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ITAPECURU: SEMA instalará sistemas de alerta hidrogeológico em Codó, Coroatá e Caxias

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA), por meio de representantes da Supervisão de Investigação e Análise Laboratorial, em conjunto com a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM/PI), concluiu a instalação, manutenção e remanejamento dos sistemas de alerta hidrogeológico da Bacia do Itapecuru.

Os equipamentos de alerta hidrológico possibilitam o monitoramento e medição a distância dos índices pluviométricos em zonas estratégicas do Estado, no presente caso, Bacia Hidrográfica do Itapecuru.

A ação contempla os municípios de Mirador, Eugenio Barros, Codó, Caxias, Coroatá, Itapecuru, entre outros.

A Bacia Hidrográfica do Itapecuru passa a ser integrada ao Sistema de Alerta e Eventos Críticos (SACE), que é um sistema de dados capaz de coletar, armazenar, analisar e divulgar informações das estações, coletadas por diversos equipamentos hidrometeorológicos, via satélite.

O sistema disponibiliza informações que são monitoradas em forma gráfica, permitindo o armazenamento de equações de previsão hidrológica, bem como publicações de boletins pela internet.

“Os Sistemas de Alertas Hidrológicos possibilitam o acesso às informações de modo preventivo, com acesso à informação técnica com meses, dias ou horas de antecedência em relação aos eventos críticos. Visam à formação de políticas públicas para proteção da população possivelmente afetada por enchentes, inundações”, explicou o Secretário Adjunto de Desenvolvimento Sustentável da SEMA, Guilherme Braga.

De acordo com o responsável pela Sala de Situação da SEMA, Silvio Duailibe, “a inclusão no sistema permite à SEMA, Defesa Civil, CPRM, ente outros órgãos governamentais, instituições públicas e privadas, e os cidadãos possam tomar decisões substanciais sobre políticas e ações para mitigar os riscos de inundações e secas”.

Por Paula Lima – Assessora de Comunicação da SEMA

Agente penitenciário é baleado em barreira para prender assaltantes de banco de Bacabal

O agente penitenciário Glauber Sousa foi baleado nessa quarta (28) na cidade de Lago da Pedra após passar por uma barreira da polícia para prender membros da quadrilha que assaltou o Banco do Brasil de Bacabal, no domingo (25).

Os policiais perseguiram o carro dele por mais de um quilômetro, suspeitando que era um bandido que dirigia. Os policiais atiraram no veículo até chegar em um povoado da cidade.

Carro do agente penitenciário Glauber Sousa foi alvejado pela polícia e ficou destruído – Foto: Reprodução/TV Mirante
Glauber parou o carro em frente a uma escola, onde alunos com idade entre 7 e 12 anos estavam assistindo aula. Quando percebeu que se tratava de um tiroteio, o professor da turma pediu que todos deitassem no chão e sugeriu que eles usassem as carteiras para se proteger. Ele não quis se identificar, mas disse que as crianças ficaram desesperadas.

“Muito assustadas e chorando”, disse o professor.

Glauber acabou baleado na barriga e foi levado para um hospital. Na delegacia, ele disse que foi abordado por uma viatura descaracterizada e que não parou porque achou que eram bandidos.

“Imaginei que fossem bandidos e zelei pela minha vida. pela integridade física. Adentrei a estrada vicinal tentando me evadir. Houve alguns disparos, ao qual me pegou de raspão, mas a situação foi resolvida lá no hospital”, contou o agente penitenciário.

Agente penitenciário Glauber Sousa diz que fugiu da barreira policial porque pensou que se tratavam de bandidos – Foto: Reprodução/TV Mirante
Glauber foi autuado por porte ilegal de armas, já que não poderia estar armado fora do horário de trabalho. O delegado regional de Bacabal, Carlos Renato, disse que ainda investiga se ele teve algum envolvimento com o assalto ao Banco do Brasil.

Barreiras ao redor de Bacabal
A polícia segue com barreiras pelas rodovias da região. Em Bacabal, moradores que saquearam a central de distribuição do Banco do Brasil estão devolvendo na delegacia o dinheiro que os assaltantes deixaram cair durante a fuga.

Até o momento, a polícia já recuperou quase R$ 4 milhões das mãos dos moradores. Os investigadores acreditam que os bandidos podem ter levado mais de R$ 100 milhões no assalto.

