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O senador Roberto Rocha (MA) finalmente confirmou que deixou o PSB para filiar-se ao PSDB, atendendo aos insistentes convites da cúpula tucana. Ele faria o anúncio na noite de ontem, mas , pelo visto, deixou para a manhã de hoje no Senado.
Ele vinha travando uma batalha com o governador Flávio Dino, que vinha costurando junto a cúpula nacional socialista a expulsão do senador maranhense com a finalidade de impedir que Rocha saia candidata a governador pelo PSB.
Por causa das articulações pesadas do Palácio dos Leões, inicialmente o senador perdeu o comando da municipal socialista, que era dirigida pelo filho, ex-vereador Roberto Rocha Júnior, para o deputado Bira do Pindaré, aliado de Flávio Dino.
Depois teve que entregar o cargo de líder da bancada do PSB no Senado em menos de três dias de assumir o posto. Na verdade, se for bem avaliado o cenário político nacional, o PSDB tem maior peso numa campanha presidencial, o que refletirá nas eleições estaduais, maior tempo de horário na TV.
Com o PSDB maranhense sob controle, ganha Roberto Rocha a certeza de que vai disputar para governador e quem perde é Flávio Dino que não terá mais o apoio dos tucanos no Maranhão. Ao final de tudo, o tiro saiu pela culatra.
Vai perder também o PSB que ficará com apenas quatro senadores e o PSDB subiu para 12 membros no Senado Federal, além da debandada na Câmara Federal prevista para antes de abril de 2018 , prazo para a abertura da janela que permite a mudança de partidos. fonte blogdoluiscardoso
O advogado do ex – ministro Antonio Palocci afirmou que o ex – presidente Lula é dissimulado e que o mesmo tratou de mudar muito rápido de opinião após Antonio Palocci ter resolvido falar toda a verdade.
O advogado Adriano Bretas foi irônico ao dizer que enquanto o seu cliente estava calado era uma ótima pessoa, um homem virtuoso e extremamente inteligente, mais a partir do momento que resolveu se manifestar em prol da verdade tornou-se um homem mentiroso, no Brasil asa coisas mudam da água para o vinho, mais a verdade prevalecerá.
Uma equipe técnica da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – Codevasf está na região da baixada maranhense, com o fim de realizar estudo para o projeto “ Diques da Baixada Maranhense”. A equipe de Brasília já esteve em Cajapió, Bacurituba, Cajari e encontra-se em Arari, devendo deve percorrer todo o trecho contemplado pelo projeto.
Recursos no valor de 60 milhões de reais para o projeto “Diques da Baixada” foram garantidos para o OGU – Orçamento Geral da União de 2017, por meio do esforço conjunto da bancada federal maranhense. Em outubro do ano passado, o senador Roberto Rocha enviou, ofício ao relator da comissão responsável pelo projeto, Senador Waldemir Moka, solicitando, enquanto representante dos deputados e senadores maranhenses, atenção especial ao projeto. Também é do empenho do senador Roberto Rocha a participação das Forças Armadas Brasileiras na execução dos trabalhos de desassoreamento dos rios e nascentes maranhenses, para conduzir as máquinas e tratores que já foram adquiridos por meio dos recursos viabilizados.
O diagnóstico da Codevasf para o projeto executivo do “Diques da Baixada Maranhense” inclui também observar as potencialidades de produção e mercado de cada município, a fim de capacitar e incentivar arranjos produtivos locais e outras ações de desenvolvimento que possam gerar renda e aquecer a economia local. A construção dos diques é considerada uma esperança de transformação socioeconômica de uma das regiões mais pobres do país. Trata-se da oportunidade de beneficiar, diretamente, mais de hum milhão de pessoas com água própria para o consumo, além de ampliar a fronteira agrícola e pecuária do estado.
Arari – Em Arari, a população anseia por projetos e soluções para os problemas de abastecimento d’água sofridos na cidade. Além disso a equipe da Codevasf prevê um estudo mais cuidadoso, considerando o maior atrativo turístico da região e um dos maiores do Maranhão: o fenômeno da Pororoca. Sobre esses e outros problemas vereadores do município liderados pelo presidente da câmara de Arari, Evandro Piancó estiveram no gabinete do senador Roberto Rocha, em São Luís, ocasião em que o parlamentar mostrou aos vereadores o ante-projeto dos Diques da Baixada Maranhense. Na ocasião, o congressista explicou o objetivo do projeto, que contempla o controle das áreas de inundação, solucionando o problema de salinização dos campos, e eliminando a impossibilidade de produzir na região.
