Blog do Walison - Em Tempo Real

Presença do presidente chinês no Brasil aprofundará parcerias no Brics

O presidente da China, Xi Jinping, estará no Brasil amanhã (13) e depois (14) para participar da cúpula do Brics, bloco que reune o Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul. Segundo representantes do governo chinês, a viagem à América Latina vai “injetar novo ímpeto no desenvolvimento das relações sino-gregas e sino-europeias, bem como servirá para aprofundar a parceria entre os membros do Brics e melhorar a governança global”.

No Brasil, Xi Jinping manterá conversas bilaterais com outros líderes mundiais e assinará acordos de cooperação. A visita ocorre menos de um mês depois de o presidente Jair Bolsonaro visitar a China. A ideia é aprofundar o intercâmbio, a confiança política e ampliar a cooperação em diversas áreas.

Na visita de Bolsonaro à China foram assinados acordos e memorandos de entendimento nas áreas de política, ciência e tecnologia e educação, economia e comércio, energia e agricultura. “Temos na China o primeiro parceiro comercial e me interessa muito fortalecer esse comércio, bem como ampliar novos horizontes. Hoje podemos dizer que uma parte considerável do Brasil precisa da China e a China também precisa do Brasil”, afirmou o presidente durante a visita.

Em declaração conjunta, os dois presidentes expressaram a determinação de ampliar o comércio e diversificar o intercâmbio de produtos, bem como cooperar com as políticas de desenvolvimento e investimento, como o Programa de Parceria de Investimento (PPI), do Brasil, e a Iniciativa do Cinturão e da Rota, da China.

A China foi, em 2018, o maior parceiro comercial do Brasil. No ano, o fluxo de comércio entre os dois países alcançou a marca de US$ 98,9 bilhões. O país asiático também é um dos principais investidores em áreas cruciais, como infraestrutura e energia.

Entre os atos assinados estão protocolos sanitários para a exportação de carne termoprocessada (que passa por processo de cocção) e farelo de algodão do Brasil à China. Os dois países também passaram a reconhecer as certificações de Operador Econômico Autorizado (OEA) emitidas pelas autoridades aduaneiras.

Um memorando de entendimento assinado também prevê contatos institucionais mais regulares e diretos entre os ministérios das Relações Exteriores do Brasil e dos Negócios Estrangeiros da China. Na área de energia, os dois países estabeleceram cooperação para o desenvolvimento de energias novas e renováveis, bioenergia e para distribuição e eficiência energética. O acordo prevê ainda cooperação e coordenação com terceiros países e fóruns internacionais.

O Brasil e a China também pretendem expandir os canais de comunicação entre jovens cientistas e pesquisadores e aprofundar a colaboração científica e tecnológica entre os dois países. Os governos financiarão esses jovens, que concluíram doutorado em um período de cinco anos antes da apresentação de propostas. Já a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e a Academia Chinesa de Ciências querem estabelecer um “laboratório virtual” Brasil‐China que desenvolverá pesquisas nas áreas de caracterização de germoplasma, edição de genoma e genética funcional na cultura da soja. Esse será o primeiro projeto de laboratório conjunto nas áreas de agricultura e recursos naturais.

“O mundo enfrenta hoje uma mudança sem precedentes nos últimos 100 anos. A ascensão de mercados de países emergentes é cada vez maior, assim como a disponibilidade para unir e cooperar. Além disso, a conversão de velhas e novas sinergias na economia mundial não está ainda completa, o protecionismo e o unilateralismo se intensificaram, e o ambiente externo para o desenvolvimento de mercados emergentes e países em desenvolvimento é cada vez mais complexo. É nesse contexto que mais países centram as atenções no bloco do Brics. O 11º encontro dos líderes do grupo discute o tema “Crescimento econômico para criar um futuro inovador”, informa o governo chinês em nota.Fonte Agência Brasil

Presidente da Capes quer reajustar bolsas de doutorado em 2020

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) quer reajustar as bolsas de doutorado no próximo ano. A medida dependerá de disponibilidade orçamentária, mas segundo o presidente da fundação – que é ligada ao Ministério da Educação (MEC) –, Anderson Ribeiro Correia, a questão “está na pauta”.