Dezenas de blocos de dinheiro foram recuperados pela polícia em Bacabal – Foto: Erisvaldo Santos/TV Mirante
Líder da quadrilha
A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão afirma que o líder do grupo que assaltou o BB de Bacabal é o assaltante baiano Zé de Lessa, que teria comandado o assalto do Uruguai. Durante o confronto entre policiais e assaltantes na noite do crime, um morador da cidade e três criminosos morreram.

Polícia diz que José Francisco Lumes é o chefe do bando que atacou banco em Bacabal – Foto: Reprodução / TV Mirante
Um policial militar do Piauí, André dos Anjos de Sousa; e o bombeiro militar de Bacabal, Luís Gustavo Lima Mendes, foram presos por recolher o dinheiro deixado pelos assaltantes. Eles já foram liberados e vão responder pelo crime de furto.

A polícia também investiga o desaparecimento de um caminhoneiro de pernambuco chamado Obadias Pereira da Silva. Segundo a polícia, o caminhão dele foi usado pelos ladrões para fugir com o dinheiro roubado. O veículo foi encontrado queimado a 60 km de Bacabal.

Caminhão de Obadias Pereira foi incendiado e encontrado a 60 km de Bacabal – Foto: Reprodução/TV Mirante
Fonte: Por G1 MA

Mega-Sena não tem acertador; prêmio vai para R$ 6 milhões

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 2101 da Mega-Sena sorteadas nessa quarta-feira (28). Com isso, o prêmio pode chegar a R$ 6 milhões no próximo sorteio.

As dezenas sorteadas foram: 02 – 08 – 18 – 37 – 56 – 58.

Na Quina, foram 61 apostas ganhadoras, que vão receber R$ 23.013,76 cada. A Quadra teve 3.852 apostas acertadoras e que irão receber R$ 520,63 cada uma.

O próximo sorteio da Mega-Sena será no sábado (1º).

Fonte: Agência Brasil

Termina na sexta-feira o prazo para pagamento da 1ª parcela do 13º salário

Termina nesta sexta-feira (30) o prazo para que as empresas paguem aos seus funcionários o adiantamento da primeira parcela do 13º salário. A segunda parcela, por sua vez, precisa ser depositada na conta dos trabalhadores até o dia 20 de dezembro. Aqueles que pediram o adiantamento do 13º nas férias, contudo, não recebem a primeira parcela agora (pois já receberam), apenas a segunda. A primeira parte representa metade do salário que o funcionário ganha.

O pagamento do 13º salário é feito com base no salário de dezembro, exceto no caso de empregados que recebem salários variáveis, por meio de comissões ou porcentagens – nesse caso, o 13º deve perfazer a média anual de salários. Cabe ao empregador a decisão de pagar em uma ou duas parcelas. No caso de ser apenas em uma única vez, o pagamento deve ser feito até esta sexta.

Caso o empregador não respeite o prazo do pagamento, será autuado por um auditor-fiscal do Ministério do Trabalho no momento em que houver fiscalização, o que gerará uma multa.

Quem não receber a primeira parcela até a data limite deve procurar as Superintendências do Trabalho ou as Gerências do Trabalho para fazer a reclamação. Outra opção é buscar orientação no sindicato de cada categoria.

O Imposto de Renda e o desconto do INSS incidem sobre o 13º salário. Os descontos ocorrem sobre o valor integral do 13º salário na segunda parcela. O FGTS é devido tanto na primeira como na segunda parcela.

O pagamento do 13° salário deve injetar R$ 211,2 bilhões na economia, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O número de pessoas com direito ao benefício soma 84,5 milhões, dos quais 57,6% são empregados formais (48,7 milhões de pessoas) e 42,4% (35,8 milhões) são aposentados e pensionistas da Previdência Social. O valor médio do 13º salário que será pago em 2018 é estimado em R$ 2.320.

Quem tem direito
Têm direito ao 13º salário todos os trabalhadores do serviço público e da iniciativa privada, urbano ou rural, avulso e doméstico, além dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) – neste último caso, o pagamento da 2ª parcela começou no dia 26.

O 13º salário tem natureza de gratificação natalina e está previsto na Lei 4.749/1965. Todo trabalhador que atuou por 15 dias ou mais durante o ano e que não tenha sido demitido por justa causa tem direito à gratificação.

Os trabalhadores que possuem, por exemplo, menos de um ano na empresa têm direito ao 13º salário proporcional aos meses trabalhados por mais de 15 dias. Por exemplo, um empregado que trabalhou por seis meses e 15 dias deverá receber 7/12 de seu salário a título de 13º.

