Blog do Walison - Em Tempo Real

Bolsonaro inaugura escola cívico-militar no Rio

O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (14) da inauguração da Escola Municipal Cívico-Militar General Abreu, em Rocha, bairro da zona norte da capital carioca. É a primeira escola desse modelo no município, iniciativa do Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Ministério da Defesa, que coloca uma equipe de militares da reserva para participar da gestão educacional, em apoio ao corpo docente.

Bolsonaro lembrou as dificuldades do Brasil na educação e que o país ocupa as últimas posições no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Para o presidente, “o que libera um homem e uma mulher é o conhecimento, e devemos investir nisso”.

“Isso não se muda de uma hora para outra, mas onde é quem tem que começar a mudar? Na escola, já que temos bons professores, precisamos dar-lhes meios e autoridade para exercer seu trabalho. É quase como quartel, se não tiver hierarquia e disciplina, ele [estudante] não cumpre a sua missão”, disse o presidente.

Bolsonaro citou ainda exemplos de escolas cívico-militares públicas que já foram implantadas em outros estados, como Goiás e Amazonas, e como, segundo ele, isso melhorou o desempenho dos estudantes, principalmente das camadas mais pobres. “É uma maneira de nós mostrarmos que queremos realmente resgatar o pobre, que não é apenas através de projeto social, que em grande parte não resgata, é dando-lhes o devido conhecimento”, ressaltou.

O nome da escola inaugurada nesta sexta-feira homenageia general José Abreu, da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército, que morreu em junho deste ano. Cerca de 560 alunos do sexto ao nono ano serão atendidos na unidade construída pela prefeitura, que também contará com atividades de robótica, iniciação científica, artes e projetos esportivos.

Durante o evento, a prefeitura do Rio de Janeiro e a Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no estado também firmaram convênio para a criação de uma escola da rede pública sob gestão compartilhada da PRF. A unidade de ensino integral ocupará um prédio da União em Irajá.

O programa das escolas cívico-militares é uma iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Defesa, que apresenta um conceito de gestão nas áreas educacional, didático-pedagógica e administrativa, com a participação do corpo docente da escola e apoio dos militares.

O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares foi lançado no ano passado com o objetivo de promover a melhoria na qualidade do ensino na educação básica. A meta é implementar o modelo em 216 escolas em todos as unidades da federação até 2023. A adesão dos estados e municípios ao programa é voluntária.

O projeto piloto será implementado em 54 escolas de 22 estados e do Distrito Federal, com investimentos federais de R$ 1 milhão por instituição de ensino. Cerca de mil militares da reserva das Forças Armadas, policiais e bombeiros militares vão participar da gestão educacional das instituições.Fonte Agência Brasil.

Operação do Corpo de Bombeiros intensifica combate às queimadas no interior do Estado

Equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA) reforçam o trabalho de contenção dos focos de queimadas nas cidades do interior do Estado. Nesta semana, em Balsas, o grupamento promoveu ações preventivas e de controle, intensificando o plano de trabalho, devido ao período de estiagem. Segundo a corporação, boa parte das queimadas é causada por ação humana, no uso do fogo para preparar o solo ao plantio. A ação inclui medidas de combate e campanhas educativas nas comunidades.

Em Balsas, as equipes monitoraram áreas com indício de incêndio e enviaram as informações distribuídas nos Boletins de Monitoramento de Queimadas. Neste semestre, serão desenvolvidas cartilhas específicas sobre o tema para os municípios de Mirador, Balsas, Imperatriz, Grajaú, Barra do Corda e Codó. Seminários e cursos de capacitação também serão organizados nessas regiões.

O comandante geral do CBMMA, coronel Célio Roberto de Araújo, destaca que apesar do cenário de pandemia, o trabalho se manteve. “Seguindo o planejamento de operação temos conseguido controlar o avanço das queimadas. Paralelamente, há um trabalho educativo e de conscientização com as comunidades para que façam uso do fogo da forma correta e segura”, pontuou o coronel.

