Blog do Walison - Em Tempo Real

Governo lança campanha para detecção precoce do câncer de mama

O Ministério da Saúde lança nesta quarta-feira (7), em evento online, a Campanha do Outubro Rosa 2020. A ação é um alerta sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama, bem como para a prevenção da doença.

A cerimônia contará com a presença do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello; da primeira-dama da República, Michelle Bolsonaro; e da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

Pandemia pode atrasar tratamento de câncer de mama

Levantamento feito pela Fundação do Câncer, com base em dados do Sistema Único de Saúde (SUS), revela queda de 84% no número de mamografias feitas no Brasil durante a pandemia do novo coronavírus, em comparação ao mesmo período do ano passado.

Exposição de fotografias alerta para prevenção do câncer de mama

Durante todo o mês de outubro uma exposição de fotografias de mulheres que venceram o câncer de mama estará disponível em seis pontos da capital paulista. Idealizada pela organização não governamental (Ong) Instituto Viver Hoje a mostra Mulheres no Espelho tem o objetivo de informar sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, além de incentivar o aumento da autoestima das mulheres que passaram pela doença.

Psiquiatra alerta para relação do câncer de mama com doenças mentais

O movimento Outubro Rosa marca o mês de conscientização do cuidado e de prevenção ao câncer de mama, mas também ressalta a importância de se compreender e dialogar sobre a relação do tratamento do câncer de mama e as doenças mentais, para o enfrentamento de todo o processo.Fonte Agência Brasil

Psiquiatra alerta para relação do câncer de mama com doenças mentais

Psiquiatra Jorge Jaber

O movimento Outubro Rosa marca o mês de conscientização do cuidado e de prevenção ao câncer de mama, mas também ressalta a importância de se compreender e dialogar sobre a relação do tratamento do câncer de mama e as doenças mentais, para o enfrentamento de todo o processo.

Em entrevista hoje (5) à Agência Brasil, o psiquiatra Joel Rennó, coordenador da Comissão de Estudos e Pesquisa da Saúde Mental da Mulher da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), disse que uma em quatro mulheres que recebem diagnóstico de câncer de mama acabam sendo mais vulneráveis a desenvolver um quadro de depressão.

“A gente pode analisar múltiplos fatores envolvidos que englobam diversas fases, desde o diagnóstico, o prognóstico, o tratamento e os efeitos adversos colaterais que, muitas vezes, vêm acompanhados nos tipos de câncer de mama mais agressivos, em função do tratamento”, explicou o psiquiatra. Segundo o médico, alguns tratamentos provocam gatilhos que podem ser estressores para o início ou até para piora de um quadro depressivo nessas pacientes.

O médico Joel Rennó alertou que nesse momento de pandemia do novo coronavírus (covid-19), muitas mulheres procuram tardiamente ou estão adiando seus exames de rotina. “Isso também acaba sendo um grande problema porque, às vezes, você pode não descobrir um estágio precoce do câncer de mama, que leva a um melhor prognóstico”.

Transtornos

Para o psiquiatra Jorge Jaber (na foto em destaque), membro da Academia Nacional de Medicina (ANM), a alta incidência de depressão e ansiedade em mulheres com diagnóstico de câncer de mama envolve tanto fatores emocionais, como físicos. “Por atingir os seios, órgãos associados à feminilidade, sexualidade e maternidade, o câncer de mama tem impacto direto na estrutura emocional e psicológica da mulher, podendo provocar uma redução em sua autoestima e, consequentemente, na sua própria capacidade de criar resistência imunológica às células cancerígenas”.

Jaber lembrou que, ao mesmo tempo, o câncer, em si, provoca alterações no metabolismo, que podem abrir caminho para transtornos mentais como a depressão e a ansiedade. “É um processo que se autoalimenta”, disse, acrescentando que não se trata somente de uma questão de autoestima. “Por seu simbolismo e estigma, o câncer torna mais palpável a consciência da morte, que pode gerar uma reação depressiva, que diminui a capacidade de resposta do organismo não apenas contra o agente invasor, mas também contra os problemas mentais”.

