Blog do Walison - Em Tempo Real

Governo economiza R$ 466 milhões com a máquina pública na pandemia

Com milhares de servidores públicos trabalhando de forma remota em casa por causa da pandemia, o governo federal conseguiu reduzir em R$ 466,4 milhões as despesas de custeio da máquina pública. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (3) pelo Ministério da Economia. 

Entre as principais despesas que foram economizadas estão deslocamentos e viagens a trabalho, que demandam pagamento de diárias e passagens, e os serviços de energia elétrica e comunicação. A comparação foi feita entre os meses de abril, maio e junho deste ano com o mesmo período de 2019. Somente com diárias e passagens, o governo economizou mais de R$ 271,4 milhões, um valor 67,5% menor em relação ao ano passado. Os gastos com energia elétrica caíram, na média dos três meses, 22,4%, uma economia de R$ 127,9 milhões. Os serviços de comunicação (correspondências), de água e esgoto e cópia e reprodução de documentos também tiveram quedas expressivas no mesmo período.

Trabalho remoto

Na semana passada, o Ministério da Economia publicou a Instrução Normativa nº 65, que estabelece orientações para a adoção do regime de teletrabalho nos órgãos e entidades da administração pública federal. Até antes da pandemia, o teletrabalho ou trabalho remoto, no Executivo Federal, era permitido apenas na forma de projeto-piloto. De acordo com a Secretaria Nacional de Desempenho pessoal da pasta, 360 mil servidores estão em trabalho remoto: 270 mil são de universidades e institutos federais e 62% da força de trabalho do Executivo.Fonte Agência Brasil.

Metade das mulheres passou a cuidar de alguém na pandemia

Metade das mulheres brasileiras passou a cuidar de alguém na pandemia. A conclusão é de pesquisa que analisou os impactos da disseminação do novo coronavírus (covid-19) tendo como foco as mudanças no trabalho e na inserção econômica das brasileiras. Entre as mulheres do campo, o índice das que passaram a cuidar de alguém sobe para 62%. Entre as negras o percentual é de 52%, enquanto entre as brancas ficou em 46%.

O estudo, realizado pelas organizações Gênero e Número e Sempreviva Organização Feminista (SOF), identificou variações nesse fenômeno.

“O cuidado está no centro da sustentabilidade da vida. Não há a possibilidade de discutir o mundo pós-pandemia sem levar em consideração o quanto isso se tornou evidente nesse momento de crise global. Trata-se de uma dimensão da vida que não pode ser regida pelas dinâmicas sociais pautadas no acúmulo de renda e de privilégios”, defendem as autoras do estudo.

Para 72% das ouvidas, aumentou a necessidade de monitoramento e companhia. É o caso de quem possui demanda de cuidar de crianças, idosos ou pessoas com deficiência. O texto alerta que essa é uma dimensão do cuidado que muitas vezes fica inviabilizada por não se tratar de uma atividade específica, mas ocorre em paralelo às outras ocupações das mulheres, como o trabalho.

“Entre as ouvidas, 35% disseram serem as responsáveis exclusivas pelo trabalho de suas casas. A maioria diz que a divisão permaneceu a mesma ou foi reduzida. Para as mulheres, a sobreposição do cuidado, trabalho doméstico e atividade remunerada, bem como das preocupações associadas a esses, marca muito mais do que quem está trabalhando, mas se dedicando aos seus projetos”, disse Tica Moreno, socióloga da Sempreviva Organização Feminista.

Sustentação

A pesquisa revelou que para 40% das consultadas a pandemia colocou a sustentação da casa em risco, índice elevado para 63% no caso das mulheres em ambientes urbanos. Do universo pesquisado, 16% disseram estar em casa sem trabalho.

A percepção alcançou patamar maior entre as negras (55%), que também conformam 58% das desempregadas (contra 39% das brancas). Em consequência, esse é o segmento com maior percentual de pessoas trabalhando por conta própria.

“A redução do apoio externo para o cuidado é uma realidade para a maioria das mulheres, mas 42% disseram que já cuidavam de alguém e a maioria dessas mulheres são negras. Além da desigualdade entre a responsabilidade de homens e mulheres, também entre as mulheres a gente vê as diferenças marcadas pela renda e pela raça”, analisa Tica Moreno.

Sobrecarga

Entre as entrevistadas, 41% informaram ter continuado o trabalho durante a pandemia, com maior carga de tarefas. Entre brancas e negras, os percentuais foram, respectivamente, de 55% e 44%.