As queimadas são mais comuns e com maior intensidade nas regiões Sul, Centro, Leste, Oeste; e com menor, o Norte do Estado. Um dos fatores é a estiagem no segundo semestre. O momento se torna propício para a ação humana de uso do fogo na limpeza de área para atividades agrícolas. O relatório do CBMMA, com base em dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontou 3.149 registros de queimadas no Maranhão, no primeiro semestre deste ano.

O plano de operação inclui a gestão de risco, com medidas de preparação, prevenção e mitigação dos casos, além de gerenciamento do desastre com ações diretas de resposta. Toda execução é feita a partir da Sala de Gerenciamento de Crises, que funciona 24 horas. O Corpo de Bombeiros mantém um sistema de monitoramento permanente de queimadas, que funciona em todo Estado e emite alertas e alarmes quando há situações emergenciais.

Seguindo determinações da Portaria 0073/2020, os Bombeiros aplicam procedimentos técnicos e administrativos da Queima Controlada no Estado, que vão gerar bancos de dados das áreas autorizadas a realizar a queima. Com o período seco no segundo semestre, será reestruturada a Sala de Situação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA), com redefinição de metodologias operacionais e protocolos de segurança junto ao Corpo de Bombeiros.

É desenvolvida ainda a campanha ‘Maranhão Sem Queimadas’, com ações educativas, de sensibilização, palestras, debates e orientações sobre cuidados para evitar queimadas. O trabalho alcança comunidades da zona urbana e rural. Promove ainda cursos, estágios e treinamento das equipes na área de prevenção e combate. Além da ação humana, as queimadas são causadas também por atividades como caça e o desmatamento; na limpeza de terrenos, e devido estiagem.

A campanha tem parceria com as secretarias de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA) e da Agricultura Familiar (SAF), Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão (Agerp) e Batalhão Polícia Ambiental (BPA/PMMA). “Essa integração dos órgãos é fundamental, considerando o momento de pandemia, que pode ser  agravado com as fumaças das queimadas”, destaca coronel Célio de Araújo.

Ascom

Câmara de Codó concede títulos e comendas para autoridades religiosas

A Câmara Municipal de Codó realizou nesta quinta-feira, dia 13 de agosto, a sua tradicional Sessão Solene para entrega de comendas e títulos de Cidadania Codoense. Na ocasião, foram concedidas as comendas de honra ao mérito, além dos títulos de Cidadão Codoense a autoridades e representantes de entidades religiosas.

“Há três anos a Câmara não realizava uma solenidade como esta. Agora o presidente Leonel retoma esse tipo de evento, tão importante para a valorização dos cidadãos que prestam serviços a nossa sociedade. É um momento de honra e satisfação para os parlamentares e de valorização aos representantes das entidades religiosas”, ressaltou o vereador Delegado Rômulo.

“É um momento em que o parlamento reconhece e prestigia todo o trabalho que é feito a serviço da comunidade pelos que tem contribuído pelo desenvolvimento do nosso município. Hoje estamos homenageando aqueles que atuam com tanta competência, compromisso e dedicação na área religiosa e social, ajudando de forma tão significativa na vida das famílias de Codó. É onde reconhecemos com toda hora o papel fundamental das entidades religiosas em nossa sociedade”, destacou o vereador Pastor Max.

A Sessão Solene da Câmara de Codó, que integra a programação oficial de aniversário da cidade e fora adiada por quatro meses, está sendo realizada de forma fragmentada, sem aglomeração e obedecendo todos os protocolos de prevenção a covid -19 “Quero parabenizar toda a mesa diretora da Câmara de Vereadores, na pessoa do presidente Leonel Filho, e reafirmar da grande importância da solenidade de entrega desses títulos e comendas, prestigiando autoridades religiosas que tanto prestam serviços e ajudam a nossa comunidade” , parabenizou o prefeito Nagib.