Estigma

Como todo câncer, o de mama é uma doença oncológica que gera, muitas vezes, um estigma, segundo o coordenador da Comissão de Estudos e Pesquisa da Saúde Mental da Mulher da ABP, Joel Rennó. Ele avalia, no entanto, que tem melhorado gradativamente essa visão, já que a ciência tem evoluído e sabe-se que 90% dos casos de câncer de mama diagnosticados precocemente acabam tendo sucesso terapêutico e uma sobrevida significativa depois do período de acompanhamento de cinco anos. “De qualquer forma, o câncer ainda é uma doença estigmatizante, assim como a doença mental”.

O médico disse que por ser ainda uma doença estigmatizante, as reações iniciais em muitas mulheres são de medo, de angústia, de questionamentos sobre a razão de aquilo ter acontecido com elas, que sempre tiveram bons hábitos de vida, com exercícios físicos e alimentação saudável.

“Tem esse estágio inicial de uma reação de luta, associada à tristeza, inconformismo, períodos de desesperança, irritabilidade, dificuldade de aceitação”, explica o médico. Joel Rennó é de opinião, no entanto, que de alguma forma vai tendo um ajuste, e as mulheres são orientadas por bons profissionais da área de oncologia clínica para enfrentar o tratamento.

“Cada uma tem uma resiliência. Umas lidam bem logo de início, outras passam por essas instabilidades emocionais e, depois, acabam de alguma maneira racionalizando a situação e aprendendo a lidar com ela”.

Joel Rennó destacou também que é difícil para a mulher que se descobre com câncer de mama nesse tempo de pandemia abrir mão do papel de cuidadora dos filhos, da casa, durante o tratamento. Muitas mulheres se culpam durante o período de tratamento oncológico por não estarem conseguindo dar conta dessas demandas. Diante desse quadro, o médico recomenda que “dentro do possível”, as mulheres não fiquem focadas só na doença, nas dificuldades de tratamento, mas ressignifique experiências de vida.

A situação de pandemia, segundo o médico, provoca depressão em muitos indivíduos pela falta de controle em relação ao futuro e que o câncer já dava isso individualmente porque leva as pessoas, a partir do diagnóstico, a rever o dia a dia sem fazer muitas projeções em relação ao futuro.

No entendimento de Rennó, o câncer por si só é uma doença estressante tanto para a mulher que está fazendo o tratamento, como para seus familiares. Por isso, ele salienta a importância de que haja um suporte do ponto de vista psicoafetivo no período que envolve o tratamento para que a mulher não se sinta inútil e que haja parceria com o companheiro.

Enfrentamento

Jaber ressaltou a importância de campanhas como o Outubro Rosa e a atuação de grupos de apoio como o do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca). Jaber afirmou que é preciso desmistificar o câncer como uma sentença de morte, o que ajuda a mulher no combate à doença.

Rennó defendeu que a mulher que descobriu um tumor de mama tenha apoio psiquiátrico desde o início do processo, porque se pode com isso prevenir que os quadros de depressão e ansiedade se agravem.

“A gente sabe que quanto melhor a pessoa estiver do ponto de vista da saúde mental, mais chances ela tem de fazer todos os tratamentos e ter hábitos que contribuam para o sucesso terapêutico”.Fonte Agência Brasil

Negras são 28% dos brasileiros, mas têm baixa participação política

urna eletrônica

As mulheres negras representam 27,8% da população brasileira, entretanto tem baixa representatividade na política. Em ano de eleições municipais, dados divulgados pelo Movimento Mulheres Negras mostram que, em 2016, o número de eleitas, tanto para vereadoras quanto para prefeitas não chegou a 5%. Tanto em número de candidatas quanto de eleitas, elas ficaram atrás de homens brancos, homens negros e de mulheres brancas nos dois cargos. Para as eleições de 2020 houve um pequeno aumento no número de candidatas negras tanto para vereadoras quanto para prefeitas.