“A gente está trabalhando pesado para elevar o nosso orçamento junto com a Economia, junto ao Congresso, junto à Casa Civil, junto ao setor privado e, se a gente tiver sucesso em todas as frentes, a gente pretende, sim, elevar, no ano que vem, o valor da bolsa de doutorado. Não temos as definições ainda, mas é um plano nosso”, afirmou em entrevista exclusiva à Agência Brasil.

As bolsas de pós-graduação foram reajustadas pela última vez em 2013. Atualmente, os bolsistas de mestrado recebem, por mês, R$ 1,5 mil; os de doutorado, R$ 2,2 mil; e os de pós-doutorado, R$ 4,1 mil. Segundo Correia, a prioridade serão as bolsas de doutorado: “A bolsa de doutorado é aquela que traz mais impacto para o país”, diz.

De acordo com o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2020 enviado ao Congresso Nacional, o orçamento previsto para a Capes é de R$ 2,48 bilhões. O valor é inferior aos R$ 4,25 bilhões previsto para este ano. Há ainda a possibilidade de aumento dessa previsão.

O presidente pretende ainda mudar a forma de distribuição de bolsas. A intenção é estabelecer um teto para cada programa. A quantidade máxima de bolsas ofertadas irá variar de acordo com a nota de cada programa nas avaliações da Capes; com o tamanho – maiores serão priorizados; com a modalidade – doutorados terão prioridade; e com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da região onde a instituição de ensino está inserida. A intenção do último critério é minimizar as diferenças socioeconômicas entre as regiões do país.

Esse teto será revisto anualmente e já deverá entrar em vigor no ano que vem, impactando a distribuição de pelo menos 10 mil bolsas, de acordo com o presidente.

O presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes); Anderson Ribeiro Correia; fala à Agência Brasil
O presidente da Capes, Anderson Ribeiro Correia, fala à Agência Brasil – José Cruz/Agência Brasil

Leia os principais trecho das entrevista:

Agência Brasil: A Capes está em processo de reformulação da avaliação dos cursos de pós-graduação, não é mesmo? O que está sendo discutido?
Anderson Ribeiro Correia: A Capes faz uma boa avaliação, sempre fez, mas usa indicadores que não são completos. Ela deixa de considerar questões na avaliação que agora a gente vai começar a considerar. E a principal delas é o impacto para a sociedade. A sociedade tem saber o que ela ganha com essas pesquisas. A academia tem que se preocupar em entregar os resultados para a sociedade. Não só entregar, mas comunicar de forma efetiva para a sociedade, apresentando o que ela vem fazendo.
Além da pesquisa básica, que é fundamental e que será mantida nas universidades, associar a pesquisa básica a pesquisa aplicada e a entrega de produtos relevantes para a sociedade como a criação de pequenas empresas, produtos tangíveis ligados a patentes, softwares inovadores, trabalhos ligados às artes, ou seja, produtos que a sociedade consiga compreender e consiga saber a importância.

Agência Brasil: A Capes anunciou que passará a avaliar os cursos quanto à formação; pesquisa; transferência de conhecimento e inovação; internacionalização; além da inserção regional e do impacto na sociedade. Os indicadores atuais serão mantidos? Como será a aplicação dos novos indicadores?
Correia: A avaliação multidimensional vai ter cinco dimensões, duas serão essenciais e as outras três optativas. Quais são as essenciais? Pesquisa e formação. Essas a gente vai exigir de todos os programas. Alguns vão ser vocacionados para transferência para a indústria, outros terão uma vocação especial na área de internacionalização e outros vocação então para questão de engajamento regional. Mas pesquisa e formação serão as áreas essenciais, todos os programas tem que ter mesmo aqueles programas. Mesmo aqueles programas que têm impacto na indústria relevantes precisam ter métricas ligadas à pesquisa e a aplicação científica.

