O suspeito estava com mais dois comparsas na troca de tiros com a polícia. Um deles foi preso e o outro fugiu. Todos eles são integrantes de uma facção criminosa.
Um homem suspeito de cometer assaltos morreu na noite deste sábado (1º) no Hospital de Urgência de Teresina (HUT) após trocar tiros com a Polícia Militar do Piauí (PM-PI) na Estrada da Alegria, Zona Sul de Teresina.
Ao g1, o major Alves, comandante do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI), informou que Nego Maciel é suspeito de realizar pelo menos dois roubos de carros na capital. Um deles aconteceu ainda neste sábado (1º), na Zona Sudeste de Teresina.
“Os policiais do BEPI encontrou ele e mais dois comparsas em um carro. Eles efetuaram disparos de arma de fogo e a polícia revidou. O Nego Maciel foi baleado”, afirmou o major.https://d09a053374e513bee5d37ef3224bede3.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-40/html/container.html
O homem ferido foi levado ao HUT, mas não resistiu e faleceu. Um dos comparsas dele foi preso e o outro fugiu. Até o momento, ele não foi localizado.
A polícia recuperou os carros roubados pelo trio, uma moto e aparelho celulares. Uma arma de fogo foi apreendida. Todos eles são integrantes de uma facção criminosa.Fonte: G1-PI
Homem que estava com a vítima também foi esfaqueado, mas foi levado para o hospital e não corre risco de morte.
Clara Duarte Oliveira foi assassinada a facadas, na noite de sábado (1º), na zona rural de Esperantina, 188 km ao Norte de Teresina. Segundo a polícia, a vítima estava em um bar quando foi surpreendida por um homem que chegou, sacou a faca e a golpeou. A principal suspeita é que o autor seja o ex-namorado da vítima.
Ainda conforme a polícia, Clara estava acompanhada de um homem, que também foi esfaqueado. Ambos foram socorridos e levados para o Hospital Estadual Dr. Júlio Hartman. Contudo, a mulher não resistiu e morreu.
O homem que estava com a vítima foi atendido e não corre risco de morte. A Polícia Militar fez buscas para tentar prender o suspeito em flagrante, mas ele não foi encontrado. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Polícia investiga o caso como feminicídio e segue procurando pelo homem que possuía uma união estável com a vítima.
Uma jovem de 19 anos foi morta a facadas no começo da tarde deste sábado (1º), na cidade de Arara, no Brejo da Paraíba. O principal suspeito, segundo a Polícia Civil, é seu companheiro – um homem de 22 anos. O crime está sendo investigado como um feminicídio.
O suspeito é ex-presidiário e ainda conforme a polícia, ele e a vítima, Águida Ibiapina Leite da Silva, possuíam uma união estável.
A jovem foi esfaqueada perto de um açude da cidade e o suspeito fugiu logo depois do crime.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas Águida não resistiu aos ferimentos.
A polícia segue procurando o suspeito e pede que qualquer informação sobre ele seja relatada ao 197 ou 190. A denúncia é feita de forma anônima.
Como denunciar
Denúncias de estupros, tentativas de feminicídios, feminicídios e outros tipos de violência contra a mulher podem ser feitas por meio de três telefones:
197 (Disque Denúncia da Polícia Civil)
180 (Central de Atendimento à Mulher)
190 (Disque Denúncia da Polícia Militar – em casos de emergência)
Além disso, na Paraíba o aplicativo SOS Mulher PB está disponível para celulares com sistemas operacionais Android e IOS e tem diversos recursos, como a denúncia via telefone pelo 180, por formulário e e-mail.
As informações são enviadas diretamente para o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, que fica encarregado de providenciar as investigações.Fonte: G1-PB
Segundo PRF, um carro bateu na traseira da motocicleta, que perdeu o controle e colidiu frontalmente com um outro veículo que vinha em sentido contrário.
Um acidente envolvendo dois carros e uma moto deixou pelo menos duas pessoas feridas, na BR-230, em Patos, no Sertão da Paraíba, na noite dessa sexta-feira (31).
Conforme informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), um dos carros bateu atrás da moto. o condutor da motocicleta, como consequência, perdeu o controle do veículo e bateu de frente com outro carro, que seguia no sentido contrário da rodovia.
