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Adolescente fica em estado grave após ter cabelo sugado por ralo de piscina, em João Pessoa

Um casal de namorados morreu após ser baleado em um confronto com o Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI) na tarde desta terça-feira (13), no bairro Santa Maria da Codipi, Zona Norte de Teresina. A informação foi confirmada pelo tenente-coronel Alves, comandante do BEPI.

As vítimas foram identificadas como Ariele Pereira dos Santos, conhecida como Alerquina, de 24 anos, e Luan Araújo Brito, conhecido como VDL, de 26 anos.

Segundo o tenente, o casal integrava uma mesma facção criminosa e contribuiu com a expansão do grupo na região. Eles possuíam mandados de prisão abertos.

“Estavam aterrorizando a Santa Maria, atacando e executando vários desafetos”, relatou o tenente.

 

Os suspeitos foram levados ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT), mas não resistiram aos ferimentos e morreram.

Casal tinha histórico de crimes

 

Luan Araújo Brito era investigado por pelo menos um homicídio consumado e também pelos crimes de receptação e posse irregular de arma de fogo, além de tráfico de drogas e tentativas de homicídio. Ele havia sido preso em fevereiro de 2025 e liberado em outubro.

Na facção que integrava, era tido como “executor”, ou seja, era responsável por ataques, sobretudo na região do Residencial Padre Umberto Leonel Brisola e Parque Brasil.

Já Ariele Pereira dos Santos também era investigada por receptação, além de tráfico de drogas, e era tida como “parceira na vida criminal” de Luan, segundo a polícia.Fonte: G1-PB

Trump anuncia tarifas de 25% a países que negociarem com Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (12) a imposição, com efeitos imediatos, de uma tarifa de 25% sobre “qualquer país que faça negócios com a República Islâmica do Irã”. 

Segundo Trump, estes países terão uma tarifa imediata sobre todas as transações comerciais realizadas com os Estados Unidos.

“Com efeito imediato, qualquer país que faça negócios com a República Islâmica do Irã pagará uma tarifa de 25% sobre todas as transações realizadas com os Estados Unidos da América”, anunciou Donald Trump em sua rede social.

“Esta ordem é definitiva e irrecorrível”, acrescentou.

Protestos

O anúncio de Trump surge no momento em que o regime de Teerã enfrenta uma das maiores ondas de protestos dos últimos anos.

Neste domingo (11) e segunda-feira, Teerã registrou também atos pró-regime da República Islâmica e para criticar as manifestações violentas dos últimos dias.

Ontem, o presidente do Irã Masoud Pezeshkian afirmou que protestos pacíficos são tolerados no país, mas que os distúrbios recentes são provocados por “terroristas do estrangeiro”, para justificar uma invasão pelos EUA e por Israel.

Em resposta aos protestos, que já se estendem a todo o país, as autoridades iranianas têm respondido com força letal perante a população. Segundo organizações não-governamentais, há registro de pelo menos 600 mortes.

Nos últimos dias, o presidente estadunidense tem repetido ameaças de intervenção no Irã. Donald Trump afirmou que tem opções “muito fortes”, incluindo a via militar, e adiantou ainda que está em contacto com líderes da oposição iranianos. Fonte: Agência Brasil

Brasil movimentou quase US$ 3 bi em comércio com Irã em 2025

O Brasil manteve um comércio de quase US$ 3 bilhões com o Irã em 2025, apesar de o país persa representar apenas 0,84% das exportações brasileiras.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) mostram que as vendas brasileiras para Teerã somaram US$ 2,9 bilhões no ano passado, consolidando o Irã como o quinto principal destino das exportações nacionais no Oriente Médio.

Embora ocupe a 31ª posição no ranking geral dos destinos das exportações brasileiras, o Irã aparece atrás apenas de Emirados Árabes Unidos, Egito, Turquia e Arábia Saudita na região. No ano passado, as vendas brasileiras ao país superaram as destinadas a mercados como Suíça, África do Sul e Rússia.