“Além disso, as relações entre trabalho e atividades domésticas se imbricaram ainda mais, e se antes pagar por serviços era a solução possível para algumas, a pandemia mostrou a intensificação do trabalho das mulheres”, analisam as autoras.

Violência

O estudo apontou que 8,4% das ouvidas manifestaram ter sofrido alguma forma de violência durante a pandemia. Entre as que estão na faixa de renda mais baixa, o índice sobe para 12%.

Entre as negras, as práticas violentas mais comuns são o ato de trancar em casa, bater ou espancar deixando marcas e quebrar coisas ou rasgar roupas. Já entre as brancas, as práticas mais citadas foram o controle sobre as atividades e comportamentos e a desqualificação sexual, sugerindo que procurariam outras mulheres.

A ampliação e intensificação da violência doméstica durante este período foi percebida por 91% das mulheres ouvidas. “ Compreender a disparidade entre percepções gerais das mulheres e seus relatos sobre suas experiências exige compreender e dar visibilidade a uma dinâmica complexa de formas de violências que se reproduzem nas relações cotidianas e íntimas e cujo reconhecimento é ainda um desafio que se impõe às ações de enfrentamento à violência contra a mulher”, aponta o estudo.

Na avaliação das autoras, os resultados demonstram que “as dinâmicas de vida e trabalho das mulheres se contrapõem ao discurso de que ‘a economia não pode parar’, mobilizado para se opor às recomendações de isolamento social. Os trabalhos necessários para a sustentabilidade da vida não pararam – não podem parar. Pelo contrário, foram intensificados na pandemia”, ponderam

Metodologia

A pesquisa ouviu 2.614 mulheres em abril e maio. Os índices foram ajustados para aproximá-los de uma estimativa da composição da população brasileira.Fonte Agência Brasil.

Policiais militares prendem homem que atirou em vítima durante assalto em Codó

A guarnição da Força Tática do 17ºBPM conseguiu prender no bairro Codó Novo, um homem que teria participado de uma ação criminosa que culminou em uma vítima atingida por um disparo de arma de fogo.

De acordo com os policiais, o tiro atingiu a perna da vítima, que foi levada para o hospital e não corre risco de morte.

Durante as diligências, tanto a Força Tática quanto o Esquadrão Águia, estavam empenhados na ocorrência e conseguiram levantar os possíveis suspeitos, o primeiro conhecido por Rafinha e o segundo identificado apenas por Tizil.

Minutos depois, Tizil foi encontrado ainda no Codó Novo portando um revólver calibre 38, com cinco munições intactas. No momento da abordagem foi dado voz de prisão ao criminoso e em seguida os policiais o apresentaram na 4ª Delegacia de Polícia Civil de Codó.

TEXTO ENVIADO PELO 17º BPM

Duas motocicletas com registro de roubo são recuperadas pela Polícia Militar em Codó durante Operação no final de semana

Durante as ações preventivas de policiamento desencadeadas pelo  comando do 17°BPM em Codó, já traduz em resultados positivos para  a população.
Na noite de sábado (01/08), por volta das 22h30min, durante uma abordagem no bairro Codó  Novo, na Rua São  José, com a Coordenação do Capitão Pereira, um indivíduo acabou sendo conduzido para a Delegacia e Polícia por estar pilotando uma motocicleta Honda, modelo FAN 125cc, preta, com registro de roubo.
Diante da situação, o condutor recebeu voz de prisão e deverá  ser autuado por receptação e também será investigado a forma como o veículo foi parar em suas mãos.
Já  nas primeiras horas da tarde deste domingo (02/08), uma motocicleta também com registro de furto/roubo no sistema de consulta de veículos, foi localizada no bairro Santo Antônio, em Codó.
Trata-se de uma motocicleta Honda, modelo Bros, vermelha de placa PSE8708, diante da situação a mesma foi apresentada na delegacia de Polícia Civil para as devidas providências.
De acordo com o Comandante do 17°BPM, Tenente Coronel J Alves, esse balanço parcial do final de semana é  positivo, já  que com a realização de operações constantes na sede e na Zona Rural, a tendência é  a redução das ações  criminosas e na segunda feira, faremos um balanço geral de todo o final de semana.
*ASSCOM do 17°BPM*

Liberação de R$ 3 bi da Lei Aldir Blanc será por meio de plataforma

 A 4ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura começa neste sábado (18) e vai até 26 de agosto, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.