Nas eleições de 2016, 4,1% dos candidatos às prefeituras eram mulheres negras (691). Em comparação, os candidatos homens brancos somavam 57,7%, homens negros, 28,7% e mulheres brancas, 8,8%. Das candidatas negras, 3,2% (180) foram eleitas. O maior percentual de eleitos foi de homens brancos, com 62,2%. Em comparação com a eleição deste ano houve um aumento no número de candidatas negras, de 0,4 ponto percentual.

Para o cargo de vereador, em 2016 15,4% dos candidatos eram mulheres negras (71.066). Em comparação, o número candidatos homens brancos foi 33%, negros, 33,3% e brancas, 17,5%. Das candidatas negras, 5% (2.870) foram eleitas. O maior percentual de eleitos foi de homens brancos, com 48,7%. Em comparação com 2020, houve um crescimento de 1,4 ponto percentual no número de candidatas negras.

Para a cofundadora e coordenadora do Movimento Mulheres Negras Decidem, Diana Mendes dos Santos, as mulheres negras não são vistas como um grupo demográfico. O movimento, que qualifica e promove a “agenda liderada por mulheres negras na política institucional”, está presente em 16 unidades da Federação (Alagoas, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rondônia, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins).

“Enquanto movimento, tem muito essa missão de estar olhando justamente para suprir a falta de representatividade de mulheres negras dentro das instâncias de poder. Acaba focalizando isso, porque a gente trabalha muito com pesquisas, mas também tenta trabalhar uma narrativa que identifique o problema e potencialize essas mulheres que já estão, de alguma forma, trabalhando com essa agenda. Um dos principais dados que a gente tenta visibilizar, da Pnad Contínua 2019, é que mulheres negras representam cerca de 28% da população brasileira. O que isso significa? Que somos o maior grupo demográfico do país e, consequentemente, a maior força eleitoral”, disse Diana.

Para a coordenadora, as mulheres negras comprometidas com a agenda da população negra têm um projeto político de país. “Coisas que a gente entende em uma escala ampla de saúde e educação, que é uma política de igualdade racial que a gente deseja pro país como um todo. É realmente uma visão de futuro possível, que, claro, é desafiador, mas, ao mesmo tempo, a gente tem essa potência”, disse. Diana acrescentou que o fortalecimento da democracia, de acesso a direitos e de uma agenda que contemple coisas que tenham a ver com a realidade da população negra e, especialmente, das mulheres negras têm a ver com esse fortalecimento nessas instâncias de poder. “É estar lá para nos representar.”

O Brasil está entre os países da América Latina que mais apresentam obstáculos para os direitos políticos das mulheres e a paridade política entre homens e mulheres, de acordo com estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres). O país ocupa o 9º lugar em um ranking com 11 países.Fonte Agência Brasil

Equatorial Maranhão realiza mutirão de serviços no residencial Santa Rita em Codó

Nesta quarta-feira (07), a Equatorial Maranhão realiza mutirão de serviços na Escola José Alves Torres, localizada no Residencial Santa Rita, em Codó. Na oportunidade, a comunidade poderá realizar o cadastro no programa Tarifa Social Baixa Renda e terá a chance de trocar lâmpadas residenciais incandescentes ou fluorescentes por lâmpadas de LED, mais econômicas, gratuitamente. Além disso, a população poderá realizar o cadastro na promoção Energia em Dia, que sorteia prêmios todos os meses para os consumidores que estão com as contas de energia em dia.

A ação vai das 9h às 13h e acontece em parceria com a prefeitura de Codó por meio do CRAS – Centro de Referência de Assistência Social e visa ampliar o benefício da tarifa social baixa renda na região. “Vamos realizar ações como essa em vários bairros da cidade com o objetivo de multiplicar os beneficiados do programa”, ressaltou Silvia Vasconcelos – Analista Comercial da Equatorial Maranhão.

