Blog do Walison - Em Tempo Real

Butantan recebe insumos para mais 14 milhões de doses de vacina

Chegaram na manhã de hoje (4) os insumos para que o Instituto Butantan fabrique mais 14 milhões de doses da vacina contra o coronavírus CoronaVac. A carga, vinda da China, desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos. É a maior remessa de matéria-prima recebida até o momento.

O lote enviado pelo laboratório Sinovac tem 8,2 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA). No dia 10, o Butantan havia recebido 5,6 mil litros de IFA e no dia 3, uma remessa de 5,4 mil litros.

Desde o dia 17 de janeiro, o Butantan entregou 14,4 milhões de doses de vacina que foram distribuídas para todo o país pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

A previsão é que até o final deste mês, o instituto forneça mais 21 milhões de doses e que até o final de abril tenha sido entregue um total de 46 milhões de doses.Po Agência Brasil

Entrando para os Três Meses de Salários Atrasados Médicos Codoenses Podem PARAR a QUALQUER MOMENTO

É meus amigos a coisa não está nada boa para os médicos que trabalham no HGM, SAMU e demais postos de saúde da cidade de Codó, a situação está se tornando cada vez mais caótica e difícil, haja vista que esses respeitados profissionais tem se desdobrado ao máximo para cumprir com suas obrigações e continuar servindo a população codoense mais o GOVERNO DOS MÉDICOS tem tratado sua própria categoria de uma maneira jamais vista em toda a história política de Codó.

O caso é grave, a coisa é séria, os poucos médicos que ainda resistem a todo esse descaso e seguem atendendo a demanda da população já não sabem mais o que fazer para receber seus salários, já não sabem mais para quem recorrer para receber seus salários, toda essa falta de compromisso do PREFEITO MÉDICO ZÉ FRANCISCO e do SECRETÁRIO DE SAÚDE MÉDICO MÁRIO BRAGA causou uma crise sem precedentes e que parece não ter fim, uma crise tão grande que fez com que muitos médicos debandassem da cidade de Codó a procura de emprego em outras cidades onde os prefeitos pagam mensalmente os salários de quem trabalha.

Moradores da Rua Professor Fernando Carvalho seguem com Medo da Escuridão Enfrentada a mais de uma semana e Nada da Prefeitura De Codó Solucionar o Problema

Estando localizada no coração da cidade de Codó a Rua Professor Fernando Carvalho com o cruzamento da Rua Henrique Figueiredo está sofrendo a mais de uma semana com a falta de iluminação pública em alguns postes, com a escuridão assustadora os moradores estão evitando sair de suas casas com medo de práticas de assalto e de outros perigos ocasionados pela escuridão.

É preciso que a Prefeitura Municipal de Codó coloque lâmpadas nos postes em que as lâmpadas estão queimadas afim de que os populares voltem ao convívio social normal.

Secretaria de Saúde de Codó faz Campanha de Vacinação contra o COVID-19 Desorganizada, não Atinge Meta e fica na lista das cidades que não Receberão novas doses da Vacina

O governador do Maranhão, Flávio Dino, ao anunciar hoje novas medidas restritivas de combate ao novo coronavírus, informou que só receberão novas vacinas os municípios que tenham aplicado ao menos 60% dos imunizantes recebidos. Dos atuais 217, só 47 cumpriram a meta estabelecida e 170 estarão de fora das novas entregas, exceto se comprovarem o uso das vacinas. Diversos grande municípios, como Codó, Imperatriz e São José de Ribamar, estão fora.

Codó só deverá receber novos lotes com doses da vacina quando comprovar que já fez o uso dos 60% dos imunizantes já enviados pelo Governo do Estado.

Sendo Governada pelo médico Zé Francisco no executivo municipal e pelo médico Mario Braga a frente da pasta da Secretaria Municipal de Saúde isso chega a revoltar e causar muita indignação na cidade de Codó, pessoas estão deixando de serem vacinadas mesmo tendo as vacinas em Codó, da para entender um negócio desse?

Que Jesus bote suas mãos sobre todos os codoenses porque se depender do GOVERNO DOS MÉDICOS a triste realidade é exatamente essa que todos estão vendo.