Em depoimento na Justiça Federal de Curitiba nesta quarta-feira (13), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o ex-ministro de seu governo Antonio Palocci “mentiu” em depoimento ao juiz Sérgio Moro. “Eu vi o Palocci mentir aqui”, afirmou. Lula chamou o ex-ministro de “calculista e frio” e disse que Palocci só citou seu nome na tentativa fazer delação premiada e reduzir alguns anos de condenação.
“Ele fez um pacto de sangue com os delatores, com os advogados deles e talvez com o Ministério Público”, afirmou Lula, em referência ao “pacto de sangue” que Palocci afirmou haver entre Lula e a Odebrecht, incluindo um pacote de propinas de R$ 300 milhões.
Nesta ação, Lula é acusado de receber propina da empreiteira Odebrecht por meio da compra de um prédio para a nova sede do Instituto Lula, que não chegou a ser construída, e de um apartamento vizinho ao que mora em São Bernardo do Campo (SP).
Lula também afirmou a Moro:
Que não solicitou a compra do apartamento vizinho ao dele em São Bernardo do Campo.
Que visitou o prédio objeto da denúncia uma vez e que o achou inadequado.
Que as doações que o Instituto Lula recebeu da Odebrecht não eram propina.
Que jamais tratou com Emílio Odebrecht sobre dinheiro para o PT
Que as três denúncias apresentadas contra ele pela força-tarefa da Lava Jato são “ilações”.
Palocci e ‘pacto de sangue’
Palocci foi interrogado por Moro nesta mesma ação na semana passada e afirmou que Lula tinha um “pacto de sangue” com o dono da empreiteira Odebrecht, que incluia um “pacote de propinas” para o ex-presidente no valor de R$ 300 milhões.
Em seu depoimento, que durou 2h10, Lula afirmou que Palocci “inventou essa frase de efeito” e que tenta, ao acusá-lo, fechar uma delação que possa trazer redução de pena.
Lula disse ainda que o ex-ministro é “calculista e frio”. “Conheço o Palocci bem. O Palocci, se não fosse ser humano, seria um simulador. Ele é tão esperto que é capaz de simular uma mentira mais verdadeira que a verdade. O Palocci é médico, calculista, é frio”, afirmou.
Depoimento do ex-presidente Lula ao juiz Sérgio Moro nesta quarta (13) (Foto: Reprodução)
Moro, então, perguntou se nada do que o ex-ministro disse é verdadeiro. “Nada é verdadeiro”, respondeu Lula. “A úncia coisa que tem de verdade ali é ele dizer que está fazendo a delação porque quer os benefícios da delação. Ou quem sabe ele queira um pouco do dinheiro que vocês bloquearam dele”, afirmou.
Sobre a menção de Palocci de que Lula cometeu obstrução de Justiça, o ex-presidente negou: “Eu não admito que ninguém diga que eu tento obstruir a Justiça. Porque eu, se não acreditasse na Justiça, eu não estaria fazendo política.”
Lula afirmou não ter raiva de Palocci pelas acusações. “Lamentavelmente, o Palocci se prestou a um serviço pequeno, porque inventar inverdades para tentar criminalizar uma pessoa que ele sabe que não cometeu os crimes que ele alegou é muito desagradável […] Eu, sinceramente, não tenho raiva do Palocci. Eu tenho pena de ele ter terminado uma carreira tão brilhante da forma que ele terminou.”
Sobre as declarações de Lula, o advogado de Palocci, Adriano Bretas, afirmou que o ex-presidente é dissimulado e que a lógica dele é dizer que os que o acusam mentem.
Apartamento
Lula afirmou que não pediu a ninguém a compra do apartamento vizinho ao seu em São Bernardo do Campo. Ele também negou ter participado do contrato de locação do imóvel e disse que o local era usado por seguranças e também para reuniões políticas.