As horas extras e o adicional noturno geram reflexos no 13º salário e devem incidir na base de cálculo dessas verbas. Gorjetas e comissões também devem entrar na base de cálculo do 13º salário, assim como adicionais de insalubridade e de periculosidade. Já as diárias de viagem só influem na base de cálculo do 13º se excederem 50% do salário recebido pelo empregado.

As faltas não justificadas pelo empregado, ocorridas entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de cada ano, serão consideradas para desconto. Caso sejam superiores a 15 dias dentro do mesmo mês, o empregado perderá o direito a 1/12 do 13º salário.

O empregado afastado por motivo de auxílio-doença recebe o 13º salário proporcional da empresa até os primeiros 15 dias de afastamento. Já a partir do 16º dia, a responsabilidade do pagamento fica a cargo do INSS. Funcionárias em licença-maternidade também recebem 13º salário. Dessa forma, o empregador efetuará o pagamento integral e/ou proporcional (quando admitidas no decorrer do ano) do 13º salário.

O trabalhador temporário tem direito ao 13º salário proporcional aos meses trabalhados.

O empregado despedido com justa causa não tem direito ao 13º salário proporcional. Se a rescisão do contrato for sem justa causa, o 13º deve ser pago de maneira proporcional, na base de 1/12 por mês, considerando-se como mês integral aquele que ultrapassar 15 dias de trabalho.

Os trabalhadores domésticos também recebem o 13º. Na segunda parcela, no pagamento dos outros 50% do salário, são acrescidas as médias das horas extras trabalhadas.

Para o cálculo, deve-se dividir o total de horas extras pelos meses trabalhados no ano para se chegar à média de horas mensal. Depois calcula-se o valor da hora extra trabalhada dividindo pela jornada mensal prevista em contrato. Como a lei prevê que é preciso pagar um adicional de 50% sobre o valor da hora extra trabalhada, é necessário multiplicar esse valor por 1,5.

Já o estagiário, como não é regido pela CLT e nem é considerado empregado, a lei que regula esse tipo de trabalho – 11.788/08 – não obriga o pagamento de 13º salário.

Fonte: G1

Governador do Rio de Janeiro é preso em desdobramento da operação Lava Jato

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB), foi preso na manhã desta quinta-feira (29) na Operação Boca de Lobo, desdobramento da Operação Lava Jato no estado. Ele é suspeito de ter participado do esquema de corrupção de seu antecessor, Sérgio Cabral.

Ele é alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pelo ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Félix Fischer. Ele foi preso no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador, e levado para a Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, na praça Mauá. Antes, tomou banho e café da manhã servido por garçons do governo.

Pezão é o quarto ocupante do Palácio Guanabara a ser preso. Antes dele foram alvo Cabral, e os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho -os dois últimos por ações sem relação com a Lava Jato, mas com a Justiça eleitoral.

Há ainda outros oito mandados de prisão preventiva a serem cumpridos e 30 de busca e apreensão.

A Procuradoria-Geral da República afirma que, solto, o governador “poderia dificultar ainda mais a recuperação dos valores, além de dissipar o patrimônio adquirido em decorrência da prática criminosa”.

Pezão foi apontado pelo economista Carlos Miranda, delator que afirma ter sido o gerente da propina de Cabral, como beneficiário de uma mesada de R$ 150 mil durante a gestão do ex-governador (2007 a 2014).

De acordo com a Procuradoria-Geral da República, “há registros documentais, nos autos, do pagamento em espécie a Pezão de mais de R$ 25 milhões no período 2007 e 2015”.

“Valor absolutamente incompatível com o patrimônio declarado pelo emedebista à Receita Federal. Em valores atualizados, o montante equivale a pouco mais de R$ 39 milhões e corresponde ao total que é objeto de sequestro determinado pelo ministro relator”, afirma a PGR.

Segundo o relato de Miranda, o atual governador passou a pagar R$ 400 mil a Cabral quando assumiu o cargo em abril de 2014, após renúncia do aliado.

Pezão vem sendo citado nas investigações sobre Cabral desde o ano passado. Referências a “Big foot”, “Pé” e outros apelidos similares foram encontradas nas anotações de Luiz Carlos Bezerra, espécie de carregador de mala de Miranda a partir de 2010.

O governador sempre negou as citações ao seu nome.