Atualmente no Maranhão já são mais de 870 mil famílias beneficiadas. Mas muitas ainda não estão usufruindo do desconto na conta de energia por não realizarem o cadastro ou apenas não atualizarem os dados junto ao CRAS. Somente em Codó, cerca de 4.683 clientes podem ter o benefício, mas ainda não se cadastraram.

Para fazer o cadastro no programa Tarifa Social Baixa Renda é necessário que o cliente esteja com os seguintes documentos:

  • CPF, documento de identificação oficial com foto, ou ainda, o RANI, no caso de indígenas;
  • Número da conta contrato que será beneficiada;
  • Número de identificação social – NIS e/ou o Código Familiar no Cadastro Único ou o Número do Benefício – NB quando do recebimento do Benefício de Prestação Continuada – BPC; e
  • Apresentar o relatório e atestado subscrito por profissional médico, somente nos casos de famílias com uso continuado de aparelhos.

Para a troca de lâmpadas, é preciso que o titular da conta ou parente de primeiro grau tenha em mãos RG, CPF e a fatura de energia mais recente. Para cada residência poderão ser trocadas até três lâmpadas.

Assessoria de Imprensa da Equatorial Maranhão

Em Codó – MA Homem que se encontrava no regime semiaberto é preso por agredir uma mulher

A ocorrência aconteceu na Avenida Marechal Castelo Branco, no bairro São Pedro; na situação, o autor (T.S.L) havia agredido uma mulher, a vítima apresentava escoriações na região da cabeça e braço esquerdo.
No momento da prisão, o autor encontrava-se bastante agressivo; chegando até mesmo a ameaçar a guarnição que efetuou sua prisão, afirmando que futuramente “atentaria contra a vida” dos policiais militares.
O agressor, que encontrava-se em regime semiaberto devido a processo judicial, foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil de Codó para que fossem tomadas as devidas providências.

ASSCOM 17ºBPM

*17º BPM, sua segurança é nossa missão!”*

Eleições 2020: entenda o que fazem os prefeitos

Em 2020, quase 148 milhões de eleitores estão aptos a ir às urnas em novembro para escolher prefeitos e vereadores. Mas você sabe o que faz um prefeito? Representante máximo do Poder Executivo municipal, é ele quem comanda a administração da cidade e é o responsável pela gestão dos serviços públicos do município como educação, saúde, transporte e limpeza pública, entre outros.

Muitas dessas políticas são executadas em parceria com o governo do estado e com o federal, por isso são frequentes as dúvidas sobre a responsabilidade dos prefeitos , especialmente em áreas como saúde, educação, assistência social, saneamento. Também entram nessa lista temas como mobilidade urbana e segurança pública, que cada vez mais têm destaque nas campanhas eleitorais dos municípios.

Às prefeituras cabe essencialmente cuidar de programas de assistência social, da limpeza das ruas, coleta de lixo, do transporte público, assim como debater e definir, em conjunto com a Câmara de Vereadores, o zoneamento urbano da cidade. Eventualmente, a depender do interesse, os municípios podem assumir os serviços de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto.

Educação e saúde

No caso da educação, a responsabilidade dos municípios se dá na garantia da educação infantil e do ensino fundamental. Na saúde, as prefeituras precisam garantir os serviços de atenção básica. Os prefeitos também criam políticas de saúde e colaboram com a adoção das políticas nacionais e estaduais, aplicando recursos próprios (mínimo de 15% de sua receita) e os repassados pela União e pelo estado.

Segurança

É comum os candidatos prometerem, na campanha, investimentos em segurança pública. Nesse ponto, no entanto, a incumbência do prefeito se limita à criação da guarda municipal. Ele também deve adotar ações preventivas, como garantir boa iluminação pública. Mas a proteção direta do cidadão cabe às polícias Militar e Civil, que são subordinadas aos governadores.