O comércio bilateral é fortemente concentrado no agronegócio. Em 2025, milho e soja responderam por 87,2% das exportações brasileiras ao Irã. Somente o milho representou 67,9% do total, com vendas superiores a US$ 1,9 bilhão, enquanto a soja respondeu por 19,3%, somando cerca de US$ 563 milhões.

Também figuram entre os principais produtos exportados açúcares e itens de confeitaria, farelos de soja para alimentação animal e petróleo.

As importações brasileiras provenientes do Irã, por sua vez, foram bem mais modestas. Em 2025, o Brasil comprou cerca de US$ 84 milhões do país do Oriente Médio, com destaque para adubos e fertilizantes, que corresponderam a aproximadamente 79% do total, além de frutas, nozes, pistaches e uvas secas.

A relação comercial entre os dois países tem apresentado oscilações nos últimos anos. Em 2022, as exportações brasileiras ao Irã atingiram US$ 4,2 bilhões, o maior valor da série recente, antes de recuarem em 2023 e voltarem a crescer em 2024 e 2025. Do lado das importações, os volumes variaram de forma ainda mais acentuada, com quedas expressivas em 2023 e recuperação no ano passado.

Ameaça de Trump

O tema ganhou nova dimensão após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar nesta segunda-feira (12) que irá impor tarifas de 25% sobre países que mantiverem relações comerciais com o Irã.

Segundo o republicano, a taxa será aplicada “sobre todas as transações comerciais realizadas com os Estados Unidos” por esses países e entraria em vigor imediatamente, embora a Casa Branca ainda não tenha divulgado detalhes formais da medida.

anúncio acendeu um alerta sobre possíveis impactos ao comércio brasileiro, sobretudo no agronegócio, principal beneficiário da relação com Teerã.

O governo federal informou que aguarda a publicação da ordem executiva americana para se manifestar oficialmente sobre o tema.

Iniciativas diplomáticas

A aproximação comercial entre Brasil e Irã também tem sido acompanhada por iniciativas diplomáticas. Em abril de 2024, o ministro da Agricultura do Irã visitou o Brasil e se reuniu com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. Na ocasião, os dois países concordaram com a criação de um comitê agrícola e consultivo bilateral, com o objetivo de agilizar pautas de interesse comum, ampliar o intercâmbio técnico e discutir medidas para facilitar o comércio.

Durante a visita, o governo iraniano também demonstrou interesse em instalar uma empresa de navegação no Brasil, o que poderia reduzir custos logísticos e impulsionar ainda mais o fluxo comercial entre os dois países. Desde agosto de 2023, o Irã integra o Brics, bloco do qual o Brasil é membro fundador.

A possível imposição de tarifas pelos Estados Unidos ocorre em meio ao aumento das tensões entre Washington e Teerã, marcadas por ameaças mútuas, repressão a protestos internos no Irã e declarações recentes de autoridades dos dois países sobre a possibilidade de negociações, sem descartar um agravamento do conflito. Fonte: Agência Brasil

Anvisa aprova novo fármaco com injeção semestral para prevenção do HIV

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (12) o uso do medicamento Sunlenca (lenacapavir) para prevenção do HIV-1, como profilaxia pré-exposição (PrEP). O fármaco tem alta eficácia contra o vírus e, além da apresentação em compromido, para uso oral, está disponível como injeção subcutânea que só precisa ser administrada a cada seis meses, o que facilita a adesão.

A indicação é destinada a adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 kg, que estejam sob risco de contrair o vírus. Antes de iniciar o tratamento, é obrigatório realizar teste com resultado negativo para HIV-1.

Os estudos clínicos apresentados demonstraram 100% de eficácia do Sunlenca na redução da incidência de HIV-1 em mulheres cisgênero; além de 96% de eficácia em comparação com a incidência de HIV de base e 89% superior à PrEP oral diária.

O regime de injeções semestrais mostrou boa adesão e persistência, superando desafios comuns em esquemas diários, informou a Anvisa, por meio de sua assessoria de imprensa.