“Pezão repudia com veemência essas mentiras. Ele reafirma que jamais recebeu recursos ilícitos e já teve sua vida amplamente investigada pela Polícia Federal”, afirmou nota distribuída pelo Palácio Guanabara há duas semanas.

De acordo com Miranda, além da mesada Pezão recebeu “prêmios” ao final de alguns anos. Em 2008, por exemplo, o atual governador foi destinatário de R$ 1 milhão do esquema de Cabral.

Para a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, Pezão não apenas integrou o esquema de Cabral como “operou esquema de corrupção próprio, com seus próprios operadores financeiros”.

Em delação, o economista diz que o governador pediu para que o dinheiro fosse entregue a um dos sócios da JRO Pavimentação. A empresa pertence a Cláudio Fernandes Vidal, que transferiu sua sede para Piraí em 2005 após aproximação com Pezão. Os dois ficaram amigos e se encontravam frequentemente.

Outro suposto recebedor de propina para o governador era o ex-subsecretário de Comunicação Social da gestão Pezão, segundo Miranda. Marcelo Santos Amorim, ou Marcelinho, também recebeu recursos destinados ao emedebista. O suspeito é casado com uma sobrinha do político.

Os três são alvo de mandado de prisão preventiva. Também são alvo o secretário estadual de Obras, José Iran Jr., e o ex-secretário de Governo Afonso Monnerat, já preso na Operação Furna da Onça.

Fonte: Folhapress

PRF lança edital com vagas para o Piauí e salário de R$ 9,4 mil

Foi publicado hoje (28), no Diário Oficial da União, o edital do concurso público da Polícia Rodoviária Federal. Estão sendo ofertadas 500 vagas, sendo 22 para o Piauí. O salário oferecido é R$ 9.473,57, para uma jornada de trabalho de 40 horas semanais. Lembrando que, durante o curso de formação só será pago metade do valor do salário.

Podem concorrer às vagas os candidatos que tiverem ensino superior completo em qualquer área de formação, idade mínima de 18 anos e Carteira de Habilitação. O concurso será organizado pelo Cebraspe e as inscrições começam no dia 3 de dezembro, próxima segunda-feira, e vão até o dia 18 de dezembro. O valor da taxa é R$ 150.

Veja a distribuição das vagas:

Acre – 17 vagas
Amapá – 28 vagas
Amazonas – 23 vagas
Bahia – 17 vagas
GO – 27 vagas
Maranhão – 18 vagas
Mato Grosso – 9 vagas
Mato Grosso do Sul – 35 vagas
Minas Gerais – 57 vagas
Pará – 81 vagas
Piauí – 22 vagas
Rio de Janeiro – 10 vagas
Rio Grande do Sul – 74 vagas
Rondônia – 15 vagas
Roraima – 23 vagas
São Paulo – 19 vagas
Tocantins – 25 vagas

No Piauí, das 22 vagas, 16 são para ampla concorrência, 4 são para candidatos negros e 2 para candidatos com deficiência.

A prova

As provas estão previstas para o dia 3 de fevereiro de 2019 e serão aplicadas no período da tarde. Serão aplicadas provas objetivas e discursivas.

A prova objetiva será composta de 120 questões do tipo Certo ou Errado, com duração máxima de 4 horas e 30 minutos. Já na prova discursiva, os candidatos terão que discorrer em texto dissertativo com tema a ser proposto em 30 linhas, no máximo.

Veja abaixo a relação de assuntos abordados:

Língua Portuguesa
Informática
Raciocínio Lógico-Matemático
Informática
Noções de Física
Ética no Serviço Público
Geopolítica Brasileira
História da PRF
Legislação de trânsito
Noções de Direito Administrativo
Noções de Direito Penal
Legislação Especial
Direitos Humanos e Cidadania

Clique aqui para ver o edital: Edital PRF 2018 _ Diário Oficial da União

Fonte: Cidade Verde

Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 3 milhões nesta quarta-feira

O concurso 2.101 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 3 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) desta quarta (28) em Curitiba (PR).