Agência Brasil: Como a Capes vai fazer para equalizar programas que tenham dificuldades regionais?
Correia: A gente tem alguns mecanismos para redução de assimetrias, um deles é no nosso modelo de fomento. A gente vai incluir a questão do IDH [Índice de Desenvolvimento Humano], ou seja, o município mais carente vai ter a prioridade para a distribuição de bolsas. Além disso, vamos lidar com programas estratégicos. Além das bolsas tradicionais, temos programas especiais que dão bolsas adicionais em função de uma situação. A pós-graduação brasileira começou no eixo Sul-Sudeste, com mais investimentos. Depois, começou-se a priorizar o Nordeste, mas a Amazônia sempre ficou para trás. Eu não posso ter a mesma métrica com a Amazônia que eu tenho com o resto do país. Principalmente a Amazônia e o Centro-Oeste são as regiões que a gente precisa ter mais atenção.

Agência Brasil: Como equalizar a métrica para pesquisas que nem sempre têm resultados aplicados?
Correia: Cada área tem que ter métricas de resultados. Evidentemente que as áreas de ciências humanas têm mais dificuldade de oferecer produtos tangíveis para a sociedade. A engenharia, a tecnologia, a medicina, por exemplo, entregam patentes, empresas. As áreas de humanas vão entregar a produção intelectual. O que a gente precisa trabalhar com as ciências humanas é que elas consigam entregar os seus produtos dentro das métricas que sejam aceitáveis para a sociedade e através de comparação internacional. Publicações científicas com impacto científico que tenha citações, livros que tenham critério de qualidade, livros que recebam prêmios, que tenham várias edições, que estejam em editoras conhecidas, convites para [o pesquisador] ser palestrante internacional. Temos critérios que buscam resultados que elevem a qualidade das pesquisas.

Agência Brasil: Quando essa avaliação será aplicada?
Correia: Essa multidimensional é só para a próxima quadrienal [o próximo ciclo de avaliação, que tem início em 2021].

Agência Brasil: A Capes está revendo também a distribuição de bolsas de estudo. O que mudará?
Correia: Não havia regras claras para a distribuição do dinheiro de pesquisa da Capes. Programas mal avaliados muitas vezes recebiam mais bolsas que programas bem avaliados. Agora implementaremos um novo modelo de fomento, assim que o nosso Orçamento for fechado no Congresso Nacional para o ano que vem e nós tivermos a definição exata do nosso Orçamento.

Agência Brasil: Isso já a partir do ano que vem?
Correia: Já a partir do ano que vem. Vou usar a avaliação existente, não a nova. A gente definiu quatro critérios para a distribuição do fomento, um é a nota [dos cursos na avaliação da Capes]. O segundo é se o programa é de mestrado ou doutorado. Quero dar mais bolsa para programas de doutorado que de mestrado, isso foi uma exigência do PNE [Plano Nacional de Educação]: que a gente consiga elevar o número de doutores no país. Terceiro, o IDH. Como a gente mencionou, [vamos] priorizar os municípios com menor IDH. Quarto, o tamanho dos programas. A gente quer priorizar programas maiores. Esses quatro critérios vão nortear a nossa distribuição de fomento. Quem tem bolsa não será prejudicado. Mesmo que um aluno tenha uma bolsa em um programa que tenha menos prioridade, se ele tem uma bolsa, ele vai até o final com essa bolsa, seja de 12 meses, de 24 ou 48 meses. Mas as novas bolsas vão entrar no novo critério.

Agência Brasil: Como os programas de pós-graduação poderão se programar para a oferta das bolsas?
Correia: Os programas terão um teto de bolsas, baseado nesses quatro critérios. Se o programa tiver com bolsas acima do teto, não vai ter bolsas renovadas, mas quem tiver bolsa, continua. Vamos supor que no meu programa o teto é de 20 bolsas e eu tenho 30 hoje. O programa vai deixar de renovar algumas bolsas porque está com mais bolsas que o limite que a gente vai dar para ele. Ao contrário, programa tem um teto de 50 bolsas e tem só 30 em vigor, ele vai ter direito a mais 20 bolsas. A gente vai fazer uma redistribuição. Não é corte, a gente vai fazer uma redistribuição das bolsas, para programas mais prioritários em detrimento de programas menos prioritários.