Estados, municípios e o Distrito Federal terão acesso aos R$ 3 bilhões de recursos da Lei Aldir Blanc, destinados a ações emergenciais de apoio ao setor cultural e seus trabalhadores durante a pandemia de covid-19, por meio da Plataforma +Brasil.

O recurso foi estabelecido pela Lei 14.017/2020, mais conhecida como Lei Aldir Blanc, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em 29 de junho. O dinheiro será repassado aos estados e municípios que têm a responsabilidade de fazer a distribuição.

Instituída pelo Decreto nº 10.035/2019, a Plataforma +Brasil é um sistema integrado que busca reunir as diferentes modalidades de transferências de recursos da União. Até 2022, a Plataforma operacionalizará todas as 31 modalidades de transferências da União, totalizando a gestão de aproximadamente R$ 380 bilhões por ano.

De acordo com a lei, metade dos R$ 3 bilhões é destinada aos estados e Distrito Federal. Segundo o Ministério do Turismo, o valor foi definido por uma equação que considerou: 20% dos critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e 80% em relação à proporção da população. Já o cálculo dos valores que serão passados aos municípios considerou: 20% de acordo com os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e 80% em relação à proporção da população.

O recurso poderá ser usado para pagamento de renda emergencial mensal aos trabalhadores da cultura – R$ 600 pelo período de três meses -, subsídio mensal para manutenção de espaços artísticos e culturais – entre R$ 3 mil e R$ 10 mil – e iniciativas de fomento cultural, como: editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural e outros instrumentos destinados à manutenção de agentes, espaços, iniciativas, cursos, produções, entre outros. Para as ações de fomento foi definido um percentual mínimo de 20%, o equivalente a R$ 600 mil.

Os valores serão transferidos do Fundo Nacional da Cultura, administrado pelo Ministério do Turismo, preferencialmente para os fundos estaduais, municipais e distritais de cultura. No caso de não haver fundo para a realização da transferência, o dinheiro poderá ser repassado para outros órgãos responsáveis pela gestão desses recursos.

Cadastro

Toda a operacionalização dos repasses será feita por meio da Plataforma + Brasil. O Ministério do Turismo ressalta que o gestor de convênios deve estar atento para “em breve” entrar na plataforma, cadastrar o plano de ação e indicar a agência de relacionamento no Banco do Brasil para onde será feita a transferência. O estado/município deverá enviar um relatório de gestão e recolher os recursos não aplicados em um prazo de até 180 dias.Fonte Agência Brasil.

Covid-19: OMS prevê que pandemia durará muito tempo

O Comitê de Emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que a pandemia da covid-19 irá durar muito tempo e, por isso, é necessário continuar os esforços para a sua contenção em todo o mundo. Segundo dados oficiais da OMS, a doença já provocou 675.060 mortos e infectou quase 17,4 milhões de pessoas em todo o mundo.

O grupo de cientistas, que se reuniu por videoconferência, avaliou a evolução da pandemia de covid-19, tendo em conta toda a informação científica que surgiu sobre o novo coronavírus nos últimos três meses, data da última reunião.O Comité de Emergência da OMS é composto por 18 cientistas de vários países.

“A pandemia é uma crise sanitária que ocorre uma vez em cada século e os seus efeitos serão sentidos nas décadas seguintes”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, ao Comité, segundo um comunicado da organização.

O responsável fez também um balanço do que tem acontecido, salientando que “muitos países que pensavam que o pior já tinha passado estão agora enfrentando novos surtos, outros que tinham sido menos afetados estão com aumentos de casos e  de óbitos, enquanto países que tiveram grandes surtos conseguiram controlá-los”.

Recomendações

Entre as principais recomendações que o Comitê de Emergência dirigiu à OMS está a necessidade de continuar a apoiar os países com serviços médicos mais frágeis, bem como a necessidade de continuar a impulsionar as investigações em curso para se encontrar um ou mais tratamentos e vacinas para a covid-19. O objetivo é que, quando existir uma vacina, os países com menos recursos não fiquem de fora por incapacidade de as comprar.Ou seja, defendeu o Comitê,  afirmando que a distribuição de vacinas deve ser a mais equitativa possível.

Atualmente três potenciais vacinas (dos Estados Unidos, da Inglaterra e China) estão na fase três dos ensaios clínicos, para testar a sua segurança e eficácia.

A OMS referiu a este propósito que poderá ser possível que uma vacina esteja pronta para comercialização “na primeira metade de 2021”.

Relativamente às viagens, o Comite indicou que os países devem tomar medidas proporcionais e aconselhar os cidadãos em função dos riscos, avaliando as suas informações de forma regular.