Confira abaixo as 47 cidades que irão receber normalmente:

Senado aprova PEC Emergencial em primeiro turno

O Senado aprovou na noite de hoje (3), em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a chamada PEC Emergencial. Depois de dias de discussão em plenário e negociações nos bastidores, o relator da matéria, Márcio Bittar (MDB-AC), chegou a um texto que, se não obteve unanimidade, conseguiu apoio da maioria. A votação do segundo turno da PEC foi convocada para amanhã (4) às 11h.

O texto-base da PEC foi aprovado por 62 senadores e teve 16 votos contrários no primeiro turno.  Após a aprovação em segundo turno, a PEC segue para análise da Câmara dos Deputados.

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Ele também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos. O gasto com o auxílio também não será afetado pela chamada “regra de ouro”, um mecanismo que proíbe o governo de fazer dívidas para pagar despesas correntes. O governo estuda retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

Evitar gasto excessivo

Bittar acrescentou nesta quarta-feira ao relatório mais uma “trava” para evitar um gasto excessivo com o auxílio. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. “Na redação anterior não constava tal limite, o que poderia trazer incertezas quanto à trajetória fiscal, com prejuízos ao ambiente econômico”, disse o senador em seu relatório.

O relator também fixou o prazo de vigência das medidas de ajuste fiscal previstas na PEC para enquanto durar a situação de calamidade pública. “Considero pertinentes as sugestões de que a persistência das vedações fiscais do Artigo 167-G seja mantida apenas durante a situação de calamidade pública de âmbito nacional e não estendida além do seu término”

As medidas de ajuste fiscal mantidas no texto incluem gatilhos de contenção de gastos para a União, os estados e os municípios. Na esfera federal, todas as vezes em que a relação entre as despesas obrigatórias sujeitas ao teto de gastos e as despesas totais supere 95%, os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e o Ministério Público proibirão aumentos de salário para o funcionalismo, realização de concursos públicos, criação de despesas obrigatórias e lançamento de linhas de financiamento ou renegociação de dívidas.

Auxílio emergencial separado

Durante a sessão, os senadores votaram um requerimento do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) que separava o auxílio emergencial das medidas de ajuste fiscal, fatiando a PEC em duas propostas diferentes. Vieira via no auxílio emergencial uma urgência necessária na votação; urgência que não considerava ser a mesma nos trechos referentes ao ajuste fiscal.

Álvaro Dias (Podemos-PR), Leila Barros (PSB-DF), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Zenaide Maia (Pros-RN) e Rogério Carvalho (PT-SE), dentre outros, apoiaram o requerimento de Vieira. Para eles, as matérias referentes ao ajuste fiscal devem ser discutidas com mais tempo e a urgência do auxílio emergencial não deveria ser usado para apressar a aprovação de tais matérias. O requerimento, no entanto, não obteve votos suficientes e foi rejeitado.

* Com informações da Agência Senado

Anvisa diz que vacinas usadas no Brasil são seguras

Vacinação drive thru na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), zona norte do Rio. A cidade do Rio de Janeiro retoma hoje (25) sua campanha de aplicação da primeira dose da vacina contra a covid-19 em idosos da população em geral.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que, até o momento, os dados públicos de notificações do uso de vacinas contra covid-19 no país não indicam qualquer relação das vacinas com eventos adversos graves ou mortes. De acordo com a Anvisa, não houve alteração na relação de risco e benefício dos produtos.

Em nota, a agência reguladora explicou que a avaliação benefício-risco leva em conta um conjunto grande de informações e os registros informados pelos usuários são apenas uma dessas fontes. As outras envolvem os relatórios de segurança das fabricantes, os sinais de segurança gerados pelo modelo matemático da Organização Mundial da Saúde (OMS), a troca de informações com outras autoridades regulatórias e a discussão em grupos de especialistas.

“Até o momento, não há nenhum caso de óbito conhecido que tenha relação estabelecida com o uso das vacinas para covid-19 autorizadas no país. As vacinas em uso no Brasil são consideradas seguras”, informou a agência. “Já é esperado que pessoas venham a óbito por outros motivos de saúde e mesmo por causas naturais, tendo em vista a taxa de mortalidade já conhecida para cada faixa etária da população brasileira”, completou.