Agência Brasil: Qual vai ser a frequência de reavaliação desse teto?
Correia: Anual. A ideia é que a cada ano a gente divulgue novos critérios e esse teto seja revisado. Geralmente é no começo do ano que entram os alunos nas universidades e eles precisam ter essa dimensão para fazer os processos seletivos. A ideia é que, geralmente no mês de setembro e outubro de cada ano, a gente faça [a revisão]. E é também a época que temos a definição do Orçamento.

Agência Brasil: Tem uma estimativa de quantas bolsas devem entrar nesse critério? Quantas devem ser redistribuídas no ano que vem?
Correia: A gente ainda não fez essa conta, mas eu estimo que a gente vá fazer uma alteração entre 10 mil e 20 mil bolsas.

Agência Brasil: A Capes pretende reajustar o valor das bolsas?
Correia: Está na pauta. A gente tem um desejo de reajustar, o ministro tem esse desejo também. Principalmente as bolsas de doutorado, porque elas são as prioritárias da Capes. Como a Capes foca muito em formação de alto nível, a bolsa de doutorado é aquela que traz mais impacto para o país. A gente pretende fazer uma elevação desde que o Orçamento permita. A gente está trabalhando pesado para elevar o nosso orçamento junto com a Economia, junto ao Congresso, junto à Casa Civil, junto ao setor privado e, se a gente tiver sucesso em todas as frentes, a gente pretende, sim, elevar, no ano que vem, o valor da bolsa de doutorado. Não temos as definições ainda, mas é um plano nosso.

Agência Brasil: Como o senhor avalia hoje a pós-graduação brasileira e onde pretende chegar?
Correia: A pós-graduação cresceu muito nos últimos anos, desde a década de 1970, chegando a 7 mil cursos nesse momento. Ela cresceu mais na quantidade do que na qualidade. Nos próximos dez anos, eu vejo o crescimento qualitativo. [Vejo a] consolidação dos programas, e aumento da qualidade. O foco é aumentar a qualidade e alcançar os melhores indicadores internacionais.Fonte Agência Brasil

México concede asilo político a Evo Morales

Presidente Evo Morales fala durante conferência REUTERS/David Mercado/Direitos reservados

O México concedeu hoje (11) asilo político ao ex-presidente da Bolívia Evo Morales. Por meio de sua conta na rede social Twitter, o chanceler mexicano, Marcelo Ebrard, confirmou a informação. O líder boliviano renunciou ao cargo ontem (10) após uma onda de protestos que já durava 21 dias.

“Faremos valer o direito de asilo que o México sempre promoveu e exerceu em diferentes circunstâncias históricas que caracterizam nossa política externa”, destacou nota divulgada pelo governo mexicano. O comunicado cita que o país vai pedir uma reunião urgente com a Organização dos Estados Americanos (OEA) para tratar dos recentes acontecimentos na Bolívia.

Além de Evo, também renunciaram ao cargo o vice-presidente do país, Álvaro García Linera, o presidente da Câmara de Deputados, Víctor Borda, e a presidente do Senado, Adriana Salvatierra. Cabe agora ao Legislativo escolher um novo presidente do Senado, para que possa acatar a renúncia de Morales e dar início ao processo de novas eleições. Fonte Agência Brasil

Flávio Dino acompanha lançamento de novo produto retornável da Coca Cola

“Agradeço à empresa por investir em nosso Estado. Com este investimento, ampliando e modernizando sua linha de produção no Maranhão, a Solar Coca Cola viabiliza negócios e empregos”, enfatizou o governador Flávio Dino durante visita às instalações da nova linha de produção da Solar Coca Cola, nesta segunda-feira (11).


Governador participou do lançamento de novo produto retornável da Coca Cola (Foto: Handson Chagas)

Durante a visita, o governador conheceu as estruturas, o parque tecnológico e etapas da produção. Um dos diferenciais da nova linha de produtos é a sustentabilidade. Para a nova linha de garrafas retornáveis, a Solar investiu mais de R$ 90 milhões na unidade em São Luís, o maior investimento da empresa no Maranhão.