Transporte

Outro tema comum entre os candidatos é a melhoria do transporte público. O prefeito é responsável por garantir transporte coletivo de qualidade ao cidadão. No entanto, quando esse transporte liga municípios diferentes, a competência passa a ser do governador. Pavimentar ruas e preservar e construir espaços públicos, como praças e parques, são outras atribuições dos prefeitos.

Verba

Para cumprir essa lista de responsabilidades, as prefeituras obtêm suas verbas principalmente por meio do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto Sobre Serviços (ISS). Os governos do estado e federal também fazem repasses para complementar os cofres municipais. Em geral, a ajuda dos governos estadual e federal ocorre por meio de repasses de verbas, convênios e auxílios de toda natureza para a realização de obras e a implantação de programas sociais.

Onde gastar

Decidir onde vai ser aplicado o dinheiro arrecadado é uma tarefa do prefeito, que precisa ser aprovada pela Câmara de Vereadores. A população deve fiscalizar o trabalho do prefeito e, sempre que suspeitar de irregularidades, deve encaminhar denúncia ao Ministério Público ou à Câmara Municipal.

Candidatura

Podem concorrer à vaga de prefeito cidadãos maiores de 21 anos que tenham domicílio eleitoral na cidade por no mínimo seis meses, contados até a data da eleição. O interessado precisa se filiar a um partido político, ter nacionalidade brasileira, ser alfabetizado, estar em dia com a Justiça Eleitoral e, para homens, apresentar certificado de reservista.

Eleições

Para ser eleito já no primeiro turno, o candidato a esse posto precisa alcançar a maioria absoluta dos votos válidos, ou seja, mais de 50% na primeira eleição. Se no primeiro turno nenhum candidato atingir esse limite mínimo de votos, uma nova votação – o segundo turno – deverá ser feito entre os dois candidatos mais votados. Na eventualidade de um segundo turno, os candidatos já derrotados podem ou não manifestar apoio a um dos candidatos que ainda está no pleito, fato que certamente pode influenciar no eleitorado, tornando-se assim fator decisivo em muitas eleições. Na eleições municipais, o segundo turno ocorre nas cidades com mais de 200 mil eleitores.

Vice-prefeito

Ao vice-prefeito cabe auxiliar nas demandas do prefeito, seja no gerenciamento, definindo diretrizes, ou representando-o em eventos, por exemplo. É muito comum que o prefeito precise se ausentar para cumprir alguns compromissos fora do município. Quando isso acontece, é atribuído ao vice-prefeito as responsabilidades do Executivo municipal.

Em algumas ocasiões em que o prefeito estiver impedido ou afastado e seu vice, por qualquer motivo, não puder assumir, as demandas desses políticos passam a ficar sob a tutela do parlamentar, no caso vereador, que estiver como presidente da Câmara Municipal.Fonte Agência Brasil.

Entenda o papel dos vereadores e o que muda nas eleições deste ano

Além da transferência do pleito de 4 de outubro para 15 de novembro, as eleições deste ano apresentam uma mudança no sistema de candidaturas para os vereadores. A principal mudança, introduzida pela Emenda Constitucional nº 97, de 2017, é a proibição de coligações para o cargo. A Emenda 97 vetou a celebração de coligações – união de diferentes partidos para a disputa do pleito – nas eleições para vereadores, deputado estadual, federal e distrital.

Apesar da proibição de coligações para esses cargos, a emenda diz que os partidos ainda podem se unir em chapas para disputar os cargos majoritários – prefeito, senador, governador e presidente da República.

Na eleição proporcional, é o partido que recebe as vagas e não o candidato. Com a mudança, a forma de contar a quantidade de vagas no Legislativo municipal a que cada partido pode ter direito também sofreu alterações. Agora, quem pleiteia uma vaga nas câmaras municiais terá de disputar a eleição em chapa única dentro do partido.

