Blog do Walison - Em Tempo Real

Brasil chega a 331,5 mil mortes por Covid-19

O Brasil infelizmente chegou a contabilizar 12.983.560 casos e 331.530 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa.

O Brasil registrou 1.233 mortes por Covid nas últimas 24 horas, totalizando neste domingo (4) 331.530. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias ficou em 2.747. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +20%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

Tem muitas pessoas morrendo todos os dias em todo o Brasil mais infelizmente temos visto milhares de pessoas em nosso país que ainda estão brincando com tudo o que está acontecendo, pessoas que não estão usando máscaras e que para piorar ainda mais as coisas estão aglomerando em festas e outros eventos que não param de acontecer diariamente, essas pessoas precisam lavar as coisas mais a sério e entender que manter o distanciamento e usar máscaras é um dos principais mecanismos para evitar a contaminação e também as mortes.

Maranhão bate novo recorde de mortes por Covid-19 com 45 óbitos registrados em 24h

É a primeira vez que o estado registra um número tão alto de mortes pela doença em um único dia.

Neste domingo (4), o estado do Maranhão infelizmente bateu um novo recorde de mortes diárias pelo vírus letal da Covid-19: Foram 45 óbitos, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES). Em menos de uma semana, é a segunda vez que o estado bate recordes de mortes pela doença que não para de matar a todo momento pessoas não somente no estado do Maranhão mais em todo o planeta Terra.

O estado do Maranhão tem registrados agora os tristes números de 6236 mortes e 244.754 casos de Covid-19. Diante da triste realidade que temos vivido a mais de um ano o pedido que é feito pelas autoridades competentes é o de que as pessoas precisam entender que manter o distanciamento social e continuar usando máscaras ainda é a maneira mais eficiente de zelar pelas vidas daquelas pessoas que mais amamos.

Ministro do STF libera cerimônias religiosas presenciais na Páscoa

Tempos religiosos fecham após Justiça suspender autorização para cultos no Rio

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques ordenou ontem (3) que os estados, o Distrito Federal e os municípios permitam a realização de celebrações religiosas presenciais, ainda que com, no máximo, 25% da capacidade. A porcentagem foi inspirada em julgamento de caso similar pela Suprema Corte dos Estados Unidos.

A decisão ocorre na véspera do domingo de Páscoa, uma das principais datas do calendário cristão, quando se celebra a ressurreição de Jesus Cristo. A ocasião foi mencionada por Nunes Marques. Ele destacou que mais de 80% dos brasileiros se declaram cristãos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O ministro atendeu a um pedido de liminar (decisão provisória) feito pela Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure). Para a entidade, o direito fundamental à liberdade religiosa estava sendo violado por diversos decretos estaduais e municipais que proibiram os cultos de forma genérica. A Anajure argumentou que tais normas tratavam a religião como atividade não essencial, o que seria inconstitucional.

Todos os atos questionados foram editados com a justificativa de evitar aglomerações que favoreçam a contaminação pela covid-19.

Nunes Marques baseou sua decisão também em parecer do procurador-geral da República, Augusto Aras, que defendeu a assistência espiritual como sendo algo essencial na pandemia. Em manifestação sobre o tema, a Advocacia-Geral da União (AGU) também defendeu a permissão para a realização de cultos presenciais.

Decisão

Nunes Marques deu razão à Anajure. “A proibição categórica de cultos não ocorre sequer em estados de defesa (CF, art. 136, § 1º, I) ou estado de sítio (CF, art. 139). Como poderia ocorrer por atos administrativos locais?”, indagou o ministro.

“Reconheço que o momento é de cautela, ante o contexto pandêmico que vivenciamos. Ainda assim, e justamente por vivermos em momentos tão difíceis, mais se faz necessário reconhecer a essencialidade da atividade religiosa, responsável, entre outras funções, por conferir acolhimento e conforto espiritual”, acrescentou ele.

Outras medidas impostas por Nunes Marques foram: distanciamento social, com espaçamento entre assentos; uso obrigatório de máscaras; disponibilização de álcool em gel na entrada dos templos; e aferição de temperatura.

A liminar de Nunes Marques é válida ao menos até que o plenário do STF discuta a questão. O ministro é relator de três ações de descumprimento de preceito fundamental sobre o assunto. As outras foram abertas pelo Conselho Nacional de Pastores do Brasil e pelo PSD.Por Agência Brasil