Caixa Econômica Federal de Codó Amanheceu o Dia do Trabalho com Filas Gigantescas.
Veja como amanheceu a Agência da Caixa Econômica Federal de Codó-MA em pleno feriado do Dia do Trabalho, filas quilométricas e infinitas em busca do benefício dos 600,oo oferecido pelo governo federal não param nem mesmo em dias de feriados e aos finais de semana, uma situação que tem aumentado os números de casos de coronavírus na cidade, muitos dos casos positivados tiveram relatos de que estiveram nas filas gigantescas da agência da Caixa.
Em pouco menos de uma semana já são 14 casos confirmados do novo coronavírus em Codó e parte desses casos são fruto das aglomerações de pessoas nessas filas intermináveis, além dos codoenses recebendo esse benefício tem também timbirenses e coroataenses vindo dioturnamente receber aqui em Codó as parcelas do benefício do governo federal.
Alguma coisa precisa ser feito em caráter de urgência pelas autoridades competentes afim de evitar que outras pessoas sejam contaminadas, a cada dia que se passa os números tem aumentado de forma assustadora e infelizmente centenas de pessoas ainda insistem em não fazer o uso das máscaras de proteção.
Justiça decreta lockdown na região metropolitana de São Luís
A Justiça do Maranhão decretou nesta quinta-feira (30) o bloqueio máximo (lockdown) das cidades de São Luis, Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar em função da pandemia do novo cororavírus. Pela decisão, todas as atividades não essenciais à manutenção da vida e da saúde estão proibidas de funcionar por dez dias, a partir de 5 de maio.
A decisão foi proferida pelo juiz Douglas de Melo Martins por solicitação do Ministério Público do Maranhão. Segundo os promotores do caso, a medida é necessária porque todos os 112 leitos de UTI da rede estadual que foram destinados para pacientes com covid-19 estão ocupados.
Durante o período de bloqueio, fica proibida a circulação de carros, exceto para compra de alimentos ou medicamentos e transporte de pessoas para hospitais. A entrada de veículos em São Luís também estará proibida, somente ambulâncias, carros com passageiros que estão em deslocamento para hospitais, viaturas e veículos com cargas de produtos essenciais poderão passar pelas barreiras. As agências bancárias deverão funcionar somente para pagamento de benefícios.
Pelo Twitter, o governador do Maranhão, Flávio Dino, declarou que vai cumprir a determinação judicial e garantiu que as atividades essenciais, como alimentação e farmácias, continuarão abertas. Por Agência Brasil.
No Estado do Maranhão PF Efetua Prisão de duas pessoas por saque indevido de 96 mil do auxílio emergencial.
A Polícia Federal prendeu em flagrante duas pessoas após o saque indevido de R$ 96.573,00 referente ao auxílio emergencial do governo federal pago por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Segundo a PF, a dupla estava com 108 cartões do Bolsa Família, em nome de diversas pessoas, além de extratos bancários que confirmaram os saques na Agência da Caixa Econômica Federal, localizada na Praça João Lisboa, no Centro de São Luís.
A prisão aconteceu durante a madrugada desta quinta-feira (30) e as duas pessoas foram conduzidas à Superintendência da Polícia Federal em São Luís por policiais militares. Ambos foram indiciados pelo crime de estelionato previsto no art. 171, § 3º, do Código Penal Brasileiro.
Com informações do Portal G1
Protestos e 165 detenções marcam Dia do Trabalho na França
A celebração do Dia do Trabalho na França começou hoje (1º) com pelo menos 165 pessoas detidas em meio a protestos em Paris.
A forte atuação da polícia francesa ocorre após meses de atos em massa do movimento conhecido como coletes amarelos.
Homens das forças de segurança foram destacados para cobrir praticamente toda a cidade e, até o meio-dia (horário local), policiais já haviam feito o que a prefeitura chamou de verificação preventiva de identidade de mais de 9 mil pessoas.