Para o presidente da Casa, vereador Leonel Filho, essa é uma forma de prestar um reconhecimento público a pessoas que vêm se empenhando para fazer a diferença no município. “Por meio dos títulos e comendas, a Câmara, uma Câmara ativa e participativa na sociedade, busca agradecer e homenagear cidadãos que trabalham e se empenham em ajudar a construir uma cidade melhor; pessoas que lutam, no dia a dia, pelo desenvolvimento de nosso município, seja pelo aspecto econômico, social, religioso ou cultural. É uma maneira de demonstrar o afeto que o município tem por cada um dos homenageados”, destacou o presidente Leonel Filho.

Ascom – CMC

Confiança do empresário cresce e do consumidor cai, diz FGV

O Índice de Confiança Empresarial cresceu 5,8 pontos na prévia de agosto, chegando e a 93,3 pontos em uma escala de zero a 200 pontos. Por outro lado, o Índice de Confiança do Consumidor recuou 3 pontos, para 75,8 pontos, na mesma prévia.

De acordo com o economista da FGV Rodolpho Tobler, o resultado da prévia de agosto mostra continuidade na recuperação da confiança do empresariado brasileiro, que está apenas 2,7 pontos abaixo do patamar de fevereiro, antes da pandemia do novo coronavírus.

A confiança cresceu mais entre os empresários da indústria (8,8 pontos) e comércio (10,2) do que entre o empresariado de serviços (3,6) e construção (1,7).

O Índice de Situação Atual dos empresários subiu 8 pontos, para 87,7 pontos, na prévia de agosto, enquanto o Índice de Expectativas Empresarial cresceu 4,8 pontos, para 90,4 pontos.Fonte G1-MA

Mercado de seguros tem queda de 3,5% no ano devido à pandemia

A arrecadação do mercado segurador brasileiro no primeiro semestre deste ano somou R$ 121,07 bilhões, queda de 3,5% em comparação ao mesmo período do ano passado. O número exclui o ramo de saúde e o seguro de danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre (Dpvat).

A redução não foi maior por causa dos planos de previdência privada VGBL (Vida gerador de benefício livre), admitiu, em entrevista à Agência Brasil, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (Cnseg), Marcio Coriolano. Com as taxas de juros baixa, os ativos têm volatilidade reduzida, o que torna os planos de previdência mais atrativos, em função de proteção de mais longo prazo que oferecem, indicou o executivo.

No ano passado, o setor fechou com aumento da receita de 12,2%. Apesar disso, a expectativa para 2020 era de expansão a taxas menores, mesmo antes da pandemia do novo coronavírus. Em janeiro, as médias de crescimento começaram a baixar mas, no primeiro trimestre, houve aumento de 7,8%, ainda sem o efeito da covid-19, porque as medidas de isolamento social só foram decretadas a partir do fim de março.

Marcio Coriolano lembrou que abril foi o pior mês, durante a pandemia, para a economia como um todo, com retração de 21,4% em relação a março, para o mercado de seguros. “Teve um impacto muito forte para o setor segurador”. No mês seguinte, entretanto, o mercado “deu uma reagida”, também principalmente em função dos seguros de previdência VGBL, evoluindo 11,4%. Sem esses planos, teria ocorrido queda de 2,3% em maio.

Mitigação

Os números de junho revelam crescimento substancial de 32,9%, auxiliado pela expansão de 59,6% dos planos VGBL, sem os quais o aumento no mês teria sido reduzido para 18,3%. Na comparação com junho de 2019, a arrecadação foi de 6,7%. O desempenho de junho contribuiu para mitigar a queda experimentada pelo setor segurador no segundo trimestre do ano, de -13,8%. O destaque, em junho, foi para os segmentos de danos e responsabilidade, com alta de 18,5%, notando-se o início do movimento de recuperação no setor de automóveis, depois de longa paralisação.