O motorista de um dos carros fugiu do local do acidente e outro motorista permaneceu pra prestar esclarecimentos, mas depois foi liberado pela polícia.
As duas pessoas que estavam na moto, um homem de 26 anos e uma mulher de 21 foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro, o Hospital Regional de Patos, com ferimentos graves.
O g1 tentou contato com o Hospital Regional de Patos, para saber o estado de saúde das vítimas, mas não obteve respostas até a última atualização desta matéria.Fonte: G1-PB
“Por trás dos Olhos: A arte fotográfica e o comércio de retratos nos jornais maranhenses do século XIX (1860-1899)”. Esse é o tema do projeto de extensão da graduanda do curso de História da Universidade Estadual do Maranhão Campus Caxias, Igênia Moraes Silva Gomes. O projeto teve a orientação do professor Eloy Barbosa de Abreu.
O objetivo foi analisar a arte fotográfica e seus desdobramentos no Maranhão oitocentista (a partir da década de 1860), a fim de compreendê-la transcendendo o próprio ato de fotografar, da produção de registros fotográficos e da contemplação de uma fotografia.
“Buscamos compreender e perceber o significado simbólico que a fotografia assumiu e, por conseguinte, influenciou o comércio de retratos no final do século XIX. Ao longo do tempo, ela vem se destacando e sendo utilizada, também, para fins científicos e como fonte de análise histórica. É um instrumento de relevância no processo de construção do conhecimento histórico e conservação da memória individual e coletiva”, explicou Igênia.
Segundo ela, é perceptível que se vive, atualmente, em uma sociedade midiatizada, na qual a fotografia é acessível e praticamente todas as pessoas possuem fotos, sejam elas em meio físico, ou digital. Interesse que vem desde os antepassados, que nas épocas mais remotas representavam a si próprios, a outrem, aquilo que visualizavam a sua volta, acontecimentos e até mesmo o próprio imaginário, seja por meio das artes visual ou plástica.
“O retrato e o álbum fotográfico se tornaram verdadeiras relíquias, pois os registros evocam lembranças e despertam emoções no observador que as contempla. Desde o seu advento até os dias atuais, a fotografia passou por diversos avanços e aperfeiçoamentos em sua técnica, e continua sendo muito requisitada. Diante disso, estudar essa arte e a sua comercialização nesse recorte espaço-temporal torna-se interessante, pois se trata de um assunto diretamente relacionado à realidade de praticamente todas as pessoas”, destacou.
A pesquisa resultou na produção de materiais didáticos, que inicialmente foram pensados para serem disponibilizados nas escolas da educação básica, mas que por sua acessibilidade, podem vir a ser disponibilizados em outros espaços de saber. Trata-se de um paradidático e um audiovisual, contemplando o que foi evidenciado ao longo da pesquisa.
O trabalho também possibilitou a produção do artigo científico “RETRATOS À REMBRANDT: Hygino Soares e o comércio de fotografias no Maranhão Oitocentista”.
“Considero que a pesquisa, em termos específicos, ainda tem muito a explorar, mas impacta – agora e futuramente – em pesquisas na área, a partir dos materiais produzidos por meio das fontes de pesquisa, da metodologia de pesquisa e do acervo bibliográfico consultado. Nosso próximo desafio é a publicação do material didático por alguma editora e distribuição nas escolas da rede pública de ensino de Caxias e São Luís”, ressaltou.
Para chegar a esse resultado foi necessária muita pesquisa. A primeira fase do projeto foi uma revisão bibliográfica das obras que tratam sobre a origem, características, teorias, simbologias e diversos outros temas relacionados à fotografia, possibilitando a compreensão do tema em aspectos gerais e específicos.
Depois foram cruzados dados de diferentes fontes. Cruzando as informações dos periódicos, linguagem escrita, com as fotografias, linguagem visual, foi possível estabelecer relações e evidenciar características pertinentes à pesquisa contidas no campo imagético da fotografia e no verso delas, como os objetos que compõe o cenário; a dedicatória no verso dos “cartões de visita”; as poses; o rosto ou olhar direcionado à lateral da câmera; as indumentárias e acessórios dos representados; fotografias de busto e de corpo inteiro; ou seja, detalhes que possibilitam a compreensão acerca da técnica fotográfica.
