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Pai de escrivã de policia assassinada diz que sua família está totalmente sem chão

Esta é a segunda tragédia na família. Em dezembro de 2013, irmão de Loane morreu em desastre aéreo em Teresina.

Nossa família está destruída”, o desabafo é de Flávio Veina Thé, pai da escrivã piauiense Loane Maranhão da Silva Thé morta no início da tarde desta quinta-feira (15) em Caxias (MA). A vítima recebeu golpes de faca enquanto trabalhava, colhendo depoimento de um acusado de estupro, na sede da Delegacia de Proteção a Mulher do município maranhense.

O acusado do homicídio é o gari Francisco Alves da Costa que foi denunciado pelas filhas, uma de 20 e outra de 17 anos, por prática de abuso sexual. Ele também feriu a investigadora Marilene Almeida. Ao ouvir gritos de Loane, a agente civil ainda tentou socorrê-la, mas foi esfaqueada na região do abdômen.

Ela vivia para o trabalho. Gostava de estudar e era educada. A mãe dela e eu estamos mortos. Essa é a segunda tragédia na família em menos de um ano. Também tive um filho que morreu na queda de um avião no mês de dezembro em Teresina”, conta o pai da vítima.

Loune morreu no local. O carro dela ainda está estacionado na frente da delegacia onde trabalhou por cinco anos. Ainda na tarde desta quinta-feira, familiares da vítima tiveram reunião com o delegado regional Celso Álvares Rocha.

O sonho da vida dela era ser policial. Tudo foi destruído. Agora, só tem uma filha. Mesmo assim, acredito que será feita justiça”, falou o pai de Loane após ver o local onde a filha foi morta e encerrar as entrevista com a imprensa que estava no local.

 

fonte portal da cidade verde

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