De acordo com a Anvisa, a Sunlenca é um antirretroviral inovador composto por lenacapavir, fármaco de primeira classe que atua inibindo múltiplos estágios da função do capsídeo do HIV-1.

Essa ação impede a replicação do vírus, tornando-o incapaz de sustentar a transcrição reversa, processo em necessário para que use as células do hospedeiro para se multiplicar.

A agência advertiu que, embora o registro tenha sido concedido, o medicamento depende ainda da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

Já sua disponibilização no Sistema Único de Saúde (SUS) será avaliada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e pelo Ministério da Saúde.

Prevenção

A profilaxia pré-exposição (PrEP) é uma estratégia essencial para prevenir a infecção pelo HIV. Ela envolve o uso de medicamentos antirretrovirais por pessoas que não têm o vírus, mas estão sob risco de contrair a doença, reduzindo significativamente as chances de transmissão.

A PrEP faz parte da chamada “prevenção combinada”, que inclui outras medidas, como testagem regular para HIV, uso de preservativos, tratamento antirretroviral (TARV), profilaxia pós-exposição (PEP) e cuidados específicos para gestantes soropositivas, esclareceu a Agência.

O lenacapavir passou a ser recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em julho de 2025 como opção adicional para PrEP, classificando-o como a melhor alternativa após uma vacina, recurso que ainda não está disponível no caso da prevenção do HIV. Fonte: Agência Brasil

BC concorda com inspeção sobre Banco Master, diz presidente do TCU

O Banco Central (BC) concordou com a realização de uma inspeção do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o processo de liquidação extrajudicial do Banco Master, disse nesta segunda-feira (12) o presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo. O ministro esteve reunido nesta tarde com o presidente do BC, Gabriel Galípolo e disse que a autoridade monetária garantiu acesso aos documentos que fundamentaram a decisão.

Segundo Vital do Rêgo, o encontro teve como principal objetivo esclarecer dúvidas sobre a competência do TCU para atuar no caso e alinhar procedimentos entre as duas instituições. De acordo com o ministro, ficou definido que a inspeção já está em curso e que os documentos do Banco Central utilizados no processo de liquidação estarão disponíveis para análise da Corte de Contas.

“Hoje saio do Banco Central profundamente feliz com o resultado da reunião. Fizemos uma reunião com objetivos claros, de dizimar qualquer tipo de dúvida sobre a nossa competência”, afirmou o presidente do TCU em entrevista coletiva após a reunião.

Segundo Vital do Rêgo, o Banco Central manifestou interesse em obter o “selo de qualidade” do TCU e a segurança jurídica decorrente da fiscalização. “Esse processo não é apenas administrativo, é também administrativo e criminal”, completou. O BC ainda não se manifestou sobre o encontro.

Realizada na sede do BC, a reunião ocorreu após forte repercussão da decisão do ministro Jhonatan de Jesus, relator do processo no TCU, que havia autorizado, de forma monocrática, uma inspeção técnica no Banco Central para apurar a atuação da autoridade monetária na liquidação do Banco Master. Após recurso apresentado pelo BC, Jhonatan suspendeu a medida, e o caso foi encaminhado ao plenário do Tribunal.

No recurso, o Banco Central argumentou que uma inspeção dessa natureza não poderia ser autorizada individualmente pelo relator e que a decisão deveria passar pelo colegiado do TCU. A autoridade monetária também sustentou que a iniciativa poderia ultrapassar os limites do controle externo ao incidir sobre decisões técnicas de supervisão bancária.

Medida cautelar

Com o entendimento firmado na reunião desta segunda-feira, Vital do Rêgo afirmou que está afastada a possibilidade de adoção de uma medida cautelar contra o Banco Central. “O Banco Central entendeu que o TCU é um colaborador”, disse. Segundo o ministro, o tribunal não pretende interferir na decisão de liquidação, mas analisar os documentos para verificar a regularidade do processo e conferir maior segurança jurídica.