Na comparação semestral, o que se percebeu foi uma tendência para “poupança por precaução”, disse o presidente da Cnseg. “A pandemia despertou nas pessoas a necessidade de precaução, de aversão ao risco”. Os seguros foram demandados de forma diferenciada no primeiro semestre de 2020, comparativamente aos primeiros seis meses do ano passado. Os dados da Cnseg mostram crescimento significativo de ramos de menor ponderação relativa, como o marítimo e aeronáutico (+28,4%), rural (+25,2%) e responsabilidade civil (+19,8%). Na análise dos últimos 12 meses encerrados em junho, foi registrada alta de 6,1%.

Marcio Coroliano afirmou que a expectativa para o segundo semestre é de que não haverá taxas de crescimento equivalentes às do ano passado, levando em conta que a circulação não vai voltar de forma plena. Por isso, as taxas daqui para a frente deverão ser menores, abrindo oportunidade para produtos “que cabem no bolso do consumidor”. Ele acredita que o segundo semestre não será fácil. “Será um desafio para a economia como um todo e o setor de seguros não vai escapar desse desafio”. Os seguros de pessoas vão continuar liderando. Fonte G1 – MA

Governo do Maranhão libera shows ao vivo em bares e restaurantes durante a pandemia

Shows em bares e restaurantes são autorizados pelo governo do Maranhão  — Foto: Reprodução/TV Mirante
Shows em bares e restaurantes são autorizados pelo governo do Maranhão — Foto: Reprodução/TV Mirante

O governo Flávio Dino emitiu um decreto e autorizou shows musicais em bares e restaurantes a partir do dia 15 de agosto, em todo o Maranhão. A medida também vale para apresentações em praças de alimentação, galerias e shopping centers.

Os shows poderão acontecer com até dois integrantes nas apresentações, sendo obrigatório o uso de máscaras, higienização dos instrumentos e distanciamento social com o público e entre os artistas. A exceção ocorre apenas para músicos que usam instrumentos de sopro, que poderão atuar sem máscara.

Segundo o decreto, a liberação poderá ser revista a qualquer tempo, a depender da dinâmica da Covid-19 no Maranhão. Apesar disso, a liberação acontece mesmo com a pandemia ainda não controlada em todo o estado. Balsas, por exemplo, segue com lotação máxima nos leitos de UTI por conta da Covid-19.Fonte G1 MA

No Maranhão, 45 presos não retornam após saídas de Quaresma e Dia dos Pais

Presídios no Maranhão tem vagas apenas para a metade da população carcerária. — Foto: Reprodução/TV Mirante
Presídios no Maranhão tem vagas apenas para a metade da população carcerária.

Foto: Reprodução/TV Mirante

Dos 705 presos beneficiados com a saída temporária que receberam o benefício da saída temporária de Quaresma e Dia dos Pais, 45 não retornaram para a cadeia no prazo estabelecido e são considerados foragidos pela Justiça.

O benefício da saída temporária da Quaresma, que foi em substituição à saída temporária da Páscoa, por conta da proximidade com o Dia das Mães, foi concedido pela Justiça para 571 presos do sistema prisional do Maranhão, mas 21 deles não cumpriam os requisitos necessários para saírem efetivamente.

A informação foi confirmada pela 1ª Vara de Execuções Penais de São Luís, que autorizou as saídas. Segundo a portaria de liberação do Dia dos Pais, o retorno dos internos deveria ocorrer até o fim da tarde de terça-feira (11).

Por ano, os presos têm direito a cinco saídas temporárias (Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças e Natal) – benefício previsto na Lei de Execuções Penais.