Por outro lado, recomendou que os serviços de saúde sejam reforçados para permitir a identificação de novos casos e o rastreio de contatos.Fonte Agência Brasil.

Pesquisa quer voluntários para saber relação entre genética e covid-19

Pesquisadores de um projeto envolvendo diversas universidades do Brasil e de outros países abriram um chamado para a participação de voluntários em um estudo que visa entender o impacto da condição genética dos indivíduos sobre a evolução da infecção pelo novo coronavírus.

A iniciativa, denominada “Determinantes Genéticos e Biomarcadores Genômicos de Riscos em Pacientes com Infecções por Coronavírus”, abrange a Universidade de Brasília (Unb), as universidades federais do Pará e do Rio Grande do Norte, além de instituições na Espanha, em Portugal e em outros países da América Latina. O intuito é analisar até 2 mil amostras nos próximos meses.

Os pesquisadores querem saber o porquê a covid-19 se manifesta de forma diferente nos pacientes. Há tanto pessoas assintomáticas quanto com sintomas. Mesmo os sintomas são distintos de um paciente para outro, há exemplos de febre e tosse a falta de paladar ou olfato. Além disso, a evolução do quadro é também diferenciada a depender dos casos.

Os acadêmicos visam testar a hipótese se há alguma relação dessas variadas manifestações com as condições genéticas dos pacientes. Eles querem entender se os genes ou grupos de genes poderiam influir tanto na evolução rápida do quadro quanto da resiliência dos pacientes diante da infecção.

“Nosso objetivo é localização de regiões genômicas ou genes que sejam relacionados com predisposição ou a resistência à covid-19. E com isso permitir que seja feita uma triagem dos pacientes no futuro que permita ter de antemão uma perspectiva de como será a evolução do quadro clínico de um paciente”, explica a professora do Laboratório de Genética Humana do Instituto de Ciências Biológicas da UnB e uma das integrantes da equipe, Silviene de Oliveira.

Com isso, Silviene disse que seria possível avaliar previamente perspectivas de melhora ou de piora dos quadros em função do perfil genético dos pacientes. “De posse desses perfis genéticos seria possível manejar e fazer estimativa populacional de onde será preciso demandar maior número de leitos”, disse.

Os voluntários convidados a participar do estudo precisam estar infectados com o novo coronavírus ou já terem tido a covid-19. Essa condição precisa ser comprovada com exames laboratoriais do tipo PCR.

Os interessados devem entrar em contato com a equipe de pesquisa. Para isso, foi disponibilizado um número de telefone por meio do qual podem ser enviado mensagens de WhsatsApp: (61) 99156-3973.

“A previsão é que no 2º semestre a gente já tenha os primeiros resultados. Neste momento as amostras de Espanha e Portugal já estão sendo analisadas. Nos meses de agosto e setembro, amostras da América Latina serão avaliadas. Até o fim do ano, a gente pode ter alguma novidade desta empreitada”, disse Silviene.Fonte Agência Brasil.

Fiocruz vai produzir 100 milhões de doses de vacina contra covid-19

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Ministério da Saúde, e a farmacêutica britânica AstraZeneca assinaram ontem (31) um termo que dará base para o acordo de transferência de tecnologia entre os laboratórios e a produção de 100 milhões de doses da vacina contra a covid-19, caso seja comprovada a sua eficácia e segurança. O medicamento está sendo desenvolvido pela empresa do Reino Unidos em conjunto com a Universidade de Oxford e já está em fase de testes clínicos no Brasil e em outros países.

O acordo entre Fiocruz e AstraZeneca é resultado da cooperação entre os governos brasileiro e britânico, anunciado em 27 de junho pelo Ministério da Saúde. A assinatura do acordo de encomenda tecnológica está prevista para a segunda semana de agosto e deve garantir o acesso a 30 milhões de doses da vacina entre dezembro e janeiro de 2021 e 70 milhões ao longo dos dois primeiros trimestres do próximo ano.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que prevê um repasse de R$ 522,1 milhões na estrutura de Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz produtora de imunobiológicos, para ampliar a capacidade nacional de produção de vacinas. Outros R$ 1,3 bilhão são despesas referentes a pagamentos previstos no contrato de encomenda tecnológica. Os valores contemplam a finalização da vacina.

O memorando de entendimento assinado nesta sexta-feira (31) define os parâmetros econômicos e tecnológicos para a produção da vacina da covid-19 e, de acordo com o ministério, garante a incorporação da tecnologia em Bio-Manguinhos para que o Brasil tenha condições de produzir a vacina de forma independente.