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Fonte: Por G1

I Encontro de Contabilidade de Codó acontece de 05 a 07 de dezembro na UEMA

I ENCONTRO DE CONTABILIDADE DE CODÓ – Desafios e perspectivas do profissional contábil no século XXI, ocorrerá no período de 05 a 07 de dezembro de 2018, no Centro de Estudos Superiores de Codó-CESCD/UEMA na cidade de Codó-MA. É um evento científico destinado a profissionais vinculados à empresas públicas e privadas do município em função da ausência de debates e discussões a atuação dos profissionais locais. O I ENCOC será destinado aos profissionais contábeis e estudantes de Administração, de Contabilidade, áreas afins, gestores e servidores públicos, para refletirem sobre as temáticas como: A Contabilidade Aplicada à Administração Pública, Elaboração e Controle dos Orçamentos e Balanços Públicos, Gestão Contábil e Financeira, Contabilidade e Sustentabilidade. O evento tem por objetivo promover reflexões e promover o aprimoramento de conhecimento quanto às práticas contábeis na gestão pública. A programação conta com conferências, mesas redondas, apresentação de trabalhos, pôsteres e minicursos. O I ENCOC é uma iniciativa dos docentes e acadêmicos do 2º e 3º períodos do Curso de Ciências Contábeis. Para maiores informações:

Site: encoc.com.br

Tiago Bardal e mais três são presos por envolvimento com bandos de assaltos a banco

Tiago Bardal volta a sede da Seccor para prestar depoimento agora sobre envolvimento com bandos de assalto a banco – Foto: Reprodução/TV Mirante
O ex-superintendente estadual de investigações criminais (Seic) do Maranhão, Tiago Bardal, foi preso novamente na manhã desta quarta-feira (28) por conta de uma investigação da Polícia Civil sobre uma quadrilha de assaltos a banco no interior do estado. Ele foi encaminhado para a sede da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor), em São Luís, para prestar depoimento.

Além do delegado afastado, o investigador João Batista de Sousa Marques e os advogados Werther Ferraz Júnior e Ary Cortez Prado Júnior também foram presos nesta operação realizada de forma simultânea em São Luís e Imperatriz, nesta manhã. Os mandados de prisão preventiva foram expedidos pela 1ª Vara Criminal de São Luís.

A ação é resultado de uma investigação da Seccor e do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão. As autoridades disseram ainda que as investigações continuam para averiguar a participação de outros policiais no esquema.

Como funcionava
Pelas informações policiais, a investigação começou em 2018, mas tem como foco ações criminosas entre os anos de 2015 e 2016. Segundo a Seccor e o Gaeco, os presos na manhã desta quarta tinham relações com os bandos de assalto a banco no interior do Maranhão por receberem propina para evitar as prisões dos chefes, por exemplo.

Segundo os investigadores, os policiais mantinham relação direta com os advogados ligados aos assaltantes. Assim, a parte que caberia tanto ao delegado quanto ao investigador em cada negociação girava em torno de R$ 100 mil.

Os policiais vão ficar recolhidos na carceragem para policiais na Delegacia Especial da Cidade Operária (Decop), enquanto que os advogados devem ficar em alguma unidade do sistema penitenciário do estado.

Outras ocorrências
Não é a primeira vez que Tiago Bardal é preso. Em março de 2018 quando ainda era superintendente estadual de investigações criminais, ele foi acusado pela própria Secretaria de Segurança Pública de fazer parte de um esquema de contrabando internacional de bebidas alcoólicas e cigarros.

Ele foi encontrado por policiais militares durante uma operação perto do Quebra Pote, zona rural de São Luís. A área, depois a investigação mostrou, era rota dos envolvidos em um esquema internacional de contrabando de carga como cigarros e bebidas alcoólicas.

A época, Bardal foi encontrado dentro de um carro com Ricardo Jefferson Muniz Belo, que seria seu advogado. Segundo o secretário de segurança pública, Jefferson Portella, ao ser questionado, o superintendente afirmou que estava vindo de uma festa, mas depois mudou a versão falando que procurava um sítio para compra.

Na tarde do dia 22 de fevereiro deste ano, Tiago Bardal foi exonerado do cargo e depois a SSP pediu a prisão preventiva dele. A delegada Nilmar da Gama assumiu o cargo de superintendente da Superintendência de Investigações Criminais (Seic).

Neste caso do contrabando, vários policiais militares, entre eles oficiais, foram presos também suspeitos de integrarem o esquema criminoso.

Como o esquema envolvia o mercado clandestino internacional, a Justiça Federal tomou à frente e no fim de abril, revogou a prisão de oito acusados mediante fiança de valores diferentes. O delegado Bardal teve fiança fixada em R$ 30 mil. Bardal responde também a um crime de contrabando no município de Viana.

Fonte: Por G1 Maranhão