“O ato de liquidação é um ato administrativo e regulatório. É um modelo técnico que o TCU está acostumado a analisar”, afirmou o ministro. Ele reforçou que não cabe à Corte desfazer a liquidação do Banco Master e que eventual questionamento sobre a decisão, nesse sentido, só poderia ocorrer no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF).

Calendário

Vital do Rêgo informou ainda que será definido, nos próximos dias, um calendário de trabalho entre as áreas técnicas do TCU e do Banco Central. A expectativa é de que a inspeção seja concluída em menos de um mês. “O compromisso da Corte é terminar esse processo o mais breve possível”, declarou.

Além de Vital do Rêgo e Gabriel Galípolo, participaram da reunião o ministro Jhonatan de Jesus e diretores do Banco Central responsáveis pelas áreas de Fiscalização, Regulação, Cidadania e Supervisão de Conduta, além da Secretaria-Executiva da instituição.

Embargos

O caso chegou ao TCU a partir de uma representação do Ministério Público junto à Corte de Contas, que solicitou esclarecimentos sobre os critérios adotados pelo Banco Central para decretar a liquidação do Banco Master e se alternativas menos drásticas foram consideradas.

Em respostas anteriores, o BC informou que o conglomerado liderado pelo banqueiro Daniel Vorcaro enfrentava uma crise aguda de liquidez, sem recursos suficientes para honrar compromissos com correntistas e investidores, o que teria tornado a liquidação inevitável.

Agora, caberá ao plenário do TCU julgar os embargos apresentados pelo Banco Central na sessão prevista para a próxima quarta-feira (21), quando também deverá ser definido o alcance formal da inspeção e da fiscalização sobre a atuação da autoridade monetária no caso. Fonte: Agência Brasil

Justiça determina que Prefeitura de São Luís pague auxílio-moradia a 17 famílias da comunidade Matança do Anil, em São Luís

A Justiça determinou que a Prefeitura de São Luís pague auxílio-moradia de R$ 400 por mês para 17 famílias que vivem em área de risco de alagamentos na Matança do Anil, na capital maranhense. O benefício deve ser pago até a entrega das casas do Residencial Mato Grosso 2 ou até que outra solução definitiva de moradia seja garantida.

A decisão também obriga o município a oferecer transporte para a retirada de móveis e pertences, caso as famílias solicitem o apoio. A mudança deve ocorrer das moradias atuais, em área sujeita a inundações, para um local seguro.

A determinação é do juiz Douglas de Melo Martins e foi dada no julgamento de uma Ação Civil Pública movida pela Defensoria Pública do Estado do Maranhão contra o Município de São Luís. A ação pede que seja garantido o direito à moradia digna para as famílias que vivem em situação de risco social.

Na ação, a Defensoria apontou omissão do município e afirmou que medidas emergenciais não foram adotadas mesmo após alertas da Defesa Civil. Segundo o processo, foram enviados ofícios à Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas), para oferecer auxílio-moradia, e à Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), para realizar obras de infraestrutura.

De acordo com o processo, as famílias vivem na Matança do Anil há mais de 15 anos e sofrem com alagamentos durante o período de chuvas. Um parecer técnico da Defesa Civil Municipal apontou que a região é considerada de alto risco (nível 3) para alagamentos e inundações.

Ainda segundo o processo, parte dessas famílias recebeu auxílio-moradia em 2018, mas voltou para os imóveis após o fim do pagamento. Mesmo contempladas com casas no Residencial Mato Grosso 2, elas continuaram morando na área e expostas ao perigo.

Na decisão, o juiz afirmou que o direito à moradia “não é mera faculdade ou expectativa de direito”, mas um direito fundamental, previsto no artigo 6º da Constituição Federal de 1988. Ele também destacou que a falta de ações do poder público em áreas de risco pode configurar negligência no dever de proteção.

O magistrado citou ainda a Lei nº 12.608/2012, que criou a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil, e afirmou que os municípios têm responsabilidade de identificar e mapear áreas de risco, fiscalizar e impedir novas ocupações, além de retirar moradores de locais com risco alto.