Tradicionalmente, o Dia do Trabalho na França é comemorado com grandes marchas em todo o país, organizadas por centrais sindicais e, em paralelo, uma manifestação da Frente Nacional, agora chamada de Agrupamento Nacional, principal partido de extrema direita do país.
*Com informações da Télam, agência pública de notícias da Argentina
Parada do futebol atinge em cheio finanças de clubes como o Flamengo
O primeiro de Maio não vai ser motivo de comemoração para 62 pessoas demitidas pelo Flamengo às vésperas do feriado do Dia do Trabalhador. Após 46 dias de paralisação do futebol por conta da pandemia do novo coronavírus, o clube mais popular do país escolheu reduzir custos, cortando cerca de 10% dos funcionários. “Ficamos tristes, sentidos, mas não temos muito o que fazer”, lamenta o presidente do Sindicato dos Empregados em Clubes, Federações e Confederações Esportivas (Sindeclubes), José Pinheiro. Segurança do Flamengo há 45 anos, Pinheiro diz que, diferente de outros períodos, os trabalhadores receberão todas as verbas rescisórias a que fazem jus e que o clube, como empregador, também está dentro do direito de reduzir a folha de pessoal: “Poderíamos protestar, mas neste momento não teria jeito. Vivemos uma fase triste”.
O Flamengo também estabeleceu um critério para corte de salários. Para os funcionários que ganham mais de R$ 4 mil, o clube descontará 25% do valor recebido acima destes R$ 4 mil. O caminho da redução de salários é o mesmo adotado por 80% dos clubes da Séria A do Campeonato Brasileiro. Entretanto, a maior parte busca poupar os funcionários com salários menores. O Palmeiras, por exemplo, optou em reduzir este mesmo percentual dos rendimentos de atletas e comissão técnica.
“Esta crise implica em questões éticas delicadas nas relações entre clubes e profissionais. Mas configura um certo absurdo e provoca protestos na sociedade e nas redes sociais o Fla não mexer, aparentemente, nos astronômicos vencimentos de jogadores e atingir os funcionários mais pobres”, analisa o comentarista esportivo Márcio Guedes. “É injusto, e não faz sentido, um clube de massa, com milhões de torcedores de baixa renda, voltar-se contra os mais humildes”.
O sócio e conselheiro do Flamengo David Butter também estranhou a decisão, principalmente porque está publicado no site a demonstração financeira do clube, pontuando que ele poderia suportar por três meses a pressão econômica provocada pela crise criada pela covid-19. Neste mesmo texto, o Fla também ressalta a preocupação com a segurança dos funcionários. “Vamos questionar e tentar entender a razão de, nesta hora mais sombria, cortar na cadeia salarial mais baixa. Entendemos que agora é preciso preservar os vínculos e cumprir parte de uma missão de responsabilidade social”, avalia Butter, que integra o grupo Flamengo da Gente. “Quem pode dizer se isto poderia ser evitado ou não é a diretoria e o conselho diretor. Eles têm os elementos de decisão para nos dar uma resposta plena. Vamos pedir explicações”. Procurado pela reportagem da Agência Brasil, o Flamengo disse que não vai se manifestar sobre o caso.
Segundo o consultor da Ernest Young Alexandre Rangel, todas as receitas dos clubes estão travadas e a previsão é de que o quadro se agrave: “As autoridades não sabem dizer quando o futebol pode voltar. Há um cenário de indefinição e a tendência é a de que todos os [clubes usem todos os] artifícios legais: redução de salários, suspensão de contratos de trabalho e demissões. É inevitável”.
O consultor também diz que, mesmo com a volta da normalidade, o dinheiro leva, em média, de 90 a 120 dias para entrar no caixa dos clubes: “Isso é só o começo do movimento, desesperador para a maioria, e ainda controlável para alguns”.Fonte Agência Brasil.