A pesquisa já foi concluída, mas a aluna pretende continuá-la até o seu Trabalho de Conclusão de Curso. “Um tema que eu efetivamente me interessei em pesquisar e pela trajetória percorrida até aqui, que iniciou quando eu estava no 3º período da graduação – atualmente estou no 7º. Então, levarei adiante”, afirmou ela.
Prêmio FAPEMA 2022
Na última edição do Prêmio FAPEMA 2022, a graduanda foi premiada em 1º lugar na categoria Jovem Cientista – Ciências Humanas e Sociais.
“O reconhecimento da FAPEMA através do prêmio impactou sobremaneira a minha carreira acadêmica e científica”, finalizou ela.
Confira os materiais produzidos por meio do projeto AQUI.
Durante a pesquisa, a graduanda teve a ajuda das discentes (bolsistas voluntárias) do mesmo curso: Lauana Rafaela Gomes e Francisca Kelly da Luz Santos, além da colaboração dos professores Reinilda dos Santos Oliveira e Benilton Torres de Lacerda.
O Congresso Nacional divulgou que vai instalar na próxima terça-feira (4) uma comissão mista para analisar a primeira medida provisória editada no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A MP 1.154/2023 foi publicada em 1° de janeiro e trata da organização dos ministérios e de órgãos da Presidência da República.
A instalação da comissão ocorrerá em meio à disputa entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que também exerce o comando do Congresso, e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) sobre a retomada do trabalho dos colegiados que analisam as medidas antes da votação em plenário.
Em março de 2020, no auge da pandemia de covid-19, um ato conjunto da Câmara e do Senado flexibilizou as regras de tramitação das medidas provisórias, que passaram a ser votadas diretamente pelos plenários da Câmara e do Senado e deixaram de passar pelas comissões, integradas por 13 deputados e 13 senadores.
Na semana passada, Pacheco realizou uma reunião de líderes no Senado e decidiu que as comissões mistas serão retomadas para analisar as MPs enviadas pelo governo. Segundo o presidente, a regra está prevista na Constituição.
Por outro lado, Arthur Lira defende as comissões tenham proporção maior de deputados em relação aos senadores, como ocorre em outras comissões. Contudo, a proposta não foi aceita pelos líderes no Senado.
O assunto também foi judicializado no Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de um mandado de segurança protocolado pelo senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) contra o presidente da Câmara. Segundo o parlamentar, a manutenção do modelo de votação direta pelo plenário dá poderes extraordinários a Lira, que, segundo Vieira, pode definir os relatores das MPs e o envio da matéria ao Senado às vésperas do prazo de caducidade.
Além da MP sobre a reorganização da Esplanada no governo Lula, medidas que tratam de reoneração dos combustíveis e do novo Bolsa Família foram enviadas ao Congresso.
MPs
As medidas provisórias (MPs) são normas com força de lei, enviadas pelo presidente da República para análise do Congresso Nacional. A regra é que a MP seja editada em situações de relevância e urgência. Assim que é editada, a MP já produz efeito jurídico imediato. Mas, para se converter em lei precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. O prazo de vigência da MP é de 60 dias, prorrogados automaticamente por igual período se a votação no Congresso não tiver sido concluída.
“É inaceitável termos apenas uma mulher em cada Câmara de Vereadores. Ainda assim, elas são ameaçadas o tempo todo pela forma de se vestir, de falar. Quando sobem o tom, são chamadas de histéricas, loucas, e os homens, não. Fiz uma campanha gestante e sofri violência de gênero. Não interessava se eu estava gestante. Muitos me perguntavam porque não vai cuidar da sua gravidez, porque vem para a campanha. Sabe porque incomoda uma mulher gestante na política? Porque não somos a maioria”. O relato é de Anne Moura, que concorreu a vice-governadora do Amazonas em 2022 e é coordenadora regional do Fórum Nacional de Instâncias de Mulheres de Partidos Políticos.
Assim com ela, milhares de brasileiras são vítimas das agressões e xingamentos pelo fato de serem mulheres, a violência política de gênero.
Uma pesquisa citada pela ONU Mulheres aponta que 53% das prefeitas eleitas, em 2016, relataram ter sofrido assédio ou violência política. Entre as mais jovens, com menos de 30 anos de idade, 91% contaram ter sido alvo de agressões.
