Blog do Walison - Em Tempo Real

Em Codó Policia Militar recupera Moto tomada de assalto em menos de 24 horas.

Por volta das 17h30 desta sexta-feira(31/07) a guarnição do KM-17 foi acionada por populares, estes informaram que dois indivíduos armados e em uma motocicleta branca, haviam tomado de assalto uma caixa de som e um celular no Povoado Matões , que fica próximo a outro povoado conhecido como “Boca de Fogo”.
Ao chegar ao local da ocorrência, a equipe localizou a motocicleta abandonada. Os indivíduos, ao avistarem os policiais se aproximando, fugiram em direção a um matagal, foram realizadas buscas mas não foi possível localizar os mesmos.
A equipe policial encaminhou a motocicleta para a 4ªDRPC, para que fossem tomadas providências cabíveis.

ASSCOM 17ºBPM

Leonel Filho consegue acordo para Câmara de Codó destinar recursos de quase R$ 2 milhões para combate a Covid-19

Com objetivo de formar uma rede preventiva de queimadas, a Câmara Municipal de Codó abriu a pauta para receber o Capitão Wilson Belo, Comandante da 15ª Companhia Independente de Bombeiros Militar. “Recebemos o convite do presidente Leonel Filho e contamos com os poderes púbicos para buscar soluções e protocolos relativos ao tema”, explicou Capitão Belo.

Durante a 16ª Sessão Ordinária da Câmara municipal de Codó, os parlamentares prepararam um documento para ser enviado ao Senador Roberto Rocha, que solicita a pavimentação dos seis quilômetros que ligam a localidade Montevidéu a Bacabinha. “Quero agradecer ao apoio do companheiro Rômulo, em entregar ao senador este documento e aos colegas parlamentares pelo apoio e aprovação deste encaminhamento. Temos a certeza que esta obra irá beneficiar muito os moradores de todas as comunidades daquela região”, concluiu o vereador Valdeck Frota.

No plenário, os parlamentares também deliberaram sobre importantes indicações encaminhadas ao Executivo Municipal, que demandam sobre reformas no Mercado central, como as dos vereadores Milson da Gabriela, reformas e ampliação nas arenas desportivas, como as do vereador Delegado Rômulo, recuperação de vias, como dos vereadores Andre Jansen e Chaguinha, e de projetos para o bem estar da população, como as dos vereadores Ivan do Naby e Maria Paz.

O presidente da Câmara Municipal, Leonel Filho, conseguiu um acordo com os demais vereadores para o Poder Legislativo abrir mão de recursos para serem utilizados no combate a Covid-19 em Codó. O presidente do legislativo, vereador Leonel Filho, falou sobre a gestão da Câmara Municipal, mesmo com o orçamento reduzido. “Graças a Deus e a colaboração dos colegas vereadores estamos conseguindo fazer uma gestão de recuperação, física, financeira e administrativa desta Casa. Recuperamos o orçamento, fizemos reformas e estamos honrando todos os compromissos com transparência e respeito aos fornecedores e a população. Abrimos mão de um enorme recurso para destinar a luta contra a Covid-19, mas mesmo assim estamos conseguindo trabalhar com racionalidade, eficiência e responsabilidade com os recursos públicos”, concluiu o presidente.

Ascom – CMC

Auxílio emergencial elevou em 24% renda pré-pandemia, mostra pesquisa

As pessoas que recebem o auxílio emergencial, pago pelo governo federal durante a pandemia de covid-19, tiveram seus rendimento aumentados em 24% em relação ao que recebiam usualmente antes da pandemia. Os dados, divulgados hoje (30), são do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O impacto do auxílio emergencial é maior no caso dos empregados informais, cuja elevação de renda proporcionada pelo auxílio chegou a 50%, passando de uma média de R$ 1.344 (pré-pandemia) para R$ 2.016.

“Para aqueles que receberam o auxílio emergencial, o acréscimo de renda mais do que compensou, pelo menos até o momento, as perdas de renda derivadas da crise. Isso não significa que o auxílio emergencial seja excessivo, mas sim que o nível de pobreza e desigualdade do Brasil é muito alto”, destaca o texto do estudo.

O levantamento mostra que alguns profissionais foram mais afetados pela pandemia, como cabeleireiros e manicure, que perderam, sem levar em conta o auxílio emergencial, 42% da renda usual. Vendedor ambulante (-38%), motorista (-36%), vendedor a domicílio (-33%), e artesão, costureiro e sapateiro (-33%), também tiveram quedas acentuadas em seus rendimentos.