A nova linha de produtos possui o benefício de ser retornável, garantindo menor custo ao consumidor e mantendo a mesma qualidade. E ainda, sustentável, pois o recipiente pode ser reutilizado dezenas de vezes, reduzindo a geração de resíduos e possibilitando um descarte ambientalmente adequado.

Em visita às instalações, Flávio Dino conheceu as estruturas, conjunto tecnológico e etapas da produção. Acompanhou apresentação com a história do Guaraná Jesus e de seu criador, o farmacêutico maranhense Jesus Norberto Gomes. Na ocasião, Dino avaliou a importância de manter a união em favor do desenvolvimento com justiça social e oportunidades, e disse que para alcance das metas, é preciso que haja convergência entre os investimentos públicos e privados.

“Apesar da gigantesca crise nacional, temos feito o máximo para manter a máquina pública apta a gerar serviços, obras e benefícios à população. A cada semana, fazemos entregas e acompanhamos com alegria o ciclo de investimentos privados no nosso Estado, a exemplo da Solar-Cola Cola”, disse Flávio Dino.


Governador participou do lançamento de novo produto retornável da Coca Cola (Foto: Handson Chagas)

A nova linha possui a mais moderna tecnologia em operação no país. São garrafas PETs desenvolvidas com possibilidade de reutilização da embalagem em até 25 ciclos, tendo como objetivo central finalizar a vida útil dentro da fábrica. A produção em São Luís vai abastecer todo o Maranhão e o Piauí, além de contribuir com o setor de insumos, frete e combustíveis.

O diretor de Relações Externas da Solar, Fábio Acerbi, afirma que a iniciativa reitera a atuação da Companhia para o desenvolvimento do Maranhão. “Estamos apostando na parceria e no compromisso firmado com o Estado para reverter esse quadro de crise com embalagens modernas e sustentáveis”. A ampliação de retornáveis tem base no plano de negócios da Coca-Cola com sustentabilidade e o compromisso de, até 2030, coletar e reciclar 100% das embalagens que coloca no mercado.

“Ao lançar essa marca, a Solar-Coca Cola comprova que confia nos investimentos e na forma com que o governo Flávio Dino vem gerindo o Estado. Com isso, gera mais empregos e nos dá a certeza de que a empresa tem uma perenidade no Maranhão”, pontua o secretário de Estado de Indústria e Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo. A nova linha vai gerar mais de 1,1 mil empregos diretos, além de oportunidades nos diversos pontos de venda. Presentes ao evento o diretor de Relações Externas da Solar e porta-voz da Coca Cola, Fábio Acerbi; demais executivos da empresa e secretários de Estado.


Governador participou do lançamento de novo produto retornável da Coca Cola (Foto: Handson Chagas)

Multinacional

A Solar é a segunda maior do Brasil, está entre as 20 maiores do mundo entre as fabricantes do sistema Coca-Cola no Brasil e é uma das dez maiores do Nordeste. São cerca de 12 mil colaboradores, distribuídos em 11 fábricas próprias e 34 Centros de Distribuição no Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Mato Grosso, Goiás e parte de Tocantins.

Ascom

Após renúncia de Morales, Bolívia tem vazio de poder

Presidente Evo Morales fala durante conferência REUTERS/David Mercado/Direitos reservadosREUTERS/David Mercado/Direitos Reservados

Após renúncia de Morales, Bolívia tem vazio de poder

A Bolívia acordou hoje (11) sem governante. Ontem, o presidente Evo Morales renunciou ao cargo, após uma onda de protestos que já durava 21 dias. Também renunciaram Álvaro García Linera, vice-presidente do país, Víctor Borda, presidente da Câmara de Deputados, e Adriana Salvatierra, presidente do Senado.

Cabe agora ao Legislativo escolher um novo presidente do Senado, para que possa acatar a renúncia de Morales e dar início ao processo de novas eleições.

A Constituição boliviana estabelece que “em caso de impedimento ou ausência definitiva do presidente, ele será substituído pelo vice-presidente e, na ausência deste, pelo presidente do Senado, e na ausência deste pelo presidente da Câmara dos Deputados. Neste último caso, novas eleições serão convocadas dentro de um período máximo de noventa dias”.