Lula disse que “deve ter” o recibo de pagamentos do aluguel do apartamento. “O recibo não fica comigo, mas isso pode ser pego e enviado”, afirmou. Questionado pelo MPF se o ex-presidente não achava relevante apresentar os recibos, Lula, orientado pelo advogado, não respondeu.
O ex-presidente relatou que, quando o dono do apartamento faleceu, ele não manifestou preocupação de que o imóvel fosse adquirido por um terceiro. Segundo Lula, ele ficou sabendo que o Glaucos da Costamarques [acusado de ser laranja na transação] havia comprado o imóvel quando foi estabelecido contrato de locação com a dona Marisa [ex-mulher de Lula, já falecida].
Lula disse que até interrogatório de Glaucos, tinha certeza que o aluguel estava sendo pago. “Para mim foi surpresa, porque o Glaucos nunca reclamou para mim que não estava sendo pago até 2015.”
Nova sede do Instituto Lula
Lula disse que visitou o prédio que é objeto da denúncia uma única vez, mas, segundo ele, achou o local “inadequado”. “O Paulo [Okamotto, presidente do Instituto Lula] falou: ‘Estão oferecendo para comprar um prédio, que me parece que é um antigo shopping’. Eu fui uma única vez, uma única vez. Cheguei lá e a primeira coisa que eu disse foi o seguinte: ‘Não interessa. É inadequado. Isso aqui não é uma zona que pode frequentar muita gente. Nós vamos procurar em outro lugar.’”
Foram visitados outros lugares, afirmou. “Nós já tínhamos visitado outros prédios para alugar ou para pegar oferta de compra. Tínhamos visitado um prédio dos Correios, tínhamos visitado um prédio de uma escola que tinha lá perto do Ipiranga, tínhamos visitado uma espécie de castelinho que tem naquelas coisas velhas do Ipiranga, que até era um precinho barato, porque aquilo está tombado.”
Reunião com Dilma e Emilio Odebrecht
O MPF citou no interrogatório uma agenda de reunião entre Lula, a ex-presidente Dilma Rousseff e Emilio Odebrecht em 30 de dezembro de 2012, poucos dias antes de Dilma assumir a presidência no lugar de Lula.
Segundo a acusação, nesta agenda havia uma pauta da reunião com assuntos como: passagem do histórico da parceira; disponibilizar apoio junto ao Congresso; estádio Corinthians; obras sítio; primeira palestra Angola; e Instituto.
“Essa agenda é mentirosa, ela não existe”, começou Lula. Ele afirmou que a reunião ocorreu a pedido de Emilio, durou menos de 10 minutos e que nenhum desses temas foi tratado.
“Jamais, o Emílio Odebrecht, que é um empresário que eu tenho um profundo respeito, tratou comigo sobre qualquer dinheiro para o PT. Jamais. Eu não era tesoureiro do PT, eu não era da direção do PT. O PT tinha tesoureiro, e a campanha tinha tesoureiro. Portanto, não havia porque conversar comigo”.
Lula enfatizou que nunca discutiu com nenhum empresário do país sobre dinheiro. “Eu desafio vocês do Ministério Público, da Operação Lava Jato, desafio a da Polícia Federal, a encontrar neste país alguém que discutiu comigo R$ 1.”
Doações da Odebrecht
Lula também foi questionado sobre as doações de R$ 4 milhões da construtora Odebrecht para o Instituto Lula entre 2013 e 2014. “Eu já respondi, mas vou responder outra vez: a Odebrecht não tinha que pedir a opinião do Lula para fazer doação, porque o Lula não é diretor do Instituto Lula. Se ela fez alguma doação, ela está contabilizada no instituto”, afirmou.
Sobre se o valor foi propina da Odebrecht para o governo do PT, Lula disse: “Essa é a peça de ficção mais hilariante que eu ouvi na fala do Palocci. Eu, sinceramente, não sei qual era a relação de Palocci com Marcelo Odebrecht. Os dois têm mais de 35 anos, tem autonomia, conversavam e nunca me pediram para conversar. Se tinha fundo ou não tinha fundo, o doutor Palocci que explique”, disse.