Antes, os partidos podiam concorrer em uma mesma chapa, o que acabava aumentando o chamado Quociente Partidário (QP) – que determina quantas cadeiras um partido pode ter no Legislativo – e, portanto, a chance de conseguir mais vagas. Isso também aumentava, entre outras possibilidades, a de um eleitor votar no candidato A, mas acabar por eleger o B, de outro partido. Isso explica, em parte, o fato de alguns candidatos com muitos votos não se elegerem e outros, com poucos votos, serem eleitos.

Cálculo das vagas

O sistema proporcional garante um equilíbrio de vagas entre os partidos. A primeira etapa para determinar esse número é fazer o cálculo para descobrir o Quociente Eleitoral (QE) – número de vagas que cada partido precisa ter para conseguir uma cadeira na Câmara Municipal.

O QE é obtido pela divisão do número de votos válidos apurados (excluindo votos brancos e nulos) pelo número de vagas a preencher no Legislativo. Isso significa que o partido precisa ter essa quantidade mínima de votos para ocupar uma vaga na Câmara.

Já para assumir uma cadeira, o candidato precisa ter pelo menos 10% do quociente eleitoral. Se o partido não tiver um candidato com a quantidade de votos necessária, a vaga é passada para outro partido após novos cálculos.

Depois é a vez de calcular o Quociente Partidário. Esse número é obtido por meio da divisão do número de votos válidos conseguidos pelo partido pelo Quociente eleitoral, excluindo-se as frações. Isso significa, por exemplo, que se o resultado der 4,5, o partido terá direito a quatro vagas.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as vagas não preenchidas com a aplicação do QP e a exigência de votação nominal mínima serão distribuídas entre todos os partidos que participam do pleito, independentemente de terem ou não atingido o QE, mediante observância do cálculo de médias.

A média de cada legenda é determinada pela quantidade de votos válidos a ela atribuída, dividida pelo respectivo QP acrescido de 1. Nesses casos, à agremiação que apresentar a maior média cabe uma das vagas a preencher, desde que tenha candidato que atenda à exigência de votação nominal mínima.

Por fim, depois de repetida a operação, quando não houver mais partidos com candidatos que atendam à exigência de votação nominal mínima, as cadeiras deverão ser distribuídas às legendas que apresentem as maiores médias.

Candidaturas

Os vereadores são responsáveis, entre outras funções, por legislar, realizar a fiscalização financeira e da execução orçamentária do Executivo Municipal, além de julgar as contas apresentadas pelo prefeito. Os vereadores também são responsáveis por discutir, propor, votar sobre os impostos da cidade, a criação e manutenção de bairros, distritos ou ruas, e iniciar processo de impeachment.

A Constituição diz que o número mínimo de vagas nas câmaras legislativas é de 9 para municípios com até 15 mil habitantes e até 55 cadeiras nas cidades com mais de 8 milhões de moradores.

Ainda de acordo com o texto constitucional, entre os requisitos para pleitear a vaga, os candidatos têm que ter 18 anos de idade na data-limite do registro de candidatura; ter nacionalidade brasileira (ser brasileiro nato ou naturalizado); ser alfabetizado (saber ler e escrever); ter domicílio eleitoral no município em que pretende concorrer no mínimo um ano antes da eleição; estar quite com a Justiça Eleitoral e estar filiado a um partido político por no mínimo um ano antes da eleição.

Os partido ainda têm que cumprir a norma de preencher o mínimo de 30% e o máximo de 70% “para candidaturas de cada gênero”. Como historicamente os homens constituem a maioria dos candidatos, essa cota acaba sendo destinada para as candidaturas de mulheres.Fonte Agência Brasil

Brasileiro: em crise, Botafogo encara Palmeiras no Nilton Santos

Botafogo e Palmeiras se enfrentam nesta quarta-feira (7) vivendo momentos diferentes no Campeonato Brasileiro. A partida acontecerá no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ), às 21h30 (horário de Brasília) pela 14ª rodada da competição. Os botafoguenses são os vice-lanternas, com 12 pontos, já os palmeirenses aparecem no G4, na terceira posição, com 22.