De acordo com Salvatierra, que renunciou à Presidência do Senado, “a renúncia da presidência (do Senado) não implica necessariamente sucessão em linha direta pelo vice-presidente, mas que uma sessão deve ser realizada para definir nova presidência para o Senado”.

Diante da ausência dos chefes das duas câmaras, o vice-presidente do Senado deve convocar uma sessão e encaminhar os próximos passos. Ainda não se sabe exatamente como o Legislativo irá proceder. É possível que determine um nome para assumir a presidência do Senado, alguém que finalize o atual mandato de Morales, enquanto se convocam novas eleições.

Pode ser ainda que os legisladores definam uma espécie de “governo de consenso” até o fim do atual mandato, que vai até o dia 22 de janeiro, data prevista para a posse do próximo presidente.

Outra possibilidade é que partidos políticos e movimentos civis cheguem a um acordo em relação ao nome de algum senador que possa ocupar interinamente a presidência, enquanto o processo de novas eleições é realizado.

O partido de Evo Morales, o Movimiento al Socialismo (MAS), tem maioria nas duas câmaras.Fonte Agência Brasil.

Arábia Saudita habilita oito novos frigoríficos brasileiros

A Saudi Food and Drug Authority (SFDA) – autoridade sanitária da Arábia Saudita – habilitou oito novos estabelecimentos para a exportação de carne bovina brasileira e seus produtos.  A medida se segue a uma visita da ministra brasileira da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, que  em setembro passado esteve naquele país árabe negociando a abertura de mercado para produtos agropecuários brasileiros.

A decisão da Arábia Saudita foi comemorada pelo presidente Jair Bolsonaro, em mensagem no Twitter: “Após China anunciar habilitação da exportação de nosso miúdo suíno, a Arábia Saudita faz o mesmo com 8 estabelecimentos do Brasil com a carne bovina. Geração de emprego e produção. Trabalho da @Min_Agricultura @TerezaCrisMS em nossa viagem ao Oriente Médio e Ásia. Grande Dia!”

Foram habilitados os seguintes estabelecimentos: Frigorífico Fortefrigo (em Paragominas, no estado do Pará), Frigorífico Better Beef (em Rancharia, São Paulo), Rio Grande Comércio de Carnes Ltda (em Imperatriz, Maranhão), Plena Alimentos (em Pará de Minas, Minas Gerais), Indústria e Comércio de Alimentos Supremo (em Ibirité, Minas Gerais), Frigol (São Félix do Xingu, Pará), Maxi Beef Alimentos do Brasil (Carlos Chagas, Minas Gerais) e Distriboi – Indústria, Comércio e Transporte de Carne Bovina (Ji-Paraná, Rondônia).

A ministra Tereza Cristina atribuiu o sucesso das negociações que resultaram na habilitação dos frigoríficos à recente viagem do presidente Jair Bolsonaro à Arábia Saudita. “Isso faz parte de toda a abertura que o Ministério da Agricultura vem fazendo juntamente com o governo federal”, disse ela, acrescentando que “essa é uma ótima notícia para começar bem a semana”.

Em 2018, as exportações de produtos agropecuários brasileiros para a Arábia Saudita renderam US$ 1,7 bilhão. Foram mais de 2,9 milhões de toneladas de bens comercializados.Os principais produtos exportados para os sauditas são carne de frango (in natura), açúcar de cana (bruto), carne bovina (in natura), soja (grão e farelo), milho, açúcar refinado e café (solúvel e verde). A carne de frango representou 47,4% do valor vendido (US$ 804 milhões e 486 mil toneladas).Fonte Agência Brasil.

Com Inova Maranhão Investidores Procuram Combater Poluição e Estimular a Leitura.

Quando ainda finalizava a graduação em Engenharia Mecânica na Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Pedro Sérgio Lima Rabelo fazia parte de um projeto de pesquisa sobre o uso de energia limpa em processos de fabricação mecânica, quando teve a ideia de transformar o objeto de seu estudo em empreendimento.