De acordo com o estudo, o auxílio emergencial já foi pago a cerca de 64 milhões de brasileiros, de um total de 104 milhões de solicitações. “O número de pessoas que solicitaram o auxílio mostra que o volume de recursos do Bolsa Família pode não ser suficiente. Existe uma parcela da população que é bastante vulnerável, que não está sendo atendida”, destacou o coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV, e um dos autores do estudo, Lauro Gonzalez.

“São pessoas que não são pobres suficientemente para estarem no Bolsa Família, mas que são pobres também, estão sujeitas aos efeitos negativos de choques, como esse que a gente teve na pandemia. Um mecanismo mais adequado [para corrigir isso] seria alguma coisa na linha de uma renda básica, abrangendo um número maior de pessoas”, acrescentou.

O levantamento foi feito com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19 realizada em junho de 2020 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Benefício

O benefício foi criado pelo governo federal para tentar reduzir os efeitos negativos na economia causados pela pandemia novo coronavírus, que obrigou o mundo a suspender diversos setores da atividade econômica. O auxílio é destinado a trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs), autônomos, desempregados e famílias integrantes do programa Bolsa Família. A parcela é R$ 600 ou de R$ 1,2 mil, para mães solteiras.Fonte Agência Brasil

Plástico nos oceanos pode chegar a 600 milhões de toneladas em 2040

Cerca de 8 milhões de toneladas de plásticos vão parar nos oceanos todos os anos, trazendo graves prejuízos para o meio ambiente

Caso não sejam tomadas medidas urgentes e de impactos ambientais e financeiros, o volume de plástico existente no mercado dobrará, o volume anual do produto que entra no oceano subirá de 11 milhões de toneladas, em 2016, para 29 milhões de toneladas, em 2040, e a quantidade nos oceanos quadruplicará, atingindo, no mesmo período, mais de 600 milhões de toneladas.

A projeção foi feita pelo estudo Breaking the Plastic Wave (Quebrando a Onda dos Plásticos, em tradução livre), publicado este mês pela Pew Charitable Trusts e a Systemiq e feito em parceria pela Fundação Ellen MacArthur, Universidade de Oxford, Universidade de Leeds e Common Seas.

Os 29 milhões de toneladas de plástico que poderão entrar nos oceanos em 2040 representarão 100% de emissão de gases de efeito estufa, envolvendo um cenário sem mudanças na cultura ou no comportamento do consumidor. O custo líquido desse vazamento é estimado em US$ 940 bilhões por ano.

Em entrevista por e-mail à Agência Brasil, o líder da iniciativa Nova Economia do Plástico, criada em 2016 pela Fundação Ellen MacArthur, Sander Defruyt, explicou que o cenário descrito no estudo é uma projeção do que pode ocorrer caso o cenário permaneça como está. “Ele revela o quanto é poluente e desperdiçador o atual sistema e reforça a necessidade de uma mudança. A transição para uma economia circular do plástico poderia gerar economia anual estimada em US$ 200 bilhões, em comparação ao cenário atual, além dos benefícios ambientais e climáticos”.

Solução prévia

Para a idealizadora da fundação, Ellen MacArthur, a solução tem que ser encontrada muito antes que o plástico chegue aos oceanos. Ela reiterou que uma mudança em direção a uma economia circular, com a máxima redução do uso do plástico, da coleta e reciclagem, e a substituição do produto sempre que possível, permitiria que,até 2040 o volume que entra nos oceanos caísse para 5 milhões de toneladas por ano.

O custo líquido total para todo o sistema, que abrange desde a matéria-prima até a produção e o gerenciamento pós-uso, seria reduzido para US$ 740 bilhões. Considerando dados de 2016, que indicam um vazamento de 11 milhões de toneladas de plástico nos oceanos, a redução seria de 52%. A emissão de gases poluentes na atmosfera diminuiria para 75% ao ano.

A economia circular é um conceito econômico que faz parte do desenvolvimento sustentável. É uma nova forma de pensar o futuro e como nos relacionamos com o planeta, dissociando o crescimento econômico e o bem-estar humano do consumo crescente de novos recursos.