São Luís – Quarenta e cinco custodiados do Complexo Penitenciário de Pedrinhas não retornaram ao presídio no decorrer do período estabelecido pela Justiça durante as duas saídas temporárias deste ano: Quaresma e Dia dos Pais, segundo a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). Somente no benefício dos Dia dos Pais, 705 deixaram Pedrinhas, no último dia 5 e, entre essa quantidade, 24 não retornaram até 18h de terça-feira, 11.Fonte G1-MA

Operação do Corpo de Bombeiros intensifica combate às queimadas no interior do Estado

Equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA) reforçam o trabalho de contenção dos focos de queimadas nas cidades do interior do Estado. Nesta semana, em Balsas, o grupamento promoveu ações preventivas e de controle, intensificando o plano de trabalho, devido ao período de estiagem. Segundo a corporação, boa parte das queimadas é causada por ação humana, no uso do fogo para preparar o solo ao plantio. A ação inclui medidas de combate e campanhas educativas nas comunidades.

Em Balsas, as equipes monitoraram áreas com indício de incêndio e enviaram as informações distribuídas nos Boletins de Monitoramento de Queimadas. Neste semestre, serão desenvolvidas cartilhas específicas sobre o tema para os municípios de Mirador, Balsas, Imperatriz, Grajaú, Barra do Corda e Codó. Seminários e cursos de capacitação também serão organizados nessas regiões.

O comandante geral do CBMMA, coronel Célio Roberto de Araújo, destaca que apesar do cenário de pandemia, o trabalho se manteve. “Seguindo o planejamento de operação temos conseguido controlar o avanço das queimadas. Paralelamente, há um trabalho educativo e de conscientização com as comunidades para que façam uso do fogo da forma correta e segura”, pontuou o coronel.

As queimadas são mais comuns e com maior intensidade nas regiões Sul, Centro, Leste, Oeste; e com menor, o Norte do Estado. Um dos fatores é a estiagem no segundo semestre. O momento se torna propício para a ação humana de uso do fogo na limpeza de área para atividades agrícolas. O relatório do CBMMA, com base em dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontou 3.149 registros de queimadas no Maranhão, no primeiro semestre deste ano.

O plano de operação inclui a gestão de risco, com medidas de preparação, prevenção e mitigação dos casos, além de gerenciamento do desastre com ações diretas de resposta. Toda execução é feita a partir da Sala de Gerenciamento de Crises, que funciona 24 horas. O Corpo de Bombeiros mantém um sistema de monitoramento permanente de queimadas, que funciona em todo Estado e emite alertas e alarmes quando há situações emergenciais.

Seguindo determinações da Portaria 0073/2020, os Bombeiros aplicam procedimentos técnicos e administrativos da Queima Controlada no Estado, que vão gerar bancos de dados das áreas autorizadas a realizar a queima. Com o período seco no segundo semestre, será reestruturada a Sala de Situação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA), com redefinição de metodologias operacionais e protocolos de segurança junto ao Corpo de Bombeiros.

É desenvolvida ainda a campanha ‘Maranhão Sem Queimadas’, com ações educativas, de sensibilização, palestras, debates e orientações sobre cuidados para evitar queimadas. O trabalho alcança comunidades da zona urbana e rural. Promove ainda cursos, estágios e treinamento das equipes na área de prevenção e combate. Além da ação humana, as queimadas são causadas também por atividades como caça e o desmatamento; na limpeza de terrenos, e devido estiagem.

A campanha tem parceria com as secretarias de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA) e da Agricultura Familiar (SAF), Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão (Agerp) e Batalhão Polícia Ambiental (BPA/PMMA). “Essa integração dos órgãos é fundamental, considerando o momento de pandemia, que pode ser  agravado com as fumaças das queimadas”, destaca coronel Célio de Araújo.

Ascom

Estoques de hidroxicloroquina no país estão zerados, diz Pazuello

O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta quinta-feira (13) que os estoques de hidroxicloroquina para auxílio no tratamento da covid-19 estão zerados no país. Ao falar em audiência pública na Comissão Mista do Congresso que fiscaliza as ações do governo no combate à pandemia de covid-19 sobre o medicamento, que tem uso facultado aos médicos no tratamento da doença, o ministro destacou que não vê nada de errado em questionar o uso do fármaco para esse fim, mas lembrou que a hidroxicloroquina é demandada ao Ministério da Saúde. 

