uma situação que já aconteceu, mas para algo preventivo, um processo educativo, é retirada a possibilidade do debate. Então o Legislativo atua de forma contraditória, seguindo uma lógica punitivista, que não resolve se a gente está pensando em um processo mais amplo de civilização.”

“Os movimentos feministas nos últimos anos têm vivido uma nova fase, puxados por mulheres jovens articuladas via internet, que têm um potencial muito grande de transformação social. Então é preciso trabalhar de maneira articulada, os movimentos sociais, com o estado, o Legislativo, o Judiciário, para juntos conseguirmos sair dessa situação”, afirma. “Mas estou bastante pessimista em relação a isso.”

Perfil

Segundo o estudo, há diferenças significativas no índice de vitimização entre as variáveis idade, instrução, renda familiar mensal, classe econômica, cor e natureza do município. “O índice é mais alto entre as mais jovens (70%) que entre as mais velhas (10%), entre as mais instruídas (52%) que entre as menos instruídas (21%), entre as mais ricas (52%) que entre as mais pobres (37%), entre as que pertencem às classes A/B (49%) que entre as que pertencem às classes D/E (34%), entre as que se auto intitularam como pretas (47%) que entre as brancas (35%) e entre as moradoras de regiões metropolitanas (48%) que entre as moradoras do interior (35%)”, informa o estudo.

A pesquisa teve apoio do governo do Canadá e do Instituto Avon e foi feita entre os dias 9 e 11 de fevereiro deste ano em 130 municípios, incluindo capitais e cidades do interior, em todas as regiões do país. Foram ouvidas 2.073 pessoas – 1.051 mulheres, sendo que 833 aceitaram responder um módulo de autopreenchimento. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, para a amostra nacional, e de 3 pontos para a amostra de mulheres participantes do módulo de autopreenchimento.

Fonte: Por Cíntia Acayaba e Thiago Reis, G1 São Paulo

Anvisa Aprova Resolução Proibindo a Venda de Termômetros com Mercúrio.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou ontem (7) uma resolução que proíbe a comercialização de termômetros e aparelhos de medir pressão que utilizam mercúrio. A medida vale a partir de 2019. De acordo com a Anvisa, a proposta de proibir o uso desses equipamentos no país faz parte do compromisso do Brasil de banir produtos com mercúrio até 2020.

Os aparelhos têm uma coluna transparente, contendo mercúrio no interior, com a finalidade de aferir valores de temperatura corporal (no caso do termômetro) e pressão arterial (no caso do esfigmomanômetro).

Em junho do ano passado, a agência abriu consulta pública sobre o tema. Na ocasião, a agência destacou o compromisso firmado com a Convenção de Minamata, onde 140 países, incluído o Brasil, se comprometeram com o controle do uso e redução de emissões e liberações do mercúrio para a natureza. A Anvisa destaca que no mercado já existem os termômetros e medidores de pressão digitais, alternativos aos com a coluna de mercúrio.

Termômetros mais caros

A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com duas redes de farmácias. Uma delas já não comercializa mais o termômetro de mercúrio. Na farmácia que comercializa ambos, o termômetro digital custa quase o dobro daquele feito com coluna de mercúrio. O primeiro custa R$ 19,90 e o segundo R$ 10. O aparelho digital, que funciona alimentado por uma bateria, tem a vida útil mais curta que o termômetro feito de mercúrio que,

Fonte: Da Agência Brasil

Veja o Vídeo do Vereador Rodrigo Figueiredo Participando com o Povo da Interdição da BR – 316 Hoje.

O vídeo demonstra o quanto o vereador Rodrigo Figueiredo tem estado ao lado do povo de Codó cobrando melhorias e benefícios para toda a população, desde o início do ano de 2017 o jovem vereador Rodrigo Figueiredo tem travado uma batalha ferrenha em defesa dos interesses da sociedade, demonstrando mais maturidade e compromisso político.

 

Legislativo Codoense Homenageia Mulheres com Café da Manhã.