Out To Sea? El proyecto de la basura de plástico, do Museum für Gestaltung Zürich. A exposição, utiliza toneladas de lixo e plástico retirado dos oceanos,visa sensibilizar as pessoas para a preservação ambiental.
Plástico retirado de oceanos é mostrado em exposição – Marieta Cazarré/Agência Brasil

Medidas

A Fundação Ellen MacArthur enumera, entre as ações urgentes a serem adotadas pelos países e pela sociedade, a eliminação dos plásticos não necessários, “não só removendo os canudos e as sacolas, mas também ampliando modelos de entrega inovadores, que levem os produtos aos clientes sem embalagem ou utilizando embalagens retornáveis e estabelecendo metas ambiciosas para reduzir o uso de plástico virgem”. A entidade avalia que a redução do uso em cerca de 50% até 2040 equivaleria a um crescimento líquido nulo no uso de plásticos para o período.

Todos os itens plásticos devem ser projetados para ser reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis, indica a fundação. Para ela, é essencial financiar a infraestrutura de modo a aumentar a capacidade de coleta e circulação desses itens, o que demandaria recursos em torno de US$ 30 bilhões anuais. Por essa razão, recomenda que devem ser implementados em todo o mundo, com urgência, “mecanismos que melhorem as condições econômicas da reciclagem e forneçam fluxos de financiamento estáveis com contribuições justas da indústria”, como a responsabilidade estendida do produtor e outras iniciativas.

Sander Defruyt afirmou que não existe uma solução única para o problema do plástico, como mostra o estudo. “Reduzir, reutilizar e reciclar são todos elementos que precisam compor a solução”. Ele informou que, atualmente, apenas 14% das embalagens são recolhidas para reciclagem no mundo. “Sem um redesenho fundamental e inovação, cerca de 30% das embalagens plásticas nunca serão reutilizadas ou recicladas. Portanto, embora a reciclagem seja um componente da solução, ela não é uma solução em si”.

Inovação

A busca da inovação deve ser constante na direção de novos modelos de negócio, design de produtos, materiais, tecnologias e sistemas de coleta, com o objetivo de acelerar a transição para uma economia circular. De acordo com a Fundação Ellen MacArthur, “se as indústrias do plástico e de gestão de resíduos intensificassem as atividades de pesquisa e desenvolvimento, para alcançar um nível equivalente à da indústria de maquinário, por exemplo, isso criaria uma agenda no setor de US$ 100 bilhões até 2040”, o que significaria quadruplicar os investimentos nessas áreas em relação ao que ocorre atualmente.

A adoção dessas ações de economia limpa, ou circular, poderia gerar economia anual de US$ 200 bilhões, com a criação de um saldo líquido de 700 mil empregos adicionais até 2040 e redução das emissões de gases de efeito estufa da ordem de 25 pontos percentuais, indica o estudo. Defruyt completou que é preciso uma abordagem robusta de economia circular para eliminar os plásticos que não são necessários, inovar para que todos aqueles de que o mundo precisa possam ser reutilizados de maneira segura e circular todos os plásticos necessários, mantendo-os na economia e fora do meio ambiente”.

Para Ellen MacArthur, o estudo confirma que caso não ocorra uma mudança expressiva, até 2050 os oceanos podem conter mais plásticos do que peixes. “Para combater o desperdício e a poluição, temos que intensificar os esforços radicalmente e acelerar a transição para uma economia circular. Precisamos eliminar os plásticos dos quais não precisamos e reduzir significativamente o uso de plástico virgem. Precisamos inovar para criar novos materiais e modelos de reuso. E precisamos de melhor infraestrutura para garantir que todos os plásticos que usamos circulem na economia e nunca se tornem resíduo ou poluição.

Nova economia

A Fundação Ellen MacArthur foi criada em 2010 e estabeleceu a economia circular como agenda prioritária para líderes de todo o mundo. Seu trabalho se concentra em sete áreas, que são pesquisa e análise, empresas, instituições, governos e cidades, iniciativas sistêmicas, design circular, aprendizagem e comunicação.

Em 2016, a fundação criou a iniciativa Nova Economia do Plástico, que mobiliza governos e empresas para uma visão comum sobre o problema. Em outubro de 2018, lançou o Compromisso Global, com a missão de eliminar embalagens plásticas desnecessárias ou problemáticas e inovar para que todas sejam 100% reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis e possam circular de maneira fácil e segura sem se que se tornem poluição.

Embora os consumidores possam tentar melhores escolhas em suas decisões de compra, eles ainda ficam restritos a escolher entre uma série de alternativas que são disponibilizadas pela indústria, observou Sander Defruyt. Sugeriu que as marcas e varejistas, por sua vez, podem optar pela adoção de modelos de reuso ou de uso único, pelo emprego de plásticos virgens ou incorporação de conteúdo reciclado.