De acordo com o juiz, o município tem o dever de garantir o chamado “mínimo existencial”, que inclui direitos básicos como moradia segura. Para ele, proteger a vida de pessoas expostas a risco é uma obrigação que não pode ser ignorada.

“Portanto, o direito das famílias de baixa renda e em situação de risco à moradia segura e à assistência social decorrente da omissão do Município em prover a solução definitiva a tempo, justifica a procedência do pedido”, concluiu. Fonte: G1-MA

Maranhão é o 12º em denúncias de trabalho escravo no Brasil, diz MDHC

O Maranhão ocupa o 12º lugar entre os estados com mais denúncias de trabalho escravo e de condições análogas à escravidão, segundo dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). São Luís, Grajaú, Imperatriz e Mirador aparecem entre os municípios com mais registros no Estado.

Em São Luís, a aposentada Isabel diz que começou a trabalhar ainda na infância, após ser trazida do interior do Maranhão. Ela afirma que teve direitos negados e passou anos sem estudar. “Apesar de nem saber que estava trabalhando, eu tomava conta das crianças, seja em casa ou na praia, onde estivesse”.

Ela conta que os irmãos chegaram a procurá-la na capital, mas não conseguiam encontrá-la. Hoje, Isabel atua à frente do Sindicato das Trabalhadoras Domésticas do Estado do Maranhão (STDM) e participa de ações contra o trabalho escravo e situações semelhantes.

No Brasil, as denúncias chegaram a um recorde em 2025: foram cerca de 4.515 registros, alta de 14% em comparação com 2024, de acordo com o levantamento.

Os relatos envolvem jornadas exaustivas, trabalho por dívida, condições degradantes, trabalho infantil e até restrição de liberdade. No Maranhão, foram registradas 59 denúncias e 97 violações de direitos humano em 2025.

A pesquisadora Flávia Moura, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), afirma que há casos de violência extrema contra trabalhadores resgatados, incluindo agressões e marcas no corpo. Ela diz que algumas vítimas também apresentam problemas psicológicos, como síndrome do pânico, especialmente após tentativas de fuga de fazendas no interior do estado. Segundo a pesquisadora, as sequelas atingem também familiares.

De 1995 até hoje, foram realizadas cerca de 8 mil fiscalizações no Brasil, com mais de 65 mil pessoas resgatadas dessas condições. Em 2024, 2.186 trabalhadores foram retirados de situações de exploração, principalmente nos setores da construção civil e do agronegócio.

Segundo os dados, 30% dos resgates ocorreram em áreas urbanas, com 90 trabalhadores libertados em operações do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Polícia Federal (PF).

A vice-procuradora-chefe do MPT no Maranhão, Renata Soraya Dantas, afirma que o poder público tem atuado para resgatar trabalhadores, garantir o pagamento pelos serviços prestados e evitar que novas violações aconteçam. Fonte: G1-MA

Jovem de 19 anos é morto a pedradas no 1° dia de trabalho em São Luís

O jovem Eryk Ryan Rego, de 19 anos foi morto a pedradas, na noite de domingo (11), no bairro Cidade Olímpica, em São Luís, enquanto trabalhava como entregador de pizza. A Polícia Civil investiga o caso.

De acordo com a Polícia Militar do Maranhão (PM-MA), essa seria sua primeira entrega no novo trabalho e nem chegou a entregar o pedido. Ele foi atingido por várias pedradas e morreu no local.

As circunstâncias do crime ainda não foram esclarecidas pela polícia e o jovem não tinha antecedentes criminais. Segundo a polícia, a moto que ele usava foi encontrada no local e estava registrada no nome da mãe dele. Fonte: G1-MA

Suspeito de estupros preso no PI invadia casas à noite, cortava roupas com faca e furtava calcinhas

Um homem de 31 anos, identificado pelas iniciais C.A.C., foi preso no final da manhã desta segunda-feira (12), suspeito de cometer estupros em série no Norte do Piauí. De acordo com a Polícia Civil do Piauí, ele invadia casas durante a madrugada, usava faca para ameaçar vítimas e chegou a cortar roupas das mulheres durante os ataques. Ao menos duas vítimas já foram identificadas.