Recordista de empates

A equipe alvinegra vem chamando a atenção no Brasileirão por causa do número de empates. Em 13 jogos disputados pelos cariocas, nove terminaram em igualdade. Na última partida, no domingo (4), não foi diferente, os alvinegros ficaram no 1 a 1 no clássico com o Fluminense. A partida marcou a estreia do treinador Bruno Lazaroni, substituto de Paulo Autuori, que deixou o clube na última quinta-feira (1).

Curiosamente, a única vitória no campeonato foi para o líder Atlético-MG. Em casa, o Botafogo venceu o Galo por 2 a 1 em jogo válido pela quarta rodada.

Verdão invicto

Assim como o time de Estrela Solitária, a equipe comandada pelo técnico Vanderlei Luxemburgo é uma das que mais empatou no Campeonato Brasileiro. Atrás, somente, de Botafogo e Grêmio, com 8, o Palmeiras é a terceira equipe que mais saiu de campo com um ponto, foram sete vezes no total. Entretanto, é a única invicta na Série A. Com cinco vitórias alcançadas até o momento, o último êxito foi alcançado na rodada passada. No sábado (3), o Alviverde venceu o Ceará por 2 a 1, no Allianz Parque, em São Paulo (SP).

Em competições de formato mata-mata, os dois clubes atingiram os objetivos almejados até o momento. O Botafogo garantiu classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil contra o rival Vasco. Do outro lado, o Alviverde, que já estava garantido nas oitavas da Copa do Brasil por ter ingressado este ano na Libertadores, também assegurou vaga nas oitavas da Copa Libertadores, com uma rodada de antecipação.

Transmissão da Rádio Nacional

Você acompanha Botafogo e Palmeiras ao vivo pela Rádio Nacional. A narração é de Rodrigo Campos, os comentários são de Waldir Luiz, as reportagens estão com Mauricio Costa e o plantão da informação fica com Luiz Ferreira. O Show de Bola Nacional começa às 21h e você acompanha aqui:Fonte Agência Brasil

Zito Rolim lidera disputa eleitoral em Codó, aponta pesquisa Escutec

A disputa eleitoral na cidade de Codó está liderada pelo ex-prefeito Zito Rolim. É o que mostra a pesquisa do Instituto Escutec feita nos dias 25 e 26 de setembro. O levantamento ouviu 400 eleitores e tem margem de erro de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança da pesquisa (registrada na Justiça Eleitoral com o número MA 08682/2020) estimado é de 90%. Na pesquisa espontânea, Zito Rolim aparece com 33% das intenções de votos. Ele é seguido por Dr. Zé Francisco que foi citado por 23% dos entrevistados e Cabo Bezerra que aparece com 1%.

Já no cenário estimulado, Zito Rolim obteve 43% das intenções de voto contra 34% de Zé Francisco. Cabo Bezerra aparece neste cenário com 1%. Nenhum dos candidatos foi a opção de 17% dos ouvidos e não sabe ou não respondeu, 5%.

Ao eleitor também foi perguntado sobre a rejeição dos candidatos que disputam a prefeitura de Codó. Neste cenário, Cabo Bezerra tem a maior rejeição com o percentual de 38%. Em seguida aparece Zito Rolim com 19% e Dr. Zé Francisco com 15%. Nenhum dos candidatos somou 8% e não sabe ou não respondeu, 20%. Também foi questionado ao eleitor sobre a mudança de voto até o dia da eleição. Disseram que podem mudar de voto 26% dos eleitores enquanto outros 66% afirmaram que não mudarão o candidato que votarão a prefeito em 15 de novembro.

Aprovação

A administração do atual prefeito de Codó, Francisco Nagib, foi avaliada pelos eleitores ouvidos na pesquisa. Aprovam a gestão 52% dos entrevistados. Outros 43% disseram que desaprovam. Não sabe ou não respondeu somaram 5%.