 Fim da distribuição gratuita de sacolas plásticas pelos supermercados, que passarão a ser cobradas, com objetivo de reduzir o excesso de plástico descartado no meio ambiente
Fim da distribuição gratuita de sacolas pelos supermercados, a fim de reduzir o excesso de plástico descartado no meio ambiente – Fernando Frazão/Agência Brasil

“Mais de 850 organizações em todo o mundo já se comprometeram com essa visão de uma economia circular para os plásticos. Por meio do nosso Compromisso Global por uma Nova Economia do Plástico, governos, líderes e empresas, que juntos representam 20% da produção global de embalagens plásticas, assumiram metas ambiciosas e mensuráveis para acelerar a transição para uma economia circular do plástico. Além disso, a nossa rede de Pactos do Plástico está reunindo atores da indústria em iniciativas regionais e nacionais para criar soluções de economia circular para o setor”, disse Defruyt.

Engajamento

Empresas como a Amcor, Coca-Cola Company, Danone, L’Oréal, Nestlé, PepsiCo, Unilever, Walmart são parceiras da ação, que tem também entre os signatários os governos da França e do Chile, entre outros, a Prefeitura Municipal de São Paulo e organizações não governamentais (ONG) como a WWF. O livro Reuse, publicado pela fundação no ano passado, mostra que a substituição de 20% das embalagens de uso único por embalagens reutilizáveis representa, em termos globais, oportunidade econômica equivalente a pelo menos US$ 10 bilhões.

O líder da Nova Economia do Plástico relatou que, ao longo dos últimos anos, foram observados avanços relevantes de alguns dos principais representantes da indústria global do produto em relação aos seus compromissos.A Coca-Cola, por exemplo, está aplicando modelos de reúso em 27% do seu volume de negócios na América Latina, e a Danone hoje usa esses modelos em 50% do seu negócio de águas.

A Nestlé investiu US$ 2 bilhões para incentivar o mercado a fornecer plásticos reciclados de boa qualidade, que possam ser usados para embalar produtos alimentícios. Diversas marcas, varejistas e fabricantes de embalagens plásticas estão eliminando do portfólio formatos de embalagem de uso único, como canudos e sacolas.

“Nós também percebemos uma mudança de atitude em relação a esquemas de responsabilidade estendida do produtor, que antes eram vistos como custo a ser evitado. Hoje, as empresas já reconhecem a necessidade de investir em sistemas de recuperação de materiais a fim de atingir as metas da indústria”, afirmou Defruyt.

Ranking

Embora não haja um ranking de países ou regiões em relação a ações para criar uma economia circular do plástico, Dreuyt disse que pode ser identificada uma série de governos que já assumiram compromissos públicos para acelerar a transição para uma economia circular e, com isso, estabelecem uma visão para guiar os esforços da indústria.

Os signatários do Compromisso Global incluem governos nacionais em cinco continentes (entre eles Chile, França, Granada, Nova Zelândia, Peru, Portugal, Reino Unido e Seychelles), além de cidades líderes como Austin, Copenhague, Buenos Aires e, no Brasil, São Paulo. A rede de Pactos do Plástico já tem hoje iniciativas estabelecidas no Reino Unido, na França, no hile, nos Países Baixos, na África do Sul e em Portugal, além de um pacto regional na Europa. Fonte Agência Brasil.

Curso de Enfermagem da UEMA Caxias realiza “I Simpósio Online de Feridas”

Por: Ascom/ UEMA | 

Sem títuloA (LAFC) Liga Acadêmica de Feridas do Curso de Enfermagem, Campus Caxias, realiza o ”I Simpósio Online de Feridas: inovações no cuidado ao portador de lesões, uma abordagem multidisciplinar”. O evento será realizado nos dias 17 e 18 de agosto, de 18h30 às 20h30, e terá a participação de vários professores renomados da área de feridas e estomaterapia (especialidade do enfermeiro voltada para feridas agudas e crônicas, incontinências e drenos).

O objetivo do simpósio é promover o aprofundamento e disseminar o atual conhecimento e inovações na temática de feridas e estomaterapia. Terá ênfase o exercício de cuidados de enfermagem a clientes portadores de lesões/feridas. Esta é uma especialidade reconhecida pela Sociedade Brasileira de Enfermagem Dermatológica (SOBEND) e Associação Brasileira de Estomaterapia (SOBEST). Uma área que necessita de conhecimento específico, habilidade e abordagem holística.