As notificações sobre vacinas e medicamentos são enviadas à Anvisa principalmente por profissionais e serviços de saúde, além dos próprios fabricantes que são obrigados a comunicar os eventos suspeitos e que possam ser graves. Esses dados são utilizados pela Anvisa como subsídio para o seu processo de monitoramento.

“Como são dados notificados por terceiros, eles são considerados de menor evidência científica e servem apenas como sinalizadores para o trabalho de monitoramento da Anvisa. A análise completa envolve os processos mencionados anteriormente”, explicou.

Atualmente, estão autorizadas para uso emergencial no Brasil a vacina Covishield, desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica britânica AstraZeneca, e produzida no país pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); e a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. Elas estão sendo adquiridas e distribuídas pelo Ministério da Saúde aos estados para vacinação da população dentro do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

A Anvisa também concedeu registro para a vacina Cominarty, desenvolvida pela farmacêutica norte-americana Pfizer em parceria com a empresa de biotecnologia alemã BioNtech. Nesse caso, o registro é definitivo, para uso amplo, entretanto, o imunizante ainda não está disponível no país.Por Agência Brasil

Governo anuncia novas medidas restritivas para os próximos 10 dias no Maranhão

Governo anuncia novas medidas restritivas para os próximos 10 dias no Maranhão. — Foto: Reprodução/Governo do Maranhão
Governo anuncia novas medidas restritivas para os próximos 10 dias no Maranhão.Foto: Reprodução/Governo do Maranhão

O governador do Maranhão, Flávio Dino, anunciou nesta quarta-feira (3), novas medidas para tentar frear o avanço da Covid-19 no estado. Segundo o decreto, que foi assinado nesta quarta, serão suspensas festas e aulas presenciais, haverá diminuição do horário de funcionamento do comércio e será lançado um edital de auxílio para artistas. As medidas estarão em vigor de 5 a 14 de março.

Durante entrevista coletiva, o governador informou que serão totalmente suspensas as festas, shows e eventos de qualquer natureza em todo o Estado do Maranhão. E, para que o setor cultural não seja mais prejudicado, o estado vai lançar um edital de auxílio para os artistas. Haverá mil vagas com valor R$ 1.500 para cada apresentação. As inscrições poderão ser feitas a partir de 10 de março.

Quantos aos cultos em templos religiosos, o governador afirmou que vai se reunir com os líderes das instituições para decidir qual medida adotar de 5 a 14 de março em relação a isso.

Outra mudança anunciada foi a diminuição no horário de funcionamento dos estabelecimentos comerciais na Região Metropolitana de São Luís (que abrange a capital, São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar). O comércio funcionará, obrigatoriamente, das 9h às 21h. Flávio Dino afirmou que essa medida se restringe à Grande Ilha, pois a região tem mais aglomeração no transporte coletivo.

“O objetivo é desaglomerar, tirar pessoas de dentro do transporte coletivo, de dentro das repartições que ficam aglomeradas, para garantir que haja uma menor circulação do vírus nesse período. Os serviços essenciais continuam a funcionar, assim como o trabalho remoto quando for possível. Após esse período de 15 dias, vamos avaliar”, explicou. 

Flávio Dino anunciou, também, que estão suspensas as aulas presenciais nas escolas e universidades do Estado, tanto na rede pública quanto particular. Poderá haver, apenas, aulas remotas.

Serão suspensas, ainda, as atividades presenciais dos servidores públicos estaduais, que não exerçam atividades essenciais. E os trabalhadores do grupo de risco, mesmo que trabalhem em serviços essenciais, devem ser afastados. A regra vale para funcionários públicos e privados.

Além disso, o governador Flávio Dino disse que os municípios maranhenses só receberão novas doses das vacinas contra Covid-19 se comprovarem 60% de aplicação das doses recebidas.