A Fiocruz recebeu informações técnicas fornecidas pela AstraZeneca necessárias para a definição dos principais equipamentos para o início da produção industrial. A instituição brasileira também colocará à disposição sua capacidade técnica para a aceleração do escalonamento industrial da vacina junto a outros parceiros.

De acordo com o Ministério da Saúde, ao mesmo tempo a Fiocruz constituiu um comitê de acompanhamento técnico-científico das iniciativas associadas às vacinas para a covid-19, com a participação de especialistas da Fiocruz e de instituições como as universidades de São Paulo (USP) e as federais do Rio de Janeiro (UFRJ) e de Goiás (UFG).

A vacina produzida por Bio-Manguinhos será distribuída pelo Programa Nacional de Imunização, que atende o Sistema Único de Saúde (SUS). O acordo com a AstraZeneca permitirá, além da incorporação tecnológica desta vacina, o domínio de uma plataforma para desenvolvimento de vacinas para prevenção de outras enfermidades, como a malária.Fonte Agência Brasil

Maranhão é o Estado do Nordeste que mais preservou empregos na pandemia

No primeiro semestre de 2020, marcado fortemente pela pandemia de coronavírus, o Maranhão foi o Estado do Nordeste que mais conseguiu preservar o emprego com carteira assinada. E também foi um dos que se destacaram levando em conta o Brasil todo.

Tanto em junho (o período mais recente disponível) como na primeira metade do ano, o Maranhão liderou o desempenho na região nordestina.

De acordo com dados do Governo Federal, o Maranhão criou 3.907 empregos em junho. No Nordeste, o segundo lugar ficou com o Rio Grande do Norte, com menos da metade do resultado maranhense: 1.746 novas vagas formais.

Em relação ao Brasil todo, o Maranhão teve o quarto melhor desempenho em junho.

Semestre

Nos seis primeiros meses do ano, o Maranhão também alcançou o melhor desempenho do Nordeste. Somada, a região inteira fechou 258.882 empregos com carteira no semestre.

O Maranhão registrou a perda de 2.212 postos formais. Ou seja, a cada 117 empregos perdidos no Nordeste, um deles foi no Maranhão.

O segundo Estado que mais preservou empregos na região foi o Piauí, com perda de 8.754 vagas. Ou seja, quatro vezes mais fechamentos que o Maranhão.

Os Estados mais afetados na região foram Bahia (queda de 60.391) e Pernambuco (queda de 67.896).

Brasil

Entre todos os 26 Estados e o Distrito Federal, o Maranhão teve o sétimo melhor desempenho no primeiro semestre. O pior desempenho ficou com São Paulo, que teve perda de 364.470 empregos com carteira assinada.

Ascom

Câmara Municipal de Codó realiza audiência pública para criação de rede preventiva contra queimadas

A Câmara Municipal de Codó realizou nesta quarta-feira audiência pública para tratar sobre a rede preventiva contra queimadas. “É importante unirmos as autoridades municipais em torno do problema e discutir as melhores soluções e acabar com as queimadas e os transtornos e problemas decorrentes dessa prática”, alertou o prefeito Nagib.

O debate contou com a presença do Prefeito Francisco Nagib, do Comandante da 15ª Companhia Independente de Bombeiros Militar, Capitão Wilson Belo, Polícia Militar e vereadores. “Mostramos que já existem legislações estaduais e também decreto federal que proíbem o uso do fogo para esses fins. Também tratamos sobre as doenças respiratórias causadas pelas queimadas”, comentou Capitão Belo.

Dentre os temas, as queimadas no lixão da cidade e as doenças respiratórias recorrentes foram abordadas e discutidas. A ação da Polícia Militar também será mais efetiva para quem descumprir a lei e realizar queimadas. “A Polícia Militar seguirá nesse trabalho em parceria com todos os órgãos competentes e conduzir qualquer ocorrência até a delegacia”, afirmou o comandante da PM, Johnny Almeida.

Segundo o Presidente da Câmara, vereador Leonel Filho, a audiência pública teve a função de criar soluções e divulgar à comunidade as providências sobre o problema. “Uma reunião muito produtiva, com a participação do prefeito e demais autoridades, com o objetivo de unir forças e solucionar o problema do lixão e dessas queimadas. A união do Legislativo, Executivo, Polícia e Bombeiros, dentre outras autoridades competentes, só quem ganha é a sociedade”, concluiu o presidente da Câmara Leonel Filho.

Ascom – CMC