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A Câmara Municipal de Codó, por meio do Presidente Expedito Carneiro, Mesa Diretora e demais vereadores, promoveu nesta quarta-feira (8) um café da manhã com servidoras da Casa e convidadas pelo Dia Internacional da Mulher. Na ocasião foram feitos discursos dos parlamentares presentes e algumas funcionárias, com mensagens alusivas ao oito de março e o papel da mulher na sociedade.

O encontro aconteceu em um clima bastante agradável e de muita emoção. As mensagens lidas pelo Presidente da Casa, Expedito Carneiro, pelas esposas de alguns vereadores, e pelas servidoras expressou todo o sentimento e reverência pela importante data e as conquistas de suas protagonistas. O presidente também propôs aos presentes um momento de oração e reflexão sobre o momento. “Como sempre digo, eu, assim como todos os homens de bem, somos dependentes das mulheres. São Elas que nos conduzem em tudo. Ficaríamos perdidos sem elas, com certeza. Somos abençoados por Deus por termos as mulheres em nossas vidas”.

Segundo a Vereadora Cleane Cobel, uma das duas representantes do gênero no parlamento codoense, as mulheres lutam de forma cada vez mais consciente e consistente para conseguir seu espaço no mercado de trabalho e na sociedade. “Fico feliz como representante das mulheres na câmara, juntamente com outra colega, feliz como cidadã e como mulher nesse momento tão especial. Quero parabenizar o nosso presidente pela iniciativa tão singela e significativa e desejar a todas as codoenses um grande Dia Internacional da Mulher

O presidente da Câmara, Vereador Expedito Carneiro (PSDC) considerou a data de estrema importância e agradeceu em especial a todas as servidoras da Casa legislativa pela dedicação ao trabalho e no atendimento a população codoense. “É óbvio que temos que sempre celebrar este dia oito de março e reverenciar as mulheres de nossas vidas com todo respeito, carinho e amor todos os dias do ano. Sem elas nós simplesmente não existiríamos. Por isso hoje fizemos essa simples homenagens as nossas servidoras e todas as mulheres de nossa Codó, relembramos as conquistas realizadas ao longo dos anos e prestamos nossas homenagens com todo carinho. Que Deus abençoe a todos”.

Ao final das homenagens, o presidente Expedito Carneiro tomou café da manhã com todos e gravou mensagem para a TV, rádio, mídia digital e redes sociais. Leia a mensagem pelo Dia Internacional da Mulher “Quero parabenizar a todas vocês, servidoras, donas de Casa, trabalhadoras, mães, irmãs, avós, tias, ou seja, todas as mulheres que cercam as nossas vidas. Mulheres das quais somos dependentes, pois vocês sempre preenchem as nossas vidas de luz, beleza, sensibilidade, emoção, proteção, paz e, sobretudo, muito amor. Quero desejar a todas as nossas mulheres codoenses um dia oito de março de muito sucesso. Feliz Dia Internacional da mulher”.

Vereador Expedito Carneiro – Presidente da Câmara Municipal de Codó

Ascom – CMC

Políticos Vivem Expectativa de Divulgação de Nova Lista de Janot

Procuradores analisam delações da Odebrecht desde dezembro para embasar novas investigações ou inquéritos em curso; em março de 2015, Teori Zavascki autorizou investigação de 47 políticos.


Dois anos após o ministro Teori Zavascki autorizar ainvestigação de 47 parlamentares e ex-parlamentares de cinco partidos a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por supostos crimes de corrupção relacionados à Operação Lava Jato, o mundo político vive a expectativa da chegada ao Supremo Tribunal Federal (STF) de novos pedidos de inquérito baseados nas delações de 77 executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht.

Nos próximos dias, a PGR deve começar a apresentar à Justiça uma nova “lista do Janot”, como foi apelidado o conjunto de solicitações de inquéritos enviado em março de 2015 pelo procurador. Agora, deverão ser mais de 200 pedidos com base nas delações da Odebrecht. Para isso, cerca de 950 depoimentos dos 77 delatores vêm sendo analisados desde dezembro, quando os dirigentes e ex-dirigentes da empreiteira falaram aos procuradores que cuidam do caso.