Por meio do programa estadual Inova Maranhão, o que era apenas um projeto acadêmico saiu do papel e hoje tem nome e sobrenome. Trata-se da Bio Fluid Soluções Eco Biodegradáveis, startup genuinamente maranhense que vem trabalhando na fabricação de um fluido biodegradável à base de óleo de coco babaçu, utilizável no corte de aço industrial.

“A proposta da Bio Fluid é trazer um produto de origem vegetal, 100% biodegradável, adequado às legislações ambientais vigentes, que não gere insalubridade aos operadores e que possa aumentar a vida útil das ferramentas industriais de corte”, detalha o engenheiro, que é o CEO (Chief Executive Officer) da empresa.

A Bio Fluid foi um dos 24 empreendimentos selecionados no edital N° 007/2019 para a segunda fase do programa Inova Maranhão para Startups.

Lançado em 2016, o Inova Maranhão tem como objetivo contribuir com o desenvolvimento econômico e fortalecimento do mercado de tecnologia do estado do Maranhão. A atuação do Inova Maranhão acontece por meio dos eixos: Educação, Startups, Ecossistema, Universidades, Empresas, Administração Pública e Parque Tecnológico.

“Nós fomos aprovados em 2017. O primeiro edital nos possibilitou a ampliação da vivência de negócio. Foi uma experiência maravilhosa”, explica Pedro Lima Rabelo.

Para o CEO da Bio Fluid, o grande diferencial do produto é que ele pode resolver reduzir impactos ambientais e de operação nesse segmento industrial. “A maioria das empresas adota soluções de origem sintética, proveniente do petróleo, e isso desencadeia uma série de problemáticas. Logo após a operação, normalmente esses fluídos são descartados no ambiente, contaminando o meio. Nosso produto vem resolver esses problemas”, afirma.

Enquanto o produto passa da fase de validação, a startup mantém uma pequena clientela inicial. Mas há projeção de ampliação com o incentivo do Inova Maranhão.

“Com base no que foi aprovado no edital, temos recurso suficiente para ter uma produção maior que consiga atender outros mercados”, acredita.

Pedro avalia que o incentivo do Inova Maranhão é essencial para o “desenvolvimento do ecossistema” de inovação no estado. “Essas iniciativas aproximam ainda mais as universidades da iniciativa privada e de investidores. Toda a sociedade sai ganhando”, pontua.

Aplicativo de literatura infantil 

Essa também é a perspectiva da mestre em design e multimídia Jessica Furtado, uma das responsáveis pelo aplicativo maranhense de leitura infantil Tec Teca, outra startup selecionada no Inova Maranhão 2019, também na modalidade aceleração.

“O Inova Maranhão é muito bom, principalmente no nosso estado, que ainda é bem precário em relação à inovação. É muito bom esse tipo de edital para gente mostrar o que o estado tem”, sublinha.

O projeto foi desenvolvido em família. Jessica atua como designer; seu irmão, o cientista da computação Eugênio Furtado, fica responsável pelo desenvolvimento do app; e sua mãe, a professora doutora em Plataformas Digitais Cassia Furtado, faz a curadoria dos livros lançados na plataforma.

Com uma versão gratuita, onde a criança pode fazer o download de um livro por mês, e uma versão paga, que dá acesso ao acervo completo, o aplicativo Tec Teca aposta em princípios das mídias digitais, como a gameficação, para chamar atenção das crianças para a importância da leitura.

“As crianças hoje usam muito o celulat e tablets, isso é uma realidade, não dá pra mudar. Então nós pensamos nisso. Se ela tirar dez minutinhos do YouTube lendo na TecTeca, o desenvolvimento da criança já vai melhorar, porque ele vai ler mais”, defende.

Dobro de investimentos

O edital N° 007/2019 do programa Inova Maranhão prevê investimentos de R$ 1,65 milhão para aceleração e a incubação de startups no Estado. O valor é o dobro do investido em relação ao último edital, lançado em 2017, e o número de propostas selecionadas para primeira fase também aumentou, de 67 para 110 propostas.