Empresa e palestras
O MPF questionou Lula sobre a empresa DAG, que segundo a acusação teria fretado uma aeronave para ele viajar até a República Dominicana. A empresa é de Demerval Gusmão Filho, que em depoimento a Moro afirmou ter comprado um terreno que seria para a nova sede do Instituto Lula.
“Eu fiz 76 viagens nesse mundo pra fazer palestra […] As pessoas que me contratavam tinham a obrigação de me pegar em São Paulo, me levar onde era essa palestra e me trazer de volta pra São Paulo. Eu nunca fui saber quem pagava. Porque nos contratos a empresa que me contratava era obrigada a garantir o meu direito de ir e vir. Portanto, eu não sei se quem pagou foi a DAG, o Itaú, Bradesco, Bamerindus. Agora, se tiver, deve estar no contrato”, disse Lula.
Imparcialidade
No final do depoimento, Lula questionou a imparcialidade de Moro e foi repreendido pelo juiz, que então encerrou o depoimento. O ex-presidente perguntou: “Eu posso olhar na cara dos meus filhos e dizer que eu vim a Curitiba prestar depoimento a um juiz imparcial?”
“Primeiro, não cabe ao senhor fazer esse tipo de pergunta pra mim, mas, de todo modo, sim.” Lula então diz, em referência à condenação em primeira instância pelo triplex do Guarujá: “Porque não foi o procedimento na outra ação, doutor”.
Moro rebateu e encerrou o depoimento: “A minha convicção foi de que o senhor foi culpado. O senhor apresente as suas razões no tribunal”.
Ministério Público
O ex-presidente acusou o Ministério Público de promover uma caça às bruxas com ele. “O objetivo é encontrar alguém para me criminalizar. Só quero dizer que há uma caça às bruxas. Eu fiquei muito preocupado com a delação do Palocci. Porque ele poderia ter falado ‘eu fiz isso de errado, eu fiz isso’. Ele: ‘não é que sou santo, e pau no Lula’, que é uma jeito de você conquistar veracidade na sua frase. Eu fiquei com pena disso.”
O ex-presidente disse que vai provar ser inocente e espera um dia receber desculpa do MPF. “Eu poderia ficar zangado, nervoso, mas eu quero enfrentar o Ministério Público, sobretudo a força-tarefa, para provar minha inocência. Eu só espero que eles tenham grandeza de um dia pedir desculpa”.
Interrogatório
O interrogatório do ex-presidente na Operação Lava Jato terminou por volta das 16h20, depois de 2 horas e 10 minutos de depoimento, na sede da Justiça Federal, em Curitiba. Outro réu, o ex-assessor do ex-ministro Antonio Palocci, Branislav Kontic, também foi interrogado.
Logo no início, Lula afirmou que queria falar. Na condição de réu, ele poderia optar por ficar em silêncio. “Apesar de entender que o processo é ilegítimo e injusto, eu pretendo falar. Talvez eu seja a pessoa que mais queira a verdade neste processo”, afirmou o ex-presidente.
Em uma das ocasiões em que deu a palavra para Lula, Moro afirmou que não era hora de “discurso de campanha”. “O senhor gostaria de dizer alguma coisa ao final, Sr. ex-presidente? Só assim, senhor presidente [levanta a voz]: não é momento de campanha, não é momento de discurso, é para falar do objeto da acusação, se for o caso. Certo?”
Manifestação
Após o depoimento, Lula participou de um evento em seu apoio no Centro de Curitiba. O ex-presidente disse aos manifestantes que irá à cidade prestar quantos depoimentos forem necessários. “Eu não sou melhor do que ninguém, eu não estou acima da lei, eu quero respeitar a Justiça, a Constituição”, disse Lula.
Ele também reforçou que não está mentindo. “Eu conheço o peso da mentira. E a desgraça de quem conta uma mentira é porque é obrigado a passar o resto da vida mentindo para justificar a primeira mentira”, disse Lula. “Eu tenho comigo a verdade, e eu jamais mentiria para vocês. Eu jamais enganaria o povo. Eu prefiro a morte a passar como mentiroso para o povo brasileiro.”
Acusação
Esta é a segunda vez que Lula presta depoimento como réu em um processo da Lava Jato conduzido por Moro. A acusação é sobre um suposto pagamento de propina por parte da construtora Odebrecht.