“Nosso estoque hoje, no Ministério da Saúde, é zero. É zero! Não temos nem um comprimido para atender as demandas. Nós temos uma reserva de 300 mil itens apenas para atender malária guardados, o que representa algo em torno de 20% do que eu preciso por ano para malária”, explicou, ressaltando que o ministério não faz entrega sem demanda das secretarias dos estados e municípios.

Ainda segundo o ministro interino, a demanda reprimida no país por hidroxicloroquina é de mais de 1,6 milhão de doses para os estados e municípios. A Fiocruz, segundo Pazuello, tem 4 milhões de comprimidos que aguardam negociação de preço.

“Não temos como comprar, porque o preço de custo dela, que é o que nos colocam, está acima do que nós podemos pagar na tabela CMED [ Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos]. Então, essa produção da Fiocruz ainda não foi adquirida pela simples razão de negociação de valores, coisa que acontecerá nos próximos dias”, adiantou.

No Laboratório Químico Farmacêutico do Exército (LQFEx), Pazuello disse há estoque de 2 milhões de unidades de doação americana, mas como veio em cartelas de 100, precisam ser recolocadas nas quantidades permitidas no Brasil. Se nós não tivéssemos pandemia e demandas por covid, a quantidade estaria de acordo para atender a demanda do Sistema Único de Saúde (SUS) para as doenças como malária, lúpus e artrite.

Cenário

Sobre o cenário atual da covid-19 no país, Pazuello avaliou que as regiões Norte e Nordeste já apresentam números bem baixos, “praticamente já dentro de uma normalidade de vida”. “ Não existe fim do coronavírus. O coronavírus veio para viver conosco. Então, vamos começar a nos lembrar disso, não houve fim do H1N1, só se ele mutar para outro número. O coronavírus vai viver conosco também”, alertou.

O ministro interino lembrou outras pandemias como a do vírus da Aids – HIV, no final da década de 1980. “Nossos hábitos mudaram e assim que coloco que nossos hábitos vão mudar com relação a conviver com o coronavírus”.

No rol dessas mudanças, ele destacou os hábitos de lavar a mão, de evitar aglomeração, e da readaptação das indústrias, por exemplo, que terão que pensar em um afastamento maior na planta de produção.

Pelas previsões de Eduardo Pazuello, a partir de meados de setembro os números do centro-sul estarão bem definidos para uma previsão para o final do ano. “Eu posso lhe afiançar que no final do ano, no centro-norte, nós vamos estar vivendo uma nova normalidade, com novos hábitos. E posso lhe afiançar que lá pelo meio de setembro, início do setembro, eu lhe digo exatamente como vai estar o centro-sul também, na visão do Ministério da Saúde, de uma forma bem clara. Eu acredito que tanto o Norte quanto o Sul estejam iguais. Vamos esperar um pouquinho o mês de setembro chegar para ver as curvas descerem”, disse.

Vacinação

A expectativa do Ministério da Saúde é de que no final do ano o Brasil já esteja prestes a iniciar a campanha de vacinação contra o novo coronavírus (covid-19). A imunização, segundo Eduardo Pazuello, vai começar pela região centro-norte. “Pela simples razão de que ali iniciará novamente o impacto das contaminações virais e vai se estender pelo Brasil como um todo na sequência”, adiantou.Fonte Agência Brasil

Eduardo Pazuello diz que falta de medicamento contra covid-19 será resolvida

O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, reconheceu nesta quinta-feira (13) que faltaram medicamentos nos hospitais brasileiros para combate ao novo coronavírus, mas que com a homologação dos pregões eletrônicos ontem para a compra desses remédios, o problema deverá ser sanado.