Ascom

Justiça determina retirada do registro de roubo/furto de carro do Leonel Filho

Atendendo o pedido dos advogados do vereador Leonel Filho, o Juiz Marco André Tavares Teixeira, Titular da 1ª Vara da Comarca de Codó/MA, determinou a retirada do registro de roubo/furto do veículo pertencente ao parlamentar codoense.

A decisão, do dia 06 de novembro, afirma que o Estado de São Paulo, através da Secretaria de Segurança Pública e o Detran/SP, deve proceder com à imediata substituição nos registros de informação do veículo até que a Justiça tome uma decisão final sobre o caso.

O documento não estipula um prazo para que a decisão seja cumprida. O Blog do Marco Silva fez uma consulta da placa às 15h deste domingo (10) e a restrição ainda constava no carro do vereador.

Veja a decisão:

Nascidos em abril e maio podem sacar FGTS a partir de hoje

Agências da Caixa abrirão neste sábado para saque do FGTS

A Caixa Econômica Federal inicia hoje (8) mais uma etapa de liberação do saque imediato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que paga até R$ 500 por conta ativa ou inativa. Os trabalhadores nascidos em abril e maio sem conta no banco poderão retirar o dinheiro.

O saque começou em setembro para quem tem poupança ou conta corrente na Caixa, com crédito automático. Segundo a Caixa, no total os saques do FGTS podem resultar em uma liberação de cerca de R$ 40 bilhões na economia até o fim do ano.

Originalmente, o saque imediato iria até março, mas o banco antecipou o cronograma, e todos os trabalhadores receberão o dinheiro este ano.

Atendimento

Os saques de até R$ 500 podem ser feitos nas casas lotéricas e terminais de autoatendimento para quem tem senha do cartão cidadão. Quem tem cartão cidadão e senha pode sacar nos correspondentes Caixa Aqui, apresentando documento de identificação, ou em qualquer outro canal de atendimento.

No caso dos saques de até R$ 100, a orientação da Caixa é procurar casas lotéricas, com apresentação de documento de identificação original com foto. Segundo a Caixa, mais de 20 milhões de trabalhadores podem fazer o saque só com o documento de identificação nas lotéricas.

Quem não tem senha e cartão cidadão e vai sacar mais de R$ 100, deve procurar uma agência da Caixa.

Embora não seja obrigatório, a Caixa orienta ainda, para facilitar o atendimento, que o trabalhador leve também a carteira de trabalho para fazer o saque. Segundo o banco, a Carteira de Trabalho pode ser necessária para atualizar dados.

As dúvidas sobre valores e a data do saque podem ser consultadas no aplicativo do FGTS (disponível para iOS e Android), pelo site da Caixa ou pelo telefone de atendimento exclusivo 0800 724 2019, disponível 24 horas.

A data limite para saque é 31 de março de 2020. Caso o saque não seja feito até essa data, os valores retornam para a conta do FGTS do trabalhador.

Horário especial

Para facilitar o atendimento, a Caixa vai abrir 2.302 agências em horário estendido hoje e na segunda-feira (11). As agências que abrem às 8h terão o encerramento do atendimento duas horas depois do horário normal de término.

As que abrem às 9h terão atendimento uma hora antes e uma hora depois. Aquelas que abrem às 10h iniciam o atendimento com duas horas de antecedência. E as que abrem às 11h também iniciam o atendimento duas horas antes do horário normal.

A lista das agências com horário especial de atendimento pode ser consultada no site da Caixa.

Essas agências também abrirão neste sábado (9), das 9h às 15h (horário local), para fazer pagamentos, tirar dúvidas, fazer ajustes de cadastro dos trabalhadores e emitir senha do Cartão Cidadão.

A Caixa destaca que o saque imediato não altera o direito de sacar todo o saldo da conta do FGTS, caso o trabalhador seja demitido sem justa causa ou em outras hipóteses previstas em lei.

Essa modalidade de saque não significa que houve adesão ao saque aniversário, que é uma nova opção oferecida ao trabalhador, em alternativa ao saque por rescisão do contrato de trabalho.

Por meio do saque aniversário, o trabalhador poderá retirar parte do saldo da conta do FGTS, anualmente, de acordo com o mês de aniversário.Por Agência Brasil.