As inscrições são gratuitas, com direito a certificado. Para mais informações, entrar em contato pelo direct do instagram @ligaferidasuema.

Maranhão tem menor taxa de contágio de coronavírus do Brasil, diz estudo da PUC/FGV

O projeto Covid-19 Analytics, feito por pesquisadores da FGV e da PUC-Rio, mostra que o Maranhão é o Estado com a menor taxa de contágio do Brasil. Os dados foram atualizados nesta quarta-feira (29).

O índice é de 0,84, o mesmo verificado no Espírito Santo. Segundo o levantamento, dez Estados têm taxa abaixo de 1. Outros 16 e o Distrito Federal têm taxa acima de 1.

Quando a taxa é superior a 1, cada contaminado transmite a doença para mais de uma pessoa, logo o vírus ainda avança. Quando é abaixo de 1, a tendência é que os novos casos comecem a cair. Afinal, uma pessoa passa a contaminar cada vez menos outras pessoas.

Recuperados

O Maranhão chegou à marca de 103.994 pessoas recuperadas do coronavírus, de acordo com o mais recente boletim da Secretaria de Estado da Saúde. Esse número é 11 vezes maior que o número de casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença: 9.035.

Queda

O Maranhão aparece entre os Estados com queda no número de mortes no levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa que mapeiam a Covid-19 em todo o país.

São oito estados nessa categoria, incluindo o Maranhão. Outros oito e o Distrito Federal têm aumento no número de mortes. A estabilidade se verifica em oito deles. Dois não divulgaram os dados completos da última semana, período levado em conta para fazer o cálculo.

Ascom

Banco Central anuncia que lançará cédula de R$ 200 em agosto

Nova cédula foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional. Terá estampado um lobo-guará. Imagem da nova nota será divulgada no fim de agosto, quando começará a circular.
Imagem de apresentação feita pela diretora de Administração do Banco Central, Carolina de Assis Barros, sobre a nova cédula de R$ 200 — Foto: Reprodução / Banco Central
Imagem de apresentação feita pela diretora de Administração do Banco Central, Carolina de Assis Barros,

sobre a nova cédula de R$ 200 — Foto: Reprodução / Banco Central

O Banco Central informou nessa quarta-feira (29) que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou o lançamento da cédula de R$ 200, que terá como personagem o lobo-guará.

De acordo com a instituição, a nova cédula deverá entrar em circulação no final de agosto, e a previsão é que sejam impressas 450 milhões de cédulas de R$ 200 em 2020. É a primeira vez em 18 anos que o real ganha uma cédula de novo valor. O anúncio do lançamento da nova nota provocou vários memes nas redes sociais.

A diretora de Administração do Banco Central, Carolina de Assis Barros, afirmou que a nova cédula ainda está em fase final de testes de impressão e que a “boa prática internacional” recomenda que não sejam revelados os elementos da cédula até estar pronta.

Por isso, afirmou, não foi divulgada imagem da nova nota de R$ 200 – o que será feito no final de agosto. Atualmente, há seis tipos de cédulas em circulação: R$ 2, R$ 5, R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100.

Carolina Barros afirmou que a instituição está atenta à demanda da população por mais meio circulante. “Se [a demanda] existe, a gente precisa atender. A gente não sabe por quanto tempo essa demanda adicional por dinheiro vai durar”, declarou.

Segundo ela, em momentos de incerteza, como atualmente, durante a pandemia de coronavírus, as pessoas tendem a fazer saques e acumular dinheiro. “Isso não é um fenômeno do nosso país, e isso gerou um aumento expressivo de demanda nas casas impressoras”, declarou.

De acordo com a diretora, o Conselho Monetário Nacional autorizou nessa quarta-feira (29) o valor de R$ 113,4 milhões para impressão de 450 milhões de cédulas de R$ 200 e 170 mihões de cédulas de R$ 100.

A diretora do BC afirmou que a impressão de novas cédulas não tem relação com inflação. “Temos um sistema de metas. No momento, a inflação é baixa, estável, e controlada”, disse.

De acordo com Carolina Barros, o Banco Central fez uma pesquisa em 2001 e selecionou para as cédulas uma lista de imagens de animais ameaçados de extinção.

“Como nas demais cédulas, tem elementos de segurança robustos e capazes de proteger de falsificação. Quanto maior o valor, maior é a preocupação”, declarou a diretora.