Entre os pedidos, deverá haver solicitações de novas investigações, acréscimo de detalhes a inquéritos já em andamento e, até mesmo, a possibilidade de denúncias, com provas documentais já entregues pela empresa (entenda abaixo as fases de um processo criminal).

Junto com parte dos pedidos, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, poderá pedir o fim do sigilo sobre as delações, gravadas em vídeo. Outra parte ainda poderá continuar em segredo, se houver risco para as investigações futuras.

Procuradores da Lava-Jato analisam pedidos de inquérito baseados em delações da Odebrecht

Somente parte do material ficará no Supremo Tribunal Federal – aquela que eventualmente se referir a ministros e parlamentares, que, devido à prerrogativa de foro por função (o chamado foro privilegiado), só podem ser processados no STF.

Uma outra parte será enviada a vários outros tribunais. Se houver trechos relativos a governadores, por exemplo, estes vão para o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Tribunais de Justiça estaduais (TJs) ou tribunais regionais federais (TRFs) receberão eventuais revelações sobre prefeitos e deputados estaduais. Pessoas sem foro privilegiado são investigadas na primeira instância da Justiça.

Nem todas as declarações dos executivos e ex-executivos da Odebrecht se relacionam à Petrobras. Por isso, parte do material será enviado para outros juízes, além de Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal, em Curitiba, assim como para outros ministros do STF que não Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF.

Desde que foram prestados os depoimentos, em dezembro, o grupo de trabalho composto por dez procuradores que cuidam da Lava Jato têm trabalhado de forma ininterrupta na delação, inclusive durante o carnaval. A análise é considerada exaustiva porque envolve mapear a citação a cada político e separar os fatos ligados a cada um.

A nova “lista do Janot” deve ser mais extensa do que a primeira, apresentada em março de 2015. Estima-se que os delatores da Odebrecht tenham mencionado algo em torno de 200 políticos com e sem mandato atualmente.

Em 2015, o procurador-geral pediu – e o então relator da Lava Jato no STF, Teori Zavascki autorizou – inquéritos para investigar a participação de 47 políticos nos crimes apurados na operação.

À época, passaram à condição de investigados 22 deputados federais, 12 senadores, 12 ex-deputados e uma ex-governadora integrantes de cinco partidos.

Equipe da Lava Jato trabalha em inquéritos da Odebrecht no Carnaval

As etapas dos processos

>> Na preparação dos pedidos de abertura de inquérito, os procuradores pesquisam se determinado episódio mencionado pelos delatores nos depoimentos já faz parte de outro inquérito que já esteja em andamento. Nesse caso, as novas provas entregues pelos executivos da Odebrecht devem ser juntadas a esses processos em andamento.

>> Se já não houver investigação sobre o caso, o grupo de procuradores ainda busca declarações contidas em delações mais antigas que possam reforçar as suspeitas para pedir a abertura de um novo inquérito.

>> Uma terceira possibilidade é o pedido de arquivamento de uma citação, se for considerado que não há indícios do cometimento de crime ou de sua autoria.

>> Quando chega à Justiça, o pedido de investigação ainda é analisado pelo magistrado responsável, que só então autoriza o início das diligências – que envolvem coleta de provas, depoimentos de testemunhas e também do próprio investigado.

>> Se ao final dessa fase, o Ministério Público considerar que há provas suficientes, apresenta uma denúncia, com acusações formais de crimes imputados.

>> Novamente, caberá ao Judiciário decidir se aceita a denúncia, o que leva à abertura de uma ação penal e torna o investigado réu num processo criminal.

>> É nessa fase que a defesa pode apresentar provas de inocência do acusado e tentar a absolvição.

>> A etapa final é o julgamento, que declara se há ou não culpa e qual a pena a ser aplicada

Pesquisa Revela que Brasileiro Está Mais Otimista com a Economia.

O otimismo dos brasileiros em relação à economia em 2017 aumentou. Pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e pelo Instituto Ipsos mostra que um entre três brasileiros acredita que as condições da economia vão melhorar nos próximos seis meses.

O levantamento foi feito entre 1º e 13 de novembro do ano passado com 1,2 mil consumidores maiores de 16 anos nas capitais Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis, Salvador, Recife e em mais 64 cidades brasileiras. A sondagem foi divulgada na última sexta-feira (3).