A violência política contra a mulher é qualquer ato que visa impedir ou restringir o acesso delas ou induzi-las a tomar decisões contrárias à sua vontade. Na maioria das vezes, é manifestada por meio de ameaças, xingamentos à vida privada, aparência física e ao modo de vestir das mulheres.
Anne Moura foi uma das participantes do lançamento, nesta semana, da Campanha de Combate à Violência Política contra Mulheres, coordenada pela Câmara dos Deputados. O evento reuniu deputadas, senadoras, ministras e representantes de organizações da sociedade civil.
“O que nós desejamos é realmente poder afirmar que nosso lugar é onde nós quisermos e onde mais pudermos contribuir para a democracia no Brasil. Portanto, os parlamentos e as estruturas públicas são também lugar das mulheres”, disse a segunda-secretária da Câmara, deputada Maria do Rosário (PT-RS).
A violência política é apontada como um dos motivos para menor presença de mulheres nas Casas Legislativas e demais espaços de poder. Entre os Parlamentos de 193 países, o Brasil aparece no 153º lugar em relação à representatividade das mulheres, conforme ranking da Inter-Parliamentary Union. Na América Latina, o país está à frente apenas de Belize e Haiti.
A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, relembrou “uma das maiores violências políticas que o país já vivenciou”, o assassinato da irmã e vereadora Marielle Franco, em 2018, após participar de um evento que debatia a participação das mulheres negras na política. A ministra destacou que as mulheres sofrem a violência política durante toda a trajetória: nas campanhas, no mandato e depois de deixarem os cargos.
“Sabemos que o sistema é feito para que mulheres não adentrem nesse lugar. Mulheres negras prefeitas são apenas 4%. E se formos traçando todos os perfis, esses números vão diminuindo”, afirmou.
Pesquisas e relatos mostram que as agressões ocorrem presencialmente, quando as mulheres estão nas ruas e são atacadas, ou no mundo virtual, por meio de fake news e ataques às redes sociais e páginas pessoais.
“Não podemos deixar que nos calem, é isso que eles querem a partir do ódio, da misoginia, da ameaça e das mais diversas formas, seja pela internet ou presencialmente, é não deixar que sejamos candidatas. É fazer com que desistamos desse lugar, que é público e tão conquistado pelas mulheres em luta. Isso não foi um presente”, ressaltou a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves.
No evento, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), propôs que a Casa articule com outras entidades a criação de um protocolo para prevenção e combate da violência política de gênero. Entre as medidas anunciadas pelo governo no Dia da Mulher está a criação de grupos de trabalhos interministeriais. Um deles envolve o Enfrentamento à Violência Política de Gênero e Raça.
Punição
A Lei 14.921, de 2021, prevê punição para quem cometer crime de violência política contra mulheres. É proibida, por exemplo, propaganda partidária que deprecie a condição da mulher ou estimule a discriminação em razão do sexo feminino, cor, raça ou etnia.
A pena é de 1 a 4 anos de reclusão, e multa e pode ser aumentada em um terço se o crime for cometido contra gestante, mulher com mais de 60 anos de idade ou deficiência.
Na clínica de propriedade do médico, em São Luís, a polícia apreendeu frascos de anabolizantes e medicamentos não autorizados pela Anvisa; um PM também foi preso na operação.
A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) deu cumprimento, na manhã desta sexta-feira (31), a quatro mandados de busca e apreensão, resultado de uma investigação que envolve venda ilegal de anabolizantes e outros crimes cometido por um médico nutrólogo, em São Luís. Além do médico, um policial militar também foi preso na operação denominada ‘Hipócritas’.
De acordo com a polícia, foram realizadas buscas em uma clínica médica especializada em nutrologia e nas residências dos investigados. Na clínica, localizada no bairro Calhau, em São Luís, foram apreendidos frascos de anabolizantes e medicamentos não autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O médico nutrólogo, proprietário da clínica, foi preso em flagrante, em sua residência, situada no bairro Araçagi, na Região Metropolitana de São Luís.
Ainda segundo a polícia, em uma das residências alvo das buscas, um policial militar foi preso em flagrante por estar com um veículo produto de roubo, no interior de sua residência, localizada no bairro São Cristóvão, na capital. De acordo com as investigações, o militar era utilizado pelo médico para cobrar dívidas particulares.