Segundo a denúncia, a empresa comprou um terreno para a construção de uma nova sede para o Instituto Lula e também um apartamento vizinho ao que o ex-presidente mora, em São Bernardo do Campo (SP). O imóvel é alugado desde 2002 e abriga, principalmente, os seguranças que fazem a escolta de Lula.
Quando Lula foi ouvido por Moro pela primeira vez como réu, ele era acusado de receber R$ 3,7 milhões em propina, de forma dissimulada, da empreiteira OAS. Em troca, ela seria beneficiada em contratos com a Petrobras. O ex-presidente acabou condenado naquela ação penal a nove anos e meio de prisão.
Entenda a denúncia
Segundo o MPF, os dois imóveis fazem parte de um total de R$ 75 milhões em propinas que foram pagas pela Odebrecht a funcionários da Petrobras e políticos, após a empreiteira firmar oito contratos com a estatal. De acordo com a denúncia, a parte de Lula foi repassada com a intermediação do ex-ministro Antonio Palocci e do assessor dele, Branislav Kontic.
O imóvel que seria para o Instituto Lula fica em São Paulo, na Rua Haberbeck Brandão. O MPF afirma que o terreno foi comprado pela Odebrecht, usando o nome de outra empreiteira, a DAG. Apesar das negociações terem sido feitas e a DAG ter adquirido o imóvel, nada foi construído no local.
Já a compra do apartamento, de acordo com a denúncia, foi realizada com o auxílio de um parente do pecuarista José Carlos Bumlai. Conforme o MPF, Glaucos da Costamarques serviu de “laranja” para adquirir o imóvel para Lula, já que o apartamento era alugado desde que ele chegou à Presidência.
Ao todo, oito pessoas foram denunciadas: Lula, Palocci, Kontic, Paulo Melo, Demerval Galvão, Glaucos da Costamarques, Roberto Teixeira e Marcelo Odebrecht. A ex-primeira-dama Marisa Letícia também constava na denúncia, mas teve o nome retirado após a morte dela.
Desde que foi denunciado, Lula tem negado o recebimento de propinas e o favorecimento da Odebrecht. A defesa diz que o MPF não tem provas que sustentem a denúncia.
Após os depoimentos de Lula e de Kontic, o advogado Roberto Teixeira também deve ser ouvido no dia 20 deste mês. Depois do depoimento dele, o processo chega à fase final. O MPF e as defesas poderão pedir as últimas diligências. Caso isso não ocorra, o juiz determinará os prazos para que as partes apresentem as alegações finais.
Em seguida, os autos voltam para Moro, que vai definir a sentença, podendo condenar ou absolver os réus. Não há prazo para que a sentença seja publicada.
Dois postos bancários do Bradesco no interior do Piauí foram alvos de criminosos na madrugada desta quarta-feira (13). Pelo menos seis bandidos participaram da explosão. Policiais da região do Cerrado Piauiense e também do Maranhão estão em diligência.
As ações criminosas ocorreram nas cidades de Jerumenha (a 309 km de Teresina) e Marcos Parente (a 354 km de Teresina) , ambos no Sul do Piauí. Há a suspeita que uma mesma quadrilha tenha planejado e executado os crimes.
Os bandidos estavam encapuzados, o que vai dificultar a investigação.
A capital maranhense é o principal destino de praias com custo mais baixo do Brasil, segundo o site Trivago, maior motor de busca e comparador de hotéis do mundo.
A cidade saiu na frente na lista dos dez destinos de praias mais baratas para o verão brasileiro em 2018, e assim, o Maranhão desbancou até mesmo o Ceará, que esteve no topo do ranking por dois anos.
O primeiro lugar do ranking foi conquistado após queda de quase 11% nos preços das diárias da rede hoteleira local. O site já havia classificado São Luís na quinta posição da lista de praias mais baratas para o verão de 2017.
De acordo com o site, a média de diárias no litoral brasileiro entre dezembro de 2017 e fevereiro de 2018 vai variar entre R$ 188 e R$ 236, principalmente nas praias do Nordeste e Sudeste.
O site compara preços de mais de 700.000 hotéis e periféricos em mais de 200 sites de reserva e compra.