Impressão de cédulas

Neste mês, o governo teve um gasto extra de R$ 437 milhões para impressão de cédulas, com o objetivo de imprimir R$ 100 bilhões adicionais em dinheiro de papel.

De acordo com a área econômica, a crise do novo coronavírus foi um dos motivos para o aumento da procura. A pandemia levou as pessoas a “entesourarem” recursos em casa, ou seja, manter reserva em cédulas.Por G1

Robô será lançado para Marte; amostras só chegam à Terra em 2031

Missão InSight da Nasa tem como objetivo analisar o

Os Estados Unidos esperam lançar hoje (30) um novo robô para Marte, a fim de recolher amostras de rocha que só vão ser enviadas para estudo na Terra em 2031, dez anos depois de o equipamento chegar ao “planeta vermelho”.

O lançamento será feito a bordo de um foguetão Atlas V, da base espacial norte-americana de Cabo Canaveral, na Florida.

Se por razões técnicas ou meteorológicas o lançamento for abortado, a janela de oportunidade mantém-se aberta diariamente, até 15 de agosto.

Trata-se da primeira missão que pretende recolher amostras de rocha, solo e poeira de Marte com destino à Terra, sendo liderada pela agência espacial norte-americana, a Nasa, que já enviou outros robôs de exploração ao planeta, mas com outros fins.

Se o lançamento for bem-sucedido, o robô Perseverance tocará a superfície do “planeta vermelho” cerca de sete meses depois, em 18 de fevereiro de 2021, mais concretamente a cratera Jezero, onde teria existido um lago há 3,5 mil milhões de anos e um delta (foz de rio).

O local de aterrissagem é, por isso, considerado propício para a procura de sinais (bioquímicos) de vida microbiana passada em Marte, um dos objetivos da missão Mars 2020 Perseverance, uma vez que as moléculas orgânicas são muito bem preservadas por sedimentos de lagos e deltas.

Juntamente com o, mas que tem seis rodas, um braço robótico, uma broca e vários instrumentos científicos, seguem os nomes de cerca de 11 milhões de pessoas de todo o mundo, registrados em três `microchips`, e um engenho voador, semelhante a um minúsculo helicóptero, que irá testar um voo controlado em outro planeta.

O veículo robótico, que deve o seu nome a um estudante do estado da Virgínia, tem na sua bagagem amostras de tecido dos fatos espaciais, que serão testadas aos efeitos da radiação, e instrumentos que permitem caracterizar o clima e a geologia do planeta e validar um método de produzir oxigênio a partir da sua atmosfera, rica em dióxido de carbono.

Para a Nasa, a missão Mars 2020 Perseverance pode assim ajudar a desbravar o caminho para o envio de astronautas à superfície de Marte, uma ambição que os Estados Unidos pretendem concretizar (e que o ex-presidente Barack Obama chegou a admitir como sendo uma realidade na década de 2030), após conseguir ter novamente astronautas na Lua (a primeira missão tripulada de regresso à Lua, depois da última em 1972, está prevista para 2024).

O robô Perseverance, equipado com câmaras e microfones, que permitem fornecer imagens e sons de sua aterrissagem e do seu trabalho em Marte, vai explorar o planeta durante aproximadamente dois anos, estando apto a recolher até 500 gramas de amostras de rocha, solo e poeira que se revelarem mais promissoras para a pesquisa de vestígios de vida.

As amostras serão acondicionadas pelo veículo em várias dezenas de tubos selados e “limpos” de contaminantes da Terra, podendo cada um guardar 15 gramas de sedimentos ou pedaços de rocha. Os tubos serão depois escondidos no solo marciano, em locais estrategicamente escolhidos.

Será preciso, no entanto, esperar por 2031 para que as amostras sejam enviadas à Terra para serem analisadas pelos cientistas.

Uma nova missão, em que a Nasa terá como parceira a Agência Espacial Europeia (ESA), tem início previsto para julho de 2026 com o lançamento para Marte de um segundo veículo robótico, que vai recuperar os tubos das amostras recolhidas pelo Perseverance.

Apesar de inóspito, Marte é considerado o planeta do Sistema Solar mais parecido com a Terra. Estruturas geológicas demonstram que, há muito tempo, água líquida, elemento fundamental para a vida, era abundante na superfície do planeta.

Segundo os cientistas, Marte teve, no passado, um oceano maior do que o Ártico. Estudos indicam, com base em observações feitas em órbita e na superfície, a presença de água líquida salgada e gelada.Por RTP- Washington