“Houve a prisão de um médico e, também, de um policial militar, em razão dos cumprimentos de mandos de busca e apreensão. [Os policiais] foram para residências e para uma clínica. Na casa do policial foi encontrado um veículo roubado, e ele foi autuado pela receptação. Na clínica de um médico foi encontrada medicação de uso proibido, de prescrição proibida no território brasileiro. E esse foi encaminhado para a seccional!”, informou Jair Paiva, delegado-geral da PC-MA.
Após ser preso, o médico foi conduzido e apresentado na Seccional Sul da Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC) e deve ser encaminhado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde ficará à disposição da Justiça. Já o policial, foi conduzido para o Comando Geral da Polícia Militar.
Nas redes sociais do médico, identificado como Reges Júnior, que também é presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Integrativa (SBMI), foi divulgada uma nota de esclarecimento assinada por ele, em que o profissional nega as acusações, inclusive, a de que foi preso. Entretanto, o nutrólogo confirma que foi alvo de operação policial e afirma que nada de ilícito foi encontrado com ele.
O g1 Maranhão buscou a SBMI para falar sobre o assunto, mas não conseguiu contato. Nas redes sociais, a SBMI se apresenta como uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 19 de outubro de 2016 por médicos interessados em prover saúde e bem-estar aos pacientes. Fonte: G1-MA
Seis trechos de praias estão impróprias para banho no Litoral da Paraíba, de acordo com o relatório de balneabilidade divulgado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). Segundo o levantamento, são três áreas localizadas em João Pessoa, duas em Cabedelo e uma em Pitimbú. Veja a lista completa mais abaixo.
A análise da balneabilidade da água foi realizada entre os dias 27 e 30 de março e é válida até o dia 5 de abril, data da nova divulgação de relatório. As demais praias monitoradas continuamente pela Sudema estão liberadas para o banho.
Praias impróprias para banho no Litoral da Paraíba
João Pessoa
Bessa I, em frente a desembocadura do Maceió do Bessa;
Farol do Cabo Branco, em frente a galeria de águas pluviais;
Jacarapé, em frente a Rua do Centro de Convenções.
Cabedelo
Camboinha, no final da Rua Benício de Oliveira;
Ponta de Campina, em frente a galeria de águas pluviais.
Justiça reconheceu três qualificadoras: meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio. Caso aconteceu em 2020 e Luana tinha 17 anos quando foi morta por Antônio, de quase 50 anos, com quem convivia maritalmente
Antônio Sebastião da Silva foi condenado a 37 anos e seis meses por homicídio Luana Mariano Xavier, de 17 anos, nesta quinta-feira (30), durante julgamento no Tribunal do Júri de Patos. O crime aconteceu na cidade em 2020. A vítima foi morta a facadas na frente do seu filho, de apenas um ano de idade, que foi encontrado ao lado do corpo da mãe.
O Tribunal do Júri de Patos acatou tese do Ministério Público da Paraíba e reconheceu três qualificadoras (meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio), bem como duas causas de aumento de pena: vítima gestante e na presença de menor.
Conforme o Tribunal, no dia do crime réu aproveitou que estava sozinho na residência com a vítima e o filho de um ano de idade dela, fruto de outro relacionamento, e desferiu 15 golpes de faca na face, pescoço, tórax e membros superiores.
O denunciado, um homem de quase 50 anos à época, passou a conviver maritalmente com a vítima cerca de três meses antes do crime. Nesse período, conforme testemunhas, o réu demonstrou por diversas vezes um sentimento possessivo de ciúme em relação à Luana, tendo-a ameaçado por palavras por não aceitar sem aceitar que ela pudesse ter outro relacionamento que não com ele próprio.
Ainda segundo testemunhas, os dois mantiveram um relacionamento conturbado, marcado por agressões, tendo terminado e reatado algumas vezes.
Conforme o promotor de Justiça José Antônio Neto, o MPPB conseguiu refutar as teses de legítima defesa e também de “homicídio privilegiado”. O promotor ressaltou que a vítima estava grávida e era mãe de um bebê de um ano à época, que presenciou os fatos.
A sentença foi prolatada pela juíza da 1ª Vara Mista de Patos, Isabella Joseanne Assunção de Sousa. Fonte: G1-PB