A prisão foi realizada por policiais civis da Delegacia de Buriti dos Lopes, com apoio da Polícia Militar do Piauí. O suspeito foi localizado no município de Murici dos Portelas após trabalho de inteligência e cumprimento de mandado de prisão.

De acordo com o delegado Herbster Santos, responsável pelas investigações, o suspeito agia sempre durante a madrugada e adotava o mesmo modo de atuação.

“Ele observava previamente se as vítimas estavam sozinhas ou se na residência havia apenas mulheres. A partir disso, invadia os imóveis para tentar cometer os crimes”, explicou o delegado.

 

As investigações apontam que, em algumas situações, o homem entrava nas casas pelo telhado para não ser percebido. Segundo a polícia, esse comportamento se repetia nos casos atribuídos a ele.

Uma característica comum nos crimes era o furto de peças íntimas das vítimas, principalmente calcinhas. Por causa disso, o suspeito passou a ser conhecido na região como o “maníaco da calcinha”.

“A subtração das peças íntimas acabou se tornando uma marca da atuação criminosa dele”, destacou Herbster Santos.

 

Em um dos episódios considerados mais graves, o investigado demonstrou extrema violência. Armado com uma faca, ele passou a lâmina pelo pescoço e por outras partes do corpo da vítima, cortou suas roupas e tentou cometer o estupro.

A ação só não foi concluída porque outras mulheres que estavam na residência perceberam a situação e começaram a gritar. O suspeito fugiu levando a peça íntima da vítima.

Em outra tentativa de estupro, o homem voltou a invadir uma residência durante a madrugada. Ele cortou as roupas da vítima com uma faca e passou a tocar suas partes íntimas. A mulher acordou, entrou em desespero e começou a gritar, fazendo com que o suspeito fugisse novamente.

Segundo a Polícia Civil, em todos os casos o investigado conseguia escapar ao se embrenhar em áreas de matagal próximas às residências, o que dificultava a captura.

“Ele se aproveitava da proximidade com áreas de mata para fugir rapidamente, o que atrasava a chegada das equipes policiais”, afirmou o delegado.

 

Após o levantamento de informações, os policiais localizaram o suspeito em Murici dos Portelas. No momento da abordagem, ele ainda tentou fugir, mas foi contido e preso. Fonte: G1-PI

Criminosos rendem frentista, invadem escritório de posto e roubam R$ 12 mil no PI; suspeito é preso

Dois homens armados assaltaram um posto de combustível no bairro Dirceu Arcoverde, em Parnaíba, litoral do Piauí, na manhã desta segunda-feira (12). Segundo a Polícia Militar, os criminosos chegaram em uma moto preta e renderam os funcionários.

De acordo com a polícia, após anunciarem o assalto, os suspeitos invadiram a sala do gerente do estabelecimento, arrombando a porta. No local, roubaram cerca de R$ 12 mil em dinheiro. A dupla fugiu na sequência.

Nas imagens, é possível observar que os suspeitos utilizavam chapéu, blusa de manga longa e calça. Equipes do 2º Batalhão da Polícia Militar (2º BPM) fazem buscas na região para tentar localizar os assaltantes.

Suspeito preso

Um dos suspeitos de participar do crime foi identificado como Jonatas dos Santos Silva, de 26 anos, conhecido como Bigodin. Ele chegou a pular muros para tentar fugir da polícia durante abordagem, mas foi preso por volta das 17h desta segunda-feira (12).

Segundo o delegado Ayslan Magalhães, o suspeito utilizava um bigode no momento do assalto, mas, após a repercussão do crime, ele retirou.

O segundo criminoso, apontado como comparsa de Jonatas, segue sendo procurado. Fonte: G1-PI