No levantamento anterior, apenas um entre cada cinco consumidores se mostrava otimista, o que significa que houve avanço de 13 pontos percentuais nas perspectivas para este ano. Os que acreditam que o cenário vai piorar neste semestre representam 29%, com recuo de 9 pontos percentuais ante a mostra anterior.

O gerente de Política Econômica da Fecomércio-RJ, o economista Christian Travassos, disse que a percepção mais otimista do brasileiro está de acordo com o que foi identificado em outros indicadores de confiança, como o Boletim Focus, do Banco Central, e pesquisas empresariais do comércio e da indústria. “Há melhora para o cenário de crescimento e de inflação”, disse;

Inflação

Sobre o futuro da inflação, 27% dos entrevistados disseram acreditar que ficará sob controle neste ano, contra 17% no ano passado. A pesquisa revela também uma queda de 48% para 37% entre os que acreditam em aumento da inflação em 2017. Em relação ao desemprego, 33% dos consultados demonstraram otimismo nas melhorias das condições de emprego (21% no ano anterior), enquanto 38% apostam em piora do cenário (47% na mostra passada).

A parcela dos consumidores que relatam confiança na melhora da renda pessoal nos próximos seis meses subiu de 26%, na pesquisa anterior, para 35% agora. Os menos otimistas caíram de 28% para 25%, na comparação entre um ano e outro.

Fonte: Portal Brasil

PROCON Entra em Ação e Determina que Cinema de Caxias Permita Entrada de Consumidores com Alimentos.

O Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (Procon/MA) notificou o Cinema MovieCine, localizado em Caxias, por conta da proibição do fornecedor em permitir que os consumidores entrassem nas salas de cinema com alimentos adquiridos em outros estabelecimentos. Após a notificação, o cinema se adequou as exigências e a partir de agora permite a entrada de alimentos.

A partir de notificação, o Procon exigiu que o cinema retirasse os banners que informavam sobre a proibição da entrada de consumidores com sanduíches, sorvetes, milk-shake, cremes, pizzas e frituras em geral e todos os informativos que proibiam a entrada ou consumação de alimentos adquiridos fora do estabelecimento.

A proibição é configurada como venda casada, desobedece o artigo 39, I, do Código de Defesa do Consumidor. A ação do órgão foi motivada por denúncias realizadas pelos consumidores.

Segundo a coordenadora da unidade do órgão de defesa do consumidor, Ireneide Alencar, agora, o cinema realizou a contrapropaganda, afixando nas entradas e em locais da fácil visualização, banners informando que é permitida a entrada nas salas de cinema com alimentos adquiridos em qualquer estabelecimento, desde que adequadamente embalados, de modo a manter o padrão de limpeza, higiene, comodidade, conforto e segurança deste ambiente.

Além disso, o cinema ainda sugere que os consumidores evitem ingressar nas salas com alimentos que exalem forte odor, para não causar incômodo ou colocar em risco os demais telespectadores, bem como, após o consumo dos alimentos, os resíduos sejam descartados de maneira adequada.

“Ações como esta são de extrema importância para demonstrar que não há qualquer diferença entre a teoria e a prática. Não vamos permitir retrocessos e as denúncias dos consumidores são essenciais para que o Código de Defesa do Consumidor seja amplamente conhecido e respeitado”, afirmou o presidente do Procon, Duarte Júnior.

Operação Hollywood

O Governo do Estado, por meio do Procon, Corpo de Bombeiros e as Vigilâncias Sanitárias Estadual e Municipal, iniciou em 2016 uma série de inspeções em cinemas de São Luís, Imperatriz e São José de Ribamar. O objetivo da chamada ‘Operação Hollywood’ é averiguar as condições físicas e sanitárias dos estabelecimentos e buscar melhorias.

A operação fiscalizou todos os cinemas do estado. As equipes vistoriaram critérios como disponibilidade da meia-entrada e de informações claras sobre formas de pagamento, acessibilidade às salas e aos conteúdos veiculados, higiene, estrutura, sistema contra incêndios, rota de fuga e outros.

PROCON MA