Ocupação hoteleira em alta
No último mês de julho, o Maranhão registrou a maior taxa de ocupação hoteleira dos últimos cinco anos, enquanto houve redução média de 30% no turismo nacional no mesmo período.
A tendência é que a movimentação da rede hoteleira no Estado aumente ainda mais após a divulgação do Trivago, em complemento às ações já realizadas pelo Governo no setor, por meio da Secretaria de Estado da Cultura e Turismo (Sectur).
Balneabilidade
O segundo semestre deste ano deve propiciar praias mais limpas aos banhistas na orla da Grande Ilha. A estimativa é dos meteorologistas e de especialistas ambientais, que apontaram uma relação entre as altas temperaturas – comuns a partir de junho e a consequente escassez de chuvas – e a melhoria dos índices de balneabilidade que são checadas por obrigatoriedade judicial e semanalmente pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).
O alistamento militar das Forças Armadas passará a ser feito em uma plataforma on-line, com todas as fases de recrutamento previstas em um sistema eletrônico. Pela internet, os candidatos poderão fazer o alistamento, mas ainda permanece a opção de procurar uma Junta Militar. Nessa etapa, os jovens indicam em qual força preferem prestar o serviço militar.
As organizações militares deverão atualizar o Sermilmob com dados referentes aos jovens dispensados ou incorporados ao serviço militar. Nos municípios tributários (considerados contribuintes à convocação para o Serviço Militar Inicial) para mais de uma força armada, a seleção geral será realizada por comissões compostas pelos militares das forças interessadas.
Anualmente, cerca de 1,8 milhão de jovens fazem o alistamento militar e aproximadamente 100 mil são incorporados às Forças Armadas.
A Polícia Federal (PF) prendeu preventivamente o diretor-presidente da JBS, Wesley Batista, na manhã de hoje (13) na capital paulista. Além da prisão, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva de Joesley Batista, irmão de Wesley e acionista da J&F, que está preso temporariamente desde domingo (10), quando se apresentou à PF em São Paulo.
As ações fazem parte da 2ª fase da Operação Tendão de Aquiles. Os mandados foram expedidos pela 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, a pedido da PF, que investiga o uso indevido de informações privilegiadas em transações no mercado financeiro entre 24 de abril e 17 de maio deste ano. Nesse período, foram divulgadas informações relacionadas a acordo de colaboração premiada firmado pela J&F com a Procuradoria-Geral da República.
A investigação apura ordens de venda de ações de emissão da JBS S/A na Bolsa de Valores pela empresa controladora, a FB Participações S/A, e a compra dessas ações em mercado, por parte da JBS. Com as irregularidades, o mercado era manipulado, fazendo com que os acionistas absorvessem parte do prejuízo gerado pela baixa das ações.
Outra situação foi a intensa compra de contratos de derivativos de dólares pela JBS S/A, em desacordo com a movimentação usual da empresa, que se favoreceu com a alta da moeda norte-americana após o dia 17.
Os suspeitos poderão responder por crime de uso de informação relevante, ainda não divulgada ao mercado, para propiciar vantagem indevida com valores mobiliários. As penas variam de um a cinco anos de prisão e multa de até três vezes o valor da vantagem ilícita obtida.
Em nota, a defesa dos irmãos Batista lamenta a ação. “Sobre a prisão dos irmãos Batista, no inquérito de insider information, é injusta, absurda e lamentável a prisão preventiva de alguém que sempre esteve à disposição da Justiça, prestou depoimentos e apresentou todos os documentos requeridos. O Estado brasileiro usa de todos os meios para promover uma vingança contra aqueles que colaboraram com a Justiça”.
O ex-governador do Estado do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, foi preso na manhã desta quarta-feira (13) no Rio de Janeiro. Ele foi detido quando apresentava o programa de rádio que ancora na Rádio Tupi.
A ordem de prisão é do juiz Ralph Manhães. O ex-governador é suspeito de comandar o esquema, que de acordo com a denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE), trocava votos pela inclusão de famílias no programa social Cheque Cidadão.
Garotinho havia sido preso no dia 16 de novembro do ano passado por fraudes na Operação Chequinho, que apura o uso do programa social Cheque Cidadão para a compra de votos na cidade de Campos dos Goytacazes, no norte do Estado do Rio.