“Em momento algum, vou dizer que não faltou medicamento nesse ou naquele município ou naquele hospital. Sim, houve faltas. E, no momento em que as faltas chegaram para nós, nós fizemos o que podia ser feito e o que não podia ser feito para apoiar. Nesse aspecto, eu não tiro daí a responsabilidade dos estados e municípios, nunca se negaram a fazer sua parte. Quando eles correm para nós, é quando eles chegaram ao limite deles”, disse Pazuello ao participar de audiência pública da Comissão Mista do Congresso que acompanha as ações do governo no combate à pandemia.

O ministro explicou que no processo, 18 empresas se apresentaram com estoques, com fabricação, com números. “Passamos a observar os estoques, quantitativos e valores, caso eu precise requisitar, caso um estado precise requisitar. Então, a partir do momento em que todos os estados, municípios e nós temos acesso aos estoques e aos números, se faltar, nós vamos requisitar e nós vamos pagar não o preço que a empresa quer, mas o preço justo de mercado previsto para aquele item”, comemorou.

Sobre a falta dos chamados kits intubação em hospitais brasileiros, Pazuello disse que a compra desses medicamentos, pelo Ministério da Saúde, foi uma das novidades impostas pela pandemia. “Isso foi uma novidade para nós, porque o ministério, com as suas funções normativas de orientação e de distribuição de recursos, não executa – ou não executava – a compra de medicamentos para isso. Isso era encargo dos estados e municípios. Claro que na hora em que recebemos um pedido de ajuda nós nos debruçamos no problema e nos dedicamos para ajudar. Mas lembro que o ministério não é um órgão de compra, com sua estrutura toda organizada para isso”, disse.

Com relação ao desabastecimento, o ministro esclareceu que o problema coincidiu com a instabilidade do mercado mundial. Entre as medidas emergenciais adotas à época pelo Brasil ele lembrou duas requisições administrativas feitas direto das empresas produtoras, em cima de estoques ainda não vendidos, com apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Fizemos a distribuição dessas 3,4 milhões de doses por todo o Brasil. Então, isso aí já foi distribuído pelo Ministério da Saúde aos estados e municípios para evitar a falta de medicamentos que chamamos hoje de kit intubação – todos eles já distribuídos”, garantiu.

Para evitar falta de medicamentos, Pazuello lembrou que foram feitas aquisições internacionais junto à Organização Pan- Americana da Saúde (Opas), ao Uruguai e uma terceira etapa com a União Europeia. Os medicamentos da operação Uruguai já foram recebidos, com apoio do Ministério da Defesa, e distribuídos para estados da Região Sul. “Os medicamentos da Opas estão para chegar esta semana, de uma licitação internacional. O acordo da União Europeia também, nos próximos 15 dias”, adiantou.

SUS

Durante a audiência pública, Puzuello destacou que o Sistema Único de Saúde (SUS) é o principal pilar da resposta brasileira ao novo coronavírus. “Nosso objetivo é e sempre será o de salvar vidas”, destacou.

Entre as ações do Ministério da Saúde no combate à pandemia, o ministro citou o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública, dedicado a planejar, coordenar e implementar medidas de combate à covid-19.

“Além dos R$140 bilhões destinados ao nosso sistema de saúde desde o início da pandemia, já empenhamos mais R$ 40 bilhões exclusivamente ao reforço no combate ao novo coronavírus, entregamos quase 10 mil ventiladores pulmonares para todo o Brasil, habilitamos mais de 11,8 mil leitos de UTIs com repasses no valor de R$ 1,7 bilhão a estados e municípios, adquirimos 241 milhões de unidades de equipamentos de proteção individual, investimos R$ 2,8 bilhões só em itens emergenciais de saúde e abrimos crédito extraordinário de R$2 bilhões para a compra e produção da vacina contra a covid-19”, destacou.

Na audiência, o ministro se solidarizou com as pessoas que perderam familiares para a covid-19 e reconheceu o sacrifício dos profissionais de saúde para salvar vidas. “O Brasil se solidariza com todos”, disse.Fonte Agência Brasil.