“O município recebe as vacinas. Ao recebê-las, aplica, e tem o dever de alimentar o sistema informatizado do Ministério da Saúde. Não podemos lutar por mais vacinas enquanto no sistema não aparece como aplicada. Então eu decidi, consta no decreto que vou assinar, que dessas vacinas 62.400 doses de CoronaVac recebidas nessa madrugada, só haverá repasse aos municípios que comprovarem a aplicação de pelos menos 60% das doses já recebidas anteriormente. Porque, por alguma razão, no sistema não constam as vacinas como aplicadas”. 

O governador destacou que as vacinas não serão redistribuídas e sim guardadas, até que os municípios cumpram a meta de 60% de vacinação.

“É um paradoxo nós sabermos que estão faltando vacinas e, ao mesmo tempo, no sistema informatizado do Ministério da Saúde as vacinas não aparecem como efetivamente aplicadas. Comprovou os 60%, recebe novas vacinas. Não comprovou, nós vamos manter na nossa central de frios as vacinas, até que o município cumpra. Na hora que cumprir, nós entregamos rapidamente essas vacinas. Ou seja, as vacinas não serão redistribuídas, elas ficarão sob guarda depósito, até que o município cumpra os 60% de aplicação”, explicou.

Flávio Dino destacou que as medidas sanitárias adotadas são resultado de uma série reuniões com vários segmentos institucionais e sociais, visando a análise do quadro sanitário no Maranhão. Ele ressaltou que o Brasil enfrenta o seu pior quadro desde o início da pandemia e que Maranhão o registrou um crescimento de casos ativos. Diante da gravidade do problema, é preciso tomar medidas sanitárias desde as mais simples até as mais complexas.

O governador destacou que as medidas precisam ser cumpridas, para que medidas mais rígidas não sejam tomadas. Ele reforçou a necessidade de manter o isolamento social e de seguir as novas medidas.

“Não é tempo de festas. Mesmo que você não tenha medo do coronavírus, respeite quem tem. Mesmo que você já tenha tido o coronavírus, saiba que você pode ter de novo e pode ser mais grave. Pessoas da sua família podem morrer”, ressaltou Flávio Dino.

Regras que passam a valer a partir de sexta-feira (5) no Maranhão

  • Estabelecimentos comerciais na Grande São Luís só poderão abrir a partir das 9h e fechar, obrigatoriamente, às 21h.
  • Fica suspensa, em todo o Estado do Maranhão, a realização de reuniões e eventos em geral, como festas, shows, jantares festivos, confraternizações, eventos científicos e afins, inaugurações, sessões de cinema, apresentações teatrais, bem como lançamentos de produtos e serviços;
  • Ficam suspensas as aulas presenciais nas escolas e instituições de ensino superior, bem como das instituições educacionais de idiomas, de educação complementar e similares localizadas no Estado do Maranhão, das redes estadual, municipais e privadas;
  • Ficam suspensas as atividades presenciais dos órgãos e entidades vinculadas ao Poder Executivo Estadual, com exceção dos que prestam serviços essenciais;
  • Todos os empregados e prestadores de serviço, inclusive de empresas privadas, que pertençam aos grupos de risco ficam dispensados de exercer atividade presencial, podendo exercer o trabalho remoto;
  • Em todo o Estado do Maranhão ficam suspensos os prazos processuais em geral e o acesso aos autos físicos dos processos administrativos, com tramitação no âmbito do Poder Executivo.
  • Municípios que não comprovem a aplicação de, pelo menos, 60% das vacinas recebidas terão a entrega de novas doses suspensa;

Em caso de descumprimento das medidas estabelecidas, as autoridades competentes devem apurar as infrações e aplicar as seguintes sanções:

  • advertência;
  • multa, no valor de R$ 2 mil a R$ 1 .500.000, de acordo com a gravidade da infração e a capacidade econômica do infrator;
  • interdição parcial ou total do estabelecimento.

Outras medidas anunciadas:

  • Ampliação de frota de ônibus administrados pelo Governo do Estado (transporte semiurbano);
  • Edital para artistas com 1000 vagas, no valor de R$ 1.500 para cada apresentação;
  • Fiscalização mais rigorosa em lojas e demais estabelecimentosPor G1-MA